Notas iniciais
Oee Minna *--*!

Ahá estou aqui com um capitulo GIGANTESCO só de....LEMON!

Sim meus queridos leitores, eu estou aqui com minha primeira Lemon e eu realmente me surpreendi do jeito que as coisas tomaram! kkk Eu consegui escrever tudo que eu queria embora tenha demorado um pouco mais do que o planejado... ( A Mrs Roronoa aqui anda tendo vários exercícios extras da faculdade, então teve que optar por escrever um pouquinho por dia... :(....).

Um aviso importantíssimo para aqueles que não curtam Lemon: Esse capitulo é a razão pela fic ser +18. Se não gostar, aconselho não ler e aguardar o próximo capitulo!

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS A:

Boa Hancock ( Ahhh como eu adoro seus comentários *--*!), Monkey D Emi ( Ahh estou aqui com um capitulo gigantesco! Espero de verdade que você goste *--*!), MissFantasy ( O tão esperado Lemon que você queria! Estou curiosa para saber o que você achou x.x), Lady Rukia ( Demorei de novo né? Espero que seja compensado com esse capitulo aqui!), Mr Zero ( Seuu lindooo! Eu tive que ir lá encher seu saco te pedindo opinião né? Kkkk Tá aqui o resultado. Espero que tenha ficado bom s222 Senti sua falta aqui viu? Não some mais rum!!) , Kuina chan ( Seja Bem Vindaaa e obrigada pelo carinho! *---*) , Izana Kyoya Neko Chan ( Seja Bem Vinda também! Fico feliz em gostar da LL *-*) e Roronoa Lara ( VOCÊ E VIDENTE? Kkkk comentou quando eu estava revisando pela ultima vez para postar u-u. Me desculpe a demora =/. E me deixe saber o que achou! *--*). MUITO OBRIGADA PESSOAS LINDAS DO MEU CORAÇÃO. Vocês iluminaram meu final de semana agora sério u-u.

Enfim acho que vocês estavam esperando por esse momento né?

(leiam as notas finais... e é!)

Go go ler!

Depois daquele pequeno incidente com Chopper, Zoro pareceu ter se acalmado. O fato era que, com a presença de Robin e Chopper já sabendo de toda a situação, as chances de ficar sozinho com Sanji melhorariam, pelo menos era assim que ele pensava.

Já Sanji, estava aliviado pelo fato de seus nakamas terem entendido algo que nem ele mesmo tinha digerido. Era estranho se fosse parar para pensar, Sanji nunca se imaginaria naquela situação.

Lógico que esperava aquilo de outra forma.

Esperava que um dia fosse fazer coisas absurdas e cair de amores por uma moça bonita de bunda dura e de peitos grandes. Zoro obviamente não possuía aquelas características.

Ele era um monte de músculos ambulante, porém o mais irônico era que, ele era um homem, assim como si. Aquilo era totalmente contra aos seus princípios, mas o fato de ter o moreno por perto o deixava completamente atordoado.

Era como se um poder (como o da akuma de Bonney) ainda estivesse sobre ele, atraindo-o cegamente em direção a Zoro por mais que sua cabeça gritasse que aquilo era errado ou até perigoso. Então Sanji se julgava fraco, porque até então ele estava envolvido tanto psicologicamente quanto fisicamente ao moreno. E ele sequer pensava em parar com aquilo.

Sanji já tinha se dado conta que seus princípios e orgulhos já haviam ido embora quando se aproximou do espadachim e por mais que aquilo fosse vergonhoso, ele não se sentia culpado ou incomodado, era surpreendente até.

Despiu-se enquanto tentava organizar seus pensamentos pela milésima vez desde que aquilo tinha começado. Girou o registro da ducha e sentiu o choque da água fria correr pelo seu corpo.

Com o calor que estava fazendo aquela tarde a banheira não parecia a melhor opção, e sim uma ducha gelada para refrescá-lo.

No convés, Zoro que também havia acabado de tomar banho, estava jogado abaixo do balanço que ficava na árvore que havia lá.

Sua respiração estava calma e os dois olhos fechados demonstrava que já havia pegado no sono no mesmo momento que se jogara ali. A farra de Luffy (que cantava com sua voz desafinada) e Brook (que tocava seu velho violino alegremente), não pareceu o incomodar.

Nami ao invés, se incomodou com o barulho e abriu a porta de seu quarto, pronta para gritar com o seu capitão.

Esquecendo-se do que ia falar imediatamente quando saiu pela porta, forçou os olhos e encarou o céu com uma expressão séria. O ar havia mudado, e a pressão atmosférica estava caindo rapidamente, uma tempestade das grandes estava por vir.

– Luffy! Chama o Franky! Uma tempestade está vindo! – Gritou para o capitão enquanto descia para a parte baixa do convés.

– Nani? Tempestade? Mas está tão quente! – Brook perguntou enquanto olhava Luffy correr até a oficina de Franky sem sequer questionar.

– Justamente por isso que vai ser uma das grandes! – Nami rebateu com uma expressão preocupada. – Isso pode nos atrasar! –suspirou frustrada- Logo agora que estávamos tão perto do arquipélago.

– AU! Me chamou? – Franky voltou com um Luffy sério.

– Franky! Isso é mal, vamos ter uma tempestade das feias em... – voltou a olhar o céu – meia hora. Pode fazer os preparativos no Sunny para mim?

– SUUUPER deixa comigo! – Uma mão pequena saiu da mão gigante de Franky fazendo sinal de beleza.

– Ótimo! Luffy chame os outros. – Nami ordenou e Luffy encheu as bochechas de ar antes de...

– MIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIINNAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! VENHAAAAAM PRO CONVÉSSSSSSSSSSSS! – gritou

– Baka! Se fosse para gritar eu mesmo fazia isso! – Nami disse brava.

– Shi shi shi – Luffy sorriu sem graça.

­– Zoro –san? – Brook cutucou Zoro com o dedo. – Zoro-san acorde! Uma tempestade está vindo. – Zoro nem se mexeu.

– Tempestade? – Robin perguntou aparecendo no convés com Usopp e Chopper.

– Sim, logo ela esta por vir. – Nami respondeu olhando os nakamas e fez cara feia em perceber que o espadachim não acordava, suspirou dando falta de mais alguém. — Cadê o Sanji-kun?

– Sanji foi tomar banho. – Luffy respondeu colocando os dois braços atrás da cabeça e Nami pareceu entender.

– Tudo bem, escutem! Há uma grande tempestade vindo, tão grande que temos que ter o dobro de cuidado. Por isso quero que os usuários fiquem fora do convés, juntamente com os mais fracos. – apontou para ela mesma.

– Yoshi! Vamos fazer isso! – Usopp sorriu animado e Chopper concordou com a cabeça, e os dois se viraram para se retirar do convés.

– O que? Como assim juntamente com os mais fracos? – Franky interrompeu entendendo que aquilo de certa forma sobraria para ele. – Assim só quem ficará contra tempestade seria eu, o Sanji e o Zoro!

– Exatamente! Você conhece o Sunny mais do que ninguém aqui Franky, e Zoro e Sanji são de grande ajuda quando precisamos, ainda mais que o Zoro já está descansando... – Nami respondeu sorrindo sacana apontando para Zoro. –Claro que isso seria impossível para alguém normal, mas como vocês três são monstros, julgo que vão ficar bem.

– Julga? – Franky exclamou bravo. – Vocês têm noção que se a gente não der conta, todos morrem, incluindo vocês certo?

– Isso é uma grande responsabilidade não acha? – Nami piscou para ele e Robin sorriu.

– Sua....- Franky começou

– Oe! Isso não é justo, eu quero participar da tempestade. – Luffy o interrompeu levantando o braço como se tivesse numa sala de aula.

– Luffy-san não estrague tudo. Yohohoho – Brook riu com medo.

– Luffy, a tempestade é realmente grande, se algum de nós cair na água, o risco de sobrevivência seria zero. Imagine para usuários? Além do mais qualquer imprevisto agora atrasaria mais ainda a nossa ida para o Novo Mundo... – Nami exclamou para Luffy que pareceu considerar o fato de cair na água e o atraso, já que ele queria ir mais do que tudo para o Novo Mundo e eles já haviam demorado demais.

– O que? Quase Zero? – Franky gritou.

– Oe Oe que reunião é essa? – Sanji apareceu vestido impecavelmente com seu terno, porém com uma toalha no pescoço e os cabelos molhados, indicando que havia saído do banho.

– Sanji! Eles querem que eu, você e o Zoro enfrentemos uma grande tempestade sozinhos! – Franky começou a explicar, deixando óbvio o quanto era absurdo aquela ideia.

– Não acha que é um ótimo plano Sanji-Kun? Afinal eu e a Robin estaremos seguras... No nosso quarto. – Nami exclamou e os olhos de Sanji rapidamente viraram corações.

– É uma ideia fantástica NAMI-SWANNN! – Sanji respondeu animado fazendo Franky suspirar, enfim se dando por vencido.

– Ok, mas se der algo errado eu SUPER avisei! – Franky exclamou se virando para começar os preparativos, afinal não tinham muito tempo.

Logo depois disso todos se prepararam, Franky reabasteceu o Sunny de cola, e conferiu se tudo estava certo com as armas especiais e a segurança do navio.

Robin e Nami foram para o quarto das meninas levando livros e mapas para mantê-las entretidas. Enquanto Sanji levava todo tipo de comida para o quarto dos garotos, já que Nami o convencera facilmente a deixar comida de fácil acesso para prender a atenção de Luffy no quarto, comidas pesadas satisfariam Luffy e o deixaria sonolento para que o capitão não mudasse de ideia quanto ir ao convés no meio da tempestade.

Brook, Usopp e Chopper nada diziam em relação ao que estava acontecendo, sabiam que estavam sendo favorecidos ficando seguros nos quartos enquanto os outros três nakamas enfrentariam a tempestade no convés. Eles tinham confiança de que os outros conseguiriam, então não havia ao certo com o que se preocupar.

E Zoro... Bom, quanto mais o vento forte se aproximava mais ele roncava. Os dias que havia passado acordado por causa de seus pensamentos em relação ao Sanji pareciam ter sido esquecidos e ele estava visivelmente tendo um sono que não tinha há dias.

Não demorou muito para as nuvens negras se moverem rápido, o mar ficar agitado e o vento se tornar insuportável.

– Oe marimo! – Sanji chutou a perna de Zoro de leve somente para acordá-lo e, como se fosse mágica, Zoro abriu um dos olhos.

– Hãn? – disse rabugento pela forma “carinhosa” que o outro o acordou, mal se dando conta que o Sunny já se balançava bruscamente por conta das ondas grandes.

– Me ajude a levantar as velas, se isso continuar do jeito que está, nós vamos naufragar. – disse e depois saiu em direção à vela. Zoro piscou confuso antes de olhar ao redor e perceber que realmente o tempo estava feio. Suspirou andando rapidamente para ajudar Sanji.

Alguns minutos se passaram e começou a chover. O céu parecia desabar com fúria e o vento também parecia contribuir para deixar tudo molhado. As gotas eram grandes, densas e geladas e caiam sem piedade sobre a cabeça dos três tripulantes. Logo nos primeiros minutos já estavam encharcados.

Franky guiava o Sunny com total atenção, pois qualquer erro podia ser fatal, ainda mais porque, com aquela chuva, sua visibilidade era quase zero. E ele como um bom carpinteiro conhecia o básico de técnicas de navegação e por ser construtor do Sunny conhecia as técnicas na palma de sua mão.

Zoro e Sanji porém só seguiam as ordens do mais velho, correndo de um lado para o outro de acordo com as orientações, e se segurando firmemente quando o Sunny fazia diversos movimentos mais bruscos.

Tudo parecia ir perfeitamente bem, embora o Sunny batesse constantemente com as grandes ondas e era manobrado bruscamente a quase todo momento, os três estavam dando conta do recado até então.

Isso estava prestes a mudar.

Sanji, querendo tirar sua tensão, levou as mãos aos bolsos a procura de seu cigarro, que estava totalmente molhado. Colocou-o na boca e tirou o isqueiro, também dos bolsos, a fim de acender seu vício, porém, obviamente, o isqueiro não acendeu e Sanji crispou os lábios amaldiçoando mentalmente aquela cachoeira divina que caia sobre si.

Aquilo chamou a atenção de Zoro, para ser mais claro, tudo em Sanji o atraia. Andou até o outro sem se dar conta.

Os cabelos loiros estavam grudados em seu rosto, juntamente com sua indispensável franja, as roupas claras sempre tão engomadas estavam transparentes e moldavam seu corpo, os olhos pressionados com o objetivo de ter uma visibilidade diferente dos pingos grossos que caiam sobre si e os lábios estavam roxos e crispados devido ao frio e a irritação.

Zoro sorriu. Sorriso típico de quando lutava com seu mais terrível adversário. O sorriso típico de quando um predador escolhia sua presa.

Ele observou Sanji notar sua aproximação e arregalar os olhos depois de erguer as sobrancelhas, ele observou também o cozinheiro lhe lançar um olhar não muito satisfeito e mover os lábios lhe dizendo algo.

Mas Zoro não ouvira, o barulho causado pelo impacto da chuva com o mar revoltoso era ensurdecedor. Ele não queria saber o que Sanji estava falando realmente e ele também não estava mais preocupado com o que acontecera com seus outros nakamas que não estavam ali presentes. Não. Nada importava mais.

Andou decididamente até Sanji antes de envolvê-lo pela cintura, Sanji arregalou ainda mais os olhos, surpreso pela atitude do outro. O navio se movimentou violentamente de novo e Zoro o segurou mais forte colando agora totalmente seus corpos gelados.

Em questão de segundos depois, Zoro se inclinava e juntava as bocas em um movimento agressivo deixando o outro completamente atordoado. A temperatura ao meio àquela tempestade não parecia mais tão gelada e tudo pareceu ficar quente rapidamente.

O moreno subiu uma das mãos à nuca do loiro e puxou os fios molhados ali presentes, fazendo Sanji abrir a boca involuntariamente enquanto erguia a cabeça para trás com a força exercida ali.

Mal teve tempo de questionar, pois o outro já friccionava os lábios juntos, famintos pelos seus, desesperados.

As mãos de Sanji subiram ao ombro do outro o puxando para mais perto enquanto sua cabeça movia para os lados desesperadamente, fazendo Zoro segui-lo naquela sequência de movimentos violentos e possessivos. Os lábios se atritavam de maneira bruta e desejosa, as línguas trocando sabores sem deixar nenhum vestígio passar.

Gotas fortes da tempestade caiam sobre seus rostos, misturado ao sabor do hálito de ambos, e com os olhos fechados; lábios e línguas se movimentavam rapidamente, como se aquilo não fosse o bastante para matar todo o desejo.

O Sunny se movimentou novamente fazendo cambalearem juntos até baterem na parede de madeira mais próxima. Ofegaram juntos se distanciando para respirarem.

Zoro encostou a cabeça na parede, seus lábios, agora vermelhos, estavam entreabertos e Sanjii estava a sua frente o pressionando, inclinou a cabeça sobre si para pegar seu lábio inferior o sugando para sua boca.

Soltou em seguida para descer a boca no queixo molhado do moreno, seguindo então, em direção a seu pescoço.

Zoro ofegou ao sentir a pele do seu pescoço ser sugada pela boca do outro, apertou mais a cintura de Sanji com uma mão, puxando-o mais para si, pressionando os quadris propositalmente com o movimento.

O barulho monstruoso do trovão pode ser ouvido naquele momento acobertando os gemidos que ambos soltaram apenas com aquele ato.

Zoro desceu a mão que segurava os cabelos de Sanji e passou a explorar o corpo do outro de maneira obsessiva. As testas dos dois se chocaram enquanto tentavam acalmar seus corações e sensações. Os peitos subiam de maneira ritmada enquanto procuravam por ar.

– Sanjiii! – A voz de Franky pode ser ouvida ao longe e de maneira baixa.

Ambos paralisaram incrédulos, parecendo voltar à realidade, lembrando o motivo real de estarem na chuva numa noite como aquela. O loiro encarou os olhos do moreno por alguns minutos, antes de suspirar e se afastar.

Virou o corpo pronto para andar decididamente onde Franky estava a chamá-lo, mas, após dois passos, sentiu as mãos grandes e quentes de Zoro rodearem o seu pulso o impedindo de andar mais.

Virou novamente para o espadachim para engolir seco. As pupilas de Zoro o encaravam dilatas, e a respiração descompensada.

Não trocaram palavras, mas sabiam exatamente o que um e o outro estavam pensando.

“Foda-se! Se nós morrermos vamos puxar todos para o inferno.”

A mão esquerda de Sanji foi ao encontro da direita que ainda era segura por Zoro, fechou as mãos nas dele e o espadachim soltou dando assim a permissão que o loiro juntasse suas mãos, entrelaçadas.

Zoro mal teve tempo de encarar as mãos juntas, pois assim que piscou, os lábios de Sanji estavam colados na sua cicatriz que cortavam verticalmente seu olho. O loiro desceu beijos ali antes de virar o rosto e sussurrar próximo a orelha do moreno:

– Não me faça arrepender disso, espadachim de merda!

Zoro sorriu novamente e assim, Sanji se afastou para vê-lo sorrir daquela forma, ele se virou de costas abrindo a porta que se encontrava ali, trazendo o outro para dentro do cômodo que estava completamente escuro.

Os dois entraram, Zoro fechou a porta com força segurando a cintura do outro e empurrando forçadamente contra a madeira. Logo depois, ele levantou o corpo do loiro, pegando-o no colo de frente, fazendo as pernas de Sanji se abrirem dando espaço para ficar entre elas, quebrando totalmente a distância que havia entre os dois.

Sanji involuntariamente agarrou-se os ombros do espadachim o olhando um tanto incrédulo enquanto o moreno a sua frente inclinava-se entre si e juntava seus lábios de maneira desesperada mais uma vez.

Sanji então fechou as pernas ao redor de Zoro, puxando-o para mais perto em um movimento rápido, fazendo os seus sexos se chocarem com o ato. Ambos gemeram. Podiam sentir a região pulsar juntas em desespero.

O barulho de chuva havia sido abafado, e como estava em completo silêncio, só era ouvido o barulho de fricção dos lábios juntamente com a respiração descompassada dos dois.

Sanji desceu as mãos para o peito do espadachim e dedilhou a cicatriz ali presente com certo carinho. Zoro ofegou afastando as bocas, descendo a cabeça em seguida pra sugar o pescoço do loiro.

O cozinheiro forçou as pernas para baixo, indicando que queria descer, e logo sentiu suas pernas serem soltas cuidadosamente, recebendo uma mordida fraca no pescoço como resposta.

Seu corpo amoleceu e ele soltou um gemido baixo quando Zoro passou a língua no lugar machucado para depois chupar o local com força, fazendo ele se arrepiar em seus braços.

– Heh. – Zoro sorriu soltando o hálito no local.

Sanji crispou os lábios, abrindo os olhos com raiva enquanto sentia suas bochechas quentes, ele estava corado, tinha certeza.

Aquele maldito tinha achado seu ponto fraco mais rápido do que ele esperava.

– Não ria seu inútil! – Comentou raivoso empurrando Zoro de perto de si, marchando até ele em seguida desfazendo a faixa vermelha da roupa do moreno.

O quimono verde se abriu parcialmente lhe dando a visão daquele corpo invejado por muitos, o abdômen perfeito e o tecido preto que ainda cobria sua excitação já aparente.

Mordeu os lábios olhando o outro sem pudor e logo já estava perto do espadachim novamente, sugando seus lábios para si.

Os dois cambalearam para trás sem quebrar o contato e sem se importarem com a direção que estavam indo, mais interessados em explorar o corpo um do outro com as mãos e línguas, do que um destino.

Os joelhos de Zoro bateram contra algo e ele caiu sentado tendo Sanji rapidamente sentado no seu colo. Sanji subiu as mãos para os ombros do moreno, fazendo com que o tecido verde escorregasse pelos braços do outro, deixando agora, a pele dos seus ombros musculosos à mostra.

Zoro também não quis esperar e agarrou o tecido branco e úmido que estava sobre Sanji e puxou para direções opostas fazendo o tecido rasgar em suas mãos. Sanji prontamente o olhou incrédulo para estremecer em seguida. O moreno havia alcançado seu mamilo esquerdo com as pontas dos dedos, fazendo esquecer totalmente do que falaria.

O espadachim substituiu os dedos pelos lábios, rodeando vagarosamente sua língua pelo peito do outro, dando sugadas e pequenas mordidas.

Sanji arqueou o corpo olhando para frente, mordendo fortemente os lábios para não demonstrar seu total prazer com aqueles atos.

Seus olhos encontraram a imensidão azul a sua frente juntamente com alguns peixes que nadavam ali agitadamente. Contatou então que eles estavam na sala do grande aquário. A luz azul iluminava o cômodo escuro e isso o permitia ver Zoro nitidamente. Gemeu alto por as mãos do espadachim descerem à sua barriga, arranhando propositalmente o seu colo até baixo do seu umbigo.

Zoro então voltou a subir a cabeça em direção ao seu pescoço deixando um rastro de saliva por onde passava, até chegar à orelha do outro, onde mordicou a ponta sedutoramente antes de passar os dedos pelo elástico do boxer que Sanji usava.

Sanji afastou inquieto a cintura se mexendo involuntariamente sobre o colo do outro, mal se dando conta, que com que aquele movimento friccionava-se mais contra o membro do espadachim abaixo de si.

Zoro ofegou tirando a mão do local que estava para levar aos braços de Sanji, colando sua testa na do loiro, encarando os olhos igualmente cheios de desejo como os seus. Aquele olhar pareceu tirar totalmente o receio do cozinheiro.

Ele então segurou o rosto do espadachim e o puxou pra perto, prensando suas bocas mais uma vez. Ambos continuaram com os olhos abertos se encarando, como se conversassem pelo olhar.

Sanji forçou a língua pelo lábio inferior de Zoro e este abriu a boca vagarosamente, perdido na imensidão azul dos olhos do outro. Um beijo calmo e cheio de sentimento começou, era diferente de todos que haviam trocado até então, as línguas não lutavam por controle ou estavam desesperadas pelo desejo, elas se moviam sincronizadas, como se quisessem marcar o momento. E então eles entenderam, que por mais complexo que fosse, e por mais que parecesse errado, aquilo era o que mais queriam fazer.

Fecharam os olhos juntos entregando o beijo totalmente ao sentimento que aquilo significava, seus corações batiam desesperados como se fosse um. Como iam ser aquela noite.

Zoro passou a mão pelos braços de Sanji tirando com a ajuda do outro o resto da blusa encharcada que usava e o mesmo foi feito com seu próprio quimono, tirando seus braços que ainda estavam cobertos o deixando que o tecido escorregasse pelo ”sofá”.

Sanji então segurou haramaki verde e o puxou para cima, dedilhando cada pedaço de pele morena que percorria com a ponta dos dedos e Zoro levantou os braços para facilitar a retirada, separaram-se apenas para o tecido passar pela cabeça do espadachim antes de voltarem a se beijarem, agora com desejo.

O moreno desceu as mãos para a coxa do loiro o segurando pelas pernas novamente e se levantou com facilidade sem interromper o beijo devastador que trocavam. Virou-se colocando Sanji deitado no estofado, enquanto ele mesmo subia de joelhos apoiando uma mão de cada lado do corpo do cozinheiro, debruçando-se na sua direção.

Voltou a descer as unhas por sua barriga, voltando ao cós da calça onde havia brincado a momentos antes. Tateou os dedos até o botão, abrindo-o juntamente com o zíper, em seguida sentindo o tecido afrouxar em sua mão.

Sanji suspirou aliviado por espaço que já o incomodava, e passou a roçar os dentes no maxilar do moreno descendo para o pescoço do mesmo.

Zoro adentrou o começo da boxer do outro, com as mãos, segurando o tecido, puxando-o pra baixo até retirá-lo por completo, deixando agora completamente livre ereção do loiro já presente. Sem pensar duas vezes tomou-o em mãos o estimulando rapidamente enquanto o sentia pulsar cada vez mais em sua mão.

Sanji arfou ao sentir Zoro tocá-lo, soltando um grito exagerado, resmungando palavrões incoerentes aos toques do outro em si. Suas unhas se cravaram nas costas de Zoro, que voltou sua atenção ao seu mamilo direito para descer com beijos e chupões até o umbigo.

E antes mesmo de Sanji organizar suas sensações o moreno segurou suas coxas com força levantando-as e apoiando-as nos seus ombros para envolver seu membro com a boca.

Sanji arqueou o corpo pra cima fechando os olhos, gemendo alto de aprovação, enquanto jogava a cabeça pra trás, tampando o rosto completamente corado em seguida. Zoro passou a mover-se devagar, deslizando a boca até a base, e voltando lentamente. Fez isso repetidas vezes, aumentando e diminuindo o ritmo enquanto lambia e até dava umas chupadas mais fortes.

Sanji estava nas alturas. Céus e como ele era bom com aquilo.

Porém logo sentiu as pontadas ao redor do abdômen e tentou avisar Zoro que estava perto.

Perto de ter o melhor orgasmo da sua vida.

– Zo...- ele ofegou, passando a língua pelos lábios secos. Zoro ignorou totalmente, aumentando mais os movimentos.

Seus olhos fecharam-se novamente, preparando todo aquele prazer que chegaria , agarrou os cabelos esverdeados do espadachim com força antes de gozar na sua boca, gemendo alto, contorcendo seu corpo em suas mãos. Zoro continuou ali, sugando com vontade ainda, enquanto Sanji tentava inutilmente se acalmar.

Zoro finalmente o soltou, limpando a boca com as costas das mãos, antes de subir novamente o corpo do loiro beijando seu abdômen, depois o tórax, pescoço, maxilar e por último os lábios. Sanji retribuiu de bom grado envolvendo a língua do espadachim com a sua, descendo as mãos pelas costas suadas e molhadas do outro arranhando a pele exposta. Afastaram-se querendo oxigênio e se encaram em seguida. Sanji então sorriu, Zoro estava tão corado, que até suas orelhas estavam vermelhas, e ele se perguntou se encontrava naquele estado também. O espadachim pareceu perceber que ele ria de si e desviou os olhos se afastando de Sanji que o olhou sem entender.

O moreno levantou-se passando a mão pela própria cueca antes de abaixá-la e chutá-la com os pés para qualquer canto dali. Foi então que Sanji arregalou os olhos. Tinha se esquecido de que somente ele tinha se aliviado. E bom, “aquela coisa” de Zoro estava lá visivelmente pulsando por atenção. Engoliu seco olhando Zoro se aproximar novamente.

– Es.... espera ai! – Se sentou rapidamente se afastando para trás. Zoro subiu no estofado novamente engatinhando até ele. — Ei eu disse pra esperar e... KYAAAAAAAH! – gritou fino quando Zoro puxou, com as mãos, suas duas pernas para perto. O Espadachim o calou levando uma das mãos nos seus lábios, inclinando sobre si novamente.

– Eu realmente gosto da sua voz Sanji, mas não seria nada legal se o Franky ouvisse certo? – Zoro sussurrou perto do seu ouvido com a voz rouca e desejosa. Mordiscou a orelha do cozinheiro passando a língua pelo local enquanto invadia o dedo indicador na boca do mesmo.

Sanji não respondeu, ao invés fechou os olhos arrepiando com a respiração e o corpo do moreno colado no seu. Os dedos de Zoro brincavam com a língua de Sanji que retribuía com gosto chupando e dando mordidinhas uma vez ou outra.

Zoro trincou os dentes sem parar de olhar o trabalho do cozinheiro em seus dedos, nunca pensou que o veria daquele jeito, e aquilo era tão malditamente quente que o local entre suas pernas já chegava a incomodar. Ele precisava de Sanji, e tinha que ser àquela hora.

Apertou a coxa do loiro com a mão que ainda segurava sua perna e tirou a outra da boca do outro se inclinando sobre ele escondendo seu rosto no pescoço do mesmo, encarou a pele branca mirando no ponto fraco que havia descoberto minutos antes, antes de sugar com força o local fazendo Sanji gemer, estremecer e agarrar firmemente suas costas.

Roçou o dentes pelo local, antes de molhá-lo com a sua saliva e sugá-lo para dentro da boca novamente, judiando da pele que estava a sua disposição. Sanji cerrou os olhos erguendo mais o pescoço lhe dando mais espaço e então subitamente travou o corpo com a sensação de desconforto.

Zoro havia o distraído com a região do pescoço para invadi-lo com o dedo indicador que minutos antes estava na sua boca, o fato era que aquilo podia até ter distraído sua atenção no começo porque ele nem reparou a mão do espadachim lá. Mas agora a sensação desconfortável crescia rapidamente à medida que o dedo do outro se movimentava vagarosamente por espaço.

– Ahhh... mal...di...AAAAAH- Gemeu dolorosamente quando Zoro, percebendo que sua atenção havia voltado, forçou o dedo totalmente contra si. Olhou desacreditado para o outro e se enfureceu quando havia um sorriso no canto do lábio do mesmo. – Seu... ahh...- Zoro tirou e refez o movimento, movimentando-se mais rapidamente. O sorriso do espadachim aumentou por ver Sanji revirar os olhos antes de fazer careta novamente para encará-lo ainda enfurecido. – Ughh... Maldito Gorila SÁDICO!

Zoro não respondeu, ao invés, abaixou a cabeça novamente prendendo a pele já vermelha e machucada nos dentes novamente. Sanji mais uma vez se arrepiou e Zoro acrescentou mais um dedo ao seu trabalho.

Mais uma vez Sanji praguejou todos os nomes existentes sendo seguidos de gemidos dolorosos. Aquilo durou até Zoro acidentalmente encostar em um ponto que o fez perder a reação por alguns segundo, antes de gemer alto. Assim o espadachim passou a acertar o local, rapidamente fazendo Sanji substituir os gemidos dolorosos para prazerosos.

Afastou-se apoiando nos joelhos, tirou a mão da entrada do outro enquanto se posicionava entre o loiro aninhando ali. A respiração de Sanji tornou-se rápida e ofegante como se estivesse se preparando para o que viria a seguir.

– Vou entrar. – Zoro somente falou, no que uma gota de decepção surgiu na testa de Sanji. Era aquilo? Somente aquilo que ele tinha a dizer? Ta, ele não podia esperar nada romântico vindo de Zoro, ele sempre foi um reclamação ignorante. Mas que porra foi essa de “vou entrar?”.

Como havia avisado, Zoro forçou-se contra estrada de Sanji, cuidadosamente, devagar como se tivesse se contrariando com o que havia dito momentos antes. Ambos forçaram os olhos ofegando e mordendo os lábios para segurar os gemidos. Zoro por estar sendo praticamente esmagado e Sanji pela dor descomunal de Zoro entrando dentre de si.

– M-mer..da San-nji re...laxa! – Zoro tentou dizer forçando o quadril mais pra frente apesar de ir cuidadosamente, seu sexo pulsava desesperado. Saiu e forçou-se na entrada novamente. Mordeu mais forte o lábio, forçando os olhos. O corpo de Sanji estava claramente rejeitando aquele ato, ele não queria apressar aquilo e acabá-lo machucando. Olhou para o cozinheiro com os olhos entreabertos para ver a sua reação.

Paralisou.

Sanji tinha lágrimas escorrendo pelo rosto. Suas duas mãos tampavam seus olhos, juntamente com a franja colada em sua testa molhada pela chuva e pelo suor. Suas bochechas estavam vermelhas e os lábios sendo fortemente mordidos de uma forma que Zoro tinha certeza que estava sendo machucados.

– Sanji? – Perguntou assustado, ainda completamente petrificado de seus movimentos. O outro não se moveu, mais era visível que as lágrimas continuavam a escorrer pelo seu rosto. Entrou em desespero, era como se uma espada tivesse sido fincada no seu estômago. E embora seu membro pulsasse fortemente por movimento só uma coisa passava na cabeça de Zoro.

“BURRO, BURRO, BURRO, VOCÊ O MACHUCOU! IDIOTA!”.

– Sanj-ji... – gaguejou pronto para sair de dentro do outro. Seu coração batia apertado, e pela primeira vez ele sentiu medo. Medo de suas ações, medo de continuar.

E então aconteceu.

O loiro subitamente apoiou-se sobre o sofá, se sustentando com as mãos no estofado, ergueu o corpo e segurou nos ombros musculosos a sua frente, Zoro inconscientemente o segurou pelas costas lhe dando sustento e Sanji por fim entrelaçou suas pernas nas costas do moreno pendurando-se totalmente ao espadachim. Moveu a cintura para baixo fazendo Zoro ir mais fundo, e praguejou baixo antes de encarar os olhos temerosos e incrédulos com suas reações a sua frente.

– É melhor você ser bom nisso marimo porque eu realmente vou lhe fatiar se essa dor maldita não for compensada. – falou seco e de lábios crispados. E Zoro sorriu, realmente grato por Sanji não mudar nunca... inclinou-se para frente para alcançar os lábios.

Um beijo desejoso se iniciou e o movimento voltou, agora mais fundo e rápido. Sanji pareceu não se importar e seu corpo parecia estar acostumando. Uma das mãos de Zoro foi para a coxa de Sanji empurrando seu quadril para cima para ajudar no movimento, que se tornou forte, continuo e intenso.

Seus corpos se moviam juntos, rápidos, as respirações descompassadas, os corações descontrolados, todas as sensações em um único ato: Se tornarem um.

Zoro acertou o ponto novamente, e Sanji gemeu alto em deleite, separando o beijo desajeitado que ainda trocavam. Seu corpo estremeceu e uma sensação nova correu pelo seu corpo. Revirou os olhos quando Zoro o atingiu de novo e de novo fazendo o membro do loiro, novamente desperto, friccionar entre a barriga de ambos que iam pra frente e pra trás.

O homem de cabelos esverdeados ainda desceu a mão que sustentava Sanji das costas para a outra coxa, ficando assim com as duas mãos uma em cada perna do loiro. Obrigando Sanji a se segurar mais forte para manter o equilíbrio, o que era difícil de fazer.

Apertou forte a carne disponível em suas mãos, enquanto descia a cabeça para beijar o peito do loiro. Ofegou rápido aumentando ainda mais o ritmo das estocadas.

Então os gemidos mais altos vieram acompanhados do prazer sendo liberado simultaneamente pelos dois, que continuaram se movimentando, aproveitando o máximo o que sentiam.

Sanji se soltou de Zoro, caindo deitado no estofado novamente, quando os movimentos foram diminuindo a ponto de pararem. E o moreno soltou as coxas do loiro, notando estarem vermelhas pela força que apertava minutos antes e sem sair de dentro do outro, deixou-se também cair sobre o cozinheiro.

Os corpos subiam e desciam desesperados em busca do ar. Zoro deitou a cabeça no peito de Sanji lhe abraçando pela cintura apertando-o contra si e estranhou o fato que o corpo do outro coube certinho nos seus braços, como se tivesse feito à medida para o seu.

Minutos se passaram e com o silêncio presente era apenas ouvido às respirações descompassadas de ambos e o barulho da chuva que ainda caia fortemente.

Sanji foi o primeiro a se mexer subindo as mãos nos braços molhados do moreno contornando cada músculo visível, até passar pelos ombros e parar na nuca, onde começou afagos vagarosos sobre os cabelos esverdeados molhados. Zoro ronronou fechando os olhos em satisfação pelo carinho.

– Oh merda... – Sanji soltou olhando para o aquário azul ao lado enquanto sua cabeça tentava assimilar tudo que tinha acabado de acontecer.

Zoro se mexeu, levantando a cabeça e apoiando o queixo sobre o peito do loiro, Sanji voltou a encará-lo.

– Ainda vai me fatiar amanhã? – O espadachim perguntou com um sorriso no rosto e Sanji suspirou torcendo os lábios numa careta. Zoro riu mais.

– Tsc... Não vou falar nada que faça você se gabar idiota. – Sanji retrucou puxando alguns fios para trás.

– Ótimo. Vamos fazer... – Zoro soltou como se tivesse comentando sobre o tempo e movimentou a cintura para frente já que seu membro ainda se encontrava dentro do outro.

Sanji arregalou os olhos incrédulos.

– O quê? De novo? Acabamos de fazer isso... – Ofegou quando Zoro segurou seu membro pela base novamente apertando-lhe a ponta. Seu corpo estremeceu e rapidamente ficou em alerta respondendo os estímulos.

– Eu quero mais. – Zoro forçou a cintura pra frente rápido fazendo as costas de Sanji se arrastarem pelo estofado, o loiro gemeu. O espadachim inclinou-se sobre o loiro, fazendo uma pequena trilha de beijos no rosto do mesmo, antes de pegar o lábio inferior do cozinheiro com os dentes e puxá-los para si. Encararam-se, os olhos negros desejosos e os azuis intensos.

– Ótimo. – Sanji respondeu assim que o espadachim soltou seu lábio demoradamente. – Eu já estou pronto... – chupou o lábio superior de Zoro para sua boca o provocando. O espadachim cerrou os olhos para si. — Vamos fazer isso melhor.

Zoro sorriu, aumentando o ritmo da sua mão no membro já ereto do outro que pulsava entre seus dedos devido ao estímulo. As estocas se tornaram ainda mais fortes e certeiras já que Zoro já sabia o ponto certo onde acertar. Beijos, toques, arranhões, palavrões e gemidos de prazer.

Chegaram ao ápice novamente, ambos perdidos nos sentimentos que sentiam fazendo só aquilo.

As mãos se entrelaçaram juntas, de maneira perfeita. Zoro passou a mão livre sobre a franja encharcada do loiro a colocando para trás, tendo a visão total do seu rosto. Sanji corou desviando sua atenção para as mãos unidas.

– Hey... Veja isso. – Zoro comentou meio rouco e corado, trazendo as suas mãos para perto, Sanji o olhou sem entender. O moreno desfez o contato com as mãos colocando mão de Sanji no seu pescoço em um ponto característico onde o loiro podia ouvir seus batimentos desesperados. -– É o que você faz comigo... Eu amo você Sanji.

O loiro congelou. Seu coração subitamente passou a bater desesperado, a ponto de ele achar que superava o de Zoro. Suspirou aceitando o que sua cabeça gritava naquele momento.

– Baka... – murmurou puxando a mão de Zoro agora para o seu peito a fim do moreno sentir que ele também se sentia do mesmo modo. – Não tire as palavras da minha boca.

Zoro abriu um sorriso enorme fazendo Sanji sorrir da mesma forma, e então inclinou-se novamente sobre o loiro colando sua boca na dele em um selinho demorado. Enquanto suas mãos grandes e ásperas voltavam a passear pelo corpo do loiro subindo pela sua cintura e abdome e descendo pelas coxas e nádegas do loiro.

Ambos coraram ainda mais ao se darem conta do silêncio constrangedor que havia se formado por conta dos sentimentos revelados antes, afinal, eles ainda estavam tentando entender o que estava acontecendo de uma maneira completamente rápida.

Após mais alguns minutos, Sanji riu debochadamente e Zoro o olhou sem entender.

– Sabe... Para alguém como você... Me surpreendeu... – Somente disse. Zoro ergueu uma sobrancelha em descrença, porem depois aceitou o fato que Sanji só estava tentando o alfinetar, ou apenas mudar de assunto da melhor maneira que sabia fazer, que era irritando-o. Suspirou decidindo entrar na brincadeira.

– Não digo o mesmo de você cook. – Zoro comentou sarcasticamente na intenção do cozinheiro entender que aquilo também era uma brincadeira. Porém arregalou os olhos quando notou que Sanji lhe encarava literalmente puto.

Sanji se moveu para o lado bruscamente fazendo o corpo de Zoro, que ainda estava por cima de si, ficar sem espaço e cair no chão quadriculado do cômodo. O moreno fechou os olhos com o impacto e trincou os dentes, por o chão abaixo de si estar realmente gelado.

Sentiu um peso extra em suas coxas e abriu os olhos observando Sanji senta-se ali com as pernas um de cada lado do seu corpo. Engoliu seco sentindo as “áreas baixas” reagirem a aqueles movimentos.

– Oe oe...o que você...? – O espadachim começou a falar e parou subitamente por sentir a mãos de Sanji apertarem seu membro. Ofegou tombando a cabeça para trás.

Sanji começou a masturbá-lo o segurando desde a base até a ponta, pressionando esta com o dedão. Zoro gemeu colocando as duas mãos nas coxas do loiro.

– Tsc... Você é um idiota. – Sanji respondeu seco inclinando-se para ficar a altura do rosto do outro. Forçou os olhos por ver o moreno umedecer os lábios secos com a língua, enquanto ofegava ainda mais. Desceu para abaixo do rosto do outro passando os lábios no “pomo de adão”, seguindo para a clavícula onde roçou dos dentes de maneira fraca, o que foi suficiente para Zoro se arrepiar e pulsar contra a mão do cozinheiro.

A atenção de Sanji se prendeu então a cicatriz que atravessava o corpo moreno. Aquela sem dúvidas era uma das marcas mais importantes que representava fielmente a força que aquele homem tinha. Ele havia presenciado a origem daquela marca e ele podia se lembrar de que naquela época, ele não conseguia entender o porquê daquele imbecil fazer aquilo tudo. Porque ele simplesmente não desistia de suas ambições? Era tudo muito simples! Era o que ele pensava. Sorriu de canto, passando a boca na origem da cicatriz e descendo com beijos pela mesma. Agora ele entendia. Seus pensamentos haviam sido totalmente alterados por conta daquele dia e se não fosse por isso talvez ele nem estivesse ali.

O membro de Zoro passou a pulsar mais forte e o ele já não prendia mais os gemidos pelo trabalho bem feito que as mãos do cozinheiro fazia. E então Sanji se ergueu novamente se movimentando em suas pernas se direcionando na virilha do outro e assim que Zoro abriu os olhos para olhá-lo, Sanji sentou-se sobre si.

Ambos gemeram jogando a cabeça para trás. Zoro surpreso demais por estar dentro do outro e Sanji por sentir aquela sensação mais uma vez.

O moreno rapidamente colocou as mãos na cintura do outro, acariciando-lhe com carinho e Sanji apoiou-se no abdome de Zoro com as mãos espalmadas. Movimentou a cintura pra frente devagar mordendo fortemente os lábios para depois fechar os olhos e fazer o mesmo movimento para trás. Zoro estremeceu com o que via, e segurou-se para não gozar somente com aquilo. Subiu as mãos pela cintura molhada do outro ajudando-o nos movimentos.

Logo o cozinheiro movia-se rapidamente sobre o espadachim. Movimentos rápidos e até bruscos ditados por Sanji, que fazia Zoro lutar para ficar com os olhos abertos somente para ter a visão do loiro movendo-se desesperado sobre seu membro que pulsava alucinantemente.

Soltou-se da cintura do loiro e prendeu as mãos na ereção dele que até então esperava por alguma atenção. Passou a movimentar as mãos pelo local, apertando-o estimulando-o acompanhando com os movimentos que Sanji fazia com a cintura sobre si.

A cabeça de Sanji então se prendeu para frente, com a franja tampando-o parcialmente o seu rosto. A boca estava entreaberta, ofegante e seca devido aos gemidos escapados por ela. Zoro ergueu as costas do chão com certa dificuldade por não ter como se sustentar e passou a língua pelos lábios do loiro, descendo o corpo em seguida, mostrando assim ao cozinheiro que ele queria beijá-lo. O pedido foi rapidamente atendido, com Sanji inclinando-se sobre si a medida que aumentava o movimento com a cintura e estremecia assim que o espadachim atingia-o.

O beijo que trocaram foi desajeitado e molhado, pois estavam sendo mais disciplinados com os movimentos de sobe e desde, do que com beijo real em si. Mas não impediu que as línguas se encontrassem sedentas uma pela outra, até Zoro jogar a cabeça pra trás e gemer alto atingindo o seu limite gozando pela terceira vez naquela noite.

Sanji não parou os movimentos prolongando o prazer do espadachim, e aproveitando o seu próprio que estava próximo de chegar, devido aos espasmos em sua barriga. E então seu prazer também foi liberado, novamente nas mãos de Zoro, que ainda o segurava fortemente.

O loiro desabou em cima do moreno que o abraçou rapidamente. Ambos ofegantes e cansados pelas seções repetidas de sexo.

Sanji saiu sobre o membro do Zoro e aninhou-se no pescoço do mesmo se aconchegando no abraço que lhe era proporcionado. O outro ainda ofegante, desceu uma mão sobre seus cabelos, acariciando o local como se fosse um cafuné e Sanji fechou os olhos, tentando normalizar a respiração.

Ficaram assim até seus corpos se acalmarem, mais nenhuma palavra foi dita. Os carinhos de Zoro continuavam e ele olhava atentamente o aquário enorme ali, embora sua cabeça estivesse pensando em tudo que havia acabado de acontecer.

Já Sanji, tinha os olhos fechados e o sono estava o vencendo. Seu nariz encostava-se ao pescoço de Zoro e ele aspirava o cheiro do moreno, que o deixava entorpecido. Zoro era uma droga. Ele tinha certeza que estava viciado.

O homem de cabelos esverdeados então se lembrou da última coisa que havia falado ao loiro, e o quão puto ele tinha ficado com a brincadeira. Moveu o rosto beijando-lhe a testa.

– Sanji?- Perguntou incerto de o outro estar acordado.

– Huh?- Sanji somente pronunciou o som da garganta. Seu consciente já estava longe e ele estava se deixando levar pelo sono.

– Você é incrível. – Zoro falou sentindo suas bochechas queimarem, voltou a encarar o aquário.

Sanji pensou em responder que aquilo era óbvio. Mas os pensamentos não chegaram até sua boca. Estava cansado demais e resolveu deixar aquilo para lá. Limitou-se a sorrir de canto, ainda de olhos fechados e aconchegar-se ainda mais ao peito de Zoro.

E assim ele adormeceu.

Notas finais
le limpando o nariz com um paninho

Entãooooooo minha gente? O que acharam? =P

Lembrando que Zoro e Sanji são considerados monstros pelas suas imensas e monstruosas forças. Era de se esperar que eles fossem insaciáveis também e não se contentassem com pouco, certo? `(6666)´
......... ok
Vocês devem ter notado minha tara louca pelas cicatrizes do Zoro né? Kkkk Acho que sim, já que citei elas varias vezes aqui. Eu viajo tanto nele que eu empolguei escrevendo sobre as cicatrizes porque, cara! É meio que a marca registrada do Marimo não? ( é claro que tem as 3 espadas e os lindos e sexys brincos no quais também sou viciada mais aan. É.)

COMENTEM!

Obrigada mais uma vez e até !