Linked By Fate - Ligados Pelo Destido
3 III - O Comercial part. 2
Notas iniciais
SOSUKE
Indo em direção ao Japão novamente, temos nossas queridas garotas.
—Minu, Minu acorda, nós já vamos.
Sosuke diz acordando a irmã tocando-lhe-a nos ombros e a sacudindo um pouco. Após o episodio do beco escuro, as duas fizeram chek-in em uma pousada barata para comerem e descansarem. A menor acorda e se senta na cama, coça os olhos ainda bêbada de sono.
—Pra onde vamos? — Pergunta a menor calçando seus pequenos chinelos.
—Não sei ao certo, nunca sei na verdade.
—Suke, para de filosofar por favor, só tenho dez anos.
Sosuke ri levemente perante o comentário profundo da irmã.
—Você está rindo do quê? Baka. -A pequena diz emburrada.
—Nada Minu, nada — Diz voltando ao normal e olhando para a televisão onde um comercial lhe chamou a atenção.
—attention警告! YOU !彼または彼女!何がメダリオン、この美しいメダリオンを持っています!世界でより有用な代理店や特売を買う、カリフォルニア州ODEMに来て!
我々は、このメダリオンをしたいと、このアイテムを持ち込む人に100.00 miliõesドルの報酬を提供します!次に来ます!私たちは、米国に支払われるすべての費用、本社との旅行を提供しています!さあ、今すぐ来て! -
— SOSUKE! Eu tô te chamando! Por isso que não podemos pedir um quarto com televisão, você fica pior que um zumbi!
A mais velha, ainda com os olhos fixados na tela e mente lotada de pensamentos, apenas pega uma almofada que estava sobre a cama e a arremessa em Minu que reclama.
— Essa... É A NOSSA OPORTUNIDADE!- Pensa a jovem com um brilho nos olhos e apertando em sua mão o medalhão que estava em seu pulso..
— Nii-san, o por que você está vidrada na televisão? — Pergunta a pequena vindo com uma canequinha de café e uma torrada.
—Minu, você sabe que a mamãe e o papai já morreram a anos né?
—Sim... Por quê? — A pequena deixa a caneca sobre a mesinha de centro.
—Olha, e você sabe que esse medalhão é a única coisa que eles deixaram para nós duas não é? Sabe que a casa explodiu e só saímos vivas de lá por milagre não é?
—Sim, sei de tudo isso, e acho esse medalhão tão bonito.- Diz Minu, pegando o medalhão em sua mão e o acariciando como se fosse o próprio rosto de sua mãe já morta a anos.
—Então, nós vivemos e quase miséria e parecemos mendigos pedindo dinheiro para sobreviver, mas isso acabou Minu! Nós vamos mudar de vida!- Diz alto e pegando a irmã nos braços a levantando nas alturas e girando pela sala onde estavam.
—QUE?! Me solta! Ah! Sua louca, me põe no chão! — Estapeia os braços da irmã mais velha.
Sosuke põe a pequena no chão e continua: — Minu! Acabei de ver o comercial na TV, eles estão oferecendo 100,00 milhões de dólares para quem entregar este medalhão! — Diz sonhadora, com um brilho nos olhos, brilho este que, nunca mais irá se ver em miséria, fome ou até mesmo se matando de trabalhar em "bicos" para sobreviver sozinha com a irmã em um mundo caótico que não aceita a ideia de existência de mutantes como ela.
—Mas o que?! Vender o medalhão da mamãe? Só que nunca! Isso é a única coisa que nos liga a ela, eu mal a conheci mas eu sei que ela era uma ótima mãe. — Diz exaltada e abraçando o medalhão ao peito.
—Sim, disse certo, FOI uma ótima mãe, ela não está por aqui e não sabe o aperto que passamos para sobreviver pelas ruas. Com esse dinheiro nós vamos mudar de vida! — Diz a maior segurando as mãos da menor e lhe fitando bem no fundo de seus olhos.
—Mas suke... Era, era da mamãe, vai querer mesmo fazer isso?- Lágrimas invadem seus olhos.
Sosuke se comove com tal coisa e à abraça dizendo: -Vem cá minha pequena, pensa comigo, isso não vai ser incrível? Vamos ter uma casa só nossa, nela você vai ter seu próprio quarto e ele pode ser roxo, do jeito que você gosta. Podemos ter uma piscina, podemos ter um cachorro, e o melhor de tudo.- A maior dá uma pausa pois Minu escorria em lágrimas ao lembrar de todos seus sonhos que não são possíveis, pelo menos até agora.
—O que é o melhor Nee-chan?- Diz limpando as lágrimas e engolindo os soluços.
—Você vai poder estudar e ter vários amigos!- Diz a frase com ênfase para animar a irmã.
— É... — Um meio sorriso lhe toma a face. -Acho que, realmente vai ser uma coisa boa.
—Okay Minu, obrigada.- Sosuke abraça a irmã e por fim diz olhando a televisão. -Estados Unidos, aí vamos nós.
NINA
Voltando para a Europa, temos a Grécia, nela temos a nossa morena, Nina. Ela chega em seu carro em sua suntuosa mansão. Ela desce do carro e sobe as escadas, ela trajava um macacão de seda preto, era uniforme nos ombros, justo como um espartilho na cintura e nas coxas e até metade das panturrilhas era colado em seu corpo e, daí em diante era solto e folgado. Ela entra e encontra seu mordomo, o senhor Cassio.
—Boa tarde Cassio- Diz cumprimentando o senhor de meia idade com um abraço carinhoso. Ele era o que ela tinha, sua mãe morreu em seu parto e o seu pai vai de mal a pior com sua saúde. — O papai está melhor? — Diz pondo sua bolsa no balcão.
—Infelizmente não srta. Nina, os médicos não deram nenhuma constatação de melhora... Ele está morrendo aos poucos. — Diz ele com pesar.
Nina assente e se retira. -Entendi, com licença Cassio...- Ela sobe até o seu quarto, desamarra seu macacão, tira seus saltos e retira o macacão de seu corpo ficando completamente nua. A garota segue até a banheira e liga as fontes para que enchesse. Atrás de sí, havia um grande espelho onde Nina se olha.
—Se eu pudesse fazer algo por ele... — diz se referindo ao próprio pai. -Isso eu não, consigo curar, nunca fiz algo assim...- Ela mergulha e se encosta nos acolchoados. -Só curei feridas superficiais, e isso também de vez em nunca. Meu Deus, o que eu faço?- A garota apóia o braço na borda e repousa a cabeça nas mãos.
Nina estava na faculdade a dois anos, sim, ela conseguiu terminar o ensino médio com 16. Ela cursava medicina pois sempre buscou a cura para a doença do pai que a tempos vinha definhando. Seu sonho era trabalhar nos Estados Unidos, ficar nesses plantões malucos, presenciar casos bizarros e coisas do tipo, ela amava o que iria fazer. Mas ficava receosa em relação a deixar o pai sozinho, ou se fosse, iria para buscar a cura, conhecia uma agência de tratamento, uma tal de "ODEM", uma multinacional que exercia todo tipo de serviço, seu pai, como era um homem de negócios exercia relações entre a ODEM e sua empresa.
Nina toma seu banho e se troca, pondo uma blusa de ombros com mangas "meia estação", a blusa era de listras horizontais em branco e vermelho, e para parte de baixo usou uma saia rodada, preta que ia até pouco a cima dos seus joelhos, para os pés, usava salto alto preto de couro e de amarras que iam até metade de suas panturrilhas. Ela penteia os cabelos e desce as escadas da mansão seguindo a uma área depois do jardim, ela passa pelos canteiros com flores diversas e belas, nesses vários canteiros, a flor que permanecia em quantidade eram os lírios, as flores que sua mãe e seu pai gostam.
Nina chega no local e entra, havia um criado mudo, uma maca onde jazia um corpo, a frente tinha uma grande televisão que estava em uma emissora qualquer, ao lado, havia uma parede quase que por completo de vidro, onde tinha uma porta para uma varanda em cima de um desfiladeiro com vista para o mar.
—Pai?- Ela caminha até ele. -Boa tarde papai...- O senhor já velho que estava dormindo, abriu os olhos.
—Oi minha filha.- A voz rouca e o peso da respiração foi percebido por Nina.
—Ohh papai, se eu pudesse fazer algo para melhorar isso, eu estudo tanto mas nada aparece! Não sei mais o que fazer...- Ela se sentou na poltrona e se debruçou sobre a maca.
—Olha Nina, até minha partida para um outro lugar, eu estarei contigo lhe ajudando com tudo mas; você precisa continuar sendo forte! —
—Papai o senhor não vai morrer! Eu vou achar a cura para o que o senhor tem! — As lágrimas brotaram em seus olhos e desceram pelo rosto da morena. Até que na televisão, algo lhe-chama a atenção.
—Attention ΠΡΟΣΟΧΗ ! ΕΣΕΙΣ ! Αυτός ή αυτή ! ΤΙ ΕΧΕΙ ΤΗΝ ΠΑΡΟΥΣΑ ΜΕΝΤΑΓΙΟΝ , αυτότοόμορφο ΜΕΝΤΑΓΙΟΝ ! ΕΛΑΤΕ ΝΑ CA Odem , αγοράζοντας ΟΡΓΑΝΙΣΜΟΣ ΚΑΙ ΠΩΛΗΣΗ ΧΡΗΣΙΜΑ ΣΤΟΝ ΚΟΣΜΟ !
Θέλουμε αυτότομετάλλιο και να προσφέρειμια ανταμοιβή των 100,00 miliõesδολάρια σεεκείνους πουφέρνουνσε αυτότοσημείο ! Στησυνέχεια έρχονται ! Σας προσφέρουμετο ταξίδιμεόλα τα έξοδα πληρωμένα στις ΗΠΑ , όπου η έδρα μας ! Έλα, έλα τώρα ! -
—Meu medalhão? Não foi o senhor que me deu papai? — Ao olhar para o homem, o mesmo havia cochilado. — Oh céus...- Diz ajeitando os lençóis para o outro e saindo de volta ao jardim com a paisagem das montanhas.
—Bem, tá aí uma oportunidade para eu viajar para os Estados Unidos...- Diz parando, colhendo uma flor e ajeitando os cabelos.
Fale com o autor