Life Of a God - The First Season
48 Capítulo 49 - Tres dias depois
Notas iniciais
Três Dias Depois...
POV Nico
Nos últimos dias eu tenho passado no meu chalé trancado. A Thalia, o Percy e a Annabeth vem me visitar e trazer comida. Eles tem sido grandes amigos pra mim.
O Percy às vezes vem aqui e fica conversando comigo, nós sempre falamos da Sarah, também né eu fico perguntando. A Thalia vem todos os dias e vem conversar comigo acabo desabafando com ela e ela sempre me abraça e diz que tudo vai ficar bem. A Annabeth sempre me anima tipo fala que eu não posso desistir do amor, que eu tenho que lutar.
– Nico. – Thalia entrou no chalé sem cerimonia. – Vem vamos ta na hora de você sair dai. – ela falou me cutucando. Eu estava sentado na minha cama com a cabeça baixa.
– Thalia eu sinto muito, mas não quero ver ninguém. – falei cabisbaixo.
– Bom, então você pode continuar de cabeça baixa enquanto a coisinha aqui irmã daquele Deus ali que dorme no chalé do pai dele fala com você. – disse Thalia brincalhona me fazendo dar um leve sorriso.
Eu não havia entendido nada do que ela estava falando. Mas o mínimo sorriso que eu dei desapareceu por completo quando levantei a cabeça e vi Sarah sorrindo timidamente ao lado de Thalia, esta sorria um sorriso que eu posso classificar como muito malicioso. Agora eu entendi o que ela queria dizer com a frase confusa dela.
– Estou vendo que já estou sobrando aqui. Até. – disse Thalia ainda sorrindo e cochichou alguma coisa no ouvido de Sarah, que há deixou um pouco corada, e saiu do meu chalé fechando a porta.
Sarah e eu ficamos apenas encarando um ao outro. Eu não sabia o que falar para ela. Eu fui um tremendo idiota aquele dia, nem merecia mais a amizade dela depois do que eu fiz.
– Me desculpa. – falou Sarah timidamente, me fazendo encara-la assustado e confuso. Assustado porque ela me pegou de surpresa com esse pedido e confuso porque eu não fazia ideia do que ela estava falando. – Eu não devia ter feito aquilo, não era da minha conta se você e a Claire...
– Não. – falei rapidamente ficando de pé e chegando perto dela. – Eu fui o idiota. Tudo é culpa minha. Totalmente minha.
– Nico, não é assim. Eu que não...
– Sempre foi minha culpa. – falei interrompendo ela. Me sentindo decepcionado comigo mesmo. – Eu fiz tudo errado. Pensei que tudo que eu fiz fosse te deixar feliz, mas vi que pisei na bola um monte de vezes e te fiz chorar em vez de te fazer sorrir. Fiz você ficar triste quando deveria te deixar radiante de felicidade...
– Nico, para. – disse Sarah segurando em meus ombros me fazendo parar de andar. Eu nem tinha reparado que estava andando confusamente pelo meu chalé. – Isso não é sua culpa. Eu não sabia que o que eu sentia por você fosse assim...
– Assim? – perguntei incentivando olhando para ela quando ela parou de repente de falar.
– Assim , sei lá, é muito confuso e você sabe que eu odeio ficar confusa. – disse Sarah batendo o pé no chão e cruzou os braços fazendo um bico lindo.
– Sei muito bem que odeia. – falei sorrindo de canto, era impossível não sorrir vendo a Sarah assim, é tão linda.
– Argh, quer saber. – disse ela jogando os braços para o alto como quem se rende. – Eu achei que gostava do Dylan, poderia dizer até que o amava, mas ai quando finalmente estou com ele sinto que esta tudo errado, que esta faltando alguma coisa e fico confusa.
Sarah andava de um lado para o outro no meu chalé fazendo caras e bocas, muito lindas por sinal, enquanto falava. Resolvi ficar quieto e deixa-la falar, eu sabia como era bom desabafar com alguém que não seja com você mesmo e sua consciência.
– Dai eu vejo você e Claire e me sinto mal, com vontade de chorar que eu nem se quer poderia imaginar que sentiria isso. – os olhos de Sarah estavam marejados e ver isso me fez sentir um aperto enorme no peito. – Quando eu ouvi o que você e a Claire fizeram, eu senti tudo em minha volta desabar.
Sarah simplesmente se calou e sentou na minha cama colocando suas mãos em seu rosto escondendo ele de mim. Por impulso me sentei ao seu lado e a abracei protetoramente, eu odiava a ver chorando.
– Eu não quero me sentir mais confusa. – disse ela, sua voz saiu abafada por ainda estar com as mãos no rosto.
– E eu quero ter certeza. – falei decidido me afastando dela e tomando suas mãos com as minhas a tirando de seu rosto a fazendo me olhar. – Eu preciso fazer isso, jogar tudo na mesa e ver no que vai dar para no futuro não me arrepender da minha escolha.
– Nico, o que você quer dizer com isso? – perguntou Sarah, sua voz saiu tremula quando me aproximei mais dela.
– Quero dizer que vamos deixar de nós sentir confusos e culpados pelo que estamos sentindo. – sussurrei, meu rosto rente ao dela.
POV Percy
Annabeth e eu tínhamos acabado de voltar do refeitório. ela entrou no banheiro e tomou um banho e saiu de la vestida de roupao.Nico como sempre nos últimos dias não havia aparecido, mas o que era estranho é que hoje Sarah também não apareceu. Até perguntei para a Thalia, mas ela só disse que mais tarde falaria comigo e que agora não era o momento. Tive que deixar a historia de lado. Uma hora eu descobriria o que estava acontecendo.
Desliguei o chuveiro e peguei uma toalha para me secar. Eu queria poder ajudar o Nico de alguma forma, mas eu não sabia como.
Respirei fundo e coloquei uma cueca box vermelha antes de sair do banheiro. Vou ter que conversar com a Thalia e a Annabeth, as duas e o Nico vivem conversando. Vamos ter que ajuda-lo.
– Percy, Amor? – ouvi a voz de Annabeth soando sedutoramente quando sai do banheiro.
– Hum? – perguntei olhando pra ela.
– Tenho uma surpresa para você. – Annabeth sorriu sensual, me chamando com o dedo indicador. Ela estava deitada na nossa cama vestindo um ropão.
– Surpresa? – perguntei arqueando uma sobrancelha. Ela se levanta da cama e vem até mim sorrindo.
– Sim, exclusivamente sua. – respondeu fazendo um beicinho.
– Fala amor. – falei abraçando sua cintura e a puxando para mais perto de mim e distribui beijos pelo seu pescoço. – Qual é essa surpresa? – perguntei malicioso.
– Não é uma surpresa verbal, amor. – sussurrou manhosa.
– Sabia que a senhorita ta me deixando loco? – perguntei com a voz rouca.
– Ah é? – Annabeth alisou meu tórax e mordiscou meu ombro.
– Sim e ta me provocando. – falei sem ar.
– Eu? Nem um pouco querido. – Annabeth traçou meus lábios com o dedo delicado e mordeu meu lábio inferior.
– Você me deixa loco sabia? – falei a puxando pela cintura colando nossos corpos mais ainda.
– Isso é bom ou ruim, senhor Perseu? – sua voz rouca me arrepiou por completo.
– Bom, muito bom. – falei sorrindo malicioso e a beijei com paixão e desejo.
Nos separamos pela maldita necessidade de ar. Annabeth tinha os lábios vermelhos, contornando um sorriso maroto.
– O que você quer de mim Chase? – perguntei com a voz rouca perto do seu ouvido.
– Só você, amor, apenas isso. – respondeu mordiscando meu pescoço
– Deuses que mulher é essa. – falei sentindo meu corpo se arrepiar e com rapidez tiro o roupão dela revelando a camisola azul extremamente sexy que estava usando. – U-A-U.
– Gostou, ou prefere que eu troque? – perguntou Annabeth sorrindo maliciosamente
– Amei. – sorri malicioso e aprende contra a parede a beijando.– Eu também tenho minhas artimanhas amor, – falei com a voz rouca de desejo.
– E quais seriam? – perguntou baixinho, a voz entrecortada, o que tornava tudo mais sexy ainda.
– Acho que nesse momento quem ta mandando é você, então deixaremos isso pra daqui a pouco. – falei com a voz sex e a beijei passando a mão direita na coxa dela.
Ela suspirou com a minha caricia e passou as mãos delicadas no meu abdômen.
– Vem comigo. – falei pegando ela no colo e a coloquei na cama.
– Porque isso não me surpreende, hein?! – questionou com a voz divertida.
– Porque digamos que aqui e mais confortável do que na parede. – falei rindo e a beijei.
Annabeth riu da minha fala e correspondeu ao beijo com todo amor e desejo. Desci o beijo pelo seu pescoço e distribui beijos em seu pescoço e dei uma mordida de leve na sua orelha. Annabeth arfou e isso me fez sorrir abertamente. Desci distribui beijos da sua canela ate a barra da camisola.
– Eu te amo tanto.
– É reciproco, cabeça de algas. – replicou em um tom carinhoso. Eu sorri com isso.
– Como você pode querer um cara como eu? Nem sei o que e reciproco. – ri com a minha própria fala. Annabeth riu gostosamente.
– Quer dizer que eu sinto o mesmo por você. – disse ela divertida.
– Adoro a sua risada sabidinha. – falei e a beijei, encaixando a coxa dela em volta da minha cintura passando a mão . Ela fechou os olhos e apertou as pernas ainda mais. Annabeth gemeu baixinho.
Apenas beijei de leve, arrancando um gemido rouco da minha amada, beijei o seu decote e acariciei sua coxa interna.
– Já falei que você é uma deusa? – perguntei dando uma mordida de leve na sua orelha.
– Semi-deusa Percy. – corrigiu divertida
– Mas pra mim é uma deusa, você é mais linda do que a Afrodite. – sorri. – E pergunta: Ate na cama você vai me corrigir?
– Eu sempre vou corrigir você cabeça de algas. –ela deu uma risadinha linda.
– Sou eu que vou comandar as coisas aqui? – perguntei com um olhar desafiador para Annabeth.
– Você não comanda nada aqui, meu amor. –ela girou nossos corpos, ficando por cima, e travou suas pernas na minha cintura, e desceu os lábios até meu pescoço.
– Annie. –gemi.
– Eu te avisei. – ela mordeu meu pescoço e desceu os lábios distribuindo beijos pelo meu tórax e meu ombro esquerdo, e depois voltou a minha boca.
– Uau onde aprendeu a ser tão sexy quando quer? – perguntei com a voz rouca.
– Filhas de Atena já nascem sabendo. – sussurrou no meu ouvido, em um tom sensual e provocativo
–Deuses. – gemi
– Já está se rendendo querido? – provocou mordendo meu lábio inferior e puxando de leve.
– Nunca querida. – falei a puxando mais pra meu encontro.
– Não é o que parece. – ela me beijou com voracidade.
– Ah eh? Pois saiba que vai precisar de mais pra eu me render. – falei a desafiando.
– Não duvide de mim. – Annabeth retirou sua própria camisola me deixando totalmente hipnotizado.
– Você é linda, mas ainda assim eu resisto. – falei.
– Veremos. – Annabeth encostou seus seios no meu tórax e beijou meu pescoço, pegando minha mão e colocando sobre o próprio seio.
– Eu... eu ainda resisto. – falei gaguejando e respirando ofegante. Como ela me deixa loco.
– Percy, Percy. – disse pausadamente e descendo minha mão para sua barriga lisinha.
– Eu. – falei sorrindo apenas tentando me segurar, pois já estava muito excitado.
– Você o que? – provocou.
– Eu to bem. – falei respirando ofegante.
– Não parece, seu pulso está acelerado, sua respiração está ofegante e você está suando frio, amor. – disse didaticamente. Isso me deixou louco.
– Sou teimoso demais pra isso. – falei dando uma piscadela pra ela. Vamos entrar no seu joguinho Annabeth.
– Isso eu concordo querido. – ela falou rindo.
– Só que tem uma coisa querida. – falei subindo a minha mão por seu seio. – Eu sei jogar esse jogo. – falei com a voz sex.
– Será? – questionou. – Mostre o que sabe amor
Eu inverti nossas posições, ficando por cima dela e abocanhei novamente o seio dela só que dessa vez o direito e massageei o esquerdo. Annabeth gemeu de prazer, e eu sorri. Penetrei um dedo nela.
– Diz o que você quer amor? – sussurrei no seu ouvido rouco de desejo.
– Eu quero você. –ela gemeu. Eu penetrei o segundo dedo.
– Diz mais alto amor. – falei e dei uma mordida de leve no seu lábio inferior.
– Eu quero você – aumentou o tom da voz, eu penetrei o terceiro e comecei a movimentar.
– Diz mais alto amor. – falei com a voz rouca cheia de desejo.
– Eu quero você e sei que me quer também. – ela falou me provocando.
Retirei os dedos dela e numa super velocidade estávamos na mesa nos beijando.
– Gostou do meu poder? – perguntei e a beijei.
– Amei. – ela falou rindo maliciosa.
Eu a beijei com voracidade e desejo, numa super velocidade ela estava prensa na parede e eu distribuindo beijos da boca dela ate a barriga.
– Percy. – gemeu meu nome
A beijei e já estávamos novamente na cama, eu já estava sem a boxer, e a beijei.
– Você me quer? – falei distribuindo beijos pelo seu corpo.
– Quero. – sussurrou e completou. – Agora.
Eu a penetrei e a beijei. Comecei a me movimentar de vagar. Annabeth gemia meu nome a toda hora ,minha mão entrelaçou na dela e eu fui mais fundo na penetração. Aquele desejo que a gente sentia um pelo outro, o amor, estava falando mais alto naquele momento.
– Eu te amo. – murmurou roucamente.
– Eu também eu. – falei com a voz rouca no seu ouvido e distribui beijos pelo seu pescoço.
Estávamos quase chegando ao ápice, quando ela soltou um gemido bem alto. Minhas mãos foram pra cabeceira da cama e acabou quebrando. Annabeth gemeu, mas um gemido de dor, o que me deixou preocupado.
– O que foi? Te machuquei? – perguntei e fiquei parado dentro dela.
– Não. – murmurou sorrindo.
– Se eu te machucar me fala ta? – perguntei preocupado.
– Sim, meu amor. – respondeu.
Eu sorri e a beijei. Voltei a me movimentar só que dessa vez com mais cuidado. Seus gemidos roucos me deixaram completamente extasiado de prazer, suas unhas me arranhando tudo estava me deixando mais excitado, o interessante de deuses e que eles não se cansam fácil. eu a beijei demoradamente.
Mas semideuses cansam, Annabeth já estava chegando ao seu ápice, acelerei mais dessa vez nossos gemidos se misturaram. Eu abafei o grito de Annie ao colar nossos lábios.
– Esta cansada? – perguntei.
– Um pouco. – ela respondeu respirando ofegante.
– Quer continuar ou parar? – perguntei.
– Nosso filho precisa descansar amor. – ela respondeu, fazendo carinho no meu rosto.
– Tudo bem, olha desculpa ta é que deuses não se cansam e sei lá fica estranho porque eu não sei quando você chega ao ápice. – falei e me joguei do lado dela.
– Tudo bem amor. – me confortou com um selinho.
– Ah sei lá, é tudo novo pra mim eu tenho 18 anos perdi minha virgindade tem apenas um mês, não sei direito como levar ou fazer essas coisas direito. – falei corando. – E às vezes eu tenho medo de você, sei lá, não gostar... eu me sinto inseguro.
Annabeth deu um sorriso lindo.
– Esse é meu Percy, eu te amo seu bobo e sempre vou gostar de você, ou melhor amar, e você é ótimo na cama
– Sabia que eu te amo muito e acho que a cada dia amo mais. – sorri feito bobo e passei o meu braço ao seu redor.
– Eu também querido. – replicou se aconchegando em meus braços
– Você acha que é menino ou menina? – perguntei olhando para a barriga dela.
– Menino. – disse convicta.
– Quantos filhos a gente vai ter? – perguntei sorrindo em pensar talvez no futuro.
– Já quer mais? – inquiriu rindo.
– Eh quem sabe uns 15 ou 20. – falei rindo.
– É um time de futebol, é? – replico também rindo.
– Não me importa quantos serão só me importa é estar sempre do seu lado e do lado do nosso filho. – falei sorrindo.
– Por isso eu escolhi você. – ela falou sorrindo e me deu um selinho. Eu sorri.
– Quem sabe mais dois. – falei rindo.
– Tá de bom tamanho. – concordou.
– Nossa nem percebi que eu quebrei quase todo o chalé olha a situação da cama. – falei olhando ao redor e rindo.
– Valeu a pena. – rebateu se divertindo com a situação.
– Eh. Eu tenho a impressão que a gente ainda vai ter muitas noites assim. – comentei sorrindo.
– Espero que sim. – disse me beijando.
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