Life Of a God - The First Season
40 Capítulo 41
Notas iniciais
mais ta ai o proximo capitulo...
POV Percy
Aquela dor era insuportável, me corroía por dentro. Cai no chão fraco, minha visão estava embaçada, via tudo distorcido. Não conseguia ouvir direito, só escutei o grito da Annabeth.
– Não! – ela gritou, sua voz embargada, parecia que ela estava chorando.
Mesmo com minha visão embaçada vi quando Prometeu soltou Annabeth e ela veio correndo em minha direção.
– Percy. – ela falou chorando e se ajoelhou ao meu lado. Eu sorri fraco.
– Eu te amo tanto. Quero que você saiba que tudo o que a gente viveu foi lindo, que você é uma mulher maravilhosa... – falei com a voz fraca. Eu sabia que não conseguiria resistir.
– Não, você prometeu que não iria me deixar. – ela falou chorando.
– Eu te amo. – foi a ultima coisa que eu disse antes da minha visão escurecer.
Quando dei por mim estava em um lugar lindo e de repente apareceu umas pessoas. Não conseguia diferenciar elas, as coisas ainda estava um pouco confusas.
– Onde eu estou? – perguntei e notei que eu ainda estava com os ferimentos.
– Você esta em algum lugar jovem herói, – uma voz feminina, mas firme soou.
– Eu morri? – perguntei confuso, não me lembrava disto no Mundo inferior, poderia estar no Elísio, ou sei lá.
– Talvez. Percy, me escute. Meu nome é Gaia, você tem que proteger o seu filho, ele e a chave pra tudo. – Gaia falou.
– Mas como eu posso protege-lo? Eu não posso fazer mais nada. – falei com a voz embargada, foi quando eu comecei a ouvir vozes na minha cabeça.
– Percy, volta por favor. – era a voz da Annabeth, ela estava chorando.
– Ele esta morto, Annabeth. – escutei a voz Do Apolo.
– Va herói, ela precisa de você e você precisa dela. – Gaia falou, foi quando uma luz forte apareceu me segando.
Eu acordei, respirando ofegantemente. Annabeth me abraçou fortemente chorando. Retribui o abraço e me afastei um pouco dela para olhar em seus olhos.
– Eu te amo. – falei e a beijei.
– Também te amo muito. – ela disse.
– Seus ferimentos curaram! – Thalia falou espantada. Eu assenti olhando ao redor todas as lutas tinha parado e todos estavam olhando para mim e para Annabeth. Vi que a espada criada pelos Titãs estava perto de mim
– Não da pra explicar agora. – falei e me levantei sem dificuldades me sentindo muito bem.
– Seu moleque, como ousa se levantar. – Japeto falou com raiva.
Rolei para o lado pegando a espada criada pelos titãs e apenas a enfie bem no coração de Japeto quando ele avançou para cima de mim.
POV Annabeth
– Apolo, por favor! – gritei chorando. Apolo tentou varias vezes com os seus poderes divinos fazer Percy reviver, mas ele não estava conseguindo.
Poseidon avançou para cima de Japeto e tirou a espada criada pelos titãs da sua mão a jogando para longe deles e ela caiu perto de Percy e de min. Poseidon apenas jogou o Japeto num arvore.
– Percy, volta por favor. – eu disse chorando.
Aquela dor que eu sentia por dentro de mim era insuportável. Meu coração estava tão apertado no peito que achei que não aguentaria mais.
– Ele esta morto Annabeth. – Apolo disse desistindo de reanima-lo e foi quando Percy acordou respirando ofegante. Não me conti e eu o abracei fortemente no qual ele retribuiu e depois ele se afastou um pouco de mim me olhando nos olhos.
– Eu te amo. – ele disse antes de me beijar.
– Também te amo muito. – eu disse. Minha felicidade era indescritível ou ser e sentir que ele estava vivo e ao meu lado.
– Seus ferimentos curaram! – Thalia falou espantada. Ele assentiu e olhou ao redor, mas eu só me importava com ele. Pior eu tinha notado, mas como ele se curou e reviveu?
– Não da pra explicar agora. – ele disse e se levantou.
– Seu moleque como ousa se levantar. – Japeto falou com raiva
Percy rolou para o lado pegando a espada criada pelos Titãs e apenas enfiou no coração de Japeto quando ele avançou para cima dele fazendo Japeto pegar fogo e virar cinzas.
A Minha mãe veio para o meu lado e me abraçou com força.
– Cadê a Circe? – perguntei curiosa querendo saber o que a minha mãe fez com aquela vadia metida a feiticeira. Sim, eu odeio aquela Circe.
– Eu mandei ela para o tártaro. – minha mãe falou com um sorriso maroto e eu sorri.
Os monstros começaram a fugir. Prometeu foi encurralado pelo Nico, pela Thalia e por Apolo que os estava impossibilitando de desaparecer.
– Acabou tudo! – Percy gritou com a voz no som de vitória. Todos comemoraram e o outro Titã apenas desapareceu.
– Bom trabalho Annabeth. – Poseidon disse sorrindo.
– Obrigado Senhor. – falei devolvendo o sorriso.
– Não precisa me chamar de senhor, já que vou ser o seu padrasto. – Poseidon deu um sorriso maroto e uma piscadela para a minha mãe a fazendo corar.
– Vocês estão juntos? – perguntei de boca aberta, mas eu sempre soube que os dois se amavam só era muito cabeças duras para assumirem.
– Sim. – minha mãe falou e Poseidon a beijou.
Eu sorri. Era bom ver que eles estavam juntos e se entendendo. Percy veio na minha direção e me abraçou fortemente, me fazendo tirar os pés do chão e me beijou.
– Bom trabalho crianças, mas porque não nos contou que Annabeth estava gravida? – Quiron perguntou chegando perto da gente junto com o senhor D.
– Digamos que eu gosto de segredos. – eu disse sorrindo fazendo eu, Percy, minha mãe, Poseidon, Nico, Thalia, Quiron, e o senhor D. rirmos.
– E quanto ao Prometeu, qual será o castigo dele? – Thalia perguntou.
– Simples, ele vai para o mundo inferior. Lá Hades vai cuidar bem dele. – Poseidon disse sorrindo de canto.
– Bem, me desculpem, mas eu vou roubar a Annabeth. – Percy disse sorrindo e me pegou no colo fazendo os outros rirem.
– Ahhh para Percy. – falei sorrindo.
– Não. – ele falou divertido e nos levou em direção à ala dos chalés.
Vários meio-sangues, sátiros, ninfas estavam fazendo alguma coisa. Ajudando os feridos, resumindo, limpando toda a bagunça que ficou depois da luta.
Percy entrou no chalé de Poseidon. Ele me colocou no chão e pegou uma caixinha de veludo que estava dentro da gaveta da cômoda dele e se ajoelhou na minha frente.
– Annabeth Chase, você aceita se casar comigo? – ele perguntou sorrindo e eu sorri. Eu não podia estar mais feliz.
– Sim. – falei e ele me envolveu em seus braços, me abraçando fortemente e me beijou. Ele colocou o anel no meu dedo e sorriu.
– Vamos nos casar depois que o nosso filho nascer, ok? – perguntei e ele apenas sorrindo.
– Eu espero o tempo que for preciso. – ele falou e eu puxei ele para mais perto de mim o beijando com todo o meu amor.
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