Linhagens e Amizades
6 Capítulo 6 - Foi Tudo em Vão... ou não? (Parte 2)
Notas iniciais
Eu tentei colocar tudo, mas não deu... daí tive que dividir o cap em 2... Bem... enjoy!
Ah, capítulo editado, com mais espaço entre as ações e diálogos!
E então ele partiu para cima de mim, com golpes mais fortes que os normais, até mesmo para mim. Desviei da maioria, mas alguns me acertava... em minha mente, revidar estava fora de idéia. Shisui era meu amigo, estava transtornado com alguma coisa, mas não deveria agredí-lo.- Seu maldito! Você me tirou tudo, a família, os amigos, a honra! Agora está na hora de você me dar algo em troca!Minha falta de seriedade naquele confronto fez com que Shisui, já com o Sharingan ativado, me acertasse com um Ryuuka no Jutsu (uma rajada de fogo que sai da boca do usuário e percorre o caminho até o oponente através de uma linha, corda ou similar). Fiquei preso naquela corda de fogo, enquanto os olhos sádicos de Shisui ficavam cada vez mais próximos.- Agora Itachi, você será útil, ao menos para mim. Já que você não quer ser a estrela da família, prontamente ocuparei seu lugar. Sabe do que mais? Meus avós já me contaram vários segredos do clão. Eles sempre quiseram que eu fosse mais do que eu realmente sou, mas tambpem quiseram me proteger. A única maneira de ganhar o Mangenkou Saringan sem ter desenvolvido naturalmente a habilidade, é matando seu melhor amigo. No seu caso, quem seria este?Então... os preparativos que meu pai estava falando seriam esses?- Exato! Eu! E de maneira alguma que eu daria minha vida para engrandecer você... os Uchiha vão destruir Konoha, mas à minha maneira! Então Itachi, você será lembrado como sacrifício necessário...Não era mais possível permitir aquela situação, Shisui iria me matar.Quando cheguei no bairro dos Uchiha, percebi que estava tudo muito silencioso, já era noite alta, mas esperava encontrar um ou outro de vigia, nem que fosse na entrada apenas. Mas estava tudo realmente quieto, como se fossem cúmplices do meu horror. Passei pela casa dos avós de Shisui e meu coração sentiu um aperto profundo... mas agora não tinha mais volta. Eu era um assassino. Já tinha matado antes, mas sempre em serviço, sempre em batalha, contra inimigos. Jamais um amigo. Shisui era como Sasuke para mim, ainda mais importante, pois com ele eu realmente podia me abrir e passar o que tinha em minha mente. E aquilo... lembrei-me das palavras de meu pai, quando me contava a história de Madara e a luta no Vale do Fim: “utilizaram a amizade como isca e prepararam o assassinato de Madara”, senti-me traído, da mesma maneira, mas não conseguia guardar rancor de Shisui... não queria matá-lo, mas foi... inevitável. Só que não poderia deixar que os outros descobrissem isso... fez o que pôde para parecer um suicídio... mas não o fez intencionalmente, como se quisesse esconder sua culpa. Itachi queria apenas ganhar tempo. Escreveu as últimas palavras de Shisui, pois tinha prometido ao primo, perante seu corpo morto que faria sua voz ser ouvida. O clã fez aquilo. Ele fora apenas o executor, mas a morte de Shisui estava escrita, seu sufocamente e sacrifícios jamais foram reconhecidos. Utilizando o Sharingan, conseguiu copiar a letra de Shisui: "Estou cansado de tantas obrigações...Não existe futuro para os Uchiha...e quanto a mim...não posso mais trilhar esse caminho...Vocês se prendem a coisas como "organização", seu "clã", seu "nome"... Esse tipo de coisa limita a nós e a nossa capacidade... Devemos nos afastar disso. É tolice temer o desconhecido.Perdi todas as minhas esperanças nesse clã patético.”. A última coisa que ele disse, porém, resolvi guardar no meu coração: “Se você não acabar com eles... será mais uma vítima, assim como eu”.Eu pretendia fazer isso, mas à minha maneira.Na manhã seguinte, acordei e torci para que tudo tivesse sido um pesadelo, mas não era. Sentia um novo poder em mim, um poder maldito, fruto do sofrimento daquele que mais amava. A maldição do Magenkyou Sharingan era dar poder, mas lembrar o custo que ele tinha trazido. Ou talvez não... apenas aqueles que tinham um coração frio poderiam conquistá-lo. Isso quer dizer que estava corrompido?Estávamos os quatro na mesa, tomando café, quando um mensageiro do clã veio me chamar. Sabia do que se tratava, mas ainda precisava de tempo. Ao sair, o sol da manhã feria meus olhos e o vento morno não aquecia meu interior. Estavam os mesmos conselheiros da noite anterior, me olhando com reprovação.
- Itachi, encontramos o corpo de Shisui às margens do rio Nakano. Estava junto com um bilhete, onde ele declarava as razões para ter se suicidado. Mas temos razões para crer que foi forjado, qualquer um com Sharingan poderia fazê-lo. E também... seu corpo demonstrava escoriações que não condizem com suicídio. Como membros da força policial, nos vemos na obrigação de levá-lo para inquérito, já que sabemos que desapareceu depois da reunião de ontem.Não pude ouvir aquilo sem sentir uma pontada de ironia. Como assim, eles queriam me prender e culpar por algo que eles me obrigariam a fazer, de qualquer maneira? Era hora de dizer-lhes o quanto eu me preocupava com as tradições dos Uchiha, àquela altura da situação:- Não, realmente não tenho nada a dizer. E não serei preso por um crime que não cometi. Se Shisui foi covarde o suficiente para tirar a própria vida, não me culpem por isso. Seus erros já me causaram embaraços suficientes. Afinal de contas... por que se importar com um fraco?Teyaki me olhava, com ódio profundo. Era óbvio que estava ciente dos planos de Shisui e incentivara-o. Pensei comigo que seria bem possível ele ter plantado, pois não me lembro de ter ouvido uma palavra dura de Shisui durante toda nossa curta vida. Era sempre sorridente, não queria que as pessoas se incomodassem com ele, mas os avós queriam que ele fosse mais do que poderia ser. Eu o matei, mas eles estavam presentes naquela atmosfera de ódio e ressentimento.Meu pai, percebendo a situação, interferiu em meu favor. Ao menos foi o que pensei. Depois de evitar um acesso maior de fúria de ambas as partes e responsabilizar-se por mim, fomos até um local reservado.- Então... mostre-me do que é capaz agora.Fiquei observando meu pai calmamente. Não fuui recriminado, acusado de coisa alguma. Ambos sabíamos a verdade, assim como os outros. Naquele momento, compreendi: Fora idéia dele. O ataque, tudo. Meu pai manipulou o velho Teyaki, fazendo-o acreditar que se Shisui me vencesse, teria reconquistado a honra de seu filho e nora mortos. Mas que tolice, a única coisa que ele queria era que eu tivesse um real motivo para matá-lo, pois ele sabia que jamais faria isso friamente.Novamente, não era hora nem lugar para que ele soubesse que eu tinha descoberto, precisava de tempo ainda.- Não serei seu brinquedo, pai. Nem seu, nem dos Uchiha. Antes de ser um Uchiha, sou um shinobi de Konoha.Meu pai me esbofeteou. Aquela era a primeira vez que me batia.- Não ouse nos trair, Itachi. Você é meu filho, mas não é o único.Sasuke... será que depois de tantos anos de abandono e esquecimento, meu pai seria capaz de voltar sua atenção para ele apenas para fazê-lo de instrumento para seus planos maléficos? Sim, ele o faria, não duvidava de mais nada vindo dele.- Quero que saiba exatamente o que estou indo fazer agora: vou procurar o Sandaime e contar-lhe exatamente o que pretendem fazer. Vocês tem menos de uma hora para sair de Konoha, vivos. Sabem como é tratada traição na vila: a pena de morte não é sequer contestada – Virei de costas para ele e parei próximo à porta – E não tente me deter, já estou com sangue demais em minhas mãos.Mas ele não tentou. Fui o mais rápido de que pude até o escritório do Hokage. Solicitei uma audiência, onde fui prontamente atendido, como líder da ANBU. Passei horas relatando tudo que aconteceu, inclusive a cilada e assassinato de Shisui. Aquele senhor me olhava estranhamente, mas não pude deixar de notar uma certa dor em seus olhos. E compreendia-o bem, aquela traição era profunda.- Itachi, sua família não poderá mais viver em Konoha. E esse indulto está sendo concedido apenas porque você veio até mim.Já esperava por uma decisão daquelas. O Hokage era famoso por suas soluções amenas, mas que sempre mostravam-se mais sábias.- Sim, Hokage-sama... mas gostaria de pedir uma clemência...- Certo... você poderá ficar.- Não, não ficarei, e não peço por mim. Quero que a Vila receba Sasuke e o acolha. Ele não foi corrompido, é uma criança inocente e precisa de novas perspectivas.Ele permaneceu calado por vários minutos.- E você, para onde vai?- Pelo que fiz, merecia ser preso. Derramei sangue de um inocente. Mas não creio que em Konoha aja punição suficiente. Ainda tenho assuntos a tratar fora daqui. Os Uchiha possuem várias instalações fora da Vila, não sei que outros segredos possam estar escondidos, que outros males ainda podem ser feitos. Quero ir até esses locais e sanar esses males.Mais um momento de silêncio.- Volte para sua casa e seja você o portador de minha decisão. E traga seu irmão com você.Saí e a noite já tinha caído em Konoha. Prestei atenção em cada detalhe daquele caminho que tinha feito. Antes eu era um menino-gênio, que estava realizado. Agora era um assasino, traidor do meu clã, pronto para expulsar a todos da única vida que conheciam. Mas os Uchiha eram uma ameaça para Konoha. E meu juramento me obrigava a protegê-los, meu coração também me dizia isso. Ao menos salvaria Sasuke.Ao entrar no bairro dos Uchiha, tudo estava como na noite anterior: calmo e quieto. Demais.Pensei comigo que eles já deveriam ter ido, que meu pai foi sábio o suficiente para pensar em sua própria sobrevivência, já estava elaborando uma maneira de resgatar Sasuke, provavelmente não estariam muito longe... até que contemplei, com horror: pelas ruas, os corpos se amontoavam. Dezenas deles, todos Uchiha. Quem teria feito aquilo? Reparei que o sinal de chamado estava acionado. Aquilo era um mecanismo de defesa, onde todos nós poderíamos nos reunir na seguridade dos muros do clã. Então todos foram atraídos até ali... por quem? Não foram necessários maiores questionamentos... a figura imponente de meu pai fitava meus olhos chocados diante de tanta violência.- Pai... por quê?Ouvi sua risada, era de uma insanidade palpável. Novamente senti horror, não reconhecia aquele que me criou nos olhos vermelhos daquele monstro. Amaldicoei nosso sangue e minha existência.- Você é uma vergonha para nós, veja o que me obrigou a fazer! Por que não usar o maravilhoso dom que oferecemos a você? Agora, eu terei o seu poder, o poder de Uchiha Madara, e ele será dado a mim pelos sangue de meus filhos!Meu pai... não, aquele não era o homem que me recebia com sorrisos bondosos e me cobrava comprometimento para com meus afazeres. Aquele ser que eu tinha em minhas lembranças nuna existiu. Foi sempre a sombra que viveu à margem, nas palavras meticulosas, nas ações devidamente medidas. E agora... além de trair à vila... traiu a própria famílai... o próprio sangue que, horas trás defendia com tanto entusiasmo.- Você quer o meu poder Itachi?- Seu poder é corruptor.Novamente aquela risada, ah, como eu gostaria de estar surdo, aquele som dos infernos nunca mais abandonou minha mente.- Você não é mais puro como pensa. Tem sangue inocente nas mãos, assim como eu.- Você não me deu escolha! Era isso ou...- Ou então a morte? Veja Itachi, sempre há uma escolha. Você optou pela sobreivência! E para o forte viver, o fraco deve morrer! Ainda há esperança para nós, você já é capaz de despertar o mais profundo dos segredos do clã, com a minha orientação, você será o maior entre os maiores!Estava cansado de discutir... de debater... de negar... a verdade era aquela que ele tinha dito. Possuía tanto sangue inocente quanto ele. Tinha feito escolhas ruins, não havia como voltar trás. Para que todos morreram? Ficaria tudo sem sentido? Não... se todos ali queriam algo maior, era minha obrigação. E Sasuke... não ousei perguntar se ainda estava vivo. Era fraco e meu pai disse que os fracos pereceriam. Percebendo minha grande exitação, meu pai aproximou-se.- Vamos meu filho, e da próxima vez que viermos até este lugar, será para vê-lo ruir aos nossos pés! Vamos construir uma linhagem de poder absoluto! Faça isso por todos, todos esses que deram suas vidas para que você entendesse que recusar não é possível.Afinal de contas, era apenas um garoto. E aquele era meu pai, alguém que sabia mais que eu, viveu mais e conhecia o mundo. Por que contrariá-lo? Pensei em minha mãe e meu irmão... uma dor profunda me invadiu. Jamais veria seus rostos. Foi tudo muito mais forte que eu, e passei a soluçar, não lutava mais contra as lágrimas. Naquele momento, vislumbrei um pouco do homem que tive por perto durante toda a minha vida: meu pai envolveu-me com os braços e me deixou chorar por um instante.
Mas ele não me viu assim por muito tempo. A kunai que empalou seu coração impediu que sentisse sequer uma gota do meu sofrimento em sua pele. Se todos tinham morrido por mim, não havia mais clã. E eu seria apenas Uchiha Itachi, um shinobi da Vila Oculta da Folha. Naquele momento, meu pai era a maior ameaça que jamais enfrentei em Konoha. Ao separá-lo de meu corpo, pude perceber confusão, mas ele sorria.- Você... sempre me dando orgulho...- Disso eu jamais vou me arrepender, pai.- Sasuke... ele terminará o que... eu comecei... se quer impedí-lo... deve... matá-lo... ou ele vai...Sasuke! Estava vivo!- Maldito, não morra agora! O que você fez com meu irmão?O sangue de meu pai cobria meu corpo, como um manto de podridão. Coloquei seu corpo junto ao de minha mãe, na esperança de tornar aquela cena menos dolorosa. Mas Sasuke... onde estaria? Fui até à sala de reuniões, procurar por alguma informação, mas nada encontrei. No assento que antes era ocupado por meu pai, estava entalhado na madeira da mesa:“E o mais forte será derrotado pelo mais fraco, pois neste residirá a chama da vingannça. Ele odiará, viverá miseravelmente e guardará rancor daquele que mais ama. Então o meu poder, o poder de Uchiha Madara renascerá em sua forma perfeita. O sangue do forte será o sacrifício necessário para reviver a vingança da antiga tradição.”Aquilo... Sasuke e eu?Não havia mais o que duvidar: meu pai era um excelente estrategista... fez Sasuke sentir-se diminuído por toda a vida para que criasse ressentimento... me fez matar meu primo... fez parecer como se eu tivesse assassinado toda a minha famílai... deixou-se matar para despertar ódio em mim... e tudo isso para derrotar o espírito inocente do meu irmão... do fraco... não! Sasuke não fazia parte daquilo... seu coração era bom e trazia a verdadeira força de um shinobi dentro de si. Aquilo era mais uma parte dos delírios de pessoas alucinadas. Mas como explicar para ele... como conviver com os olhares dele? Além do mais... eu não poderia criá-lo... era parte daquilo tudo... precisava abandoná-lo, para o próprio bem dele... mas e aquela profecia? Como prová-la equivocada?E naquele momento tomei a decisão que modificou o destino da vida de meu irmão. Resolvi provar a meu pai e a mim mesmo que Sasuke não se deixaria corromper e que, assim como ele fez comigo, iria provocá-lo, instigá-lo. E aquele lado ruim não viria à tona. Sasuke estava a salvo na Vila. As pessoas de lá seriam boas e cuidariam dele, como o Sandaime havia prometido. Mas e quanto ao clã? Como fazer as pessoas amarem um traidor? Porque Sasuke poderia ser apenas uma criança, mas não deixaria de ser filho e irmão de assassinos. Não... era um fardo grande demais para carregar. O orgulho que ele tinha por fazer parte de algo deveria ser mantido. Então eu decidi: assumiria a culpa e sumiria da vida dos habitantes da Vila e de meu irmão.Os pensamentos ainda estavam frescos em minha mente quando senti a presença dele. Meus olhos acompanharam seu horror, seu desespero... quando viu os corpos de nossos pais, senti vontade de desistir e contar-lhe a verdade, mas não era possível. Precisava dar a ele a chance que me negaram. - Nii-san... por que... papai e mamãe?- Por que eles eram fracos. Todos eles – Ouvi as palavras de meu pai saindo da minha boca. – Não havia um sequer que fosse páreo para mim. E você, criança, apenas não terá o mesmo destino que eles, ainda. Você vai crescer e se tornar um adversário à minha altura. Você me dará a luta que tanto desejo.Os olhos do meu pequeno irmão estavam embebidos em lágrimas, Sasuke não acreditaria naquelas palavras, mesmo que as dissesse mil vezes. Ele precisava de mais e naquela hora utilizei o poder maldito pela primeira vez, Prendi Sasuke numa ilusão tão real, que ele pensou ter visto o assassinato de nossos pais e de todos e permaneceu impossibilitado de fazer qualquer coisa. Deixei-o com seus demônios interiores, mas estava certo de que aquilo era menos doloroso que a opção.Deixei a Vila da Folha sem olhar para trás, mas o cheiro do sangue de meu primo e meu pai estão entranhados em meus poros até hoje.*FLASHBACK OFF*A menina Haruno estava aturdida. Não escutou a história triste, mas a versão que eu contei. Nenhum deles precisava saber de tudo que atormentou a minha alma durante todos esses anos.Ela chorava... por mim?- Por que... por que? A culpa do Sasuke ser o que é hoje é toda sua, maldito!Naruto segurou a mão dela que, na verdade, não me atingiria. - Sakura-chan...Sasuke já sabe de toda essa história. Há exatos três anos.Então eu a observei ruir aos poucos, podia sentir sua mente tentando encaixar aquela nova informação.- Três... anos? Mas é o mesmo tempo que...- Sim... é o mesmo tempo que ele retornou para a Vila... o mesmo tempo em que você quase morreu para salvá-lo... Sasuke já sabia que Itachi não era o culpado pela morte dos Uchiha... muito antes disso... Sasuke sabia que Itachi tinha se revoltado contra o clã e que o clã destruiu a si mesmo. O único sangue que realmente pesou na mão de seu irmão era o de seu primo e de seu pai, mas ambos em legítima defesa. E você sabe por que ele continuou com seus planos de vingança?Sakura parecia saber, mas queria a todo custo estar enganada.- Por que aquele maldito... quer terminar o que o pai começou!
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