Little Red Riding Hood In Wonderland.

2 Capítulo II- The Crazy War and Your Love!


Notas iniciais
Desculpe a demora. u-u
é que eu não queria escrever e -QQQ (hoje estou tirando a tarde do MEU aniversário para escrever as minhas fics atrasadas, YESSS 8DD )
nomes:
Abel: holanda
Bella: bélgica
Lovino: romano
Antonio: espanha
Raivis: letônia
Ivan: russia
Natalya: belarus

Os dois encaravam o recém-chegado fixamente, avaliando-o dos pés à cabeça:

- Oh! Ele é tão pequenino! — a garota apontou na direção do menino, com uma expressão de total admiração. Tinha um fraco por coisas fofas.

- É apenas um anão com adornos de coelho. — indagou o maior, com o típico desinteresse.

- Ele é milhões de vezes mais adorável que você! — exclamara a belga, já com o pequeno letão nos braços:

- Eu não preciso ser fofo, já sou infinitamente sexy. — o garoto riu, abrindo um pouco do zíper da jaqueta negra, fazendo a menina corar intensamente:

- Pare com essas coisas, seu... seu... Pervertido! — então seguiu-se uma discussão extremamente desnecessária, e o pequeno letão, constrangido, resolveu intrometer-se:

- C-Com licença... D-Desculpe a interrupção, mas... C-Como guardião do País das Maravilhas, eu preciso saber porque vieram até a-aqui e...

- Raivis, sou eu, Abel. — pronunciou-se o holandês, sem paciência alguma:

- E esta é... — ele analisou a belga pelo canto do olho, sorrindo. — Uma garota que conheci no caminho. Ela quer ver a "nonna" dela, e eu vim acompanhar-lhe.

- O-Oh... e-entendo... -desculpe p-por atrapalhar... m-mas antes terão q-que ver a r-rainha e...

- Não será necessário, será rápido. — Interrompeu novamente o holandês, pegando habilmente a garota nos braços, e correndo em disparada, rumo à casa de Nonna. Como um verdadeiro lobo, o pobre coelho não teve chance alguma, desistindo de perseguí-los rapidamente.

- Quem te deu permissão de me pegar no colo? E o mais importante! — a garota ergueu o indicador, séria.- Como sabe o caminho para casa de minha nonna?!

- Eu simplesmente sei. Olhe. -apontou para um pequeno chalé, o qual chegaram à entrada rapidamente.- É aqui, não é?

- Sim... Mas... Tem algo diferente aqui... — murmurou a garota, batendo na porta. Nada. Bateu novamente, chamando pela avó, e mais uma vez, seguiu-se silêncio:

- Ai meu Deus! Ela não responde! E agora? — a garota já estava desesperada. Foi então, que o holandês, com seu jeito bruto, tirou a garota da frente, e simplesmente chutou a porta, que caiu no chão com um estrondo.

- Seu bruto, não precisava destruir a casinha da nonna! — advertiu a menina, caminhando em direção ao quarto da avó. Entretanto, à medida que adentravam o casebre, ambos depararam-se com uma cena um tanto... chocante.

A suposta nonna estava aos beijos e agarros com um jovem misterioso, com sua pele bronzeada, seus cabelos bagunçados e castanhos, e seus olhos esmeraldas, arregalados ao ver a presença dos dois. Rapidamente tirou a mão de debaixo da camisola do outro, que obtinha o rosto mais vermelho que um tomate:

- CAZZO! Vocês não sabem bater, seus bastardos inúteis?! A nonna não admite falta de educação! — gritava o italiano, completamente sem-graça. E o outro, um caçador, apenas abraçava o italiano, pedindo que se acalmasse. No momento tinha o peitoral completamente à mostra e um sorriso abobado na face:

- Oh, muito prazer. Eu sou Antonio, o caçador dos arredores e... — seus olhos prenderam-se no holandês, e de repente, pulara da cama, sacando a espingarda, típica de um caçador:

- ¡Dios mío! É o lobo baderneiro que vem infernizando os moradores locais! — gritava o espanhol, deixando o holandês literalmente confuso.

- Cazzo, bastardo desgraçado, afaste-se da minha netinha, ou eu arrancarei suas orelhas e as enfiarei no teu rabo! — o italiano colocou-se de pé, pegando uma metralhadora. Sim, nada conveniente para uma "nonna" normal carregar. Mas Bella sabia, Lovino não era uma nonna normal:

- Acalme-se Nonna! Ele não me fez nada! — a garota dizia, ainda tentando processar a cena estupidamente gay que presenciara. — M-Mas nonna... n-não sabia que... b-bem... você gostava de...

- Tua nonna gosta de pênis, ótimo. Agora dá para falar para esses dois homossexuais psicopatas abaixarem as armas? – anunciou o lobo, com ambas as mãos sobre a cintura. Estava com uma expressão de poucos amigos, e seu cenho, franzido.

- Cazzo! Seu lobo pirralho atrevido! Nonna vai te ensinar umas coisas! – o italiano já apontava a poderosa arma para a cabeça de Abel, quando a menina colocou-se em sua frente:

- Nonna, pare! Foi graças ao Abel que eu consegui chegar aqui! – gritava a menina, com os braços estendidos, em pose de proteção. Agora, foi a vez do espanhol se enfezar:

- Então ele foi o culpado por atrapalhar a minha tarde com o Lovi! Vou encher esse maldito de chumbo e – antes que antonio pudesse fazer qualquer coisa, o italiano batera em sua nuca, utilizando o cano da metralhadora. Antonio fora ao chão, fazendo certo escândalo:

- L-Lovi! Por que fez isso ao seu amado?! – ele choramingava, tentando se recompor.- Esqueceu que estava aos beijos e gemendo o meu nome até pouco temp- — outro chutara seu rosto manhoso, com o rosto cada vez mais vermelho:

- Seu babaca desgraçado! Cale a merda da sua boca! Morra! Morra! Morra afogado na própria merda seu bastardo filho de uma... – Abel e Bella encaravam a violenta cena, estáticos e sem reação alguma. Bella suspirou, desabando na poltrona do quarto de nonna, colocando a cesta em qualquer canto do quarto. Já não importava mais. Estava exausta, e por essa razão, puxou a barra da camiseta branca de Abel, fazendo-o olhar para baixo:

- Ei, Abel. Esse é seu nome não? – o holandês assentiu, o que deu forças para a garota continuar:

- Estive pensando... Quem seria a tal rainha, que aquele coelho disse? — Abel sorriu, divertido. Puxou a garota pelo pulso, indo em direção ao jardim da casa, onde não tivesse tanto barulho, provocado pela fúria do italiano.

- A rainha que pergunta, é a ditadora maníaca por vermelho, que governa todo esse mundo. Ela parece ser boazinha, amigável e gentil, mas não se deixe enganar. – ele tirou um relógio do bolso, soltando um longo suspiro.- E nesse momento, a megera deve estar louca, à sua procura.

- Me procurando?! Mas... Por quê?! –a garota gritou, típico de seu temperamento um tanto, animado. O lobo rapidamente cobriu-lhe a boca, puxando-a novamente para seu colo. Começara a correr novamente, à procura do lugar por onde entraram:

- Você precisa sair daqui. Antes que seja tarde.

- M-Mas, e a Nonna?! E por que diabos você precisa me carregar? Eu tenho pernas, olhe! – esperneava a belga. O holandês apenas revirou os olhos, bufando:

- Fique quieta, eu sou milhões de vezes mais rápido. É olhe ao seu redor, minha cara! – o rapaz riu, fazendo um sinal com a cabeça para os lados:

- Nós temos companhia. – ele riu, ao ver os capangas desajeitados da megera vermelha, perseguindo-os.

- Q-Quem são esses? – ainda gritava a belga, apontando freneticamente para os que corriam atrás deles.

- Apenas cale a boca, antes que — — Um punhal revestido em prata atravessou a distância em que separava Abel e Bella de seus perseguidores, este passando de raspão no rosto do lobo, fazendo-lhe um corte insignificante. Abel parara a corrida, colocando a garota no chão, sorrindo:

- Essa precisão com as lâminas. É claro que ninguém, tirando você, para fazer algo assim, Natalya. – murmurou, virando-se para encarar a bielorrussa, que finalmente os alcançara.

- Ora, ora. Um lobo estava sendo mal, tentando levar a convidada embora, tão cedo. – a garota com longos cabelos lisos anunciara, sorrindo, de má vontade. Logo atrás dela, estavam três garotos, que tremiam incansavelmente. Bella reconhecera o menor deles, este vestido de coelho.

- Preciso levar a menina até a Rainha.

- Hmmm... Acho que não posso permitir isso.

- É uma pena que não concordemos. Rapazes, por favor. – A bielorrussa se referia aos três que tremiam atrás de si. Como não obteve resposta, e por Abel ter soltado um risinho, a garota empurrara os três, pedindo que dessem um jeito no holandês. Os garotos permaneceram em choque, somente sussurrando entre si:

- Viram o tamanho dele?! – sussurrou o lituano, observando o lobo pelo canto dos olhos.

- Pior! A cara e as orelhas! Eu não quero vivar almoço de lobo! –choramingou o letão, assustado.

- Fiquem quietos vocês dois! Sejamos sensatos. Faremos alguma coisa, ou a dama aqui do lado nos cortará a cabeça! Prefiro morrer pelas mãos do lobo do que da psicopata da Natalya! – exclamou o estoniano, encolhendo-se.

- Caham, se as damas ficarão de conversinha, eu tomarei isso como um sim, para que percam suas cabeças. – gritou a bielorrussa, já impaciente.

Os três rastejaram-se para a frente do holandês, com os corpos trêmulos como nunca se viu. Abel apenas olhou para Natalya, como se ela estivesse brincando com tudo aquilo.

- Por que vocês não deitam no chão e deixam eu pisar em vocês de uma vez?

De repente, o pequeno letão realizou algo que nunca imaginara fazer. Tirou o seu relógio de bolso, e girou-o no ar pela corrente dourada que ele tinha, na parte superior. Avançou em direção ao lobo, tomado pelo medo, pelo impulso e ele mesmo não sabia o que fazia. Apenas gritou:

- Por Náááárnia! – gritara, dando com o relógio na canela do mais alto, atacando-o diversas vezes. Os outros bálticos, levados pela loucura do menor, seguiram-no, tacando xícaras, pratos, geléia, e diversas outras coisas no holandês, que começara a perder a paciência.

- E-Ei! O que vocês pensam que estão fazendo, seus viados insolentes?! –gritava Abel, levemente surpreendido com a audácia dos menores.

Em meio à baderna, Natalya puxara a belga sorrateiramente, levando-a até o castelo da misteriosa rainha vermelha. O castelo da rainha era um tanto peculiar. Um fosso enorme rondeava o castelo, e boiando na superfície da água do mesmo, havia milhares de cabeças. Os jardins do castelo eram cuidadosamente aparados, e diversas rosas vermelhas enchiam o local. Ao adentrarem em seu interior, Bella percebera o terrível mau gosto por corações da rainha.

- Pronto. Chegamos até a sala do trono real. – a bielorrussa murmurou, empurrando a belga porta adentro. Natalya arrastava Bella ao longo da sala, até que chegássem ao pé do trono, onde se ajoelharam.

- Aqui está, meu amado Ivan. A “convidada”.

- Ivan? – a belga exclamara, assustada- Então a rainha é homem?!

- Eh? Que animada, da! – o russo sorriu, aproximando-se das duas garotas.

- Tu é homem?! Sério? Pensava que era uma velha, louca, psicopata e, pela decoração horrível do lugar, uma velhota brega! – a belga riu, aproximando-se do russo, apertando-lhe a mão. Natalya não gostara nem um pouco, pois rapidamente abraçou a cintura do outro, em um gesto completamente possessivo.

- B-Brega, da? – murmurou o russo, entrando naquele modo assustador, em que às vezes sincronizava. Uma aura negra pairava o ar, e o sorriso em seu rosto, era de certo modo, assustador. E seus olhos, pediam por sangue. Mas como Bella era uma garota incrivelmente desligada, nem percebera a mudança fatal no russo.

- Sim. Tem muito coração. E estampas sem uma combinação! – ela riu, ainda sorrindo para o russo. A bielorrussa, que no momento, estava completamente agarrada à cintura do irmão, olhava de um jeito fatal para a belga. Como ela ousava falar do gosto incrível de seu amado?

- Hm... Talvez eu possa tingir esse lugar ainda mais de vermelho. – o russo sorriu ainda mais, sacando sua reluzente espada. Aproximara-se cada vez mais de Bella:

- Basta emprestar-me o seu sangue, da!

- Não estou doando sangue no momento.... – ela pensou, com o olhar distante.

- Não era bem uma doação que eu pretendia, da! – exclamou ele, apontando-lhe a espada.

-..... – e ela finalmente entendera. – E-Ei! Não se atreva a contrabandiar meu sangue! – quer dizer. Ela mais ou menos entendeu. – Olha que eu tenho... A-AIDS! – falou, sem pensar.

Ivan considerou a declaração dela. Guardou novamente a espada, ordenando, nitidamente, que ela fosse levada até o carrasco:

- Cortem a cabeça, da! – anunciou, sentando-se novamente em seu trono. Dois guardas levaram a belga até o local de exterminação. Um carrasco assustador a esperava, e bem na frente do local de execução, uma torre estendia-se, com Ivan e Natalya no topo. Ambos tomavam chá, e observariam tudo em camarote.

Bella fora colocada na guilhotina, e sentia as lágrimas caírem de seus olhos. Gritava coisas sem sentido, como “Não me matem! Eu faço waffles deliciosos para vocês! E meu chocolate é o melhor! Não me matem!”. A menina já perdera as esperanças, e apenas aguardava a lâmina afiada cortar-lhe a cabeça. Foi então, que ouvira um barulho de motocicletas, seguido de tiros, e de uma voz que reconheceria em qualquer lugar:

- Ciao, figli di puttana! – gritava o italiano, que usava sua melhor camisola, seus óculos escuros e atirava para todos os lados, com sua potente metralhadora. Seguidos dele, em suas motocicletas, estavam o Caçador Antonio e Abel. Bella correu para os braços de nonna, que a abraçaram, protetores:

- Nonna! Nunca senti tanto sua falta! – a menina chorava

- Ora, menina estúpida! Sempre preocupando sua nonna! Agora ande, suba na motocicleta! – Gritava o italiano

- Não, ela não cabe nessa motoca de velha. – falou o holandês, puxando a menina para sentar na sua moto. Ela apenas corou, e a nonna soltara todos os xingamentes existentes.

- Cazzo, vamos sair daqui, antes que a psicopata corte nossas cabeças! – gritou Lovino, dando partida na moto. Porém, nada ocorreu. Tentou mais algumas vezes, sem sucesso em ligar a maldita. Antonio, que não era bobo nem nada, abraçou o italiano pela cintura, e o pôs sentado em sua moto. Sorriu, abobadamente, o que fez Lovino soltar-lhe um soco na nuca. Resolvidas as caronas, deram partida nas motos, e assim iniciou-se a corrida.

-----------------------------------------------------

Bella segurava a cintura de Abel firmemente, assim como Lovino, que agarrava o espanhol com certa possessividade. Eles eram perseguidos pelos capangas de Ivan, que atiravam em nossos heróis. Até que nossa valente nonna, cansou-se de tal situação, e pediu que Antonio parasse a moto:

- Pare já com essa merda, cazzo! Nonna vai resolver essa droga! Abel, leve Bella de volta, e não hesite em ficar. – pegou novamente a metralhadora, ao sair de cima da moto, cerrando os olhos, e atirando nos perseguidores. Antonio, porém, permaneceu ao seu lado, ainda em choque:

- Não, Lovi! Cortarão sua cabeça! N-Não posso... e-eu... Te amo demais, Lovi! –chorava o espanhol, agarrado à cintura do italiano. Lovino apenas respirou fundo, erguendo o manhoso caçador pela gola da camisa, e roubou-lhe um beijo extremamente ardente e ousado:

- Não quero ver o bastardo que eu... a-amo morrer, cazzo! Corra!

- Se for para morrer, que seja ao seu lado, mi amor. – sussurrou o espanhol, roubando mais um beijo do italiano, este ainda mais prufundo, o que causou certa repugnância por parte da Belga. Ver sua nonna beijar outro homem era algo... muito novo para ela.

- Que assim seja então, seu bastardo inútil – o italiano sorriu, disparando tiros certeiros em seus inimigos. E então, nonna e o caçador, unidos, meteram-se em uma luta mortal contra os capangas da Rainha Ivan. Abel, decidido a cumprir a promessa, levara a menina até a entrada do País das Maravilhas. E Bella via-se, mais uma vez, diante da porta.

- Abel... E nonna? Antonio? O que acontecerão com eles?! – ela já chorava, afinal, era inevitável.

— Devia orgulhar-se da causa nobre que ambos escolheram. Agora vá, não faça o sacrifício dos dois ir em vão!

- Mas... Eu... Realmente sentirei sua falta, Abel. – a belga já abraçava o holandês, que pela primeira vez, na história inteira, demonstrou alguma surpresa realmente visível:

- Eu acho... Que te amo. – ela sussurrou, com a voz cortada pelos soluços. Abel realmente não entendera porque puxou aquela menina para um beijo. Talvez tivesse sido seu instinto de lobo, que o obrigava a fazer essas coisas, por mero impulso. Entretanto, sentia seu coração bater de forma acelerada, e as pernas tremerem. Essa não. Ele estava apaixonado por aquela maluca.

- Acho que eu também te amo, Bella. – ele disse, sorrindo um bocado. Ciente da promessa que fizera à nonna, empurrou a menina porta adentro, gritando, na esperança de que ela houvisse:

- Nos encontraremos novamente! Eu sei disso! – ele sorriu mais, deixando os dentes brancos à mostra. – Gewoon wachten op mij, mijn liefde.

----------------------------------

Bella via-se caindo novamente em um buraco, mas era como se estivesse caindo de baixo para cima. A queda que parecia infinita finalmente cessara, e Bella abrira os olhos esverdeados. Viu que dormira no meio da floresta, e que já escurecia. Coçou os olhos, pondo-se de pé, e avistando sua casa. Procurou pela cesta, mas não encontrou-a em lugar algum.

- Algum animal deve ter roubado... Bom, voltarei para casa, já está muito tarde. – E lá se foi a belga, saltitando em direção à sua modesta casa. Porém, na entrada, sua cesta pousava, delicadamente. Bella, sem pensar duas vezes a pegou, abrindo-a. Constatou um pequeno bilhete em seu interior, e apressou-se em lê-lo:

“Os waffles estavam ótimos.

Decidi casar-me com o bastardo, e queria avisar-lhe que estamos todos muito bem.

Ah, sim. Aquele Abel metido à gostosão te deixou um recado:

Bella, espere por mim. Quando a lua atingir seu estado cheio, nos veremos novamente.

E assim, poderei dizer-lhe o quanto te amo.

— Beijos, de sua Nonna, Antonio e Abel. “

Por alguma razão, Bella começara a chorar, silenciosamente. Levou as mãos até o peito, fechando demoradamente os olhos:

- Três coisas impossíveis aconteceram hoje:

A primeira, é que o País das Maravilhas existe,

A segunda, é que minha nonna irá casar-se com um caçador,

E a terceira, foi eu me apaixonar.

A menina sorriu ainda mais, suspirando finitamente. Reabriu os olhos esverdeados, encarando a lua minguante. E em um mundo, não muito distante daquele, havia um garoto encreiqueiro, que encarava aquela mesma lua, pensando em sua amada. De certa forma, essa era a única coisa que os ligava, e fazia seus corações baterem mais e mais rápidos, perdidos no amor mais improvável que existe.

Notas finais
Traduções:
Gewoon wachten op mij, mijn liefde.: Apenas espere por mim, meu amor. > em holandês.
Bom, história concluída! :D Eu me diverti um bocado escrevendo sobre o grandmano. LOL. Bom, essa foi minha homenagem ao Himapapa e ao evento de halloween de 2011! Takk ♥
Até a próxima fanfic, e me mandem reviews! u_u afinal, é meu aniversário! xD
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!