Notas iniciais
1. Título de uma música da banda Rooney. 2. Estou bem, bem cansada de escrever. Tanto que estou quase dando o plot para adoção, se alguém quiser pode me avisar

— As nossas vidas eram tão melhores sem essa garota fazendo com que o meu filhinho voltasse às atitudes da adolescência! — Bárbara fazia drama para câmera enquanto os filhos reviravam os olhos atrás dela.

— Ele não saiu de casa com 15 anos? — a produtora perguntou e Bárbara suspirou.

— Eu pedi para que ele saísse! O Fabinho estava envolvido com pessoas terríveis e eu tive medo de que os outros filhos fossem afetados pelo mau comportamento dele! Sempre agindo como se fosse mais esperto e importante que eu! — ela tentou se justificar, enquanto a produtora sorria fingindo entender.

— Melhor manter um filho longe dos outros em vez de ajudar no momento difícil, entendo. — ela comentou e Bárbara sorriu contente.

— Isso! — então percebeu o quê tinha concordado. — Quero dizer, ele já era emancipado, havia pouco que eu pudesse fazer, agora é um adulto envolvido com uma garota-problema e…

Mas o estrago já estava feito.

WILSON RABELLO ABRE O JOGO SOBRE A BRIGA ENTRE A MODELO GIANE DE SOUSA, FÁBIO CAMPANA E SEU FILHO TITO

Empresário declara que Giane tinha motivos para agredir seu filho e que ele mereceu.

O que aconteceu na última madrugada de sexta para sábado ainda rende frutos. Agora, o dono do Kim Park, Wilson Rabello se envolveu na polêmica, acreditem se quiserem, em defesa de Giane e Fábio Campana.

“Giane fez o que eu deveria ter feito. O que o Tito fez para a Renata é imperdoável.” ele disse após conduzir um machucado Tito para fora do hospital. Quem é Renata? É a melhor amiga de Giane, vista aqui em reprodução do Instagram, e que estava possivelmente grávida de Tito, que a atropelou na porta de casa.

Assim, nosso casal barraqueiro favorito estava se vingando de uma tentativa de assassinato do playboy. Isso é que é fome de justiça! Adoramos um casal justiceiro, gente e Fabine está conseguindo cumprir esse papel!

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Ambulâncias me assustam. O som, o cheiro, a presença delas em um ambiente. Tudo isso nos mostra nossa fragilidade. Pelo menos dessa vez a que apareceu para socorrer meu pai foi rápida e não era tão grave quanto eu pensei ao vê-lo nos braços de Bento.

Meu foco era ter certeza de que meu pai estava bem, quase como uma visão tunelada, eu só via o meu pai e sua palidez. Eu sabia que minha fúria uma hora chegaria, mas naquele momento eu precisava ser a boa filha que meu pai merecia.

Vi Fabinho e Bento do lado de fora observando a ambulância partir.

— O que aconteceu? — perguntei e Bento pareceu despertar de um pesadelo.

— A Socorro veio fazer o que sempre faz na loja quando não está trabalhando… — ele começou e eu o interrompi.

— Falar que a Giane é o maior monstro do Universo para quem quiser ouvir? — completei e ele assentiu com desgosto. — Aquela desgraçada fez com que o pai da Giane tivesse um ataque? Eu vou matar ela! Onde ela está, Bento? Eu vou esganar ela e ela vai ver!

As mãos de Bento me seguraram pelos ombros e ele me chacoalhou com brusquidão.

— Eu não te deixar fazer uma merda dessas! — ele me disse. — Vai mais uma vez pra cadeia, dessa vez por atacar uma mulher? Você anda se drogando, é?

A preocupação de Bento me fez parar e o encarar.

— E quando você começou a se importar comigo, posso saber? — perguntei e ele riu sem humor.

— Não me importo com você, mas a Giane sim. E não vou deixar minha melhor amiga achando que a culpa de você ter ido preso é dela. Arrume suas próprias brigas para prejudicar sua vida. — ele me informou e eu o encarei por alguns instantes.

— Sabe, você é menos Mané que eu pensei que fosse. — comentei e ele me encarou revirando os olhos.

— Eu poderia te dizer que você é menos irritante do que eu julguei de início, mas isso seria mentira. — ele respondeu e eu gargalhei.

— Esse foi o melhor elogio que eu já ganhei, obrigado. — agradeci sinceramente e peguei um dos aventais da Acácia Amarela. — Olha, você não gosta de mim, mas eu gostaria de ajudar, posso?

O sorriso de Bento foi tudo o que recebi em resposta. Admito que entendi naquele instante porque Malu, Amora e Giane orbitam o cara, ele sabia ser um cara legal.

Melhor para mim que Giane preferisse caras menos legais e mais diretos ao ponto. O que eu podia fazer à perfeição.

BÁRBARA ELLEN ADMITE TER EXPULSADO FÁBIO CAMPANA DE CASA

A atriz admitiu em seu reality show

Fábio Campana ultimamente está bombando. Não só o filho de Plínio Campana e Irene Fiori está namorando a ex-modelo Giane de Sousa, com quem foi detido recentemente por brigar com Tito Rabello em uma balada, como também não sai da boca da mãe adotiva, Bárbara Ellen.

Durante o episódio de ontem, a atriz admitiu tê-lo expulso de casa por motivos que ela não explicou e ainda declarou não apoiar o relacionamento do filho com Giane. O que surpreendeu foi o fato que ela sempre afirmou que ele saiu de casa porque quis e que ela nada pôde fazer porque o pai do rapaz permitiu que ele vivesse sozinho, emancipado.

Vale lembrar que na adolescência de Fábio Campana, muito se falou de seu abuso de drogas e álcool, mas nada foi comprovado. Assim, se tornou parte da imagem pública do filho de Plínio Campana, um garoto perturbado e rebelde – coisa que ele faz muito bem— até que ele começou a desaparecer da mídia. Voltando com tudo com esse relacionamento com Giane.

Ao que parece existem muitos podres ainda não revelados nessa família tão famosa. E acho que o reality vai mostrar muito disso.

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7 anos atrás…

— Você deveria parar com isso, Fabinho! — Malu exigiu e ele riu soltando uma baforada de seu cigarro na cara da irmã.

— Por quê? Ninguém se importa, Malu. — o garoto responde se esticando no sofá do apartamento em que morava.

— Eu me importo! Papai se importa! A Emília se importa!

— Você não tem que se importar. Plínio Campana não tem muito tempo para os filhos, irmãzinha. — outra baforada. — E a Emília tem outras crianças para cuidar.

— Esse não é você, é a Bárbara falando. — ela acusou e ele gargalhou.

— Ah, mas ela tem razão, Maluzinha! Nesse ponto, ela tem razão! Ninguém se importa.

Malu não ficou por muito mais tempo, mas estava preocupada com o irmão. Precisava falar com o pai deles antes que o irmão cometesse alguma loucura.

Fabinho pegou o celular e discou o número que mais ligava nos últimos tempos.

— Nossa irmã já foi, Amorinha. Pode vir se você quiser.

Ela não respondeu, ela nunca respondia, mas sempre aparecia e eles se divertiam juntos, muito mais do que era certo.

Quando Amora apareceu ele já tinha quase acabado com seu maço de cigarros, ela não parecia ter a menor pressa dessa vez. Sorriu lânguida e ele se dirigiu até ela ávido, mas foi parado.

— Sinto muito, querido. Não pode mais acontecer entre nós. — ela confidenciou com um falso olhar de sofrimento.

— O quê? — ele balbuciou e ela o olhou com pena.

— Era só diversão e nenhum compromisso, você mesmo disse. Eu gosto de me divertir, mas preciso de alguém que esteja ao meu lado e não seja meu irmão de criação. — se sentou na poltrona as pernas longas que ele tanto desejava ao redor de sua cintura à mostra.

— Então arrumou um namorado fake? — ele perguntou esperançoso.

— Arrumei um namorado de verdade, querido. Vim acabar com isso pessoalmente porque me recuso ser flagrada num telefone falando isso. — se levantou e pegou o último dos cigarros do maço. Fumou sem pressa o encarando sem nenhuma expressão no rosto. Jogou a guimba no cinzeiro e sorriu falsamente. — Fica bem, Fabinho. Foi divertido enquanto durou.

— Você tem certeza disso, minha filha? — Seu Silvério perguntou vendo a filha arrumar as malas.

— Pai, a oportunidade é incrível e aqui estou queimada. Você sabe por conta daquele… — não completou a frase. O pai a abraçou acariciando seu rosto.

— Você sabe que vou te apoiar em tudo, não é? — perguntou e Giane abriu um sorriso.

— Sei.

Notas finais
Um dia eu volto, Mrs.Song