Life Hates Me.
17 you're such a pervert
Notas iniciais
velho, no word eu já to quase terminando a fic.... e tipo aqui, eu ainda estou....... nesse capítulo, k ISSO É MUITO ESTRANHO, MAS BOM.... MAIS DRAMAS P VIDA DA POBRE LISA aoskaoskaoskaosa
– Justin... – olhei para o lado e ele me interrompeu.
– Justin nada! Minha melhor amiga disse que eu beijo mal!– Não disse isso! – falei indignada.– Hum, então admite que beijo bem pra caralho! – fez pose de vitorioso.– Ah esquece! – bufei. Depois pagamos a conta e saímos, bateu uma brisa gelada e tremi naturalmente. Justin passou um braço sobre meus ombros e me aconchegou. E fomos andando assim, tinham umas lojas abertas e fomos olhar. Ao invés de irmos embora. ~ JUSTIN POV ON.Tinha uma loja de doces e a gorda da Lisa quis entrar, mas para ser sincero, era tentadora. Eu poderia passar um dia lá e comer tudo. Compramos uns doces e saímos. Continuamos andando pelas ruas, vendo tudo. Ela estava com frio então me senti na liberdade de passar o braço em seus ombros e a aproximar de mim, só pra passar calor corporal, sabe como é. Passamos por uma loja, se é que se chama assim, é mais para turistas que precisam de informações. Parece que era 24h e uma mulher saiu de lá xingando e dizendo o quanto eles atendiam mal e não a ajudavam. Estávamos passando em frente quando ela saiu.– Com licença. Nós paramos e a fitamos, senti a Lisa dar uma mexida meio nervosa.– Ér... Sim? – respondi.– Vocês podem me ajudar a dizer, onde fica este endereço?– Ah sim... – soltei-me da Lisa e fui ao lado da mulher para ler o pequeno papel em sua mão. – Espera, esse endereço é a... – olhei para Lisa. Antes que eu terminasse, ela me deu uma cotovelada. Gemi com dor.– Desculpe? – nos olhou confusa. Passei a direção completa, disse aonde virar e tudo mais. Senti orgulho da minha descrição para ser sincero. Depois que a ajudei, me agradeceu e saiu dizendo coisas sobre como adolescentes são mais uteis que uma empresa própria para informações e etc.– Lisa? – olhei meio indignado e ela fitava o chão.– Hum?– Era o endereço da sua casa! – insisti mais confuso ainda. Ela levantou o rosto e vi seus olhos brilharem e uma lágrima escorrer. Não entendi, mas por impulso a puxei e ela deitou sua cabeça em meu peito. Acariciava seus cabelos quando entendi e resolvi confirmar:– Era sua mãe, certo? Ela apenas assentiu enquanto estava deitada, então senti seus braços irem para as minhas costas e apertarem um abraço mais firme. Então disse para irmos embora. E ela se afastou.– TÁ DOIDO? E IR ENCONTRAR COM ELA? – era horrível vê-la assim. Ela estava vermelha e chorando, mas seu ódio era forte.– É sua mãe! Não a vê desde os 5, não é?– Uma mulher que não consegue reconhecer a própria filha, não é considerada minha mãe! – se virou.– Lisa... Dá uma chance! – a segurei pelo braço. Ela começou a explicar o quanto nada no mundo ia fazê-la ir para casa, então procurou um banco da pracinha e se sentou. Aproximei e ajoelhei na sua frente, ela estava de cabeça baixa e com as duas mãos apoiadas sobre o joelho. Começou a insinuar de ligar para Nicole para dormir na casa dela, só enquanto “aquela mulher” estivesse na cidade. Eu sentia que ela queria ver a mãe, mas era marrenta demais. – Dorme em casa! Ela me olhou como se fosse uma pegadinha e deu uma risada sem humor.– Até parece! – revirou os olhos.– Porque não? Porque sou um menino? – fiz careta. — Lisa cresce, por favor! Pareceu resistir, mas depois aceitou. Insinuei de irmos e ela resistiu, quis ficar mais um pouco e tentar pensar se ia fazer isso mesmo. Ela é muito insegura. Depois de mais ou menos uma hora lá, fomos para o carro e dirigi meio devagar para poder observá-la que só estava apoiada na janela e fingia estar dormindo para não falar mais nada.~ LISA POV ON. Chegamos na casa do Justin e desci, não sei com que cara ia falar com a mãe dele. Talvez ela nem estivesse acordada. Mas quando o Justin abriu a porta, ela estava sentada no sofá vendo as notícias. Toda fofa de pijama e pantufa.– Justin? – se levantou do sofá e veio até nós. Ele entrou em casa com indiferença e me puxou.– Mãe, ela vai dormir aqui hoje beleza?– No quarto de hóspedes! – alertou.– Claro mãe... – revirou os olhos. – Desculpe, e-eu não queria t-transtornar a sua vida é só q-que... – me interrompeu. – Tudo bem querida, imagine! Vamos, eu vou arrumar tudo direitinho. Pattie. É, ela é uma fofa. Eu a ajudei a fazer minha cama e depois ela insistiu em que eu tomasse banho aqui. Fiquei preocupada por causa de roupa e tudo mais, mas ela disse que me daria algum pijama. Entrei no banheiro e não me dei ao luxo de demorar, a água batia no meu corpo e escorria. Fiquei assim só um tempinho, teria ficado mais, mas não era minha casa. Quando sai um medo tomou conta de mim. Eu esqueci de pegar a roupa com a Pattie! Porra, o que faço agora? Velho, sou muito anta mesmo! Quem entra no banheiro sem roupa quando está na casa do melhor amigo? Não teve jeito, me enrolei na toalha e sai com esperança da mãe do Justin estar ai fora segurando roupas para mim. Sai e fui de leve para o quarto de hóspedes e nada, sem roupa, sem Pattie. Fui pelos corredores e o quarto que era o de Pattie estava de portas fechadas. Me ferrei! Segurei a toalha firme e tímida e fui para o quarto do Justin. Ele estava sentado na cama seminu – sou exagerada, lê-se cueca. Estávamos numa situação constrangedora. Apareci na porta e quando vi a cena me virei.– Põe uma calça garoto! – falei de costas pra ele.
– Olha quem fala! – riu. – Cadê a roupa?– Sua mãe ia me dar, mas sumiu! – Que bom... – falou baixo e riu.– Oi? – Você aí sem roupa na minha frente, só uma toalha impedindo! – me virei pra ele, ele estava em pé mordendo o lábio inferior. Só ri. – Socorro! – ri. – Tenho que aguentar suas cantadas, se é que dá pra chamar assim. Ele riu.– Enfim, não funcionou. – foi para o armário e me jogou uma blusa extra grande e um short. Então lá fui eu colocar meu pijama chic. E deitei, nem fui falar com o babaca pervertido. Comecei a rolar de um lado e para outro, por um momento eu tinha esquecido o negócio lá da “minha mãe”, mas tudo voltou e eu não consegui dormir. Fiquei uma hora e meia revirando na cama, decidi mexer no celular. E velho, não liguei para o meu pai! Pois é, agora ele me mata e nossa situação estava até melhorando. Mandei uma mensagem para a Rachel.“Rachel desculpa, mas pode avisar para o meu pai que estou dormindo na casa de uma amiga? Brigada!” Não sei se avisar ela era melhor ou pior do que ouvir as broncas do meu pai. Mas eu acabei enviando. E depois nada mais tinha pra fazer no celular. Levantei e fui de leve para o quarto do besta. Ele estava deitado ainda de cueca mexendo no Iphone. Quando apareci na porta ele me olhou.– Não consigo dormir. – fiz bico.
Notas finais
beijinhosssss e pfvr comentem o que estão achando, parecem fantasmas... credo! SEI QUE ESTÃO AÍ, hahahaha EU VEJO
Fale com o autor