Lily
1 what died didn't stay dead...
Harry olhava mais uma vez para a carta. A carta que sua mãe tinha escrito agradecendo a Sirius, seu padrinho, pelo presente de aniversário de 1 ano dele. Tinha a achado meses atrás, na casa do seu padrinho, o Largo Grimmauld, enquanto estava na missão que determinaria o futuro de todos. Bem, eles conseguiram, afinal, estava tudo bem. Todos os sonhos acumulados de um lugar melhor foram deixados para ele e, pelo menos, ele tinha conseguido transformá-los em realidade. Mas ele não tinha feito aquilo sozinho, não, além de seus melhores amigos, Rony e Hermione, eles também ajudaram.
Apesar de ter sido a tantos anos suas partidas, eles ainda o ajudavam. O ajudavam a manter sua mente calma. O ajudavam a ter forças.O que morreu não permaneceu morto, eles estavam vivos e sua mente. Sim, eles estavam, tão vivos. E o ajudavam em tudo, faziam tão bem seus papéis de pais. E se ele não soubesse a verdade, pensaria que eles estavam lá, agora, conversando com ele.
Era tão frustrante, ele era tão novo quando os perdeu. Queria poder ter perguntado coisas a eles. Como ele deveria ser? Queria ter perguntado a sua mãe, pedido para que ela escrevesse outra carta, mas para ele. Uma carta que ensinava a ele tudo, tudo que precisava saber e até mais. Queria poder ter assistido ela assinar "Lily", porque cada parte dela e de seu pai seria tirada dele. Mas como poderia fazer isso tudo, ele tinha só um ano quando cada pedaço deles foi arrancado dele. Bem, nem todos. O que morreu não permaneceu morto, eles estavam vivos nele. Ele sabia. E se ele não soubesse a verdade, pensaria que estavam lá, agora, escutando ele.
Também queria ter passado mais tempo com o padrinho, se aquele não fosse um dos momentos mais críticos da guerra, ele teria feito. Ele deveria ter feito, ele deveria ter perguntado tudo a ele. Perguntado como ele deveria ser. Mas cada pedaço dele foi arrancado de Harry. Pelo menos ainda tinha as poucas memórias. O que morreu não permaneceu morto, ele estava vivo. E se ele não soubesse a verdade, pensaria que estaria lá, agora, rindo com ele.
Mas ele sentia eles. Todos eles. Na ventania que o acordava de manhã, no sol que o esquentava e no céu que ele admirava. Bem, ele não duvidava, eles sempre iam além do que os seus pés podiam tocar. O que morreu não permaneceu morto, eles estavam vivos, tão vivos. E se ele não soubesse a verdade, pensaria que eles estavam ali. Mas ele sabia a verdade e ainda sentia eles por todo o lugar. Ele sabia a verdade, mas eles ainda estavam ali.
— Harry, querido, o jantar está... — Chamou-o, Sra. Weasley, da porta de seu quarto, mas vendo as lágrimas em seu rosto, parou imediatamente. Olhando para a mão do garoto, viu a carta de Lily Evans, que ele uma vez tinha mostrado a ela — Ah Harry... — Foi para onde o garoto estava e lhe deu um abraço apertado. — Estou aqui... e e-eles também.
— Eu sei mãe, eu sei. — Sua segunda mãe, ah, como ele tinha sorte de tê-la. Molly, por sua vez, deixou uma lágrima cair em seu rosto e o abraçou mais apertado.
Notas finais
Bem, eu tive a ideia pra essa one vendo uma entrevista da Taylor. Ela explicava o significado dessa música, que é feita para a avó dela que, infelizmente, faleceu a algum tempo. Ela falava que é muito difícil ser tão pequena quando perde alguém, porque você não consegue aproveitar realmente os momentos ao lado da pessoa. E, na hora, me lembrei do Harry. Espero que tenham gostado :)
Bom, espero que vcs estejam bem! E que tenham gostado!
Bjsss
Até logo ♥
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