Linhagens e Amizades

38 Capítulo 37 - A Batalha de Todos - Parte 1: Konoha x Kiri


Notas iniciais
Eba... e prometi e cumpri! rsrsrs
Um capítulo sem grandes demoras, embora eu tenha tido quase a certeza de que muitos leitores aindase deram conta de que eu voltei com a fic... *tristinha*

Bem, espero que gostem!

Os ninjas da Névoa estavam divididos em dois grupos: Os mais fracos cuidavam para manter o jutsu de névoa forte e aumentá-lo aos poucos. Os arredores de Konoha já estavam escondidos sob o manto da pesada neblina branca. O Mizukage, na figura de Uchiha Madara, ordenara a seus subordinados um destino que estes desconheciam: aos tolos que pudessem interpretar, ou ao menos achassem que podiam fazê-lo, os shinobis da Névoa ganharam na loteria: além de iniciarem o ataque, teriam a chance de acabar com os Hyuuga, seus inimigos há vários anos. E quem sabe, finalmente deter os segredos do Byakugan.

O rosto pouco expressivo de Uchiha Itachi tomava um brilho diferente, uma excitação evidente que apenas o próprio Madara poderia sentir com os acontecimentos que via tão nítidos em sua mente durante anos, mas que naquele momento estavam finalmente tornando-se reais. Konoha seria destruída.

Nayuri aproximou-se, cautelosa como sempre. Estavam observando o rápido avanço da névoa de longe, como tinha sido ordenada.

- Madara-sama... Estamos prontos?

O homem pareceu sair de seu torpor e puxou-a para perto de si:

- Sim, já começamos. Espero que você não se torne arredia agora, Nayuri-chan.

- De maneira alguma, acatarei como sempre a decisão do meu senhor. E torcerei para que Madara-sama se recorde de mim...

- Fique certa de que o farei. Esteja alerta, não devemos demorar mais que três horas...

oOoOoO oOoOoO oOoOoO oOoOoO oOoOoO oOoOoO oOoOoO oOoOoO oOoOoO oOoOoO

- O que você falou Sakura?

“Imbecil!” – Sakura recriminava-se. Agora tinha a certeza de que o perderia.

O rapaz não queria ter entendido... De onde ela tinha tirado aquilo, do nada?

- Explique-se Sakura – O tom de voz dele era já o frio e distante conhecido pela kunoichi.

- Sasuke-kun... eu... me desculpe... – Respirou profundamente antes de despejar de uma única vez a conversa que teve com a ex-integrante do Time Taka.

Uchiha Sasuke era um shinobi destemido, ninguém duvidaria disto. Mas nos últimos dias estava com sua humanidade sendo testada dia após dia. A mente estava realmente confusa. “Então a infeliz teve um filho e nada disse...”

A realidade era que Sasuke não sabia o que pensar. Embora fosse dolorido, tinha aceitado o fato daquela que ele amava não poder dar-lhe filhos... conformou-se em ser o último Uchiha. Mas agora aquilo... uma criança... e ainda mais filho da Karin.

Sabia não estar em posição para brigar com Sakura, em fato era ele quem tinha faltado com ela, ainda que até aquele momento não soubesse. Ele a segurou pelos ombros, obrigando-a a encará-lo.

- Você precisa acreditar, quando eu digo que não fazia a mínima idéia da existência desta criança.

Sakura apenas balançou a cabeça. Se a própria Karin tinha dito aquilo, não havia motivos para duvidar dele. Mas a dor que ele conseguiu ver nela estava mais que externada. Agora era real. Ela soluçava sem sentir, tentando segurar as lágrimas.

Sasuke Pov´s

Kuso... o que será que ela está pensando agora? Na certa duvida... e que direito eu teria de querer que ela pensasse o contrário! Idiota... já que tinha procurado a Karin, poderia ao menos ter me prevenido... Do que estou falando? Essa criança é um verdadeiro milagre... mesmo sendo filho de outra... é um que não esperava nunca ter a chance de criar. O nome dos Uchiha não morreria comigo, enfim.

Precisava vê-lo... ao menos saber como estava. E a única pessoa que poderia me dizer isto era Karin, mas como ir até ela sem ofender Sakura?

Ofendida ela já está... e triste. Por Kami-sama, deve estar pensando que agora eu vou ficar co a Karin... porque o bebê precisa de uma família... Está certo e não está... posso ser pai dele sem precisar estar com a Karin... a questão é se a Karin vai permitir isto. A maldita me tem nas mãos...

Como não poderia lidar com a situação naquele momento, fiz o que achei mais certo, mesmo que covarde: fugi e menti:

- Sakura... não pense nisto. Agora não é o momento. Vamos nos concentrar em nossas obrigações e depois vamos ver o que acontece. Mas de antemão, ainda é preciso lembrar que é você a mulher que eu amo?

Precisava que ela parasse de chorar... e que não percebesse a enorme confusão que minha mente se encontrava.

Fim Sasuke Pov´s

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Naquele momento todos puderam sentir porque os Hyuuga eram o maior clã de Konoha: perfilados uniformemente sob a fraca luz que podia ainda ser vista vinda do sol, cerca de cem estavam ali. Eram adultos, idosos e alguns adolescentes, liderados pelo jovem jounin Neji. Um dos subordinados da Bouke veio ter com ele.

- Neji-sama... todos estão prontos. Quais são as ordens?

O rapaz vislumbrou toda aquela gente e depois lançou um olhar que por um momento foi perdido para a Vila em polvorosa. Estava tudo rápido demais... sabiam que assim que os portões fossem abertos, deveriam se preparar para lutar pela própria vida e a dos demais.

- Temos ordens para esperar os Inuzuka e os Aburame. Todos os rastreadores foram convocados. Primeiro vamos deixar os insetos localizarem o inimigo, nosso doujutsu e o talento dos Inuzuka são especiais para batalha.

Antes que o Bouke saísse, impressionado com a rapidez de raciocínio do rapaz, Shino vinha apressado:

- São cerca de duzentos homens, dispostos em seis batalhões ao redor da entrada.

- Tem certeza? Me parecem muito poucos para uma investida contra Konoha.

- E quem disse que é uma investida contra a Vila, apenas? – A voz da Hokage assustou o pobre Bouke que saiu assustadíssimo. Aquela mulher lhe causava arrepios ainda maiores que o falecido Hiashi.

- Perdão, Tsunade-sama? – Neji observava a Hokage posicionar-se ao seu lado, com as tradicionais roupas de Kage.

- Eles não querem a Vila, quer dizer, querem. Mas primeiro querem os Hyuuga.

Neji ponderou por rápidos segundos. Chamou um integrante da Souke e outro da Bouke, falando apressadamente:

- Há alguém entre a Souke capaz de fazer o selamento da Bouke?

Os dois homens estranharam absurdamente a pergunta, mas o representante da Souke balançou a cabeça afirmativamente:

- Os membros do Conselho... temos cinco deles aqui. Se me permite, qual o motivo da pergunta?

- Eles querem o byakugan, vamos impedi-los de tê-lo.

O Bouke estava sem palavras, mas o Souke demonstrou toda a sua indignação, pressentindo o que ele ordenaria:

- Neji-sama não tem o direito de fazer isto! Não é sua tarefa selar todo o clã! Ordene que toda a Bouke vá lutar e pronto, ficaremos cuidando dos nossos!

- Como bons covardes que sempre foram. Você e todos os seus iguais me enojam. Acaso deixamos de ser Hyuugas por um maldito selo? – Viu-se então uma cena rara: Neji furioso, retirando a bandana e deixando à mostra o selo que tanto odiava – Olhe bem para isto! Você está sob as ordens de um Bouke, tão marcado quanto qualquer um deles! E vai me obedecer, porque não vou envergonhar o clã porque imbecis decrépitos como você pensam que são superiores porque podem nos matar com um único gesto. Não precisa entender, mas vai fazer. Pela primeira vez, lutaremos como iguais, porque é o que somos. E não ouse desobedecer minhas ordens! Quem sabe ao menos próximo da morte, vocês entendam a humilhação que fizeram todos da Bouke passar desnecessariamente – Via-se certo orgulho nos olhos do Bouke que escutava a conversa. Era um, sonho sendo realizado e mesmo que ele morresse depois daquilo, teria vivido para ver seus algozes receberem o devido pagamento por seus erros.

É bem verdade que Tsunade e Sakura, que tinha acabado de chegar e ouvira toda a conversa não tinham palavras para explicar o acontecido. Era uma decisão inesperada, embora justa. Neji vacilou ao ver a kunoichi de cabelos rosados ali, tinha achado sinceramente que não a veria antes do combate.

- Tsunade-sama... não me demoro, mas preciso falar com sua pupila por alguns minutos. Peço a gentileza que se certifique que o selamento ocorrerá conforme minhas ordens – Neji disse isto olhando firmemente para o Souke e despedindo-o com o olhar, imbuindo a Hokage de uma autoridade ainda maior que a já tinha – Sakura... podemos?

A kunoichi seguiu-o com o semblante pesado, ainda pelos acontecimentos recentes. Porém a admiração que tinha pelo companheiro à sua frente era cada vez maior, se é que fosse possível. Afastaram-se alguns metros, entrando no posto de Vigia da vila, que estava com as janelas fechadas, uma privacidade que Neji fazia questão naquele momento.

Logo após fechar a porta, Sakura sentiu um leve arrepio e sua mente reconheceu aqueles sinais, entretanto não queria acreditar que os receberia... dele.

- Sakura eu... bem... – procurava as palavras, era apenas uma despedida – Gostaria de lhe fazer uma pergunta.

- Pode falar Neji, responderei com sinceridade.

Aqueles olhos perolados eram os mais indecifráveis que Sakura já tinha visto. Não era possível captar as pequenas vibrações que emanavam normalmente nos olhos de qualquer um.

- Você está feliz?

Neji Pov´s (Ai, que saudades do meu amooooooooooooooooooor!!! Ele é MEU, não se empolguem...)

Perder tempo com conversas inúteis nunca foi do meu agrado. Naquele exato momento então, não havia o que discutir. O que poderia fazer era esperar a resposta dela. E vi quando vacilou ao escutar a pergunta. Já tinha minha resposta e não pude dizer que me decepcionei. Fiz um sinal para que não respondesse, pois já tinha entendido.

Aproximei-me daquela que conseguia a façanha de me fazer sentir compreendido, sem maiores intenções.

- Você será. É uma promessa.

Alguma coisa deve ter acontecido, pois ela se jogou nos meus braços e as lágrimas que eu já conhecia conflitavam com a minha própria satisfação por tê-la tão próxima. Sabia exatamente por quem ela chorava, sempre. De todos os motivos que tinha para ter ódio de Uchiha Sasuke, o maior era aquele: como o arrogante poderia fazer tanto mal a quem tinha feito de tudo para que fosse feliz? Ele pecava pelo excesso de egoísmo e vaidade. Já estava na hora de Sakura parar de chorar por ele. Segurei o rosto dela com uma das mãos, enquanto que a outra mantinha-a próxima, não deixaria que se fosse tão rápido.

- Não chore, seja forte.

- Eu não quero ser forte Neji! Não sou assim e não agüento mais fugir à minha natureza! É impossível encerrar meus sentimentos tão duramente como você e ele conseguem fazer! Eu sinto a dor e choro por ela...

- Não me compare com ele, Sakura.

Ela retesou, suspirando profundamente, o rosto novamente abaixado:

- Desculpe Neji... não queria ofendê-lo.

Ela realmente o fazia, mas não pelos motivos que achava.

- Não sou igual a ele, porque jamais permitiria ser o motivo de suas lágrimas, ao menos não impunemente.

- Neji... o que você...?

Não podia demorar, ou deixar de dizer o que queria, mas as palavras me faltavam, a realidade era esta. Sentia uma fina angústia que me inquietava por dentro. Ela me fragiliza...

- Hoje eu pertenço aos Hyuuga e vou liderar os meus. Nós vamos lutar, cada qual à sua maneira, com suas obrigações. Não faço a mínima idéia do que vai me acontecer, mas lutarei com todas as minhas forças. Pelo clã, pela Vila... e se ao final, ainda resistir, iniciarei outra batalha.

- Mas Neji... eu não entendo...

Segurei aquelas mãos que detinham tanto poder, mas que conseguiam ser as mais delicadas que já me permiti tocar. Calmamente deixei meus lábios tocarem-nas e senti que um leve arrepio invadiu o corpo dela, nada tão forte quanto a sensação que se apoderava do meu próprio corpo.

- Você não vai sofrer ao lado dele, porque vou lutar para tê-la comigo. E então terei certeza de que lágrimas serão apenas uma lembrança distante.

Soltei aquelas mãos sabendo que meu espírito para a luta fora ainda mais fortificado e me preparava para sair, sem esperar resposta dela e o fazia por incerteza daquilo que ouviria. Antes que passasse pela porta, Sakura me abraçou fortemente por trás... e me senti o mais sortudo dos homens por aquele pequeno gesto.

- Neji, tome cuidado...

Ela nunca viu aquele sorriso, mas as palavras dela não saíram da minha mente.

fim Neji Pov´s (N.A.: Buááááááááááá,taa tão legal... )

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Kiba estava bastante ansioso: tinha todo o seu clã reunido para a luta de toda uma vida. Nunca antes sentiu tanta excitação, ainda mais porque tinha a certeza de que naquele momento faria a vingança da morte de seu companheiro. Mataria tantos quanto pudesse, apenas para aplacar um pouco a dor pela morte de Akamaru. O instinto assassino era tão evidente nos olho do rapaz, que sequer notou a presença de Shino ao seu lado.

- É bom que se controle. Não precisamos de perdas desnecessárias. Faça seu trabalho Kiba, e quando terminar, retorne para a segurança da Vila.

- Shino, não seja chato. Vou chutar alguns traseiros nevoados e depois ficar entediado...

- Certo... mas um pouco de cuidado não faz mal a ninguém. Somos um time Kiba, não se esqueça.

- Um time com apenas dois integrantes? – O rapaz zombou, falando da ausência de Akamaru e Hinata.

- Enquanto qualquer um de nós estiver vivo, o time oito ainda existirá. Então não seja estúpido para me deixar ser o único sobrevivente, não haverá com quem conversar durante as missões.

Kiba parecia digerir a frase do companheiro, mas ao deparar-ser com a tentativa de piada, quase caiu para trás:

- Shi...Shino!!

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Os ninjas da névoa já estavam de prontidão, ao sinal de Madara lançaram um jutsu poderoso que escureceu todo o céu. O dia tornou-se noite, deixando todos às escuras.

Tsunade retirou o chapéu de Kage a tempo de distinguir o último Souke receber o selamento. O segredo do byakugan estava protegido. Neji vinha já com o doujutsu ativado, ordenando que os seus o seguissem. Os Inuzuka fizeram o mesmo, seguidos de perto por alguns ANBU. A Hokage ficaria ali, não tinha sentido ir para frente da batalha se não tinha como se localizar. A ex-integrante do Taka, Karin, aproximou-se da Hokage:

- Tsunade-sama, á algo que gostaria que guardasse.

- Como? – Ela nem ao menos tinha se dado conta da presença da garota. Fingindo não perceber aquilo,Karin retirou um pergaminho selado e entregou a ela.

- Faça com que isso chegue às mãos do Sasuke-kun, caso alguma coisa aconteça comigo.

A Kage ia falar alguma coisa, mas desistiu. Pegou o pergaminho e ordenou que um dos chuunins depositasse o guardado em seu escritório.

Ao abrirem os portões, os Hyuuga estavam posicionados, todos com o hitaiate da Vila presos ao braço, como uma braçadeira. E o rosto descoberto, com o símbolo da antiga divisão do clã ironizando o inimigo, protegendo os segredos da família. Neji liderava o primeiro grupo, a ordem era destruir os que mantinham o jutsu que mantinha a Vila às cegas. Rapidamente se separaram, quatro grupos protegendo a entrada da Vila, com avanços tímidos para um combate corpo-a-corpo: eram os que tinha o byakugan menos desenvolvido. Os que possuíam maior alcance e potência em jutsus, ficaram com Neji. O ataque seria à distância.

A névoa não esperou, atacou com tudo que tinha, mantendo apenas os shinobis que sustentavam o jutsu pesado fora da batalha. O grupo de Neji foi atacado de imediato, mas aqueles não eram batedores simples, eram os mais poderosos Hyuugas. Neji não via rostos, nem ao menos se preocupava com isto. Derrubava um, depois o outro sem contar os corpos pelo caminho. Sentia o chakra de alguns dos seus desaparecerem e isto dava força e impulso para que o dobro de shinobis da névoa caíssem. Por fim o grande número se dissipou, por alguns terem caído e por outros terem percebido que os mais fracos foram deixados para trás.

Identificar os oito homens que mantinham Konoha às escuras custou a Neji alguns arranhões, mas nenhum deles graves. Contou duas baixas em seu grupo, que agora contava com sete pessoas, com ele completando o número oito. Os outros estariam ocupados e distraídos. Enfim alguma coisa fácil.

O grupo já tinha um acerto sobre o que fazer. Cada u posicionou-se a frente de seu adversário, com alguma segurança para distância. Ao fazê-lo, os selos necessários foram feitos e cada um sentiu seu corpo preso por fortes correntes de água. Mesmo sendo fortes, ainda eram do mesmo elemento que os inimigos dominavam de maneira espetacular. Mas era apenas o necessário para imobilizá-los por alguns segundos, suficientes para o brilhante líder executar seu ninjutsu mais poderoso:

- Baku Suishouha no jutsu!

Um enorme volume de água inundou o lugar e os ninjas que estavam tentando se libertar das “correntes” de água sentiram o ar escapar aos poucos, sufocados pela própria água que inundava seus pulmões violentamente. A neblina foi cedendo aos poucos. O corpo já demonstrando sinais de cansaço por parte dos Hyuuga viu satisfeito o obstáculo ultrapassado. Porém o rosto sempre impassivo de Neji tomou ares de terror. Não seria necessário seu doujutsu para enxergar aquilo: bem em sua frente... a maior legião de shinobis que já tinha visto em toda sua vida avançava em direção a eles... e depois chegariam a Konoha.

Notas finais
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Ei,

eu sei que o cap foi curtinho, mas na reta final são mais batalhas, que DEFINITIVAMENTE não são o meu forte... então vou tentar ser mais dinâmica, desculpem qualquer coisa. Será que ainda assim vocês se lembrarão de mim na hora de enviar o precioso reviews? *olhos brilhando*