Notas iniciais
Primeiro capitulo e espero que aproveitem essa pequena introdução. Tenho mais capitulos prontos, mas tentarei ir com calma, como uma comemoração para minha volta para o Nyah!
Espero que os fãs de Sonic não tenham esquecido de minhas historias, porque aqui vem mais uma aventura alternativa desses herois, continuando o sentindo de Sonic X e com pitadas também dos jogos, provavelmente.

Linha do tempo.

No meio de uma cidade completamente de ferro, cinco figuras corriam tendo seus passos ecoando por todo lugar. Um na verdade voava por cima da cabeça de todos ali, outros dois eram carregados pelos últimos que corriam a uma velocidade surpreendente. As respirações de todos eram bastante agitadas pelo tanto que já tinham corrido, mas mesmo assim não paravam, tinham em mente que suas vidas dependiam daquilo, que o futuro dependia daquilo. A poucos metros atrás deles, luzes vermelhas e amarelas brilhavam no topo da cabeça de robôs que se aproximavam rapidamente, as velocidades preparadas para aquele tipo de perseguição, mas mesmo assim as cinco figuras persistiam.

— Por favor, que dessa vez dê certo. – pediu uma das figuras que estavam sendo carregadas. Ela tirou de uma pequena bolsa que tinha em pendurada diagonalmente em seu ombro uma pequena bola de metal, cheia de pequenos brilhos de todas as cores que indicavam todos os dispositivos que tinha dentro. Tacou aquela coisa para trás e a mesma se abriu, revelando algumas finas pernas de metal que grudaram em um dos robôs e logo um sonoro “bip” fora escutada aumentando sua intensidade a cada instante e logo o pequeno equipamento explodiu, junto com alguns robôs que tinham perto do que fora atingido pelo objeto. – Deu certo!

— Não exatamente. – interrompeu a outra figura que a carregava mostrando como outros robôs passavam a fumaça e as chamas que tinham se formado e continuavam a perseguição. Um leve “tsk” escapou dos lábios da figura que tinha falado e logo a mesma virou para a que estava correndo a seu lado. – Dessa maneira não vamos conseguir escapar.

— Então vamos dar um jeito nessas coisas! – respondeu animadamente ajeitando a figura que tinha em suas costas, a mandando para os braços e logo a jogando para cima enquanto a mesma soltava um grito de surpresa. Aquele que voava em cima da cabeça de todos segurou a figura com facilidade e a colocou nas costas recebendo logo depois a outra que estava sendo carregada. – Leve elas para um esconderijo e nos esperem lá. Logo começaremos nossa missão.

O que voava assentiu e logo desapareceu escuridão adentro, os outros dois que tinham sobrado pararam e se viraram para ver os robôs que se aproximaram. Em seus pulsos e em seus pés as luvas e as botas que usavam começaram a brilhar, a de um de uma cor azul escura e a da outra de um vermelho sangue. Em poucos instantes correntes elétricas começaram a aparecer e logo, de cada luva, apareceu laminas cortantes, cada uma de uma forma diferente enquanto nos pés descargas de energia eram emitidas fazendo com que os dois se erguessem do chão, o que daria mais velocidade a cada um.

Em questão de segundos os dois desapareceram de onde estavam e os robôs se partiram em fatias para logo explodirem. Os dois então voltaram a reaparecer um pouco distante de onde tinha acontecido a explosão, os dois se entreolharam e sorriram um para o outro percebendo que tinham conseguido... Mas não por muito tempo. Novos sons de patrulhas se aproximavam e eles não teriam muito tempo para escapar. Com a velocidade de cada um aumentadas os dois desapareceram cidade a dentro procurando seus amigos que deviam estar no local marcado para um esconderijo.

Não demoraram muito a chegarem e se encontrarem com os outros três que apenas esperavam pacientes. Era um pequeno galpão abandonado onde tinham maquinas velhas, ultrapassadas e obsoletas, um lugar evitado pelos robôs do lugar. Eles se encolheram atrás de uma pilha e começaram a discutir o plano que tinham em mente. Faziam isso contraditório ao que todos seus amigos propunham, mas para eles não tinham outra escolha.

— E então? Como iremos? – perguntou uma das mais altas figuras que mirava a seus companheiros, de certa maneira, impaciente. A menor deles tirou de dentro da bolsa que carregava um equipamento meio estranho, parecia uma arma, mas tinha sua ponta uma pequena antena redonda de cores vermelhas e verdes parecendo mais um brinquedo de criança. – Foi por isso que nos arriscamos tanto?

- Não se enganem, esse pequeno equipamento é a solução de todos os nosso problemas. – falou enquanto mexia em alguns fios que tinham dentro do pequeno equipamento. – Se os boatos forem verdadeiros aquela coisa conseguiu fazer Eggman criar uma maquina do tempo para conquistar mais rápido esse mundo, mas como Eggman pareceu não ter sucesso ele desistiu. Se eu conseguir ajeitar essa coisa acho que consigo... Pronto!

— Tem certeza que isso é seguro? – perguntou a segundo menor do grupo apontando para aquele estranho objeto na mão da pequena que apenas sorria e girava uma pequena rodela que logo acima tinha um mostrador de data que era acertado com cada girada da rodela. – Não quero ter as células de meu corpo estraçalhadas.

- Não precisa se preocupar, se eu sei bem o que estou fazendo seremos mandados para pouco tempo antes de tudo começar. – respondeu a pequena que logo apontou a arma para frente e apertou o gatinho fazendo com que a antena girasse e dela saísse um raio de luz que logo parou em um certo ponto e se abriu em um vórtice giratório. – E então? Quem quer ser o primeiro?

Mais atrás no tempo um homem gordo, usando uma roupa vermelha e negra, com um bigode grande e óculos pequenos e redondos ria divertido enquanto um de seus robôs destruía algumas partes da cidade que estava. Todas as pessoas que ali estavam corriam e se escondiam, fazia anos que não viam aquela criatura tão assustadora e maluca e pensaram que nunca mais o veriam até um acidente acontecer.

A poucos dias atrás, no mundo daquele doutor maluco, o mesmo criara uma maquina que definitivamente poderia lhe livrar de um grande problema, mas algo deu errado e duas dimensões se uniram fazendo com que os dois mundos, antes separados, voltassem a se encontrar. Vários efeitos colaterais surgiram disso, claro. Seres novos foram criados ou trazidos e tudo virara uma grande bagunça até que uma ordem fora colocada para concertar os erros feitos.

Agora a briga entre aqueles dois seres novamente acontecia no mundo humano e novamente eles teriam que se acostumar com aquilo. As antigas crianças, agora mais velhas e formadas, se sentiam alegres por ver seu antigo ídolo de volta, porque sim ele tinha retornado ao mundo deles. Com seu jeito extrovertido e alegre ele estava lá para derrotar aquele doutor maluco sempre que podia. Sempre com seus amigos do seu lado.

E lá estava ele novamente, o tão adorado ouriço azul com seu sorriso brincalhão e despreocupado no rosto, a seu lado, estavam seus amigos, uma ouriça rosa, uma raposa de duas caldas, uma coelha castanha com um pequeno bichinho azul sempre a seu lado, um equidna vermelho, uma planta verde e adoravelmente doce, uma sedutora morcequinha, um mal humorado ouriço negro e alguns recém chegados, criados pela união dos mundos, ou trazidos de outro, um ouriço prateado e uma gata lilás, ambos muito unidos e sagazes, mas não muito amigáveis com outros alem de um com o outro. Todos eles agora estavam reunidos ali prontos para derrotar Eggman mais uma vez.

- Nunca aprende Eggman? – perguntou o ouriço azul mirando divertido o homem gordo que logo abaixou um pouco sua cadeira voadora e riu divertido da cara do ouriço azul.

— Dessa vez não meu caro ouriço. Tenho um perfeito jeito de te tirar do meu caminho. – respondeu o homem gordo com um enorme sorriso no rosto. Seu robô ficou então do seu lado e ergueu o braço mostrando uma enorme arma que começava a ter em sua ponta um brilho vermelho. Todos ficaram preparados. – Descobri finalmente uma maneira de te derrotar Sonic, então faça-me o favor de ficar parado.

— Vai sonhando Eggman! – respondeu Sonic começando sua corrida, desviando dos raios avermelhados que aquela coisa lançava, mas nem todos seus amigos tiveram sorte, primeiro fora Tails e Cosmo, logo depois Rouge e em seguida Knuckles, depois fora Crean e então Cheese, logo depois Blaze e então Silver, por fim foi Amy e como distração para o ouriço azul que fora atingido e por ultimo Shadow. Mas ao invés de morrer ou qualquer coisa parecida apenas sentiu algo estranho em seu corpo e quando voltou a abrir os olhos se surpreendeu com o que vira.

Suas mãos eram humanas, em sua cabeça não mais tinha as orelhas de ouriço ou os espinhos, tinha apenas cabelo, cabelos azuis arrepiados, estava mais alto e agora usava roupa. Uma blusa branca com detalhes azuis sem mangas, um bermudão azul escuro e os mesmo tênis que normalmente usava só que maiores. Olhou para seus amigos e todos estavam da mesma maneira, humanos. Todos eles apareciam ter seus dezenove anos e agora Eggman ria como se aquilo tudo fosse comum.

— Agora que não passa de um humano normal Sonic, finalmente poderei acabar com você! Robô, termine logo com isso. – o robô ergueu o outro braço mostrando outra arma, mas quando estava prestes a atira um enorme vórtice apareceu no céu formado pelas nuvens que se escureceram de imediato. Todos pararam para ver o que estava acontecendo e logo um forte brilho apareceu no centro do vórtice e vários gritos foram ouvidos.

Cinco figuras começaram a cair desde as nuvens gritando. Um deles parecia ter alguma coisa nas costas que o fez parar de cair, segurando mais duas que também pararam, mas ainda tinham mais dois que caiam em uma queda livre perigosa. Sem perder tempo o antigo ouriço negro, que agora era um garoto de cabelos pretos e pele morena, subiu em um dos prédios e se impulsionou para cima conseguindo pegar uma das figuras e pousou suavemente encima de outro prédio. Sonic então foi até o tornado e se impulsionou para cima com a ajuda do mesmo conseguindo alcançar a ultima das figuras pulando de prédio em prédio para amortecer a queda.

Eggman ficou desconcertado por ver que mesmo humanos os dois tinham habilidades que iam alem de uma pessoa normal, mas o que mais impressionou a todos não fora aquilo, mas sim os novos convidados.

— Valeu. – murmurou o garoto que Sonic tinham conseguido salvar da queda, mas ao parar para prestar atenção no garoto perceberam uma coisa.

— Mas que diabos!

Notas finais
Estou esperando comentários, sejam elogiando ou criticando ^^. É bom estar de volta, espero que tenham sentido minha falta.
Bjs e até o proximo cap ;)