Life's On 30's
13 Eric Carter
Penelope voltou de seu pequeno tempo desacordada deitada em uma cama de hospital. Ela havia batido a cabeça forte e precisou de um pequeno tempo no hospital.
No segundo que ela acordou, Luke estava ao lado dela, segurando sua mão e fazendo pequenos círculos nela.
— Você vai ficar bem. – Ele deu um beijo casto nos lábios dela. – Sam e Deeks estão acordados e preocupados com você.
— O que aconteceu? – Ela sentiu uma dor de cabeça e se deitou novamente. – Eu só lembro do carro atingindo algo.
— Tachões de prego. – Luke estava preocupado. – Eles fizeram o carro virar. Acham que foi Eric.
— Acho que eu o vi antes de tudo ficar preto. – Pen olhou nos olhos de Luke. – Por favor, avise Elisa para mim.
— Você precisa relaxar, Missy. – Deeks apareceu com a cabeça enfaixada. – Vá, Alvez. Eu protejo ela.
— Valeu, Deeks. – Luke sorriu e foi em direção a saída do hospital ligar para Elisa e avisar que Eric estava mais do que apenas consciente.
Enquanto isso, Anna, Janvier e Sidorov voltaram para a sala onde deixaram Callen amarrado na cadeira. Anna gritou alto, provando a todos que ela estava ficando cada vez pior.
— Eu não acredito que ele fugiu. – Anna chutou a cadeira para longe, quase demonstrando toda a loucura que ela estava tendo.
— Anna, por favor, se acalme. – Janvier tentou fazer com que a loira se acalmasse, mas só conseguiu ter a arma apontada para si. – Anna...
— Você está me desafiando? – Ela o fez caminhar para trás, sob a mira da arma. – Eu estou com a arma.
— Chega, Anna! – Lauren viu o segundo que a mente de Anna entrou em parafuso e ela se arrependeu. – Anna, o que você ---
No segundo seguinte, Lauren caiu no chão com um tiro no peito. Anna se aproximou e olhou para a mulher e deu um segundo tiro, dessa vez na cabeça, acabando assim com a própria cumplice.
Callen, que não estava muito longe de lá, parou de repente ao ouvir o tiro e depois um segundo. Ele olhou para a sua frente e começou a correr. Ele teve uma rota de fuga perfeita quando chegou na auto estrada e parou uma garota em um Fiat Palio.
— Por favor, eu preciso de ajuda. – Ele olhou nos olhos dela e ela abriu a porta e o deixou entrar. – Obrigado.
— Imagina. – Ela o viu colocar o cinto e saiu de lá, deixando Callen impressionado com a habilidade dela no volante.
Olhando para a selva coberta de capim recém quebrado, Anna correu até a estrada que passava por debaixo do cativeiro e percebeu que Callen tomou uma carona.
— Anna, temos que sair daqui. – Janvier tentou fazer com que ela o escutasse. – Callen fugiu e nós vamos ser presos.
— Tudo por sua culpa. – Anna apontou a arma de novo para ele. – Quer saber? Eu me viro sozinha.
Janvier tentou correr de volta, mas Anna puxou o gatilho duas vezes o acertando nas costas. Ele caiu e Anna apenas deu um tiro na cabeça, mandando ele direto para o inferno.
Elisa olhou para Deeks e Sam entrando e percebeu que Pen ficou hospitalizada.
— Como vocês dois estão? – Ela abraçou os amigos, sentindo os cortes em Deeks. – E como está Pen?
— Ela saiu bem machucada e o médico queria fazer mais exames para ver a concussão. – Sam beijou a noiva. – Estou melhor, querida.
— Ainda bem. – Any o abraçou, chorando.
Eric agora decidiu que queria um confronto frente a frente. Ele chegou na frente do prédio da OPS no segundo que a garota a quem Callen tinha pedido uma carona o deixou e saiu.
— Finalmente frente a frente. – Eric soltou a arma. – Que tal uma luta sem armas?
— Por que você está fazendo tudo isso? – Callen perguntou. – Eu tenho uma filha de quase seis meses. Eu não fiz nada para você ser assim comigo.
— Você roubou Elisa de mim. – Eric gritou, sabendo que isso atrairia público. – Eu e ela estávamos destinados juntos.
— E trair ela fazia parte disso? – Callen viu seu time e Elisa saindo. – Você se aliou a Anna e tentou matar eu e ela. Que tipo de amor é isso?
— Amor assassino. – Eric puxou uma segunda arma. – Do tipo que você está prestes a conhecer.
Elisa notou que Eric iria matar Callen então ela puxou sua própria arma da cintura e mirou de um jeito que Callen não fosse atingido. Ele se preparou para atirar e ela puxou o gatilho, fazendo Eric derrubar sua arma.
Era o fim daquele pesadelo em sua vida. Callen chutou a arma e se virou para Elisa, que correu para ele. Seus braços se envolveram e eles caíram no chão de empolgação.
— Nunca mais me faça ficar com o coração na mão. – Elisa suspirou. – Eu não posso criar duas crianças sozinha.
— Eu nunca -- — Callen parou assim que as palavras dela se registraram. – O que?
— Eu estou grávida, seu burro inconsequente. – Elisa deixou algumas lágrimas escorrerem. – E se você ousar fazer algo assim, eu mesma te mato.
Ele a levantou e se levantou, a beijando enquanto as lágrimas rolavam.
— Acho que é mais um motivo para nunca mais fazer isso. – Callen sorriu para ela.
1932...
— Jean, o que faz aqui? – Anne-Marie saiu depois que as batidas ficaram mais altas. – Já são quase meia-noite.
— Eu precisava falar com você. – Ele viu Hector sair junto e pensou ser uma boa chance para acabar com os dois. – Sobre seu pai.
— Meu pai? – Anne agora estava curiosa. – Como assim?
— Você nunca encontrou o homem que o matou porque eu sou esse homem. – Jean a olhou nos olhos. – Eu te traí esperando que me perdoasse depois e ficássemos mais perto, mas você me abandonou completamente.
— Você está justificando uma traição? – Hector perguntou, vendo que Anne estava chorando. – Matou um ser humano por causa de tudo isso?
— Eu queria que ficássemos mais perto, mas você se casou com ele, Anne. – Juan pegou a pistola de seu bolso. – E eu não vejo mais uma saída para que nem ele tenha você.
— Juan, não. – Anne pulou na frente da bala e acabou atingida no peito.
— Anne! – Hector segurou a esposa nos braços. – Seu desgraçado.
Juan apertou novamente o revolver, atingindo Hector e apenas saiu de lá.
— Hector. – Anne olhou para ele enquanto ela dava seus últimos suspiros. – Eu estava grávida.
— Você precisa sobreviver. – Ele queria que ela pelo menos vivesse. – Nossa filha merece a mãe dela.
Mas Anne ficou olhando para ele, seus olhos sem vida. Hector sentiu que a vida não tinha mais sentido e sabia que a pequena Sophie iria ser cuidada pela avó.
Ele deu o último suspiro e faleceu, sentindo que sua missão com Anne ainda não estava completa, mas para aquele momento eles não podiam fazer mais nada.
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