Like I'm Gonna Lose You

26 Capítulo 24 - You could be naked


Notas iniciais
OLAAAAAAAAAAAAAAAA MERMAIDS! Voltei-me e tem um capítulo bonitinho para vocês, espero que gostem! BOM CAPÍTULO

— Então, você dormiu na casa dos Lightwoods? — Estava no horário do intervalo, e eu e o Sebastian havíamos acaba do de comprar os nossos lanches.

— Já estava tarde quando saímos da escola ontem, e o Jace ainda tinha uma dúvida sobre a matéria, eu só quis ajudá-lo. E também, não foi a primeira vez que eu dormi lá, Sebastian. Nada mudou. — Dei de ombros enquanto caminhávamos para a mesa em que o restante do grupo estava.

De longe eu conseguia ver a Izzy, o Alec, o Simon, e a Maureen, e nas duas mesas das laterais, estavam alguns jogadores do time de basquete e na outra as meninas do time de líderes de torcida do qual a Isabelle fazia parte, além das três meninas que dividiam a presidência do fã clube do Jace. Não duvidava nada que já haviam dividido também a cama dele, na verdade, eu tinha certeza sobre aquilo.

Assim que chegamos à mesa o Sebastian sentou-se ao lado do Alec, deixando o local ao lado do Simon para que eu me senta-se. A única coisa que eu consegui fazer antes do ocorrido foi colocar o meu refrigerante sobre a mesa, pois do contrário ele também teria ido parar no chão. No segundo que eu coloquei a latinha sobre a mesa, braços rodearam a minha cintura e me ergueram do chão em segundos, o mundo deu um giro de 360 graus algumas vezes antes que eu fosse colocada no chão.

— Obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado. — Precisei de alguns segundos para me sentir menos tonta, e mais alguns segundo para focar em sua imagem. Ele tinha um sorriso enorme do rosto e parecia eufórico com algo.

— Jace! O que… — Ele ergueu uma folha de papel com um “A” bem nítido nela. Era a prova de cálculo. — Você passou? — Ele assentiu. — Ah! — Pulei no pescoço o abraçando enquanto o sentia girar novamente. — Eu disse que você ia conseguir!

— Uma noite de sono a menos, mas eu vou conseguir participar dos últimos jogos! — Ele tinha um sorriso enorme no rosto. — Você acabou de salvar o título do time.

— A modéstia ficou em casa, não é? — Ele sorriu. Olhei para o pequeno prato em minha mão e fiz uma careta, desviei o olhar para o chão e deixei um suspiro escapar pelos meus lábios. Durante a comemoração a minha pizza havia ido parar sob os meus pés. — Maravilha!

— Deixa, eu compro outra. — Ergui os meus olhos.

— Não, eu compro. Não precisa...

— Estou te devendo pelo resto do semestre, Clary. Preciso começar a pagar a minha dívida. — Balancei a cabeça em afirmação.

— Nesse caso, eu aceito um chocolate também. — Ele sorriu e saiu andando. Finalmente me sentei ao lado do Simon e abri o meu refrigerante. — O que foi? — Perguntei ao Sebastian ao perceber que ele me encarava com um sorrisinho no rosto.

— Tem certeza que nada mudou? — Senti o meu rosto esquentar ao constatar que 70% das pessoas que estava no pátio me olhavam de soslaio.

— Cala a boca. — Ele riu e mordeu um pedaço da sua pizza.

Desde o dia que eu e o Jace estabelecemos essa amizade as coisas fluíram perfeitamente. Já fazia um mês desde a minha ajuda com a prova de cálculo e a nossa amizade estava crescendo a cada dia. Faltava pouco para o fim das aulas, ou seja, estávamos na temida época das provas. Alec e Isabelle estavam tranquilos quanto as suas respectivas notas, assim como Simon, já o loiro, depois de se recuperar com em cálculo, precisava se recuperar em história. Então, nada melhor do que um Sereia de 700 anos para ajudá-lo.

— Desisto! — O encarei. — É sério! Eu não aguento mais isso! — Eu ri da sua expressão de desespero.

— Jace…

— Sério, para que eu tenho que saber o nome de todos esses caras? — Ele passou a mão pelo rosto. — Eu tenho certeza que eu vou confundir os nomes na hora da prova. Eu tenho um sério problema com nomes! Eu confundo Felipe com Fernando, e agora ainda tem Frederico! Aí tem Guilherme, Carlos e dois Napoleões e um José Bonaparte. Ai, que saco! — Eu comecei a gargalhar do seu desespero. — Não ria de mim, Clarissa!

— Desculpa. — Retomei a minha compostura. — Só tenha calma, okay? Vai dar tudo certo. Você só precisa lembrar dos nomes mais marcantes da história, tipo Napoleão Bonaparte. Okay? Esquece Napoleão III, ele foi depois. E ele surge no período da Unificação Italiana, bem depois do Napoleão mais conhecido.

— Você falando parece tão fácil. — Eu revirei os olhos e peguei o caderno dele. O Jace tinha uma letra linda. Tracei uma linha do tempo rápida em uma folha em braco com o nome dos monarcas que ele precisava lembrar, e os anos, e o entreguei. — Tô me sentindo muito burro nesse momento. — Eu gargalhei. — Ai, que vergonha.

— Jace, lembre-se que eu estava presente em boa parte desses acontecimentos, okay? Então, é bem mais fácil para mim. — Ele me encarou por alguns segundos. — O que foi?

— Estava na França quando estourou a Revolução Francesa? — Balancei a minha cabeça em negação.

— Não, mas o Sebastian estava. Um dia ele te conta a história de como quase perdeu a cabeça, literalmente.

(…)

Depois que eu finalmente, não sei ainda como, consegui fazer o Jace entender toda a confusão da Europa, e consegui fazê-lo decorar os nomes de todos os caras lá, e a ordem correta das Rainhas da Inglaterra, ele me trouxe para casa.

Nos despedimos rapidamente, pois ele havia combinado de pegar a Isabelle no treino dali há alguns minutos, já que o carro dela estava na oficina. Entrei em casa e deixei a minha bolsa na sala antes de seguir para a cozinha. Minha mãe estava sentada na mesa de jantar, como se estivesse esperando alguém aparecer. E algo no fundo me dizia que aquele alguém era eu.

— Mãe?

— Olá querida. — Ela sorriu e então voltou a olhar para o objeto a sua frente. Era a arma que eu havia roubado de uma Esquecida da última vez que eu havia sido atacada. — Como foi com o Jace?

— Bem. — Dei de ombros enquanto abria geladeira em busca de algo para comer. Abri um sorriso ao encontrar uvas lavadas e deliciosas me esperando. Quando a Maryse não estava em casa eu conseguia fugir da gororoba que ela fazia. — Aconteceu alguma coisa?

— Não. E isso me preocupa. — Franzi o cenho. — As Esquecidas estavam atacando sem parar, Lilith estava atacando sem parar, e então, de uma hora para a outra, tudo parou. Você não foi mais atacada, nem possuída, e está bem. E isso me preocupa, Clary. Algo me diz que apenas estamos dando tempo à ela. — Respirei fundo. — Por isso, eu fui até o seu pai. — A olhei com cautela.

— Mãe…

— Vamos atacá-la antes que nos ataque. Não vou perder você. — Eu tentei argumentar. — Clary, você continua enfraquecendo, e não vemos outra opção. O ataque está programado para daqui há um mês.

— Mas mãe, não estou forte o suficiente para uma guerra. — Ela desviou o olhar. — E de qualquer forma, o Cardume diminuiu nos últimos anos, vai ser um banho de sangue!

— Você não vai! — Arregalei os meus olhos. — Vamos atacar sem crianças.

— Mãe!

— Já está decidido, Clary! — Ela se colocou de pé e me lançou um olhar severo. Eu me coloquei de pé também e olhei em seus olhos.

— Essa guerra é minha, eu sou a mais afetada! Então, é justo que eu participe! Eu posso não estar forte agora, mas nada impede que daqui há um mês essa situação já tenha mudado! — Coloquei as minhas mãos sobre a mesa. — Eu não vou deixar que ataquem sem mim!

— Clary…

— NÃO! — Bati com as minhas mãos na mesa. — Não vou deixar que se sacrifiquem por mim, não é justo que dezenas morram pela vida de uma! Eu não vou deixar!

— E como pretende fazer isso? — A fuzilei com os olhos. — Está fraca, não consegue nem mesmo se defender! Precisamos fazer isso, é a coisa certa!

— É burrice! — Foi a vez dela me fuzilar com os olhos. — Eu não vou deixar isso acontecer.

(…)

Duas semanas. Faziam duas semanas que a minha havia me dito que ela e o meu pai estavam organizando um ataque às Esquecidas. E fazia duas semanas que eu não conseguia dormir direito. Não conseguia dormir direito porque eu sabia que aquilo seria um massacre. E a minha mãe também sabia disso.

Enquanto os nossos números caíram nas últimas décadas, os números das Esquecidas tornaram-se cada vez maiores. Ninguém sabia como aumentou tanto, mas elas passaram de algumas dezenas para algumas centenas em poucas décadas, e estava cada vez mais difícil de controlá-las. E isso nos assustava, pois se um dia elas resolvessem rebelarem-se, as orlas tomariam a tonalidade vermelha do sangue.

Nós seríamos expostas, e caçadas até a extinção. Ou pior! Poderiam nos prender em laboratórios para nos estudar e fazerem experimentos conosco. Estamos a quatrocentos anos em terra, nos escondendo e nos infiltrando entre os humanos para nos mantermos longe dos problemas. Algumas Sereias e alguns Tritões que não conseguiram se adaptar escondem-se nas profundezas oceano ou em ilhas não catalogadas, isoladas.

Ainda estamos no topo da cadeia alimentar marinha, mas não significa que temos o mesmo poder em terra. Sabemos nos defender, e se for preciso usamos da força. Mas existiam leis, e a principal dela era não ferir um humano. Pois, é, por isso, na primeira vez que saí com os Lightwoods, e um maluco me atacou eu não pude usar da força para me defender. À menos que ele me agredisse. Quando ele estava me ameaçando com a faca eu poderia me defender, mas então, o Jace apareceu, e nós não podemos nos expor para humanos. Nossas leis na maioria das vezes são um saco. Mas elas nos mantêm vivas e convivendo em paz com os humanos. Pelo menos até agora.

Mas o problema principal das leis, é que elas se aplicavam apenas as Sereias e Tritões, não existia um governo no submundo que abrangesse todos os seres, e esse foi o principal motivo da criação do Ciclo. E desde que ele surgiu, o meu pai e o seu Ciclo de Tritões, resolveram monitorar todos os seres do submundo, como se fossem reis.

Mas, existiam alguns seres que ignoravam tanto a existência das leis quanto do Ciclo. E as Esquecidas estavam entre esses seres. Então, se um dia elas resolvessem atacar os humanos, e tomar as praias e os oceanos para si, elas o fariam, e seria difícil contê-las.

— Clary, abaixa! — Algo se chocou contra mim no segundos seguinte, fazendo com que eu desse algumas cambalhotas na água antes de conseguir entender o que estava acontecendo. Os três me olharam com os olhos arregalados, principalmente a Isabelle, que quase havia me acertados com seu poder. — Oh, Deus, você se machucou? — Balancei a cabeça em negação.

— Não, eu estava distraída. — Eu disse e nadei para perto deles. Fazia alguns dias que eu e o Sebastian incluímos a Isabelle e o Alec em nossos treinamentos. E naquele dia estávamos em algum lugar afastado o suficiente da costa para evitar acedentes, treinando. Aos poucos, a Izzy estava aprendendo a controlar os poderes dela. Minha mãe disse que levaria algum tempo, mas que ela seria muito poderosa um dia. — Eu acho que vou voltar. Não estou com cabeça para treino hoje. — Meu irmão me lançou um olhar preocupado, eu havia descoberto que a minha mãe não havia contado a ele sobre o ataque, e eu sabia o porquê. Assim como eu, ele não deixaria que fossem sozinhos, e se ele não fosse junto, ele impediria.

Cinco minutos mais tarde eu emergi na praia e caminhei até as minhas roupas, vesti a minha lingerie e quando fui pegar a minha roupa não as achei. Olhei em volta e franzi o cenho. Ótimo, alguém havia roubado as minhas roupas. Era tudo o que eu precisava! Como eu ia fazer para voltar para casa?

— Clarissa, não é legal ficar se banhando nua. — Eu revirei os olhos diante do seu comentário e me virei em sua direção. O Jace estava parado há poucos metros com um sorriso aberto. Ele parecia estar correndo, mesmo que fosse madrugada, pois usava uma calça com tecido que facilitava aquele tipo de exercício, uma camisa regata e tênis. — Perdeu alguma coisa?

— Sim. — Ele franziu o cenho. — Não consigo achar as minhas roupas. — Ele gargalhou, gargalhou o suficiente para curvar o corpo. — Essa situação já é constrangedora o suficiente, Jace. Não precisa ficar rindo de mim. — Cruzei os meus braços sobre os meus seios. Felizmente eu havia vestido algo descente aquela noite, um sutiã nadador e uma calcinha confortável, sem renda!

— Poderia ser pior, você poderia estar nua. — Ele disse quando se recuperou e começou a rir novamente.

— Engraçadinho! — Ele balançou a cabeça em negação e tirou a própria camisa e se aproximou. — O que está fazendo?

— A menos que você queira ir vestida assim para casa. — Ele me ofereceu a camisa. Fiz uma careta.

— Você está todo suado, sua camisa deve estar nojenta. — Ele revirou os olhos.

— Eu estava correndo sem camisa, Clary. Acabei de vesti-la. — Aceitei a camisa e a vesti. Felizmente o cumprimentou chegou até quase os meus joelhos, afinal, eu era bem mais baixa que o Jace; e a camisa realmente não estava suada.

— Obrigada. — Ele balançou a cabeça em afirmação. O Jace olhou em volta e franziu o cenho.

— Está sozinha?

— Não estava bem para treinar, estou meio distraída hoje. — Dei de ombros.

— Com o que? As provas já passaram, agora é só esperar pelo baile e tchau ensino médio.

— Eu sei… Problemas de Sereias. — Sentei-me na areia e encarei o Mar. Em algum lugar naquela imensidão estava a Sereia que estava tentando me matar, e a Sereia que acabaria matando todo o meu Cardume. Senti um movimento ao meu lado e percebi que ele havia se sentado ao meu lado. — Não precisa se preocupar, não é nada demais. — Respirei fundo e abracei os meus joelhos.

— Tudo bem. Mas se você quiser conversar… Estou aqui. — Balancei a cabeça em afirmação. — Ansioso para o grande jogo? — No dia seguinte seria o último jogo da temporada e o último jogo do Jace como capitão do time, a última vez que ele vestiria a camisa do time e jogaria por ela.

— Sim. — Eu o olhei. — É estranho. Quero dizer, acabar o ensino médio é estranho. — Ele me olhou. — Não sei o que quero fazer ainda. Isabelle quer cursar Medicina Veterinária, Alec quer Direito, Simon quer fazer a Contabilidade, até a Lidya sabe o que quer fazer. — Foi a vez dele abraçar os joelhos. — Sinto que está faltando alguma coisa, é estranho. — O Jace deu de ombros e voltou a olhar para o Mar. — Acho que todo mundo se sente assim um dia, como se fosse parte de algo maior, ou… Não se encaixasse. Como se fosse uma pessoa diferente no meio da multidão, mas no final é só mais um.

Uma sombra atravessou os olhos dele e algo em meu coração contraiu ao ver aquela dor que tomou as suas feições.

— Desculpa. — Ele pediu depois de alguns minutos em silêncio.

— Não precisa se desculpar. — Toquei seu ombro. — Acho que às vezes nós desejamos ser especial de alguma forma, querer se destacar, porque é tudo tão comum que as pessoas estão vivendo no automático. — Eu suspirei. — Os seres humanos tornaram-se robôs, apenas engrenagens de uma grande máquina que é o Estado, ninguém mais para e apreciar as pequenas coisas, os pequenos momentos. A risada de alguém, o sorriso, o momento entre aqueles que gosta, nem mesmo o sexo, é automático. — Ele me olhou. — As pessoas estão vazias. — Vi algo refletir em seus olhos, mas não soube dizer qual era aquele sentimento.

— É exatamente isso. — Ele murmurou sem desviar os olhos. — Eu achei que eu estava vazio. — Ele sussurrou me deixando confusa. Seus olhos desviaram para os meus lábios e eu senti as minhas bochechas esquentarem, e logo tratei de voltar a olhar para o Mar, me afastando um pouco dele.

Havia lutado muito para conseguir parar de pensar nele o tempo inteiro, e havia construído uma amizade forte, não desperdiçaria aquilo por conta de um beijo. Mesmo que eu o desejasse mais que tudo.

(…)

O som do apito fez toda a torcida irromper em gritos animados. Os Shadowhunters haviam vencido por nove pontos de diferença, e conseguido conquistar o tricampeonato. E como uma avalanche, todos desceram as arquibancadas correndo, e por pouco eu não fui arrastada pela multidão. Consegui chegar ao Sebastian antes dele ser atacado pelos estudantes, e o abracei feliz. Soltei o quando algumas outras pessoas vieram parabenizá-lo, e comecei a me afastar da multidão. Parei há alguns metros e observei quando ergueram o Jace, o Sebastian e o Alec, e o loiro tinha a taça em mãos, e todos entoavam o grito de guerra do time. Quando voltou ao chão, o loiro passou a taça para o irmão, e começou a olhar em volta como se procurasse algo. Até que me avistou e sorriu na minha direção. Segundos mais tarde ele estava parado na minha frente.

— Parabéns pela vitória, Herondale. — Desejei.

— Não seria possível sem a sua ajuda, afinal, se você não me ajudasse eu não teria jogado, e sem mim eles não teriam conseguido. — Eu revirei os olhos.

— A modéstia, ficou onde mesmo?

— Na última cesta que eu fiz. — Revirei os olhos novamente. — Eu ganho um abraço?

— Ganha, quando estiver menos nojento. — Provoquei e o vi estreitar os olhos. E então, eu entendi o que estava se passando pela sua cabeça, e tentei correr, mas ele foi mais rápido e me prendeu em um abraço de urso. — JACE! — Ele gargalhou diante do meu protesto. Por fim eu acabei retribuindo o abraço. Afinal, nós éramos amigos, não havia nada demais em um abraço, mesmo que eu me sentisse segura ali, e tenha acelerado o meu coração. Era apenas um abraço entre amigos.

Notas finais
Então, o que acharam. O próximo capítulo promete mexer com o as estruturas da Clary e Clace FINALMENTE vai fluir, eu juro! Por favorzinho, eu sei que não mereço, mas comentem e me digam o que estão achando. Isso é muito importante. Kissus Lightwood (Eu ainda volto essa semana)