Notas iniciais
Oi gente. Essa história é um pouco diferente do estilo que costumo escrever, mas quem está na chuva é para se molhar, não é mesmo? Desde já aviso que não me aprofundei em pesquisa para escrever essa fanfic, apenas li algumas entrevistas e reportagens sobre os assuntos tratados aqui (não falarei quais são para não dar spoilers) então, se cometi alguma gafe peço perdão a vcs desde já. Rsrs Ah, outra coisinha. As repetições de palavras que irão encontrar ao longo do texto ( principalmente no próximo) não foram por falta de criatividade, tentei passar com elas, um pouco do que está acontecendo na mente do Shino. Sobre a música tema, aqui só ficou mesmo a essência dela. A história não foi betada. A fanart MARAVILHOSA que abre o capítulo e da Iara Sousa (@ Rasqueria) É isso, boa leitura.

Shibi analisou o genro antes de entrar no táxi. O jovem havia amadurecido muito nos últimos anos. Desconfiava que parte daquela maturidade fosse reflexo do relacionamento com seu filho. O homem à sua frente ainda trazia traços do veneta de mãos trêmulas e bochechas coradas pela vergonha, que conheceu há alguns anos.

“Pai, esse é o homem que amo.”

Uma frase apenas. Simples. Direta. Dita com tamanha convicção, e por um garoto de apenas dezesseis anos. Shibi soube: aquele adolescente de aparência selvagem e sorriso largo não conquistaria somente o coração de seu filho. No entanto, foi também naquele dia que passou a temer o imenso sentimento que Shino sentia pelo Inuzuka. Hoje entendia o porquê.

—Tem certeza.

— Não se preocupe, sogrão – Kiba sentia falta de chamá-lo assim. Abriu um grande sorriso para o pai de seu marido, uma tentativa falha de tranquilizá-lo – Nós ficaremos bem.

Kiba estendeu a mão na intenção de se despedir, mas foi surpreendido por um abraço apertado. Tão inusitado que paralisou o rapaz, foi preciso alguns segundos para cair a ficha retribuir o gesto afetuoso. Após abraçá-lo, Shibi entrou no automóvel e aguardou-o se afastar, em seguida pediu ao taxista que partisse. Antes do carro sair da propriedade, lançou um olhar esperançoso em direção ao genro, desejando que ele e seu filho ficassem bem.

Em contrapartida, O Inuzuka sentiu o peito apertar ao vê-lo partindo. Não tinha certeza se, era ou não o momento certo de estar ali, todavia confiava no que lhe dizia seu coração.

— Força, Kiba — o rapaz sussurrou – Está na hora de levar seu marido de volta para casa.

Notas finais
Posto o segundo na sequência.