Like Phantoms Forever. - Frerard.
12 Juntos.
Notas iniciais
Nós estávamos felizes, tínhamos um ao outro, mas faltava algo, eu ainda desejava Gerard de outra maneira.
Frank’s POV:
Quando chegamos em casa, meu tio estava fazendo o almoço.
- Você não estava trabalhando? – Perguntei jogando-me no sofá e puxando um Gerard vermelho e envergonhado de modo a fazê-lo sentar-se ao meu lado.
- Hoje eu só trabalhei das oito ás onze, então tenho o resto da tarde de folga, e um “Oi, como foi seu dia?” não mata, sabia? – Sorri para ele, que retribuiu e virou-se de volta para as batatas. Brian tinha ido para seu quarto assistir desenhos enquanto esperava a comida.
- A propósito – Claus voltou-se para Gerard e eu e sorriu ao ver nossos dedos entrelaçados, fazendo Gerard corar. – eu vou sair com Brian no final de semana. Minha namorada quer conhecer ele. – Perfeito!
- Tudo bem. – Sorri. Era a oportunidade que eu precisava.
O resto da semana passou voando e eu começava a ficar com medo toda a vez que me pegava pensando e planejando meus dias sozinho com Gerard. Quer dizer, ainda era cedo, mas eu simplesmente não conseguia resistir àqueles olhos esverdeados. Eles tinham algo que me hipnotizava. Gerard tinha algo que me puxava para si.
Quando a sexta finalmente chegou e meu tio e Brian já haviam ido viajar, Gerard decidiu ir até a casa dos pais pegar alguns pertences e, por mais que eu tenha insistido em ir junto, ele negou, e disse que era melhor ir sozinho. Aquilo me daria mais tempo para planejar as coisas, mas eu estava preocupado com Gerard e o jeito que ele agiu quando encontrou com o pai pela última vez, eu nunca o vi tão descontrolado, parecia que ele estava inconsciente, despejando tudo em seus punhos que atingiam a face do pai. Só de pensar no que poderia acontecer de ele encontrasse com o pai por um infeliz acaso me deixava tonto, mas eu não poderia fazer nada, embora eu quisesse, não poderia segui-lo. E, além do mais, eu confiava em Gerard, apesar de tudo, ele ainda tinha um pouco de autocontrole. Eu acho...
Enquanto Gerard saia pela porta, eu o puxei para um longo beijo, sem pressa, agora nós estávamos sozinhos. Ele me abraçou, envolvendo minha cintura com seu braço e tocando meu queixo com a outra mão. Separei nossos rostos para olhar em seus olhos.
- Promete que não vai deixar a raiva tomar conta? – Ele me apertou mais contra si, deixando sua cabeça descansar em meu ombro.
- Eu sinto muito por você ter visto aquilo, Frank. Eu perdi o controle por um momento, mas eu juro que não vai acontecer novamente. – Ele separa nossos corpos, saindo e fechando a porta atrás de si, me deixando ali, sozinho e afogado em preocupações e planos.
Assim que Gerard saiu, resolvi arrumar a casa e preparar a comida para me livrar dos pensamentos que me perseguiam. Estava arrumando a cama quando vi Gerard na porta do quarto, me olhando. Ele trazia uma mala consigo, o que eu julguei serem suas roupas. Gerard chegou mais perto, me agarrou e tomou meus lábios contra os seus.
- Eu quero você, Frank. – Sussurrou em meu ouvindo enquanto me apertava contra si. Voltou a me beijar, agora ele descia seus lábios para o meu pescoço e mordia com força, deixando marcas que eu tinha certeza que não iam sair por uns dias. Eu arfava e rosnava de dor quando seus dentes cravavam na minha pele, como aquilo era bom. Empurrei-o para a cama, de maneira a ficar em cima de seu corpo, e comecei a beijar-lhe o pescoço. Ambos sorríamos enquanto nossos lábios se encontravam e desviavam. Gerard inverteu as posições, ficando por cima de mim, iniciando um beijo urgente. Já estava ficando quente quando eu resolvi tomar iniciativa, tirando a camiseta preta que Gerard vestia, deixando sua pele branca e suave exposta. Viramos novamente e eu comecei a beijar seu peitoral, retribuindo as marcas que ele deixara no meu pescoço. Gerard agora tinha a cabeça recostada para trás, arfava e resmungava coisas alheias. Escorreguei a mão até o zíper de seu jeans que já apresentava um volume considerável. Gerard suspirou longo, puxando meu rosto e selando nossos lábios. Desfiz o beijo apaixonado e voltei minha atenção ao seu pescoço, a pele pálida e sem manchas clamava por mordidas. Assim que meus lábios entraram em contato com a pele quente de Gerard eu pude sentir todos seus pelos eriçarem, sua mão foi de encontro á barra da camiseta, puxando a mesma logo em seguida. Gerard sentou-se, puxando-me para seu colo e para mais um beijo ardente. As roupas já começavam a atrapalhar. As mãos de Gerard que antes acariciavam minhas costas nuas agora percorriam a extensão da minha coxa, repousando sobre o volume entre minhas pernas onde Gerard apertou firme, fazendo-me gemer baixo entre seus lábios.
- Gee...-Suspirei ao sentir seus dedos puxando o zíper, repousando a mão ali.
Gerard me empurrou contra a cabeceira da cama, ficando entre minhas pernas enquanto acariciava meu membro preso na boxer. Eu gemia baixo e Gerard sorria malicioso. Começou a beijar meu peito, mordiscando meus mamilos enquanto tentava, preguiçosamente, tirar minha calça. Aproveitou para tirar junto minha boxer e eu gemi ao ter meu membro liberto da boxer apertada. Antes que eu pudesse dizer algo Gerard atacou meu membro pulsante, fazendo-me gemer alto e corar. Gerard vazia movimentos lentos, torturando-me o máximo que podia. Gerard aumentava, vez que outra, seus movimentos, me deixando cada vez mais excitado e clamando por ele. Parou seus movimentos com a boca, lavando sua língua até minha glande, deixando-a explorar minha carne sensível enquanto ele me masturbava devagar.
- Ahhh, Gee-Gerard. – Era tudo o que saia da minha boca naquele momento. Até que ele parou com tudo.
- Frank, você quer isso? – Queria, claro que queria. Eu precisava sentir Gerard em mim, o mais rápido o possível. Assenti com a cabeça. Gerard lambeu três dedos, e ver aquilo me deixou ainda mais excitado. Introduziu um dos dedos em minha entrada e eu me contorci, mas por vergonha do que por dor, Gerard começou a fazer movimentos de vai e vem sem pressa alguma. Com cuidado, introduziu outro dedo, o que doeu muito mais, fazendo-me apertar o dedo de Gerard que gemeu em resposta. Calmamente, Gerard voltou com os movimentos, agora em forma de tesoura, enquanto tentava fazer-me acostumar com aquilo. Depois que a dor havia passado, fiz sinal com a cabeça para que Gerard introduzisse o terceiro. O mais dolorido. Ele foi o mais gentil que pôde, mas ainda sim, foi um sacrifício aceitar aqueles três volumes dentro de mim. Mas eu o fiz, e assim que a dor se dissipou eu me pronunciei.
- Já está bom, Gerard. – Ele me olhou confuso. Seus olhos agora estavam completamente verdes.
- Mas eu preciso ...
- Já está bom, meu amor. – O interrompi e ele assentiu. Só nesse momento eu me dei conta de que Gerard ainda estava de Jeans e eu completamente nu e submisso. Ele retirou seus dedos da minha entrada e eu comecei a beijá-lo calorosamente. Ele havia me despido, então eu iria retribuir o favor. Comecei a morder sua barriga, deixando marcas rochas. Desci para seu zíper, tirei precariamente suas vestes enquanto ele me olhava corado. Eu queria fazê-lo delirar, mas antes que eu pudesse fazer algo Gerard voltou para a posição de antes, eu grudado na cabeceira enquanto ele ficava no meio das minhas pernas. Eu sabia o que ele iria me pedir, e ficava vermelho somente em pensar.
- Frank, ér... – Antes que ele terminasse, eu me virei, ficando de quarto. Era terrivelmente constrangedor, mas era por Gerard.
Ele me olhou surpreso, mas logo se ajeitou. Naquele momento eu não sabia qual de nós dois era o que tinha mais vergonha. Gerard, com dificuldade, introduziu a ponta de seu membro na minha entrada, o que me fez ter a sensação de que iria morrer. Era como ser cortado em dois pedaços por uma serra. Soltei um gemido de dor e me contraí, apertando Gerard dentro de mim. O mesmo mordeu os lábios, em uma tentativa sem sucesso de abafar um gemido que seus lábios deixaram escapar. Eu comecei a me mexer, tentando me livrar da dor e, a medida que ela ia diminuindo, Gerard ia se afundando em mim, deixando que eu me acostumasse com ele dentro de mim. Assim que a dor sumiu, Gerard aumentou a velocidade de suas investidas e tudo o que eu conseguia fazer era implorar por mais. Era uma sensação incrível ter Gerard dentro de mim daquela maneira, éramos somente nós agora, gemendo alto, suando, tornando-nos um só.
Eu podia sentir Gerard pulsando dentro de mim, nós estávamos quase em nosso limite. Foi quando Gerard aumentou mais a velocidade das investidas, debruçando-se sobre mim e agarrando meu membro gotejante. Ele usava da mesma rapidez das investidas para me masturbar, fazendo-me gemer cada vez mais alto até que chegássemos ao ápice.
Ambos estávamos exaustos, só conseguíamos sorrir ao olhar um para o outro. Gerard deitou-se na cama, saindo de dentro de mim, e eu fiz o mesmo, puxando o lençol branco para cobrir nossos corpos suados. E assim, entre carícias, adormecemos.
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