Notas iniciais
nao nos matem gente tamo mo ocupadas esses ultimos dias, fora que pra mim (vivi) surgiu novas chances, torçam por mim, tenho uma noticia eu to escrevendo um livro o nome dele e Diarios de Uma adolescente...assim que ele tiver pronto vou me afiliar com varios sites e vou por ele pra voces fazerem do downloads, legal ne fora que eu vou fazer um video sobre ele e a proxima temporada da fic acompanhem as noticias...

Três Dias Depois...

POV Nico

Nos últimos dias eu tenho passado no meu chalé trancado. A Thalia, o Percy e a Annabeth vem me visitar e trazer comida. Eles tem sido grandes amigos pra mim.

O Percy às vezes vem aqui e fica conversando comigo, nós sempre falamos da Sarah, também né eu fico perguntando. A Thalia vem todos os dias e vem conversar comigo acabo desabafando com ela e ela sempre me abraça e diz que tudo vai ficar bem. A Annabeth sempre me anima tipo fala que eu não posso desistir do amor, que eu tenho que lutar.

– Nico. – Thalia entrou no chalé sem cerimonia. – Vem vamos ta na hora de você sair dai. – ela falou me cutucando. Eu estava sentado na minha cama com a cabeça baixa.

– Thalia eu sinto muito, mas não quero ver ninguém. – falei cabisbaixo.

– Bom, então você pode continuar de cabeça baixa enquanto a coisinha aqui irmã daquele Deus ali que dorme no chalé do pai dele fala com você. – disse Thalia brincalhona me fazendo dar um leve sorriso.

Eu não havia entendido nada do que ela estava falando. Mas o mínimo sorriso que eu dei desapareceu por completo quando levantei a cabeça e vi Sarah sorrindo timidamente ao lado de Thalia, esta sorria um sorriso que eu posso classificar como muito malicioso. Agora eu entendi o que ela queria dizer com a frase confusa dela.

– Estou vendo que já estou sobrando aqui. Até. – disse Thalia ainda sorrindo e cochichou alguma coisa no ouvido de Sarah, que há deixou um pouco corada, e saiu do meu chalé fechando a porta.

Sarah e eu ficamos apenas encarando um ao outro. Eu não sabia o que falar para ela. Eu fui um tremendo idiota aquele dia, nem merecia mais a amizade dela depois do que eu fiz.

– Me desculpa. – falou Sarah timidamente, me fazendo encara-la assustado e confuso. Assustado porque ela me pegou de surpresa com esse pedido e confuso porque eu não fazia ideia do que ela estava falando. – Eu não devia ter feito aquilo, não era da minha conta se você e a Claire...

– Não. – falei rapidamente ficando de pé e chegando perto dela. – Eu fui o idiota. Tudo é culpa minha. Totalmente minha.

– Nico, não é assim. Eu que não...

– Sempre foi minha culpa. – falei interrompendo ela. Me sentindo decepcionado comigo mesmo. – Eu fiz tudo errado. Pensei que tudo que eu fiz fosse te deixar feliz, mas vi que pisei na bola um monte de vezes e te fiz chorar em vez de te fazer sorrir. Fiz você ficar triste quando deveria te deixar radiante de felicidade...

– Nico, para. – disse Sarah segurando em meus ombros me fazendo parar de andar. Eu nem tinha reparado que estava andando confusamente pelo meu chalé. – Isso não é sua culpa. Eu não sabia que o que eu sentia por você fosse assim...

– Assim? – perguntei incentivando olhando para ela quando ela parou de repente de falar.

– Assim , sei lá, é muito confuso e você sabe que eu odeio ficar confusa. – disse Sarah batendo o pé no chão e cruzou os braços fazendo um bico lindo.

– Sei muito bem que odeia. – falei sorrindo de canto, era impossível não sorrir vendo a Sarah assim, é tão linda.

– Argh, quer saber. – disse ela jogando os braços para o alto como quem se rende. – Eu achei que gostava do Dylan, poderia dizer até que o amava, mas ai quando finalmente estou com ele sinto que esta tudo errado, que esta faltando alguma coisa e fico confusa.

Sarah andava de um lado para o outro no meu chalé fazendo caras e bocas, muito lindas por sinal, enquanto falava. Resolvi ficar quieto e deixa-la falar, eu sabia como era bom desabafar com alguém que não seja com você mesmo e sua consciência.

– Dai eu vejo você e Claire e me sinto mal, com vontade de chorar que eu nem se quer poderia imaginar que sentiria isso. – os olhos de Sarah estavam marejados e ver isso me fez sentir um aperto enorme no peito. – Quando eu ouvi o que você e a Claire fizeram, eu senti tudo em minha volta desabar.

Sarah simplesmente se calou e sentou na minha cama colocando suas mãos em seu rosto escondendo ele de mim. Por impulso me sentei ao seu lado e a abracei protetoramente, eu odiava a ver chorando.

– Eu não quero me sentir mais confusa. – disse ela, sua voz saiu abafada por ainda estar com as mãos no rosto.

– E eu quero ter certeza. – falei decidido me afastando dela e tomando suas mãos com as minhas a tirando de seu rosto a fazendo me olhar. – Eu preciso fazer isso, jogar tudo na mesa e ver no que vai dar para no futuro não me arrepender da minha escolha.

– Nico, o que você quer dizer com isso? – perguntou Sarah, sua voz saiu tremula quando me aproximei mais dela.

– Quero dizer que vamos deixar de nós sentir confusos e culpados pelo que estamos sentindo. – sussurrei, meu rosto rente ao dela.


POV Percy

Annabeth e eu tínhamos acabado de voltar do refeitório. ela entrou no banheiro e tomou um banho e saiu de la vestida de roupao.Nico como sempre nos últimos dias não havia aparecido, mas o que era estranho é que hoje Sarah também não apareceu. Até perguntei para a Thalia, mas ela só disse que mais tarde falaria comigo e que agora não era o momento. Tive que deixar a historia de lado. Uma hora eu descobriria o que estava acontecendo.

Desliguei o chuveiro e peguei uma toalha para me secar. Eu queria poder ajudar o Nico de alguma forma, mas eu não sabia como.

Respirei fundo e coloquei uma cueca box vermelha antes de sair do banheiro. Vou ter que conversar com a Thalia e a Annabeth, as duas e o Nico vivem conversando. Vamos ter que ajuda-lo.

– Percy, Amor? – ouvi a voz de Annabeth soando sedutoramente quando sai do banheiro.

– Hum? – perguntei olhando pra ela.

– Tenho uma surpresa para você. – Annabeth sorriu sensual, me chamando com o dedo indicador. Ela estava deitada na nossa cama vestindo um ropão.

– Surpresa? – perguntei arqueando uma sobrancelha. Ela se levanta da cama e vem até mim sorrindo.

– Sim, exclusivamente sua. – respondeu fazendo um beicinho.

– Fala amor. – falei abraçando sua cintura e a puxando para mais perto de mim e distribui beijos pelo seu pescoço. – Qual é essa surpresa? – perguntei malicioso.

– Não é uma surpresa verbal, amor. – sussurrou manhosa.

– Sabia que a senhorita ta me deixando loco? – perguntei com a voz rouca.

– Ah é? – Annabeth alisou meu tórax e mordiscou meu ombro.

– Sim e ta me provocando. – falei sem ar.
– Eu? Nem um pouco querido. – Annabeth traçou meus lábios com o dedo delicado e mordeu meu lábio inferior.

– Você me deixa loco sabia? – falei a puxando pela cintura colando nossos corpos mais ainda.

– Isso é bom ou ruim, senhor Perseu? – sua voz rouca me arrepiou por completo.

– Bom, muito bom. – falei sorrindo malicioso e a beijei com paixão e desejo.

Nos separamos pela maldita necessidade de ar. Annabeth tinha os lábios vermelhos, contornando um sorriso maroto.

– O que você quer de mim Chase? – perguntei com a voz rouca perto do seu ouvido.

– Só você, amor, apenas isso. – respondeu mordiscando meu pescoço

– Deuses que mulher é essa. – falei sentindo meu corpo se arrepiar e com rapidez tiro o roupão dela revelando a camisola azul extremamente sexy que estava usando. – U-A-U.

– Gostou, ou prefere que eu troque? – perguntou Annabeth sorrindo maliciosamente

– Amei. – sorri malicioso e aprende contra a parede a beijando.– Eu também tenho minhas artimanhas amor, – falei com a voz rouca de desejo.

– E quais seriam? – perguntou baixinho, a voz entrecortada, o que tornava tudo mais sexy ainda.

– Acho que nesse momento quem ta mandando é você, então deixaremos isso pra daqui a pouco. – falei com a voz sex e a beijei passando a mão direita na coxa dela.

Ela suspirou com a minha caricia e passou as mãos delicadas no meu abdômen.

– Vem comigo. – falei pegando ela no colo e a coloquei na cama.

– Porque isso não me surpreende, hein?! – questionou com a voz divertida.

– Porque digamos que aqui e mais confortável do que na parede. – falei rindo e a beijei.

Annabeth riu da minha fala e correspondeu ao beijo com todo amor e desejo. Desci o beijo pelo seu pescoço e distribui beijos em seu pescoço e dei uma mordida de leve na sua orelha. Annabeth arfou e isso me fez sorrir abertamente. Desci distribui beijos da sua canela ate a barra da camisola.

– Eu te amo tanto.

– É reciproco, cabeça de algas. – replicou em um tom carinhoso. Eu sorri com isso.

– Como você pode querer um cara como eu? Nem sei o que e reciproco. – ri com a minha própria fala. Annabeth riu gostosamente.

– Quer dizer que eu sinto o mesmo por você. – disse ela divertida.

– Adoro a sua risada sabidinha. – falei e a beijei, encaixando a coxa dela em volta da minha cintura passando a mão . Ela fechou os olhos e apertou as pernas ainda mais. Annabeth gemeu baixinho.
Apenas beijei de leve, arrancando um gemido rouco da minha amada, beijei o seu decote e acariciei sua coxa interna.

– Já falei que você é uma deusa? – perguntei dando uma mordida de leve na sua orelha.

– Semi-deusa Percy. – corrigiu divertida

– Mas pra mim é uma deusa, você é mais linda do que a Afrodite. – sorri. – E pergunta: Ate na cama você vai me corrigir?

– Eu sempre vou corrigir você cabeça de algas. –ela deu uma risadinha linda.

– Sou eu que vou comandar as coisas aqui? – perguntei com um olhar desafiador para Annabeth.

– Você não comanda nada aqui, meu amor. –ela girou nossos corpos, ficando por cima, e travou suas pernas na minha cintura, e desceu os lábios até meu pescoço.

– Annie. –gemi.

– Eu te avisei. – ela mordeu meu pescoço e desceu os lábios distribuindo beijos pelo meu tórax e meu ombro esquerdo, e depois voltou a minha boca.

– Uau onde aprendeu a ser tão sexy quando quer? – perguntei com a voz rouca.

– Filhas de Atena já nascem sabendo. – sussurrou no meu ouvido, em um tom sensual e provocativo

–Deuses. – gemi

– Já está se rendendo querido? – provocou mordendo meu lábio inferior e puxando de leve.

– Nunca querida. – falei a puxando mais pra meu encontro.

– Não é o que parece. – ela me beijou com voracidade.

– Ah eh? Pois saiba que vai precisar de mais pra eu me render. – falei a desafiando.

– Não duvide de mim. – Annabeth retirou sua própria camisola me deixando totalmente hipnotizado.

– Você é linda, mas ainda assim eu resisto. – falei.

– Veremos. – Annabeth encostou seus seios no meu tórax e beijou meu pescoço, pegando minha mão e colocando sobre o próprio seio.

– Eu... eu ainda resisto. – falei gaguejando e respirando ofegante. Como ela me deixa loco.

– Percy, Percy. – disse pausadamente e descendo minha mão para sua barriga lisinha.

– Eu. – falei sorrindo apenas tentando me segurar, pois já estava muito excitado.

– Você o que? – provocou.

– Eu to bem. – falei respirando ofegante.

– Não parece, seu pulso está acelerado, sua respiração está ofegante e você está suando frio, amor. – disse didaticamente. Isso me deixou louco.

– Sou teimoso demais pra isso. – falei dando uma piscadela pra ela. Vamos entrar no seu joguinho Annabeth.

– Isso eu concordo querido. – ela falou rindo.

– Só que tem uma coisa querida. – falei subindo a minha mão por seu seio. – Eu sei jogar esse jogo. – falei com a voz sex.

– Será? – questionou. – Mostre o que sabe amor

Eu inverti nossas posições, ficando por cima dela e abocanhei novamente o seio dela só que dessa vez o direito e massageei o esquerdo. Annabeth gemeu de prazer, e eu sorri. Penetrei um dedo nela.

– Diz o que você quer amor? – sussurrei no seu ouvido rouco de desejo.

– Eu quero você. –ela gemeu. Eu penetrei o segundo dedo.

– Diz mais alto amor. – falei e dei uma mordida de leve no seu lábio inferior.

– Eu quero você – aumentou o tom da voz, eu penetrei o terceiro e comecei a movimentar.

– Diz mais alto amor. – falei com a voz rouca cheia de desejo.

– Eu quero você e sei que me quer também. – ela falou me provocando.

Retirei os dedos dela e numa super velocidade estávamos na mesa nos beijando.

– Gostou do meu poder? – perguntei e a beijei.

– Amei. – ela falou rindo maliciosa.

Eu a beijei com voracidade e desejo, numa super velocidade ela estava prensa na parede e eu distribuindo beijos da boca dela ate a barriga.

– Percy. – gemeu meu nome

A beijei e já estávamos novamente na cama, eu já estava sem a boxer, e a beijei.

– Você me quer? – falei distribuindo beijos pelo seu corpo.

– Quero. – sussurrou e completou. – Agora.

Eu a penetrei e a beijei. Comecei a me movimentar de vagar. Annabeth gemia meu nome a toda hora ,minha mão entrelaçou na dela e eu fui mais fundo na penetração. Aquele desejo que a gente sentia um pelo outro, o amor, estava falando mais alto naquele momento.

– Eu te amo. – murmurou roucamente.

– Eu também eu. – falei com a voz rouca no seu ouvido e distribui beijos pelo seu pescoço.

Estávamos quase chegando ao ápice, quando ela soltou um gemido bem alto. Minhas mãos foram pra cabeceira da cama e acabou quebrando. Annabeth gemeu, mas um gemido de dor, o que me deixou preocupado.

– O que foi? Te machuquei? – perguntei e fiquei parado dentro dela.

– Não. – murmurou sorrindo.

– Se eu te machucar me fala ta? – perguntei preocupado.

– Sim, meu amor. – respondeu.

Eu sorri e a beijei. Voltei a me movimentar só que dessa vez com mais cuidado. Seus gemidos roucos me deixaram completamente extasiado de prazer, suas unhas me arranhando tudo estava me deixando mais excitado, o interessante de deuses e que eles não se cansam fácil. eu a beijei demoradamente.

Mas semideuses cansam, Annabeth já estava chegando ao seu ápice, acelerei mais dessa vez nossos gemidos se misturaram. Eu abafei o grito de Annie ao colar nossos lábios.

– Esta cansada? – perguntei.

– Um pouco. – ela respondeu respirando ofegante.

– Quer continuar ou parar? – perguntei.

– Nosso filho precisa descansar amor. – ela respondeu, fazendo carinho no meu rosto.

– Tudo bem, olha desculpa ta é que deuses não se cansam e sei lá fica estranho porque eu não sei quando você chega ao ápice. – falei e me joguei do lado dela.

– Tudo bem amor. – me confortou com um selinho.

– Ah sei lá, é tudo novo pra mim eu tenho 18 anos perdi minha virgindade tem apenas um mês, não sei direito como levar ou fazer essas coisas direito. – falei corando. – E às vezes eu tenho medo de você, sei lá, não gostar... eu me sinto inseguro.

Annabeth deu um sorriso lindo.

– Esse é meu Percy, eu te amo seu bobo e sempre vou gostar de você, ou melhor amar, e você é ótimo na cama

– Sabia que eu te amo muito e acho que a cada dia amo mais. – sorri feito bobo e passei o meu braço ao seu redor.

– Eu também querido. – replicou se aconchegando em meus braços

– Você acha que é menino ou menina? – perguntei olhando para a barriga dela.

– Menino. – disse convicta.

– Quantos filhos a gente vai ter? – perguntei sorrindo em pensar talvez no futuro.

– Já quer mais? – inquiriu rindo.

– Eh quem sabe uns 15 ou 20. – falei rindo.

– É um time de futebol, é? – replico também rindo.

– Não me importa quantos serão só me importa é estar sempre do seu lado e do lado do nosso filho. – falei sorrindo.

– Por isso eu escolhi você. – ela falou sorrindo e me deu um selinho. Eu sorri.

– Quem sabe mais dois. – falei rindo.

– Tá de bom tamanho. – concordou.

– Nossa nem percebi que eu quebrei quase todo o chalé olha a situação da cama. – falei olhando ao redor e rindo.

– Valeu a pena. – rebateu se divertindo com a situação.

– Eh. Eu tenho a impressão que a gente ainda vai ter muitas noites assim. – comentei sorrindo.

– Espero que sim. – disse me beijando.

Notas finais
bjs gente so mais uns capitulos com voces u.u