Notas iniciais
Espero que gostem, comentem!

Eu acordei de manhã e me troquei.

Meu pai ainda não havia voltado do trabalho, provavelmente. Ele estava trabalhando demais ultimamente, tentando prender um terrorista que invadiu escolas e matou alunos. Passava noites em claro, lendo e relendo relatórios das últimas ações do criminoso.

- Onee-chan! Vem tomar café! — gritou minha irmã.

- Já vou Sayu — gritei de volta pegando minha mochila e uma maçã.

Desci as escadas e fui tomar café.

- Light, tome cuidado na escola — falou minha mãe depois do café.

- Hai, hai. Não se preocupe — falei indo em bora.

Joguei a maçã para o alto e a peguei. Eu havia tido um sonho muito estranho, envolvendo maçãs e Shnigamis.

(...)

Mais ou menos ás 09:00, vi um homem de preto invadir a escola. Ele carregava uma espingarda e um outro homem vinha atrás do primeiro, carregando uma metralhadora.

Acho que um deles me viu encarando-os, pois atiraram na janela e todos entraram em desespero.

- Corram! Vou ligar para a polícia — falou o professor.

Corri para sair da escola, mas estava tudo um caos.

Desci alguns andares, corri pelos corredores e vi Yuri. Fiquei paralizado com a visão do homem apontando uma arma para sua cabeça.

Ele não me viu. Me joguei em cima dele e a arma disparou no teto. Ele caiu e tentou me socar, desviei e ele socou a pilastra. Aproveitei o momento e o nocauteiei.

- Vem comigo Yuri! Vamos sair daqui — falei puxando-a pela mão.

- Light, cuidado! — ela falou me empurrando no chão e caindo em cima de mim. Vi, pelo canto dos olhos, uma grande pedra. Provavelmente teria acertado minha cabeça.

- Vamos! — falei a puxando de novo.

Consegui sair da escola, depois de algum tempo desviando de alunos e professores mortos pelos corredores.

- Você está bem? — perguntou um policial vindo em minha direção.

- Sim. Yuri, tá tudo bem? — perguntei.

- Sim Light. Obrigada — ela falou me abraçando.

- Senhor... — falei sem saber o nome do homem.

- Matsuda.

- Senhor Matsuda, vi alguns alunos presos pelos corredores. Alguns homens apontavam com armas para suas cabeças. Estão sendo feitos de réfem. Os criminosos querem algo para libertá-los — disse.

- É um racíocinio lógico. Obrigado garoto.

- Yuri, vamos para minha casa. Cuidar desses arranhões.

Ela me seguiu, obediente.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.