Pov. Alice

Eu estava perdida, sem saber o que fazer.

Jasper havia ido embora á dois dias e agora eu me encontrava sozinha no apartamento eu meus pais me deram. Não tinha coragem de ir conversar com meu irmão e contar o que aconteceu.

Estava deitada em minha cama tentando dormir para ir á faculdade no dia seguinte já que havia faltado hoje, mas o sono não vinha e só as lembranças de tudo de errado que fiz. Eu tinha que seguir em frente, terminar minha faculdade de moda e talvez depois mudar para Paris ou algum outro lugar em que o mercado da moda estava mais em alta.

Sai dos meus devaneios quando a campainha tocou. Eram exatamente onze da noite e com certeza uma visita á essa hora não seria por um motivo agradável.

Fui atender a porta e como disse antes, a visita não era agradável.

- Desculpe a hora querida. – Tia Renne entrou sem ser convidada e se sentou no sofá com a maior cara lavada do mundo.

- O quer aqui? – Perguntei.

- Queria conversar com você meu bem. — Sorriu cínica. – Pela sua carinha minha queria filha estragou seus planos também. – Riu. – Quais eram mesmo? Há lembrei, cornear o jovem Halle, se casar com o mesmo, continuar traindo o pobre e gastar o dinheiro da família dele? – Me olhou indagadora. – é isso mesmo?

-Renne, você não sabe o que diz. – Falei nervosa. – Por que não pare de ser tão cínica e maldosa e vai direto ao ponto. – Ela ficou seria. – O que quer comigo, já que sei que não é uma visita apenas para ver sua queria sobrinha.

- Está certa criança. – Disse se levantando e se aproximando de mim. – Eu vim aqui para dizer que se quiser dar uma lição em Isabella, vou te ajuda com o maior prazer. – Ri sem humor.

- Bella pode ser qualquer coisa, mas é justa. – Dei de ombros. – Não foi ela que contou para Jasper o que eu fazia e até quartou segredo, mês o depois do que fiz com ela. – Suspirei. – A única coisa que quero agora é seguir minha vida e de preferencia bem longe de você e da sua pupila. – Disse me referindo a Gabriela. – Minha vida não pode estar das melhores agora, mas nem por isso desejo o mal da minha cunhada e muito menos a do meu irmão já que se acontecer qualquer coisa com Bella, ele vai sofrer muito. –Abri a porta. – Agora se me der licença preciso descansar agora. – Ela me olhou com ódio reprimido e pegou sua bolsa. – Se puder não venha mais até minha casa para me aborrecer e muito menos para contar dos seus planos. – Ela saiu sem dizer mais nada e eu fechei a porta e logo depois me encostei nela.

Agora era só seguir em frente e torcer para que Bella e Edward consigam superar qualquer coisa que aquelas duas cobras iram fazer contra eles.

Pov. Bella

- Olha aqui sua bicha metida dos infernos, vai fazer o seu trabalho e me deixa fazer o meu! – Falei pela quarta vez em menos de meia hora.

- Se você fizesse o seu trabalho direito, meu estaria fazendo o meu agora! – Rebateu. – Você tem que tirar essa cara de mal amada e sorrir para as nossas clientes!

- O que esse duas caras quer agora. – Disse Edward se aproximando de nós.

- Ele não tem duas caras não Edward, ou você acha que ele usaria logo essa dai se tivesse? – Edward riu e Kevin bufou saindo de perto de nós.

Nosso primeiro dia de trabalho estava sendo um desastre. Primeiro uma velha chata me infernizou porque o professor de pilates dela não apareceu, como se eu tivesse culpa de cara não aguentar ver a cara plastificada de um bando de velha e não ter vindo ao trabalho; depois um bando de adolescente com os hormônios a toda dando em cima do meu namorado e pra fechar com chave de ouro, a bicha do Kevin veio tirar uma com a minha cara. Eu não recebia pra isso!

- Fica calma que daqui a pouco nos vamos embora. – Edward disse e eu apenas assenti.

- Boa tarde. – Fechei os olhos por ouvir aquela voz desprezível e tenho certeza que Edward fechou a cara.

- Veio tentar manter o copinho mamãe? – Falei sarcástica, abrindo os olhos e olhando para Renne que estava com um sorrisinho cínico no rosto.

- Vim melhorar o que já é ótimo meu bem. – Falou e me entrou a carteirinha da academia. – Seu pai não está te dando dinheiro? – Perguntou e eu ignorei, mas a maluca continuou. – Ele da pra queria Gabriela e não pra você? Não era ele que queria tanto você!? – Suspirei e continuei a digitar freneticamente do computador a minha frente.

- Já pode entrar, te entrego a carteirinha na hora que você for embora. – Falei.

- Não dei direito a uma subalterna a me chamar de “você”. – Falou e Edward veio até mim atrás do balcão.

- Me desculpe senhora. – Ele disse hostil. – Pode ir fazer suas atividades que quando a SENHORA termina-las, Isabella lhe devolve a carteirinha.

- Edward meu bem, eu não estava falando com você e sim com a insolente da sua namoradinha. – Falou docemente para Edward me continuou serio. – Na verdade nem sei o que você está fazendo aqui, já que meu irmão dá tudo para você e sua irmã.. – Minha cabeça estava explodindo e minha língua coçando para falar umas verdades, mas sabia que se fizesse um barraco ali eu poderia perder um emprego e com certeza eu não queria isso e muito menos na frente da vagabunda da minha “mãe”.

- Olha...

- O que está havendo aqui senhora Swan? – Hamilton, meu chefe apareceu com toda a sua elegância, o cabelo loiro perfeito e os lindos olhos azuis. Se eu não amasse tanto o meu namorado eu me derreteria por ele.

- Não há nada de errado meu bem. – Renne disse se virando para Hamilton com a maior cara lavada. – Só uma conversa com conhecidos. – Sorriu. – Edward é meu sobrinho e Isabella e a namoradinha da vez. – Trinquei os dentes e senti gosto de sangue, já que sem querer mordi minha bochecha.

- Se é assim, peço que me acompanhe para falar sobre negócios, é apenas um momento, depois você poderá ir fazer seus exercícios. – Ela olhou para mim e piscou um olho. – Isabella e Edward, podem ir embora, peço para Kevin ficar aqui na recepção até a academia fechar e amanhã você organiza os aparelhos. – Disse para Edward e ele assentiu. – Até amanhã. – Saiu conduzindo Renne.

- Espere apenas dez minutos e logo depois pode gritar á vontade fora daqui. – Edward disse me dando um selinho rápido e saiu, provavelmente indo trocar de roupa.

Desliguei o computador e fui para o vestiário feminino e me troquei rapidamente. Logo fui encontrar meu amor que me esperava na frente da academia todo lindo, com aquela cabeça grande e aquele cabelo todo bagunçado que era um charme.

— Vamos logo pra casa, porque quero fazer sexo selvagem. – Falei e ele gargalhou, me abraçando de lado pela cintura.

- Isso me soa muito bem. – Falou cheirando meu pescoço. – Espero que seu irmão não interrompa. – Falou e eu suspirei.

- Vamos resolver isso Edward. – Falei. – Eu amo morar com meu irmão, mas sei que é bem difícil quando se tem um namorado e coisa assim, e se eu estiver mesmo gravida não vou querer incomodar Emmett e Rose com um bebê que com certeza vai ser resmungão. – Falei enquanto entrava no bando do passageiro do meu carro e entregava a chave para Edward.

- Por que diz que meu filho vai ser resmungão? – Perguntou.

- Você é um resmungão chato e excêntrico e com certeza seu filho vai ter sua personalidade. – Ele riu com vontade.

- Como se você não fosse uma resmungona psicopata, com problemas com a raiva. – Quando eu ia manda-lo a merda ele completou. – Mas eu te amo mesmo assim e vou amar meu filho mesmo ele sendo um garoto, ou garota que vai bater nos coleguinhas da escola só porque olharam torto pra ele. – Foi a minha vez de rir.

(...)

-Adeus sexo selvagem. – Resmunguei assim que entrei no meu apartamento e dei de cara com Esme e Carlisle.

- MEUS BEBÊS! – Esme gritou quando nos viu e veio nos abraçar.

- Oi mãe. – Edward disse rindo da mãe. – Bom te ver também.

- Como não me falam que vou ser vovó? –Ela disse e eu fuzilei Emmett com os olhos.

- Você e essa sua boca grande do inferno seu idiota! – Falei e olhei para minha sogra. – Não sabemos se eu estou gravida mesmo Esme. – Ela sorriu e olhou para o marido que veio até nós com um envelope na mão.

- Nós estávamos muitos curiosos e quando Emm disse que você iria fazer um exame em um hospital perto da universidade, eu fui até o único hospital ali perto e pedi o seu exame, e coo sou medico eles agilizaram tudo e me entregaram. – Abri a boca chocada com a cara de pau deles.

- Se o exame era meu, não tinham nada que pegar sem me avisar. – Falei. – Ou eu estou vivendo em um Reality Show barato e não posso ter privacidade? – Falei nervosa e eles me olharam sem graça.

- Desculpe querida e se vai diminuir sua raiva, nós não abrimos o envelope ainda. – Esme disse e eu peguei o envelope da mão do meu sogro/tio.

Abri o envelope e quando vi o resultado olhei para Edward que estava ansioso e falei.

- Com certeza não vamos ter sexo selvagem por uns meses. – Falei e ele sorriu pegando o papel de minha mão com lagrimas nos olhos e logo me abraçou.

- Obrigado amor. – Falou.

- SENHOR! É O APOCALIPSE! – Emmett gritou nos assustando. – O ANTI- CRISTO ESTÁ CHEGANDO! – Respirei fundo, antes que pulasse em meu irmão e o matasse.

Então que venha o apocalipse ou qualquer desastre natural, mas com certeza eu iria proteger meu bebê.

Continua.

Notas finais
Sei que me atrasei, já que disse que iria postar na máximo na segunda e peço desculpas por isso.
Espero que gostem e comentem muito o capitulo ok?
Uma ultima coisa, estou sentindo falta de recomendações!
bjos e até o próximo.