Foi brutalmente assassinado nesta quinta-feira Henrique Lugan. O corpo do empresário foi encontrado em um quarto de hotel, totalmente cheio de sangue com 21 marcas de facas e teve sua cabeça decapitada. A policia desconfia que...

A televisão foi desligada, enquanto o controle voava pela sala. Era grissom , cheio de raiva. Mais um crime sem solução. Misterioso e brutal. O maldito fantasma que matava sem deixar qualquer pista. Precisava encontrar aquela pessoa. Oh sim, precisava demais.

— grissom – jim, seu amigo, entrou na sala. Despertando-o.

— Oi Jim!

— Acho que você tinha razão!

— Como assim?

— Esses crimes, não são perfeitos. Como nenhum é!

— Fala na minha língua, por favor. Não estou te entendendo!

— O assassino do Montangue, cometeu uma falhinha. Acharam um fio de cabelo, mandaram pro exame e... Bingo!

— Eu não acredito! – ele disse totalmente enlouquecido de felicidade – Eu não acredito mesmo! E está esperando o que? Me diga como ele se chama! Logo!

— Na verdade é ela. – Grissom franziu o cenho totalmente confuso.

— Ela? – logo em seguida uma foto fora colocada em sua frente, fazendo-o arregalar os olhos.

— E não tem nome. Quer dizer, não sabemos o verdadeiro ainda. Ela sempre se apresenta com um nome diferente.

Grissom estava em estado de choque. Deus, quanto tempo esperou mesmo para ter um rosto ou um nome para procurar? Nem ele sabia exatamente.

Mas era certo que ele não queria que aquele alguém fosse àquela da foto que estava a sua frente agora. Era a Blonde.

A mulher que ele havia sonhado nos últimos dois dias e que estava desejando desesperadamente.

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Boate Diesel. 22horas. Sexta.

Ela estava sentada em um dos bancos do bar e olhava atentamente o líquido claro que enchia o copo a sua frente. A música alta fazia com que seus pensamentos se confundissem. As luzes que piscavam ao seu redor, lhe davam uma espécie de tontura.

As pessoas dançavam, bebiam, riam, beijavam... Ela estava no meio de toda aquela confusão e continuava a observar o copo de Vodka atentamente, como se nele estivessem todas as soluções de sua vida.

Pensava em como matar o tal promotorzinho e já estava arrumando suas coisas para mudar de país ou até quem sabe de continente. As noticias corriam e ela sabia que já estava na mira da policia. Os documentos falsos já haviam sido providenciados. E merda, ela havia sido tão burra, afinal, ele era um promotor de justiça, por quê ela foi dizer seu verdadeiro nome pra ele mesmo? Ah sim, porque era uma imbecil e não poderia mentir pra ele, não quando viu àqueles lindos olhos azulados, não quando escutou àquela voz tão sexy... Mas aqueles eram meros detalhes, que ela pretendia não se prender. E ela iria se divertir tanto antes de matá-lo...

Oh sim, ela iria!

Pensando na vida? – de repente achou que estava tendo alucinações, quando escutou aquela voz perto do seu ouvido, mas ao virar sua cabeça para o lado percebeu a realidade. A mais linda, sexy e perfeita realidade.

— Na verdade, pensando no que fazer com ela... – e sorrindo aquele mesmo sorriso que o deixara louco, ela lhe encarou.

— Uma boate cheia e com música alta não é exatamente um lugar apropriado para pensar, sabe? – ele sorriu cinicamente e ela arqueou uma sobrancelha.

— Pois é, mas eu não sou tão normal, sabe? – sorriu tão cinicamente quanto ele.

— E você, o que faz aqui? – ela perguntou – Você não parece ser do tipo que gosta de coisas movimentadas...

— Coisas movimentadas tipo um racha de motos?

— a pergunta a fez sorrir – As aparências enganam...

Aquilo havia sido uma indireta? Se não, foi o que pareceu. Ela passou a língua pelos lábios e o sorriso lateral fora cinicamente pintado ali, instantaneamente. Ela tinha absoluta certeza de que ele já sabia que era ela a autora de todos os crimes. E ele podia ver o conhecimento daquela informação brilhando nos olhos dela.

— Sim, enganam. Afinal, quem não engana nos dias de hoje, hein? – ela virou seu corpo totalmente para o lado, encaixando as pernas nas dele, já que os bancos do bar eram bem próximos.

— É, você tem razão. Eu lido com mentirosos o tempo todo.

— Interessante. Você nunca me disse o que faz da vida... – ele arqueou uma sobrancelha e sorriu.

— Você tem certeza que não sabe?

— Você não me disse, como vou saber?

Ele sorriu mais, balançando a cabeça. Deus, por quê aquela maldita mulher tinha que ser uma maldição tão sexy e tentadora?

— Você sabe que eu vou te colocar logo, logo na prisão, não é? – ela arqueou a sobrancelha, sorrindo.

— Jura? – levou o dedo indicador até o peitoral dele – E porque você não me pega agora mesmo?

— Blonde, brincadeiras com fogo, queimam! – o tom da voz dele era de alerta.

— Eu amo me queimar, bambino. – ela mordeu os lábios e ele estreitou os olhos. Aquilo estava se tornando perigoso e muito, muito bom.

Eles ficaram se encarando durante alguns longos segundos. Ele estava louco para tirar aquele sorriso presunçoso dos lábios dela, de uma maneira bastante interessante: Beijando-a.

E bem, ela estava esperando apenas por isso.

— Você não devia ser tão tentadora, sabia? – falou entre dentes, aproximando o rosto do dela, quem sorriu ainda mais.

— E você não devia ser tão gostoso, sabia? – disse em troca, já sentindo seus hálitos se misturando.

— Se nos vêem juntos, eu estou ferrado! – sorrindo igual a ela, ele disse.

Ela não lhe deu nenhuma resposta propriamente dita, apenas pegou-o pela mão. Ele também não perguntou, apenas levantou-se, sendo arrastado pela boate, até um canto escuro, onde as luzes mal chegavam.

Ela o encostou na parede, se pondo em frente a ele.

— Aqui ninguém pode nos ver. Então, você vai me pegar agora ou o quê?

A resposta para essa provocação? Foi um beijo que incendiou todo o corpo dela, acendendo cada parte de seu ser e fazendo vibrar todas as células, até as menores, de seus corpos.

Oh oh baby – Britney Spears.

As línguas se encontraram e em um ritmo quente começaram a se mover em suas bocas. As mãos de ambos não tardaram a darem o ar da graça. As dele já passeavam deliberadamente por todo o corpo dela, apertando-a fortemente, por onde passavam.

Ela tinha as suas projetadas na nuca dele, e a cada aperto que ele lhe dava, ela puxava-lhe o cabelo e mordi lábio inferior.

A mão esquerda dele desceu diretamente para a coxa descoberta dela, apertou a região, sentindo a pele dela queimando em baixo de sua mão, ele sorriu, puxando o lábio inferior dela com os dentes, arrancando um gemido baixo dela. Gemido esse que incendiou o corpo dele ainda mais, se é que isso é possível. A cabeça dele, desceu diretamente para o colo desnudo, mordendo levemente. Enquanto as mãos iam diretamente para a bunda dela. Fazendo-a enlouquecer, ainda mais.

Ela espalmou as mãos no peito largo dele, descendo-a em direção a barra da camisa, adentrando a peça e alisando aquela região, que ela não sabia, mas estava formigando por um toque seu. Ela subiu e desceu suas mãos por toda a extensão do peito dele, fazendo-o gemer rouco em seu ouvido.

— Não provoca! – ele sussurrou e ela sorriu.

— Quem está provocando?

E oh Deus, aquele maldito sorriso não saia daquela boca malditamente saborosa. Ele apenas beijou-lhe outra vez, enquanto erguia uma das pernas dela, fazendo o curto vestido que usava deslizar deixando a coxa totalmente a mostra. As mãos dele não tardaram a acariciar a parte interna, chegando até a virilha dela e voltando. Ela gemia entre o beijo, enquanto seu corpo estremecia e ela apertava os ombros dele, fortemente.

E mais beijos. E mais gemidos. E mais sussurros.

Ele acariciava ferozmente os seios dela já enrijecidos por baixo do vestido, enquanto ela gemia em seu ouvido. Deixando-o louco.

— Se continuar nesse ritmo eu não vou aguentar e vamos cometer uma loucura aqui mesmo! – sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha dela.

— Eu amo loucuras! – a voz dela saiu rouca e ela mordeu a bochecha dele – Te quero aqui e agora!

— Estamos num lugar inapropriado!

Ela não disse nada, apenas empurrou seus quadris em direção aos dele, podendo sentir toda a ereção dele já bem presente e visível. Ele soltou um gemido e ela riu.

— Vai dizer que nunca transou com um desconhecido num canto escuro de uma boate? – perguntou com um tom totalmente safado.

— Claro que não! – ah, ele era mesmo um santinho.

— Bem, pra tudo tem sua primeira vez! – empurrou novamente seus quadris, chocando-se com os dele – Eu não aguento ir para um lugar apropriado – e então, fez Alfonso quase sair voando, descendo sua mão até o membro dele, alisando por cima da calça – E pelo visto, nem você!

Ele soltou um rugido, enquanto respirava fundo. O resquício de consciência que ainda restava nele, havia evaporado.

As suas peles estavam ardendo. Seus corpos ansiando por um contato maior.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.