Ligados Pelo Destino
1 Capítulo 1
"Procurei por você hoje mas não a encontrei.Preciso fala com você!"
Esse foi o bilhete que Amy recebeu de Harry,o garoto por quem ela estava apaixonada.Ela estava tão aflita por ler aquelas palavras,pois guardava um segredo e com a revelação dele poderia mudar toda uma história de amor.
Para você entender melhor essa história e tentar descobrir o segredo de Amy você precisa saber onde tudo começou.
Segunda-feira 7:00hs da manhã o despertador toca, Amy ainda sonolenta o desliga e volta a dormir . Sua mãe, Helena, entra no quarto, sem ao menos bater, começa a abrir a janela e chamar por Amy:
-Levanta já está na hora de ir pra escola — diz Helena já saindo do quarto.
Amy se levanta e vai para o banheiro. Ela se arruma e vai para a escola, mesmo sem tomar café. Ao chegar lá Amy anda de cabeça baixa ela não tem amizade com ninguém. Um menino passa correndo e acaba se esbarrando nela.
-Me desculpe — diz o garoto ainda ofegante
-Sem problemas
Amy continua andando até que o garoto corre atrás dela para acompanhá-la.
-Posso ir com você?
-Não — respondeu Amy sem o menor pingo de simpatia.
-Tudo bem, quem sabe um dia desses a gente não se encontra por ai — diz o garoto com um sorriso.
Eles se olham. O garoto, que Amy ainda não sabe o nome, sorri mais uma vez para ela.
-Por que sorri pra mim? — pergunta ela intrigada
-Porque eu gostei de você — diz o garoto ainda com um sorriso
-O que você quer, me zoar ? Como os outros garotos fazem? Vai me dizer que eu preciso me vestir melhor? — diz Amy a ponto de chorar
-Calma... — o garoto ainda um pouco assustado
Amy sai correndo para o banheiro sem ao menos deixar o garoto se explicar.
Não há ninguém no banheiro, Amy senta-se num e canto e começa a chorar. Em seus pensamentos só se passa o garoto que ela nunca viu falando que tinha gostado dela. Amy tinha problemas com os garotos da sua escola, todos zombavam dela por ser estar sempre vestindo roupas escuras.Houve uma dia que disseram que ela morava em um cemitério e ela sempre chorava com tudo isso.
Mas ela tinha que ir para a aula,então ela enxuga as lágrimas e vai para a sala.
Ao chegar lá ela se depara com algo que nunca iria gostar de ver. Seus colegas então com uma boneca na mão, jogando-a de um lado para o outro, a boneca usa preto e um gorro,assim como Amy. Um dos garotos que está jogando a boneca grita para Amy.
-Olha fizemos uma boneca para você!
Outro diz em tom de ironia.
-Oi eu sou a Amy vocês tem uma gilete para mim?
Todos riem.
Amy não podia fazer nada a não ser chorar e ir sentar no seu lugar. Ela teve que ouvir piadinhas a aula toda, até que bateu o sinal para os alunos irem embora. Os alunos ao saírem fazem a ultima piada com ela.
-Amy não fica assim, olha pelo lado bom hoje você vai poder se cortar.
Amy teve que segurar as lágrimas e ir para casa.
Quando chega em sua casa os seus pais que são adotivos estão discutindo. Amy sobe para o seu quarto, sem dar importância a discussão. Ela deixa a sua mochila no chão e deita na cama chorando, ela abraça o travesseiro e o aperta com raiva e se lembra do que aconteceu mais cedo na escola. Então ela se levanta e em seus pensamentos há uma voz dizendo "vai se corta, ninguém se importa mesmo" Amy vai para o banheiro e se tranca. Ao sair está descabelada e toda arranhada, seus pulsos ainda estão sangrando. Amy teve uma crise. Ela parecia estar mais calma, a discussão havia parado o silêncio tomava conta da casa. Amy prende o seu cabelo, coloca uma blusa de frio e sai do quarto. Ela vai para a sala e não tem ninguém vai para a cozinha a mesma coisa não tinha ninguém, ela então vai para o jardim e vê um carro preto se aproximando da casa do outro lado da rua que estava para vender até uns dias atrás. Uma mulher que estava dirigindo sai do carro, no banco detrás dava para ver duas pessoas, elas saem do carro. De repente Amy fica pasma, suas mãos congelam. Era ele, o garoto que falou com ela na escola estava ali, do outro lado da rua e ainda pior era o seu novo vizinho. O garoto olha para ela e acena e ela nervosa corre para o seu quarto e se tranca, não podia acreditar no que estava acontecendo. O garoto em que ela não queria falar, era o seu novo vizinho.
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