Notas iniciais
ANTES DE TUDO, as explicações: O capítulo está uma merda devido á minha falta de criatividade pra escrever hoje, so, so sorry, mas eu prometo que o próximo vai ser melhor.
Três recomendações, três recomendações. *senta, abraça as pernas e se balança como uma doida* Awwwn, que lindas vocês, como a gente pode agradecer por tudo até agora? Nós só temos um mês de fic, três recomendações e 9 favoritos. :3 Como eu amo escrever essa fic, velho. Eu tô tão feliz que tô com medo que o capítulo tenha ficado uma bosta por causa da minha euforia. A Isa-chan também tá super feliz. Muito, muito mais muito obrigado á Ryan, a Naiah e a Wayks pelas recomendações e muito obrigado também á todos que leem a fic, mesmo que não mandem reviews, já é muito importante pra nós que vocês acompanhem. Nossa, eu vou chorar daqui a pouco aqui.
Bem, como eu prometi, ai está o capítulo 10, e em dois dias, viram? u-u Cumprimos com a nossa promessa. Bem, é isso, leiam as notas finais e boa leitura.

Gerard’s POV.

Andávamos distraidamente pela rua de Frank, meu braço ao redor da sua cintura e seu corpo encaixado ao lado do meu, isso era mais do que eu jamais poderia pedir.

Chegamos á sua casa e logo fomos recebidos por um Brian contente e elétrico, pelo jeito ele já sabia. Mal adentramos á casa e Brian já estava no colo de Frank, agindo como a criança que todos sabiam que ele não era. Sentei-me no sofá enquanto Brian procurava alguns filmes na estante da televisão e Frank preparava a pipoca. Minha mente se desviou para longe, imaginando se seria assim no futuro: eu, Frank e nossos filhos. Frank preparando o jantar, as crianças correndo pela casa e eu sentado no sofá assistindo ao noticiário. Ouvi meu nome e voltei á realidade, sorri ao ver o olhar curioso de Frank, puxei-o pela cintura, de maneira á faze-lo sentar ao meu lado, quase derrubando a pipoca.

– Ok, que filme vocês querer ver? – Brian ainda remexia a pilha de filmes.

– Que tal... Poltergeist? – Disse Frank.

– Tem que ser de terror? – Brian se virou para onde estávamos sentados, lançando-nos um olhar surpreso e depois manhoso.

– Tem. – Sorri divertido e Brian resmungou.

– Tá, que seja. – Revisou os olhos e voltou-se de volta para a estante. Colocou o filme e sentou-se ao lado de Frank, puxando-lhe a barra da camiseta e escondendo o rosto nas cenas que lhe davam mais medo, mas acabou dormindo antes do final do filme. Frank levou-o para a cama, enquanto deixava-me escolher o que veríamos á seguir.

– Por que não assistimos televisão? – Frank perguntou enquanto se atirava no sofá.

– Pode ser. – Me sentei desajeitado no sofá, na direção oposta a Frank que resmungou e me fez deitar de lado para que eu pudesse deitar-se á minha frente. Passei meu braço por cima de seu corpo, de modo á poder pegar sua mão. Com a mão livre, Frank alcançou o controle da televisão na mesinha ao lado do sofá, esticando-se o máximo que podia. Assim que conseguiu alcançar o objeto meu celular tocou, o toque estava alto e nós dois demos um pulo ao ouvir. Sentei-me novamente, peguei o aparelho e olhei a tela iluminada, era um numero desconhecido, mas mesmo assim atendi. Maldita hora!

– Alô?

– Se divertindo com sua bichinha? – Era meu pai, mais bêbado do que antes. Que lindo!

– O que você quer?

– Você não me respondeu Gerard. E ai, como é comer outro garoto? Deve ser muito bom para você não ter o menor remorso dos socos que deu no seu próprio pai. – Ele riu, amargo. – Sabe, desde que Mikey morreu a minha vida tem sido um inferno, e você sabe de quem é toda a culpa? É sua, Gerard, é, você matou seu irmão e agora quer matar o resto da dignidade que existia na nossa família. Você é um verme, o verme que deveria ter morrido aquele dia no lago. – Um lágrima carregada de ódio e dor deixou meus olhos enquanto Frank me olhava confuso. – Eu deveria ter te matando enquanto você dormia naquele hospital. Deveria ter acabado com a sua raça á muito tempo. Mas fazer o que, eu sempre fui um bom pai.

– Um bom pai? Você pode ter sido um bom bêbado mas bom pai jamais. Aliás, você sabe o que é um pai? – Frank agora estava com um olhar apavorado e triste. Ele procurava o que dizer enquanto olhava meu rosto agora vermelho de raiva. – Pai é aquela pessoa que está lá com você pra superar as coisas ruins da vida, não a pessoa que te olha com nojo. Pai é aquela pessoa te que cuida, que te dá amor e te protege, e isso você nunca fez por mim, nem quando Mikey estava vivo nem depois de morto. Você sempre foi um idiota cheio de si, um ignorante que bebe até esquecer o próprio nome. Eu posso ser um verme, mas dizem que a maçã não cai longe da árvore. Então, se eu vou pro inferno, você vai junto comigo. – Frank arrancou o celular da minha mão e jogou longe antes que eu pudesse continuar.

– Jamais, jamais diga essas coisas novamente! – Ele me abraçou enquanto chorava. – Você não é um verme, Gerard. Você... – Me abraçou mais forte. – Você é a pessoa mais especial que eu já conheci. Você me salvou Gerard. Você me salvou de uma vida de medo e mentiras. E seu pai... ele não merece um filho como você. Existem várias pessoas como ele por ai, e antes, eram essas pessoas que eu temia. Mas você me mostrou que os medos só se tornam piores quando nós fugimos deles. Você me ensinou o que é coragem, Gerard, e eu me sinto a pessoa mais sortuda do mundo por ter você ao meu lado. E não importa por quantos desafios como esse nós tivermos que passar, não importa quantas pessoas como o seu pai nós encontrarmos, nós vamos superar tudo, Gerard. Vamos cuidar um do outro e viver nossas vidas sem nenhum arrependimento, uh? – Sorriu, selando nossos lábios enquanto deslizava a mão até a minha nuca. – Eu quero estar ao seu lado, Gerard, não importa o que aconteça. Por que você é a minha força. A minha liberdade está em suas mãos desde aquela tarde quando eu vi seus olhos pela primeira vez.

Sorri, beijando-o calmamente. Não pude evitar chorar ao ouvir aquilo. Desde Mikey, eu nunca tive ninguém em quem confiar que não fosse Abigail. E mesmo tendo ela, nunca tive ninguém para me emprestar o ombro para chorar, para me abraçar forte e fazer com que tudo ficasse bem. Eu nunca tive ninguém ao meu lado, até conhecer Frank. O garoto baixo que vestia camisetas de bandas que eu jamais escutara, que andava com as mãos nos bolsos e a cabeça baixa, e que fazia o mundo parar de girar com apenas um sorriso. Agora eu o tinha, e iria fazer qualquer coisa para mantê-lo comigo. Se a sua liberdade estava em minhas mãos, minha felicidade estava nas suas, e assim nós iriamos passar a vida, guardando um ao outro, independente de tudo.

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Entre beijos carinhosos e carregados de promessas futuras nós adormecemos, embalados num sono calmo e feliz.


Notas finais
E ai, o que acharam? Muito meloso? Muito chato? Muito ruim? Se foi isso, eu prometo que o próximo sai bem melhor, é sério. É que eu me empolguei tanto com tudo o que vem acontecendo que eu acho que isso interferiu no capítulo. Bem, muuuuuuito obrigado de novo a todos que acompanham, nós adoramos que vocês leiam a fic. Bem, é isso, obrigado your perfect human beings pelas recomendações e até quarta com um capítulo melhor. ♥
- Ello ou B, chamem como quiser. :3