Like a Happy Family

2 Maya e o Outono - 2011,Março/Abril


Notas iniciais
CÁ ESTOY JO *3* Vocês leram bem as notas da fic? A Duda disse que eu sou uma delícia. Acreditem nela. Espero que gostem, meus honeys e minhas bees. With love, Loh/Marina.

Riley sempre adorou a primavera. Para ela, a época em que as flores mais floreciam era a época mais bonita e graciosa.

Já Maya sempre gostou do outono, e ninguém nunca entendeu o porquê. O outono geralmente era legal para pular nos montes de folhas secas que se acumulavam nas ruas ou sentir aquela brisa de quase inverno chegando.

Mas sabiam que não era por isso que a loira gostava. Odiava folhas, odiava a brisa que fazia seus cabelos voarem. Gostava do outono porque fora naquele final de Abril, ou início de Maio do ano de 2011 que uma nova família se mudou para um apartamento perto da residência dos Matthews.

O Sr. e a Sra. Friar, junto com seu filho Lucas e o meio-irmão dele, Zay Babineaux, eram a nova família do apartamento 601B.

Naquela época, Maya estava passando um tempo na casa dos Matthews — como sempre fazia -, e fora praticamente forçada por Topanga a ir com a família dar as boas vindas aos novos vizinhos.

– Ahh, tia Pangers! — reclamou Maya — Leva o Sam e o Auggie lá e deixa eu e a Riles aqui!

– Não, não, não, não, não, May... — disse Topanga, levantando Auggie no colo — Nem pensar que eu vou deixar você e a Riley sozinhas. Não. Vocês vem comigo.

– Mas e o tio Cory? — perguntou Maya — Ele pode ficar aqui com a gente.

– Cory está mais ansioso do que qualquer um aqui para conhecer os novos vizinhos — respondeu Topanga — Vocês vem comigo — repetiu.

Maya suspirou. Tia Pangers, como a mesma chamava Topanga, tinha mais controle sobre a pequena do que sua própria mãe. Então, não teve escolha a não ser ir.

Um homem loiro atendeu a porta e se apresentou como Johnny Friar. Observara as seis pessoas que adentraram sua casa com atenção.

– Prazer, eu sou Grace. Grace Friar — disse uma mulher de cabelos pretos e pele negra — Esses são nossos filhos, Lucas e Zay.

– Eu sou Topanga e esse é o Cory — apresentou — Nossos filhos são Sam, Riley e Auggie. E aquela é a Maya, amiga da Riley.

Os quatro adultos daquela casa se puseram a conversar, enquanto a doce Grace Friar convidava as crianças a descerem e irem brincar lá na rua.

Lucas deu um sorriso para Riley, que retribuiu. É claro que não lembravam um do outro, mas tinham ideia de já terem os visto, só não sabiam de onde.

Zay pegou uma bola e os quatro desceram para a rua, já que Auggie preferiu ficar no apartamento.

– Vocês sabem jogar futebol? — perguntou Lucas para Riley e Maya. Riley negou com a cabeça, mas a resposta de Maya foi bem diferente.

– É claro que eu sei jogar futebol, né loirinho. Se você nasce na minha família, é quase obrigado a saber jogar futebol.

– Por quê? — perguntou Zay.

– Conhece Tanner Wood? — perguntou Maya.

– É claro que sim! — respondeu Zay — Eu e Lucas somos os maiores fãs dele, ele é o melhor jogador de futebol que esse país já viu!

– Então — disse Maya — Ele é meu tio — segurou a bola e a levou para o campo de futebol que tinha ali perto, enquanto Lucas e Zay se entreolhavam com os olhos arregalados — Não que vocês queiram acreditar nisso — agora a loira já fazia embaixadinhas — Mas sinto em dizer que nem tudo que falo é verdade.

Lucas sorriu.

– Eu não sirvo pra jogar futebol — disse Sam.

– Você só serve pra dançar balé, maninho — afirmou Riles. Zay riu, nunca conhecera um menino que dançava balé. Já Riley e Maya achavam isso muito normal.

– Então, as garotas vão ser café com leite? — perguntou Lucas. Riley começou a falar que podia ser, mas foi interrompida por Maya, que tomou a dianteira.

– Tá me tirando, né loirinho? Eu tô aqui é pra ganhar, não tô aqui pra ser café com leite não.

– Se você diz, então vai ser do meu time — disse Lucas. Maya semi cerrou os olhos mas depois concordou, ele parecia ser bom no futebol.

– Tá, então a Riley é minha — disse Zay.

– Eu não sou de ninguém! — disse a menina, assustada.

– Eu quis dizer que você é do meu time.

– Ahh... Tá. Assim sim.

[...]

Riley tinha acabado de marcar um gol; nem imaginaria que seria boa jogando bola. Maya estava perplexa; seu time estava dois gols a frente, mas precisava ganhar, precisava ganhar, precisava ganhar de qualquer jeito.

– Vai Lucas, vai Maya! — gritou Sam.

– Que ótimo irmão você é — Riley revirou os olhos.

– Desculpa maninha, mas eu torço pro time do loirinho ali.

– Sua família não sabe que eu tenho nome? — perguntou Lucas, rindo para Riley.

– Pelo jeito não.

Mais um gol de Maya por um descuido de Zay. A loira correu até Lucas para comemorar, mas acabou escorregando e o 'loirinho' foi junto. Ambos caíram no chão um do lado do outro, e começaram a rir sem parar. Sam enfureceu de ciúmes, enquanto Riley e Zay se entreolhavam com o mesmo pensamento.

"Hmm... Essa mulher tá te querendo, hein Lucas."

– Quer ajuda pra levantar? — perguntou Lucas, assim que ficou de pé.

– Não, obrigada. Eu não sou café com leite, não. — respondeu Maya, levantando sozinha. Lucas riu dela, seu cabelo estava todo bagunçado — E também não sou mais sua amiga, você me jogou no chão.

– Quer apostar quanto que a gente ainda vai ser muito amigo? — perguntou Lucas.

– Duvido muito.

E assim o fez, desde então os quatro viraram melhores amigos, junto com Sam e depois Farkle e Charlie, que acabaram conhecendo Lucas e Zay em uma briga. Mas aí é outra história...

Só sei que Maya nunca tinha percebido o quanto o outono era bonito, e talvez nem fosse, mas agora ela o via com outros olhos.

Notas finais
Oi, migooooos. Gostaram? I hope so. Um beijo, um queijo e uma melancia com margarina, fuuuiii