Notas iniciais
Voz da Nana.
Sozinha em uma câmara que fora especialmente projetada para pessoas como ela. Pessoas... Não, seres como ela. Manipulada ao bel-prazer de todos naquela instuição, maltratada como o animal doente que ninguém ama. Como se fosse a doença que todos amam odiar, maltratar, matar. Era apenas ela e o sangue naquela câmara sombria.
Mas havia uma luz. Uma pessoa, uma pessoa que lhe fez agüentar todas as torturas que lhe faziam. A pessoa que era especial, supostamente. Uma pessoa especial. Entre apenas ela e o sangue, havia um laço que a ligava com o ser especial.
Com chifres, era apenas mais uma aberração. Para os experimentos, era apenas ela e o sangue.
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