Life Is Unexpected
24 Sagrada Trindade
Notas iniciais
Até lá embaixo ;@
Quinn P.O.V
Claro que eu aguardava ansiosa o nascimento da minha filha, minha pequena Beth (Puck é apaixonado pelo Kiss). Claro que eu estava ansiosa para Rachel parir Catherine e Santana, Lilian. O que ninguém esperava era que as TRÊS QUISESSEM NASCER JUNTAS!
Santana P.O.V
Madre de Dios, ainda bem que eu estava apagada quando o Leo nasceu. COMO ESSA POHA DÓI!
_ Eu vou te matar Puck, arrancar seu pau e dar pro Sirius comer! – berrava Quinn, a cada contração.
Os três desgraçados/papais estavam encolhidos no canto, assustados. Quando Anna nasceu, só Finn estava presente. E Rachel não xingava tant... E POHA, TÁ DOENDO ISSO AQUI VELHO!
Rachel P.O.V
*censura da fic não permite exprimir os pensamentos da personagem
Narrador P.O.V
Como as personagens estão sem condições de narrar, assumirei por hora. No quarto, haviam encaixado as três camas e a obstetra analisava quem seria a primeira a dar a luz. A “sortuda” foi Quinn.
_ Hoje de manhã estava lendo Nárnia, quietinha na minha cama. Agora estou aqui, com um filhote de elefante querendo sair de mim. Elizabeth é melhor você ser um doce de menina, ou lhe sento a cinta! – resmungava Quinn, enquanto ia para a sala de parto.
_ Nossa amor, desse jeito nossa filha vai querer ficar ai. – disse Puck, rindo nervosamente, a uma distância segura da cama da esposa.
_ CAAAAAALA A BOCA SEU BOSTA! – berrou ela, agarrando o colchão em meio a contração, enquanto ele se encolhia – VOU LHE SENTAR A MÃO SE VOCÊ VIER AQUI! OU MELHOR, VENHA JÁ!
Ele se aproximou tremendo e ela apanhou sua mão, metendo os dentes até ele chorar (o.O Quinn deu alok).
_ AAAAAAAIIIIIII! – berrou ele, trazendo a mão para junto do corpo e vendo o sangue – POHA QUINN, SEM CANIBALISMO. TÁ DOENDO!
_ SÉRIO QUE VOCÊ QUER FALAR EM DOR? – berrou Quinn, agarrando-o pela gola da camiseta.
Ele se limitou a deixar a enfermeira enfaixar sua mão, enquanto dava a outra para Quinn esmagar durante as vezes que empurrava.
Ali perto, três menininhas estavam sentadas sob uma prateleira, balançando as perninhas e observando a cena.
_ É quase hora de eu ir. – disse uma delas.
_ É melhor se apressar! – disse a loirinha ao seu lado – Sua mamãe já tá no limite dela.
_ Tá bom Ally! – disse a primeira, flutuando para o chão.
_ Me chame de Catherine, Beth. – disse a segunda – É assim que atenderei agora.
A primeira assentiu, enquanto acenava, despedindo-se. Logo sumiu no ar, ao mesmo tempo em que o grito mais alto de Quinn cruzou o ar, mesclando-se ao choro da menina que acabava de nascer.
Quinn caiu deitada, ainda segurando a mão de Puck, enquanto ele beijava seu rosto, as lágrimas de ambos se mesclando, enquanto a médica erguia a menina coberta de sangue para que eles pudessem ver.
_ Quer cortar o cordão papai? – perguntou a enfermeira e o rapaz se aproximou tremendo, cortando no local indicado.
A médica limpou a menina rapidamente e a enrolou numa manta rosa, colocando deitada nos braços de Quinn.
A loira mais velha abriu um sorriso gigantesco admirando a filha, e só conseguiu sussurrar oi, enquanto chorava. (N/A: eu chorei lembrando do parto da Beth de verdade. MALDITO RYAN, PORQUE DEU A BETH PARA SHELBY?).
Puck se aproximou e com o dedo indicador, segurou a mão da filha, que ainda olhava a mãe. Os olhinhos eram verdes como os do pai e os poucos cabelos, loiros como os da mãe. O rapaz se ajoelhou, ficando na altura do rosto da esposa e da filha.
_ Bem vinda, anjinho apressado. – sussurrou ele, enquanto a mulher ria e a filha o olhava.
_ Doutora, a Evans está pronta para dar a luz. – disse uma enfermeira entrando. A médica tirou a roupa cirúrgica que usava, e saiu, enquanto Quinn falava.
_ Olha meu amor... A Lilian tá chegando.
Na sala ao lado, a clima era o mesmo de guerra de minutos antes na sala de Quinn. A diferença, era um menininho assustado, agarrado no pescoço do pai.
_Maldito día, dondequiera que esté caliente que te dejó me por un nuevo embarazo Evans! – gritava Santana, chorando de dor.
_ Se o senhor quiser se aproximar... – disse a médica entrando – Já está quase na hora.
_ Precisa não doutora, a distância aqui tá segura para nós dois! – disse o rapaz, apontando o filho.
_ SAMUEL EVANS, AQUI AGORA! – gritou a latina e ele se aproximou. Fechou a mão, cerrou os dentes e deu a mão para ela, sufocando o grito de dor com o aperto.
_ Papai, você tá me machucando. – reclamou Leo e Sam viu que apertava o filho, enquanto suportava o aperto na mão. Colocou o menino sentado ao lado da mãe, que respirava entre as contrações.
_ Muito bem sra. Evans, mais alguns empurrões e essa menininha sai. – disse a enfermeira.
_ Menininha? COM ESSE TAMANHO TODO PODIA SER FILHA DE UM MAMUTE! – berrou a mulher e Sam franziu a testa.
_ Você ta me chamando de mamute porque eu tenho pau grande?
_ Se não calar a boca, perde o pau! – rosnou a mulher – Agora deixa eu esmagar sua mão, porque a mamutizinha quer sair daqui.
Foram precisos mais três empurrões. No carrinho de instrumentos ali do lado, duas menininhas observavam a cena, sendo observadas por Leo.
_ Vai Lilian, ta na hora! – disse Catherine e a menininha evaporou no ar. A loirinha olhou para Leo sorrindo e acenou com a mãozinha, antes de sumir também. Um momento depois, o choro de Lilian cortou o ar.
_ Pronto mamãe, sua mamutizinha nasceu! – brincou a médica, limpando a menina e deitando sobre Santana. Ela e Sam choravam, enquanto beijavam a menininha, e Leo a olhava intrigado. Sam pegou a tesoura e, junto de Leo, cortou o cordão umbilical.
_ Fala oi pra sua irmãzinha filho. – disse Sam e o menino beijou o rostinho da irmã.
_ Oi Lily. – e virou-se para a médica – A Catherine ta nascendo.
Todos o olharam surpreso e quando Sam ia perguntar algo, a porta se abriu.
_ Doutora, a menina Hudson já coroou. – disse a enfermeira, enquanto ouviam Rachel gritar.
A medica saiu correndo, enquanto os pais olhavam admirados o filho, entretido em brincar com a mão da irmãzinha.
Na sala ao lado, Anabella de um lado da cama, e Finn do outro, seguravam a mão de Rachel, que empurrava sem intervalos. A médica nem ao menos trocou a roupa cirúrgica. Apenas pôs novas luvas e sentou em frente a morena. Dois empurrões depois, Catherine gritava a plenos pulmões, para o completo encantamento de sua irmã e emoção de seus pais.
_ Oi Cat, — disse a irmã, quando Finn a sentou na cama para juntos cortarem o cordão umbilical – bem vinda ao mundo.
E ficaram ali, os três envolvidos pela menininha, que eles não sabiam, mas os tinha escolhido por um grande motivo.
Rachel P.O.V
Quando me levaram de volta para o quarto, as outras duas já estavam lá. Beth era loirinha como Quinn, de olhos verdes como Puck. Lilian era a cópia perfeita de Santana. E minha Catherine era a mistura perfeita entre eu e o Finn: olhos, sorriso e nariz iguais aos dele, cabelos iguais aos meus.
Ann corria eufórica entre a cama da madrinha e da tia, maravilhada com as novas priminhas. Mesmo com mais de seis anos, as reações são as mesmas de quando tinha três. Depois de muito pular, ela quis pegar as meninas, e sentou-se na cama de Quinn, que lhe deu Beth, enquanto Sam colocava Lilian do outro lado.
_ Tia Rach... – chamou Leo, subindo na cadeira e sentando ao meu lado – Posso pegar a Cat?
Eu assenti sorrindo e a coloquei com cuidado no colinho dele. Ele a olhou maravilhado, e eu vi Sam e Santana trocando um olhar que não entendi. Não até o momento em que ele beijou o rosto dela e disse:
_ Senti sua falta.
Notas finais
Bejinhos e até o capítulo final.
Fale com o autor