Life's On 30's
4 Facing The Strange
— Eu esperava que os pais da senhorita Elisa estivessem aqui. – O médico olhou para todos. — Mas quero compartilhar tudo agora.
— Acredito que os pais de Elisa vão gostar de ouvir que a filha está bem. – Hetty disse, sabendo que se fosse com ela seria maravilhoso.
— Tudo bem, não vou me esticar em jargões e coisas extremamente cansativas. – Ele se sentou. – A cirurgia do Sr Callen foi um sucesso. Conseguimos retirar o que estava dentro dele com sucesso. Era uma parte do guardireio. Já a senhorita Elisa está bem, mas sua perna se quebrou durante o acidente e ela vai ficar pelo menos um mês com a perna no gesso.
— E quanto ao bebê? – Kensi queria boas noticiais. – Ele está bem?
— Sim. – O médico viu a expressão de conforto em Kensi. – Embora o estomago de Elisa tenha sofrido alguns cortes do vidro, o bebê está bem, mas vamos monitorar.
— Obrigada. – Deeks sorriu. – Acha que podemos ver algum dos dois?
— Gostaria de fazer mais uma ronda no quarto da senhorita Callen antes de liberar. – Ele viu alguns acenos. – Quando ela estiver liberada, uma enfermeira virá até vocês.
— Obrigada. – Hetty sorriu, se sentando na cadeira. – Talvez devêssemos chamar o tio de Callen.
— Tem certeza? – Eric se sentou. – A prima dele está esperando um bebê também.
— Talvez eles possam descobrir alguma coisa. – Hetty viu alguns acenos. – Eu vou telefonar.
1932...
As sirenes dos carros de polícia que se juntavam na frente do gramado onde Anne e Hector moravam com sua pequena filha eram altas e nada confortáveis.
O delegado Deeks saiu do seu próprio carro e parou a frente da cena de crime. Olhando para Hector, ele se ajoelhou.
— Eu quero tudo o que tiver para encontrar esse homem. – Ele fechou os olhos dele e viu que ele segurava a mão de Anne. – E eu preciso que a menina seja checada antes de ir para os parentes mais próximos.
— Sim, senhor. – O sargento Granger disse. – Como desejar.
Deeks se ajoelhou na frente dos corpos agora cobertos e delicadamente pegou os anéis para que a filha do casal pudesse ter algumas coisas de sua mãe e pai.
Juan olhou de longe a movimentação da cena toda, fumando um de seus fedorentos cigarros. Ele não teve nenhuma compaixão em matar o casal.
Vicente olhou para Alisson enquanto ela soluçava nos braços dele. Ele queria chorar, mas sabia que provavelmente não pararia. Ele ajudou a mulher que amava a ir para a casa de Anne-Marie e escolher uma roupa para o casal vestir no funeral.
— Vicent, como pode uma coisa dessas acontecer? – Ela pegou um porta-retratos onde Anne e Hector apareciam se beijando. – Eles se amavam.
— Eu sei, querida. – Ele pegou a foto novamente. – Ele vai pagar. A pessoa que fez tudo isso vai pagar.
Pegando um vestido dourado, Alisson deixou ele sobre a cama. Anne adorava aquela peça e pegando um terno azul marinho para Hector, um de seus muitos de trabalho, Alisson fechou a porta e suspirou.
2021...
Any acabara de acordar no quarto do hospital. Ela tinha ouvido a pequena conversa quando Sam e Deeks estavam com ela. Seu corpo teve um tipo de pressentimento.
— Sam. – Ela gemeu, com o corpo dolorido. – O que aconteceu?
— Você teve uma queda brusca de pressão. – Ele se sentou com ela. – Eu preciso contar a você uma coisa.
— Eles vão ficar bem? – Era tudo o que Any queria saber.
— Bem o suficiente por um tempo. – Ele a viu beijar seus lábios e sorriu. – O que?
— Então, eu vou ficar bem. – Any suspirou, bocejando um pouco.
Pride desceu no aeroporto de Los Angeles. Ele olhou para um carro com uma placa com os sobrenomes deles.
— Sim, Tim. – Linda falou para o sobrinho. – Se quiser vir com Abby vai ser bem-vindo.
— Sim, Fornell. – Pride falou para o agente do FBI. – Quero qualquer informação.
— Ok, vou te aguardar. – Linda bocejou e viu Pride estender o braço e a puxar para seus braços. – Desculpe, estou realmente cansada.
— Descanse, meu anjo. – Pride sorriu para ela. – Nossa menina vai ficar bem.
Linda fechou os olhos, escapando para um lugar bom. Pride olhou para como sua esposa estava assustada co a saúde da filha, da neta e do genro.
Sentindo que ele a estava carregando, Linda acordou e percebeu que ele realmente estava.
— Poderia ter me acordado. – Ela conseguiu descer dele. – Pareço um bebê.
— Parece piegas, mas você sempre vai ser meu bebê. – Pride a beijou e a levou com ele. – Estou aqui para Grisha Callen, Elisa Pride-Callen e o bebê ainda não nascido.
— Sim, você é o senhor Pride e a Senhora Linda. – A enfermeira entregou os crachás. – Quarto 1106.
Subindo até o quarto de Elisa, linda deixou algumas lágrimas caírem.
— Mamãe, estou bem. – Ela deu um beijo na mãe. – Parece pior que realmente é.
— Que bom. – Linda sorriu e desembrulhou um pedaço de chocolate. – É o seu favorito.
— Minha heroína. – Elisa deu uma mordida, sentindo o bebê chutar devagar. – Obrigada em nome do pequeno ou pequena.
— Querida, o segredo foi para o saco. – Linda sorriu. – E dessa vez foi seu pai.
— Obrigada, pai. – Elisa sorriu para ele. – Você sabe que eu não mordo.
Ele foi falar algo, mas um código azul começou e era o quarto de Callen. Hetty e Deeks correram enquanto a porta do quarto foi fechada.
Eric entrou no hospital, sorrindo ao perceber que havia um código azul. Se seu “trabalho” tivesse sido feito direito, era de Callen e ele estava nos últimos momentos.
Subindo para o quarto de Elisa, usando um nome qualquer para acessar, ele seguiu direto para o quarto de sua ex. seu plano era dar a si mesmo como um ombro para ela chorar.
— Posso ajudar? – Pride interceptou o homem. – O que está fazendo por aqui, Eric?
— Soube que Elisa estava no hospital e o marido dela está nas últimas. – Ele tentou entrar, mas foi impedido. – Sr Pride, por favor.
— Para fora. – Ele o arrastou para longe. – Deixa eu dizer algo, garoto. Fique longe da minha família. De qualquer um dos membros da família de Callen também. Ou juro por Deus, você nunca será encontrado.
Eric sentiu o ódio crescer dentro dele. Ele olhou para sua mão e ela parecia estar em chamas.
1932...
Juan correu para casa e se sentou no sofá, ligando o rádio para ouvir as notícias.
— E agora, uma notícia incrivelmente desconcertante. – O locutor de rádio começou. – Um jovem casal de marido e mulher foi cruelmente assassinado. No entanto, sua filha de quase um ano foi poupada. Ela estará sob os cuidados dos parentes. A polícia persegue os suspeitos.
Juan estava tão feliz que até mesmo se esqueceu do fósforo e deu um grito assim que o fogo queimou sua mão.
2021...
Eric saiu do hospital. O alerta de código azul foi desligado. Ele se sentou com um copo de Coca-Cola e esperou por notícias que nunca viriam, não do jeito que ele queria.
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