Life Isnt a Word, Is a Felling

20 Capítulo 16. Can't Control


Capítulo 16. Can\'t Control

Zacky POV

Coloquei o meu colete preto desapertado sobre a minha camisa branca, e dei um jeito ao cabelo. Estava quase a chegar a hora dos prémios, e a vivenda parecia não chegar para tanta gente.

Penteei (ou melhor, despenteei) o meu cabelo, e fui ter com Syn.

- A Jo? – Perguntei-lhe.

- Está com a Anne. – Respondeu-me enquanto se vestia. – Reparaste no Matt?

- O que tem o Matt? – Perguntei.

Nos últimos tempos, não tinha muito com a banda.

- Ele e a Anne, aqui há ali coisa. – Disse rindo-se.

- A sério?

- Parece que sim. Mas ele está preocupado com a idade da miúda.

Gemi por dentro. Também era algo que me preocupava, e muito.

- Pois. – Respondi com a voz tremula.

Syn olhou-me desconfiado.

- Bem, a minha Juliet é que isso não vai acontecer não é? – Disse, com um sorriso, colocando o braço por cima do meu ombro. – Tu estás aqui para protege-la.

- Claro. – Respondi, sem focar directamente Syn.

- Eu sei que posso contar sempre contigo. – Confirmou, ao meu ouvido.

Afastei-me de Syn, e sentei sobre a cama do seu quarto. Syn deu um último jeito no cabelo, e moveu-se até à porta.

- Vens?

- Já vou. – Respondi.

Syn saiu, deixando sozinho no mesmo quarto onde já estivera com Juliet.

Eu não podia trair Syn daquela forma, não depois de tudo o que ele tinha feito por mim. E comer a filha dele, era a pior traição que eu lhe podia fazer. Porém, eu amava a Juliet.

Sentia-me um cobarde, um inútil. Como é que eu não me controlei?

A Juliet tinha crescido, e se tornado incrivelmente bela. E eu não aguentava mais sem poder tê-la. Havia um ano desde que não conseguia olhar para ela sem quer beijá-la, um ano a resistir-lhe. E cada dia era mais difícil, com ela sempre a falar naquele Thomas.

- Zacky?

- Hum? – Olhei para a porta, procurando quem me tinha chamado.

Não podia acreditar no que eu estava a ver. Aquela não podia ser ela.

Juliet entrou dentro do quarto, e fechou a porta. Caminhou para mim, sobre uns sapatos de altos enormes, que faziam com que as suas pernas ficassem ainda mais delineadas. Pernas, estas que estavam a nu. E o tronco, estava coberto por um vestido justo e minúsculo vermelho e preto, que apenas a cobria do peito até ao inicio das coxas, e que salientado o seu peito firme.

Senti o meu queixo cair completamente, enquanto ela se aproximava, como se dançado, com os largos cachos do seu cabelo castanho batendo-lhe nas costas, e finalmente chegou junto de mim. Ela sentou-se sobre mim, e as minhas mãos agarrando nas suas coxas.

- Juliet, estás me provocar. – Disse, entre dentes.

Ela não respondeu. Apenas me beijou intensamente, cruzando a sua língua na minha, ao mesmo tempo, que puxava as minhas mãos para os seus seios. Acariciei-os, começando a sentir que não queria que aquilo parasse por ali.

Ela soltou-se ligeiramente de mim, e caiu sobre a cama, deitando-se. Coloquei-me por cima dela, beijando o seu pescoço, e deixando cair a minha mão até ao seu íntimo.

Juliet suspirou, e senti-me ainda mais tenso. Não havia forma de controlar-me, mas eu não o podia fazer. Soltei-a, e caminhei até à porta.

- Zacky, por favor. Para quê tanto controlo? – Juliet estava sentada sobre a cama, olhando-me seriamente.

Mesmo não estando a sorrir, ela estava incrivelmente bela.

Aproximei-me de novo dela, e ela voltou a sorrir. Cheguei junto ao seu rosto, beijando-a.

- É isso que queres?

Juliet não me respondeu. Atirou-me para cima da cama, e despertou as minhas calças.

Eu sabia que o que estava a fazer era irracional, cruel. Mas eu não podia evitar mais, era o que sempre desejara.

Coloquei-me sobre Juliet, e deixei que o meu membro entrasse sobre ela. Ouvia a gemer pelo meu nome, e beijei-a. Tinha sido perfeito.

- Eu amo-te Juliet. – Sussurrei-lhe ao ouvido.