Life Is a Pokeball
4 A Partida
– Posso fica com a Great Ball?
- É claro — Carvalho sorri largamente -A pokebola já reconheceu o dna do pikachu, o pokemon é seu — Entrega a esfera de volta
Com a esfera na mão e sorrindo, Ash diz ao Professor:
- Obrigado!
- Espere Ash, leve isso com você — O professor procura algo em suas coisas e volta com uma pequena maquina que parecia um celular fino.
- O que é isso? — Ash pergunta
- É uma pokeagenda. Ela vai armazenar os dados que conseguir sobre os pokemons e também vai lhe dar os dados sobre pokemons que já temos. Ela também funciona como celular, mas você só va conseguir se comunicar com o laborartorio.
Ash, assim como o Gary, você será um dos meus pesquisadores de campo, eu estarei lhe pagando uma quantia mensal, não vai ser muito, mas já ajuda a não passar fome, hehe!
- Serio? — Ash sorri empolgado — Não vou passar fome, nem ter que comer casca de arvores?AAEEEE! Eu estava morrendo de medo disso!
- Eí, o dinheiro não é muito, você vai ter que racionar
- Tá, tá, eu sei.
- Além do mais, se não me mostrar bons resultados, vou ter que cortar o dinheiro.
Ash engole seco.
- Ok.
- Apesar de tudo, isso não vai ser moleza, tome cuidado.
- Tá
- E não saia dessa região de Pallet sem pelomenos mais um pokemon
- Tá bom
O professor sorri e diz:
- Tudo bem então, vai lá
Ash sai correndo para fora do laboratorio. Carvalho se volta para Muray, este lhe pergunta:
- Era esse paraz que você disse ser apaixonado por pokemons que tinha um grande futuro?
- Sim — Carvalho responde
- Eu esperava alguém mais...Maduro
- Ele é bem précoce na verdade, Muray. Dá idade dele eu nem me preocupva com tudo isso.
- Mas acho que você deposita muita fé nele professor, só temos duas bolsas.
- Talvez seja favoritismo da minha parte...
- Além disso, tenho certeza que ouvi ele dizer que bateu no pikachu...Onde está a ética de um treinador pokemon?
- Muray, se você, ou qualquer outro treinador estivesse no lugar dele, não bateria no pokemon. Porque?
- Por causa da ética de um treinador, nunca devemos bater em pokemons.
- Porque?
- Porque é anti-ético — Muray diz começando a se constranger
- As pessoas não fazem isso porque se julgam superiores, porque acham que são os donos da razão, assim como um adulto não bate em uma criança. Claro que existem pessoas perversas, mas no caso dele, ele apenas vê o pokemon como um igual.
- Não seria mais uma ação óbvia de uma criança frente ao perigo?
- Não no caso dele, sabendo do perigo que o pikachu poderia causar, ainda sim, ele resolveu lhe enfrentar. Parece algo simples, mas como se trata dele, eu sei que não é.
Enquanto isso. Ash ia para sua casa alegremente até lembrar que....
- Caaara. Isso vai ser um saco quando eu contar para minha mãe que resolvi ser um treinador pokemon
Ash entra em casa, sua mãe o esperava na sala, ela diz quando o vê:
- O almoço vai esfriar — A mãe de Ash era um bela mulher de cabelo castanho cumprido, ela havia trinta anos, mas sua aparencia era de um pouco mais nova e ainda tinha um belo corpo em forma. Ash não era nada parecido com ela.
- A é? Hehe....Mãe....eu tenho alguma lhe dizer...
Olhando com certa curiosidade para o filho, ela responde:
- Pois diga meu filho
Ash escondia a pokebola atrás das costas, desconcertado ele fala:
- Acontece que... Eu decide... Ser um treinador de Pokemons...
Olhando fixo para o filho, ela diz:
- Então era isso. Pelo tempo que demorou achei que não ia mais...
- Como assim? até você Mamãe! — Ash se espanta
- Qual é a surpresa meu filho? Des de criança você só sabe falar em pokemons e na nossa vizInha May
- Shhhhh! Não diga isso mãe, que vergonha! — Ash olha pela janela da sala para se sertificar que May não estava do lado de fora — Isso quer dizer que a senhora não vai me impedir?
- Claro que não filho. Eu não quero ficar entre você e seu objetivo.
- Isso é serio? eu posso ir de boa?
- Claro que sim. — A Mãe de Ash sorri
- AAAEEE! Nem acredito! — Ash vibra com as duas mãos já mostrando a pokebola
- Mas querido, essas não são minhas luvas de lavar louça?
- Ah... é....
- Eu ainda perguntei se você tinha visto — A mãe dele diz irritando-se
- Desculpa — O rapaz de cabisbaixo
- Coloque já aonde você as achou!
- Tá bom... Mais eu ainda posso ser um treinador pokemon?
- Pode sim filho, se você devolver minhas luvas
Ash almoça com sua mãe, tempo em que ela diz centenas de coisas para ele tormar cuidado, depois ele se arruma em quanto ela arruma sua muchila. Ash coloca luvas verdes, Calça jeans, tenis branco com detalhes verdes, camisa preta com jaqueta cavada azul por cima. Cinturão especial de treinador pokemons que ele havia comprado ano passado(com seis anexadores de bolas), então ele estava pronto.
A Mãe de Ash vem com uma muchila verde escuro, na lateral da muchila havia uma garrafinha d'água, ela dizia:
- Olha filho, coloquei três compressores ai dentro (compressor era um aparelho com a mesma tecnologia da pokebola, só que servia para armazer objetos) Um com roupas, outra com comida e o outro tem uma barraquinha, umas panelas, álcool...
- Tá mãe, eu confio na senhora...
- Na lateral tá o compressor d'água, armazena 10 litros. Sempre que tiver a chance de abastecer....
- Eu sei mãe...
- Olha aqui o seu cartão bancario, tem uma poupança que fiz para você, deve ter uns 3 mil zeni. Para usar é só colocar o dedão aqui no cartão e passar na maquina, a senha é seu primeiro nome mais a sua data de aniversario.
- OK Mãe, valeu! — Estou rico, era o que ele pensava
A Mãe dele lhe dá um beijo na testa e em quanto arrumava seu bagunçado cabelo ela dizia:
- Tem um manual de como monta a barraca no compresor, coloquei um celular também, me liga toda a noite...
- Mãe! qual é? toda a noite? Não pode ser uma vez por semana?
- Tudo bem, seu insensivel! Mas não deixa de me ligar! Espera aí que tá faltando uma coisa ainda — Ela entra dentro da casa
- Mãe? qual é? quero partir antes do anoitecer! — Ash diz ancioso(ainda eram duas horas de tarde)
Ela retorna com uma caixa de aluminio, de aproximadamente 20 cm, Na embalagem dizia "Pokebolas". Ela entraga a ele.
- São pokebolas! — Ash abra a caixa contando seis pokebolas. Elas eram metade branca e metade vermelha, com o butão no meio.
- Eu comprei pra você já tem um tempo
- Valeu Mãe! — Ash abraça sua Mãe- Então vou indo nessa!
- Tudo bem filho
- Espera aí, tô esquecendo algo bem importante — Ash deixa a muchila na porta e vai até seu quarto, lá ele encontra um boné, vermelho, branco, ele o pega e volta.
- Esse boné velho? — A Mãe dele diz quando olha
- É, não dá pra encarar esse sol sem um né? — Ash coloca o boné — Até Mãe! — Ash pega sua muchila e segue viajem
- Até meu filho!
" Eu queria me despedir da May, mas depois do que eu disse, não tenho coragem". Ash pensava olhando a casa de May.
Antes de cruzar a saida da cidade, Ash ajusta suas seis pokebolas na cintura e permanece adimirando a Pokebola-G na mão.Na saida da cidade, Ash se surpreende quando vê May lá.
- Ma-May!
- Oi Ash! — A garota sorri fazendo Ash se derreter. Ela estava com um longo vestido azul, decotado
- Vovô me contou que você iria partir
- Ah foi? haha! — O rapaz diz sem graça, ele se controlava para não ficar olhando o decote a toda hora
- Eu só vim dizer boa sorte — A garota se aproxima
" Não pode ser! Ela vai me beijar! Tirei a sorte grande". Pensando isso Ash fecha os olhos e faz um biquinho, mas a garota lhe dá um abraço forte, o que também não foi ruim para Ash
- Tome cuidado — A garota diz
- Pode deixar — Ash diz um pouco mais confiante.
Ela o larga e dá tchau, ele fica hipnotizado até perceber que tem que ir embora, então sai para fora da cidade.
" Se fosse um pouquinho mais velho! Que droga!". Ele pensa irritado em relação a sua idade e a da May.
Na porta da casa de Ash, sua mãe chorava, aos soluços. Professor Carvalho se aproxima dela, serio. Então ele pergunta:
- Contou a ele?
- Não...snif...Não tive coragem...
- Eu não a culpo, Delia, deve ter sido dificil para você ver-lo partir. Foi dificil para mim contar ao Gary também...Até hoje a May não sabe
- As vezes eu fico pensando — Delia chora ainda mais — E se acontecer a mesma coisa?
- Não vai acontecer Delia — Professor abraça a mulher consolando-a — Não vai acontecer
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