Notas iniciais
Vou aceitar e agradecer, com um sorriso no rosto, tanto elogios quanto críticas. Os elogios nos deixam felizes, mas são as críticas que irão me ajudar a tornar a história ainda melhor para vocês leitores! Ou seja, NÃO TENHAM MEDO DE ME XINGAR E NEM DE TACAR PEDRAS SE NECESSÁRIO! u_u (maníaca de leve) Então por favor, me ajudem a me aperfeiçoar sempre que possível! Estou longe de implorar ou obrigar alguém a deixar review, mas vou ser eternamente grata a quem o fizer! :3
ps. Stellaire (É francês, e em português seria "Estelar")é um dragão criado por mim!

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Hoje, já faz mais de 100 anos que uma estrela despencou dos céus e aterrissou no planeta terra. Mais especificamente, no Reino de Fiore, um lugar repleto de magia, bruxos, magos, dragões e é claro, humanos normais. Apesar disso, os boatos sobre A Estrela continuam, sendo passados de geração para geração.

Ao chegar no Reino, os rumores de que uma estrela havia caído do céu se espalharam rapidamente, colocando sua vida em risco. Aí pensamos, “Quem faria mal a uma estrela?”. Muitas pessoas. Segundo a lenda, aquele que arrancar o coração de uma estrela, conseguirá a vida eterna. Aquele que tiver o coração de uma estrela, vai viver para sempre.

Temendo por sua vida, a pequena estrela se aventurou na escuridão, vivendo nas sombras por muitos e muitos anos. Mas ela não estava sozinha. Um dia, enquanto vagava pela floresta em busca de alimento, acabou se deparando com um enorme e majestoso dragão prateado, com incríveis olhos dourados. Mesmo na escuridão da noite, o dragão emitia um leve brilho, tanto dos olhos como de seu corpo, a fazendo se sentir em casa. Seu brilho aconchegante a lembrava das estrelas.

Ambos viveram juntos, possuindo uma relação nunca antes experimentada ou vivenciada pela estrela. Uma relação familiar. Uma relação de Mãe e filha. Uma se tornou a família da outra.

Lucy não se importava de ter que viver longe da humanidade, desde que estive junto de sua “mãe”. Até que um dia, tudo mudou. Um dia, sem qualquer aviso, Stellaire, a “mamãe dragão”, sua única família, desapareceu. Sem deixar rastros.

Após aceitar essa triste realidade, Lucy vagou sozinha, se afastando cada vez mais da humanidade, e de suas origens. Ela já não podia mais brilhar como antes. Ela se tornou uma estrela sem brilho, uma estrela sem cores.. Quase uma estrela sem vida. Sentia falta de suas irmãs do céu, e ainda mais de Stellaire.

E então aconteceu. O destino, novamente, pregou uma peça na jovem estrela. Um certo dia, quando havia se aventurado para áreas menos sombrias da floresta a procura de água, ela o conheceu..

~

A jovem estrela, apesar de já estar nesse planeta há mais de cem anos, aparentava ter apenas algo em torno de dezessete ou dezesseis anos.

Ela andava tranquilamente por entre as árvores da floresta, apesar de estar adentrando uma parte em que nunca havia estado antes. Andava descalça, as únicas peças de roupa em seu corpo eram um vestido branco e um colar em forma de gota. Uma preciosa safira em uma corrente prateada.

Depois de algum tempo procurando, com um sorriso no rosto, Lucy encontrou um lago. Antes que pudesse chegar até a borda do pequeno lago cristalino, um som perturbador quebrou o silêncio da floresta, a fazendo parar onde estava, boquiaberta. Um rugido.

Ela correu e correu, como se não houvesse amanhã. Correu, determinada a encontrar a origem do som ensurdecedor que ouvira há apenas alguns minutos atrás.

O vestido branco balançava ao vento, assim como seu longo cabelo loiro, que já chegava na cintura.

Já desesperada, ela acelerou o passo, com medo de chegar tarde demais no local, com medo de não ser quem ela pensava, com medo de ter ouvido mal. “Mas que tolice.. A audição de um Dragon Slayer é perfeita.” Pensou Lucy, tentando afugentar os outros pensamentos, os pensamentos que diziam ser impossível Stellaire aparecer justo agora, depois de tantos anos.

Por estar tão distraída, não percebeu que outra pessoa corria ao seu encontro, e logo ambos estavam caídos no chão. Haviam batido as cabeças uma na outra.

A estrela fechou os olhos castanhos e passou a mão na testa, no local em que havia batido. Soltou um gemido de dor. Assim que abriu os olhos, para ver em que havia batido, os arregalou quase que de imediato.

- Olha por onde anda! – resmungou o garoto a sua frente, visivelmente irritado, também passando a mão sobre a testa.

Ela mal podia acreditar. Um humano. Um humano de verdade, parado bem na sua frente. Estava tão atordoada, que acabou se esquecendo da dor e passou a examina-lo com seus olhos castanhos, que agora brilhavam de curiosidade. Os lábios rosados entreabertos em um pequeno “o” de surpresa.

O garoto abriu os olhos e a fitou intensamente. E então, ele corou.

- Sinto muito! — exclamou, já se levantando, e estendendo a mão para ajuda-la a se levantar – Você está bem? Não se machucou? – perguntou, o tom de voz animado e levemente preocupado, completamente diferente de antes. Havia uma marca estranha em seu corpo. Sua “mãe” havia falado algo sobre guildas uma vez, e ela logo se pegou pensando se esse estranho humano pertence a uma guilda, se essa é a marca de uma guilda de verdade.

Um enorme sorriso estava estampado no rosto do garoto.

Um sorriso tão brilhante que ascendeu uma pequena faísca na jovem estrela, que até então, havia se esquecido de como brilhar.

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"Às vezes o que começa com algo pequeno, pode levar a algo real."

Notas finais
Ficou mais curto pois é apenas a introdução, os próximos serão maiores, e a maioria deles narrados pela Lucy! Até o próximo! :3