Little Eyes.
1 Whos Katherine?
Clarisse estava sentada em sua banqueta de frente ao piano enorme de seu avô.
A pequena estalou os dedos e começou a tocar a canção que seu pai lhe ensinou na última visita aos avós.
A musica cujo Clarisse tocava era ''My immortal'' do Evanescence, banda cujo as musicas Clarisse adorava ouvir.
Seu pai e seus avós a assistia sentados no sofá, vidrados no talento precoce da menina de apenas 8 anos.
Ao terminar Clarisse levantou-se e ergueu seu tronco para frente em agradecimento e foi aplaudida pela pequena plateia que a assistia.
- Filha você foi incrível! — Disse Frank ficando de joelhos para igualar-se ao tamanho da pequena.
- Obrigada papai. — Logo após foi o avô que corteijou a pequena lhe fazendo algumas cocégas em seu abdômem provocando risos em Clarisse.
Durante o almoço avô e neta começaram a conversar sobre o tão esperado presente de natal de Clarisse:
- Então filho, diga-me como anda o rendimento escolar de Clarisse? — Perguntou o avô.
Frank terminou de mastigar o alimento e respondeu o pai liberando um certo orgulho de sua filha:
- Bem papai, Clarisse é uma excelente aluna, suas notas nunca mudaram de A, e seu comportamento é exemplar para as demais alunas do internato.
Clarisse sorriu ao ouvir o pai falar as tais palavras, sentia um orgulho próprio.
-Jura? Então já sei o que posso lhe presentear.
- O que? — Perguntou Clarisse curiosa.
- Um piano.
Clarisse liberou um sorriso sincero e contente e logo após foi em direção ao avó para abraça-lo e lhe deu um beijo em cada bochecha.
Ao terminar a refeição, Jessie, avó de Clarisse a ensinou a tricotar enquanto Frank e seu pai foram para o jardim conversar.
- Tem uma pedra preciosa em mãos. — Disse George.
- Sim, ela é tão dócil, inteligênte, e toca muito bem, não acredito que um erro pudesse ter virado isso que ela é hoje e tenha certeza que irei trabalhar duro nela e no futuro dela.
- E em relação à mãe dela, o que vai fazer?
- Katherine está naquela clinica psiquiatrica a 8 anos, nem sequer deve lembrar de nossa existência.
- Sabe o que ela pode fazer, lembre-se o que ela prometeu antes de ser enternada . Tenho pesadelos todas as noites só de lembar das palavras que ele falou pra você.
- Não tenho medo dela, e protegerei minha filha para que aquela louca varrida não faça nada contra ela.
- Assim espero.
No fim do dia, Frank e Clarisse voltaram para sua casa.
Clarisse estava só felicidade e anciava pela volta para a casa dos avós enquanto seu pai estava pensativo, lembrou-se de sua ex — mulher, a mãe de Clarisse.:
Flash back — On
- Sabe que posso matá-lo, não sabe? — Vociferava Katherine com uma faca em mãos e um tom de voz duentio.
- Porque pretende fazer isso Kath? Tem tudo o que quer nesta casa, temos uma filha temos uma boa vida e o que você tem em sua cabeça para poder fazer uma bobagens dessas? Por acaso é insana mental? RESPONDA.! — Exautou-se Frank.
- Cansei de você, de me tratar como se eu fosse isso que acabara de falar, eu não sou assim, mas me responda, ''querido'', agredir sua esposa é normal? Me tratar como um bicho e me trancar em um quarto me impedindo de ver minha própria filha é normal? RESPONDA VOCÊ AGORA.
Frank sentou-se no sofá que havia no quarto do casal e afundou o rosto entre as mãos e gritou para Joseph, seu mordomo para aplicar o sossega- leão em sua esposa e interna-la o mais rápido póssivel.
Katherine sofria de uma leve escrisofrenia, nada grave mais não muito confiavél.
Frank a mantivera trancada dentro de um pequeno quarto durante todo seu matrimonio, a liberando só durante a noite, pois saberia o quão vergonhoso era ter uma mulher que sofresse de problemas mentais.
Resolveu interná-la depois de um surto que tivera, ameçando matar o marido, fugir com a filha, o que era doloroso para Katherine, pois só via a filha escondida de madrugada e quando apanhada pelo marido, era trancada novamente no quarto onde passava todo o dia.
Mas ele deu um fim nisso logo quando a internou em uma clinica e mudou-se de cidade com sua filha de apenas 1 ano na época.
Flash back — Off
Ao chegar em casa, Clarisse comprimentou Joseph e foi para a cozinha ao encontro de Mercedes, sua babá.
- Olá Mercedes! — Disse Clarisse sentando-se a mesa.
- Oi pequena, tocou muito hoje?
- O pouquinho de sempre e adivinhe, meu avô me dará um piano de natal, não é um maximo?
- É lógico que é, mas vá tomar um banho e depois venha comer os biscoitos que preparei para você.
Clarisse afirmou com a cabeça e subiu as escadas em disparada para tomar logo seu banho e deliciar-se com os famosos biscoitos de Mercedes.
Clarisse nunca soube da existência de sua mãe, por isso desde pequena sua figura materna fora a latina Mercedes.
Mercedes alimenta um amor materno por Clarisse e um platônico por seu pai.
Frank sentou-se no sofá e puxou assunto com Joseph que lustrava os moveis.
- Diga-me Joseph, você ainda se recorda de Katherine?
Joseph parou com o que estava fazendo e voltou seu olhar para Frank.
- Mas é claro que sim, mas o que tem ela?
- Estou reparando em Clarisse e vejo que sua feição fica a cada dia mais parecida com a dela, e isso a faz inesquecível.
Sabe Joseph, eu tenho medo que ela saia daquele hospício e venha atrás da minha menina.
- Entendo o seu medo, mas tem que entender que ela é a mãe dela também e que mais cedo ou mais tarde ela saberá da existência da mãe.
- Não ocorrerá isso se depender de mim.
- O senhor não manda no destino, e se for de ser ela conhecerá.
- Rogue pragas para outro, minha menina é só minha, minha e de agora e em diante será proibido de comentar sobre Katherine nesta casa.
- Mas foi o senhor que me perguntou sobre ela.
- Fui completamente infeliz no meu ato, mas que fique avisado.
- Pode deixar.
- Obrigada.
Frank levantou-se e foi até o quarto da filha que estava folheando um álbum antigo do pai que pegara escondida.
Clarisse assustou-se quando viu o pai e tentou esconder o álbum e fora visto por seu pai.
- O que está fazendo com isso? — Perguntou Frank com um pouco de desespero ao ver de que álbum se tratava.
- Pai quem é essa moça vestida de noiva? — Perguntou Clarisse fazendo Frank se empaledecer.
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