Like a Rolling Stone
1 Prólogo
Notas iniciais
Espero que gostem ;)
Londres, 1949
Susana fechou bruscamente seu livro de faculdade “ por Deus, não aguento mais isso” pensou. Afinal, porque estudar quando se estar de férias e tem um animada festa para ir com suas amigas a noite? Seria bem mais sábio aproveitar o seu último fim de semana livre. Susana se dirigiu para sua penteadeira onde abriu a nova maquiagem que comprou e iria inaugurar naquela noite de verão. No lado esquerdo de sua penteadeira, havia um porta retratos com uma foto sua e de seus irmãos numa estação de trem, ao lado do porta retrato havia um lampeão prateado, Susana pegou o lampeão e o contemplou; — Grande Rei Pedro, Rainha Susana, Rei Edmundo e Rainha Lúcia... ai ai, como crianças tem uma imaginação tão fértil! — disse em tom de deboche para sí mesma. Jogou o lampeão em uma gaveta qualquer e saiu do quarto, em sua sala de estar, se encontravam seu primo Eustáquio, a amiga dele Jill e seus irmãos. — Olá, prima! — Cumprimentou Eustáquio. — Bom dia Eustáquio! O que o traz aqui? — É que preciso contar sobre minha nova ida a Nárnia, dessa vez com a Jill e foi muito... — Ah, francamente vocês não acham que estão grandinhos demais para brincar de nárnia não? — Susana, você sabe que é real... — O que eu sei Edmundo é que éramos crianças de imaginação fértil e que talvez vocês tenham algum retardo mental por acreditar nisso ainda. — Susana, por favor, não seja cega... — Ah, quieta Lú! Irei a casa da Anna, tchau, eu amo vocês. Lúcia sentou-se estupefata ao lado de Pedro e Jill. — Porque a Susana não acredita mais em Nárnia? — Jill perguntou. — Bem, não sabemos bem quando ela deixou de acreditar Jill, aparentemente quando Edmundo, Eustáquio e eu fomos a Nárnia. — Lúcia disse com um ar melancólico. — É, desde então a convivência com a Su ficou dificil, ela não pode escutar falar Nárnia que começa com seus deboches, é como se alguém tivesse apagado Nárnia de suas memórias. — explicou Edmundo. — A nossa irmã está perdida dentro de sí, não é a mesma Susana Pevensie nem tão pouco Susana, a Gentil, ela precisa de ajuda antes que se afogue mais em sí mesma. — falou Pedro. — O difícil é ela deixar ser ajudada. — completou Eustáquio. A sala de estar dos Pevensie ficou um silêncio ensurdecedor, até que Jill resolveu quebrar o silêncio e lembrar o motivo para ela e Eustáquio estarem ali. — Gente, não acham melhor irmos para aquela cafeteria? — Sim, irei avisar a mamãe e papai. — Ed, mamãe e papai estão no centro da cidade, exatamente para onde vamos agora. — lembrou Lúcia. — Eu já sabia, só falei para ver se alguém lembrava. Todos riram e saíram de casa, não antes de escrever um bilhete para Susana avisando da saída. Na cafeteria conversaram mais abertamente sobre Nárnia, é claro se divertiram e Pedro tirou um pouco de sua tensão, afinal cursar medicina não é nada fácil. Ao fim da tarde pegaram um trem, estavam todos indo para casa depois de desfrutar daqueles bons momentos. — Pedro, aquele não é o professor Kirke? Pedro virou de costas e viu o amável senhor de cabelos brancos desalinhados na companhia de outra senhora, muito distinta por sinal, que Pedro julgou ser Lady Polly, Pedro acenou e os senhores foram até eles. — Professor Kirke! Que surpresa boa! — Lúcia disse o abraçando. — Mas como você cresceu Lúcia... e vocês também, rapazes. — A senhora por acaso é a Lady Polly? — perguntou Pedro. — Sim, Grande Rei. — Eustáquio, Jill esses são Lord Kirke e Lady Polly, os primeiros a irem a Nárnia. — apresentou Edmundo. — É uma grande honra conhece-los! — disse Eustáquio — Vocês também foram á Nárnia?— perguntou Lady Polly. — Sim, eu fui duas vezes e minha amiga, Jill apenas uma. As portas dos vagões se abriram e entrou um casal, bastante destintos, Franco e Helena Pevensie. — Mamãe, pai! — Lúcia chamou. O casal se aproximou de seus filhos e cumprimentaram Kirke, Polly, o sobrinho Eustáquio e Jill. Todos conversavam animadamente, agora, não mais sobre Nárnia, quando todo o vagão ficou escuro e um enorme impacto, fez com que todos se chocassem um com o outro. Gritos. Desesperos. Dor. Mortes. Já era começo de tarde quando Susana retornava da casa de sua amiga, falaram sobre garotos e a festa dessa noite, que será imperdível, agora Ela tinha que se arrumar, ficar impecávelmente bela. Entrou em casa e constatou que não havia ninguém, achou o bilhete que seus irmãos deixaram avisando sobre o passeio que iriam fazer, então foi tomar um banho para começar o seu tratamento de beleza. Escolheu um de seus melhores vestidos, afinal, tinha que causar uma boa impressão, já que era filha do soldado Pevensie. Ao termianar de se arrumar e constatar que estava muito bem, susana desceu para esperar suas amigas, a essa hora, já estranhando a demora de seus pais e de seus irmãos, mas pensando que obviamente estavam se destraindo ou tiveram um imprevisto. A campainha tocou, Susana se olhou mais uma vez no espelho e foi atender. para sua surpresa, não era nenhuma de suas amigas, mas sim, um homem de meia idade.
— Em que posso ajudá-lo, senhor? — A senhorita é Susana Pevensie? — Sim... — Sou John Hallward, bem eu sou policial, eu poderia entrar? —Claro, senhor Hallward. — Bem, senhorita Pevensie... — o homem hesitou. — O que há, senhor? — Bem, senhorita, sente-se, você precisa ser muito forte... — Senhor, eu já estou ficando nervosa, diga logo o que aconteceu! — Bem... Houve um acidente...
Notas finais
Então, gostaram? comentem e me digam no que eu tenho que melhorar, até o próximo :3
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