Little Edmond Girl
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Marina's POV:
Ok, o Louis estava lá.Na hora eu assustei, mas ele não me deixou correr, eu tive que ir conversar com ele.
– Ma, me desculpa...
– Desculpar por que Louis?
– Por ter feito você esperar tanto, eu realmente não queria ter feito fazer você sofrer, eu odeio ver você sofrendo...E, eu queria te contar meus motivos por ter feito você esperar.
– Louis, eu realmente não quero ouvir... — ele me ignorou completamente.
– Ma, desde o dia que eu te conheci, eu não consegui te tirar da minha cabeça, foi instantâneo! Eu nunca tinha sentido coisa igual, então eu achava que não era amor, pois oque eu sentia por outras garotas não era nada comparado ao que eu sinto por você, eu não sabia que, quando nós amamos, nós sofremos, nós nos decepcionamos e partimos o nosso coração com coisas da nossa imaginação. Eu pensava que o amor era só felicidade, por isso estava indeciso. Mas agora eu tenho mais do que certeza sobre oque o amor é, pois eu simplesmente o defini, com a maior certeza do mundo, como oque eu sinto por você. Você me perdoa pela minha indesicão? — eu assenti.
– Ma, — ele se ajoelhou e pegou uma caixinha no seu bolso — você quer namorar comigo?
– Claro Louis!!!!!! — nós nos abraçamos, ele colocou o anel no meu dedo e, lentamente, fomos nos aproximando, e aquele foi o melhor beijo do mundo...O beijo mais apaixonado, mais bonito, com mais desejo...Realmente, o Louis é incrível.
Greyson's POV:
Enquanto eu, a Mari e a Elo esperavamos por algum resultado, eu perguntei se elas queriam assistir algum filme, e elas aceitaram. Nós assistimos P.S. Eu Te Amo, nós estavamos sentados no sofá e a Mari estava ecostada no meu ombro enquanto eu a abraçava. Até que a Elo saiu, falando que iria comprar sorvete e já voltava.
– Mari...
–Oi, Grey?
– Eu já te disse o quanto você é linda?
– Ahh...obrigada Grey...- eu não tirava meus olhos dela, até que ela olhou para mim, e ficamos nos olhando, sem dizer nada. Então eu a puxei para mais perto e nos beijamos, só nos afastamos quando a campainha tocou. Era a Elo.
– Amm — a Mari falou toda envergonhada — deve ser a Elo...
–Ok, eu vou abrir a porta.
Quando eu voltei, chamei a Mari para ir na cozinha, assim, enquanto tomavamos o sorvete, meu olhar se cruzava com o dela, que tímidamente se abaixava. Graças a Deus a Elo falou que faltava um refrigerante e saiu novamente.
– Ei linda! Eu te amo.
– Eu também Grey...
Esse foi apenas um dos vários beijos daquela noite...
Mas fiquei sabendo que não foi apenas eu que tive um ótimo dia...
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