Liberty- One Shots
91 Capítulo 92- Klaus & Hayley.
Notas iniciais

POV Misto. (Klaus e Hayley.)
Cheguei no meu escritório e subi direto, estava um calor horrível na rua, desvantagem de morar em Los Angeles. Mas nasci e cresci aqui, não mudaria. Só quando fui fazer um estagio depois da faculdade fui para NY e Londres, por causa disso meus irmãos me perturbam que tenho sotaque. Bem, entrei na minha sala e pedi a minha secretária algumas pastas de casos a estudar e pedi que quando Hayley chegasse me avisasse. Quem é ela? A minha assistente, mas que está cada dia mais perfeita e estou pensando seriamente em chamar para ser minha sócia. Tivemos algumas aulas juntos na universidade, até nos pegamos algumas vezes, mas o curso acabou e eu fui para estágios, ela seguiu com os dela. A um ano ela se candidatou a vaga e não pensei duas vezes em aceitar ela. Temos um bom relacionamento e por vezes acho que ainda rola alguma coisa entre a gente. Estava distraído lendo um documento quando a porta abriu.- Você sempre entrando sem avisar.- Sorri, já sabendo que era ela.
— Você nunca estará fazendo nada de inapropriado mesmo.- Disse.
— Nunca se sabe.- Disse.
— Eu sei.- Disse.
— E ai? Como foi a audiência?- Ela estava num caso difícil.
— Normal.- Disse.
— Ganhou?- Perguntei.
— Como se esse tipo de caso fosse de ganhar ou perder. É só uma “reunião” formal. Nem Júri tem.- Disse.
Ri.— Você deveria entrar para a advocacia de vez, é muito boa para ser só assistente.
— Não tenho um bom currículo ainda.- Disse.
— Por isso vou segura-la aqui até ter.- Disse.
— Você não pode me segurar.- Disse.
— Ah, posso e você sabe disso.- Sorri.- Muito bem.- Recostei na cadeira.
Sorri.- Você se acha muito macho, né? Mas não é a metade do que acha.
— Como não!?- Questionei.
— O que ouviu, Nik.- Debochei do apelido dele.
Me levantei.- Hayley Marshall, está duvidando do que eu seria capaz.- Tomei a frente dela, a prendendo contra mesa.
— Eu duvido que você tenha a capacidade de me domar. Nunca conseguiu.- Disse.
— Domar? Isso parece interessante.- Disse.
— Você poderia sair da minha frente?- Perguntei.
— Não.- Disse.
— Não é?- Perguntei.
— Não.- Tirei o cabelo que estava no rosto dela.
— Não venha com esse charminho, Klaus.- Tirei a mão dele.- Eu estou com Jackson.
— O que? Com aquele bunda mole?- Questionei.
— Ele não tem nada de bunda mole. Nada é mole na verdade.- Disse.
— Largue aquele palerma Hayley.- Disse.
— Você não manda em mim.- Disse.
— Você quer estar onde está agora.- Me aproximei mais dela, nos deixando colados.
Ri.- Klaus, por favor, ambos sabemos que somos o oposto do que queremos. Você gosta de mulher fofa, romântica e que vai sempre seguir suas ordens. E sou o tipo de mulher que sou o oposto disso. E eu procuro um homem, que quando eu estiver sendo eu, me pegue literalmente de jeito e me bote na “linha”. E você não é assim. Você é fofo, carinhoso, gentil... Merece alguém assim.- Me soltei dele.
— Então está só passando tempo com Jackson já que está "procurando um homem". E quanto ao que disse; não sou mais aquele garoto da faculdade Hayley.- Disse.
— Só faz um ano que se formou Klaus. Não se ache tão adulto assim.- Disse.
A peguei pelo braço.- E você não ache que me conhece tanto.
— Conheço o suficiente.- Disse.
A puxei contra mim.- Será?
O olhei.- Sim.
— Não mesmo.- A beijei.
O afastei.- Eu sou tudo, menos uma vadia traidora!
— Então se livre daquele babaca.- Disse.
— E porque faria isso?- Perguntei.
— Porque você não me afastou por não me querer.- A beijei de novo. Eu sabia que ela sentia algo por mim, o difícil era fazer ela demostrar isso.
O afastei de novo.- Para com isso! Do nada hoje você resolveu ficar revivendo o passado? A anos somos só amigos, me deixa em paz!- Sai dali.
POV Klaus.
Suspirei. Ela podia falar o que quisesse, mas sabia que ela me queria também. Eu não vou desistir, ela vai ser minha. Terminei meu expediente e fui para casa, antes de abrir a porta já podia ouvir o barulho. Ri e entrei.- Está tendo uma festa aqui é?
— Seus irmãos.- Amara disse.
— E seus litlle girl 1.- Eu chamo assim para não me perder.
Elena bufou.- Eles são loucos.
— Katherine nem parece nossa irmã gêmea.- Tatia disse.
— Vai Kath.- Kol ria com ela dançando.
— É que você são paradas demais, ela deve ter vindo com a gente e se atrasou. Triplo K.- Kai disse.
— Nossa, obrigada pelo amor de vocês.- Amara disse.
— A gente só sabe o limite do ridículo.- Elena disse.
— Ela deve ter vindo com um neurônio a menos, então com certeza é gêmea de vocês.- Tatia disse.
— Hey!- Katherine exclamou.
Kol pulou no sofá.- Ah é? Neurônio a menos?
— É sim!- Tatia disse.
— É?- Kol começou a fazer cosquinha nela.
— Kol! Para!- Tatia ria.
Rebekah apareceu na escada.- Alguém estuda nessa casa, sabia!? Calem a maldita boca!
— Ui, falou a senhora universitária.- Kai disse.
— Vocês também estão na faculdade e ficam na média porque não estudam.- Rebekah disse.
Freya chegou em casa.- O que é essa bagunça?
— As crianças estão se divertindo.- Passei o braço pelos ombros dela.
Freya suspirou.- A gente vem para casa para descansar e encontra isso.
— Santo Deus, Kol! Você vai me matar de tanto rir. Alguém me ajuda por favor?- Tatia questionou.
— Lembra quando era só nós? Época tão boa.- Disse.
— Nem me fale.- Freya disse.
— Eu ajudo.- Kai foi até lá.- A fazer mais.
— Kai!- Tatia exclamou.
— Como podem ter gêmeos e depois quadrigêmeos? Ainda me pergunto isso.- Disse.
— O papai é fera.- Ela sorriu.
O pai desceu a escada.- Que bagunça é essa? Voltaram a ser pequenos.
— Pai, eles estão me maltratando.- Tatia fez bico.
— O que estão fazendo com a minha bebê?- Ele questionou.
— Nada, ela disse que eu era sem neurônio.- Kol disse.
Tatia se levantou, se abraçando no pai.- Eles são maus comigo, papai.
— Tatia, correr para ele não vale.- Kai disse.
— Vai ser pior depois.- Kol disse.
— Meninos não perturbem suas irmãs assim.- Ele disse.
— Eu sou a única aqui que acha essas três umas bebês choronas?- Katherine questionou.
— Falou a garota que chora com Titanic.- Amara disse.
— Filme mais besta para chorar.- Elena disse.
— Você também é uma bebê Katherine. Todas quatro são.- Ele disse.
— Não sou não!- Katherine disse.
Freya suspirou e riu.- Vou tomar banho e vou ir encontrar o Dean.
— Em dia de semana? Não pode senhorita Freya.- Kol disse.
— Sou maior de idade amorzinho.- Freya deu um selinho nele.- Se comportem.
— Isso nunca.- Ri e também subi. Tomei um banho e pensei em Hayley. Será que ela tinha se livrado do Jackson? Ele era segurança lá do prédio em que ficava o escritório. Mandei uma mensagem para ela pelo Whatsapp.
— O que?- Ela questionou.
— Pensou no que eu disse? Em hoje?- Questionei.
— Já disse para me deixar em paz.- Ela disse.
— Não irei até você ser minha. Eu perdi muito tempo achando que podia deixar sendo só amizade, mas o beijo hoje provou isso.- Disse.
— Klaus... Não venha com essa.- Ela disse.
— Essa o que?- Questionei.
— Esquece. Eu vou sair. Até amanha.- Ela disse.
— Não vá.- Disse.
— Vou ir em um bar sim e quem é você para me dizer algo?- Ela questionou.
— Onde é?- Perguntei.
— Não é da sua conta.- Ela disse.
— Me diz!- Disse.
— Você é temperamental até no whatsapp.- Ela disse.
— Fale de uma vez.- Disse.
— No Juice’s.- Ela falou.
— Te encontrarei lá.- Disse.
— Ok.- Ela disse.
Mandei um audio.- Obrigado querida. Nos vemos daqui a pouco.- Ri e mandei.
— Vai se foder, Nik.- Ela mandou um áudio também.
— Olha a boca. Vou calar ela com a minha.- Disse.
— Engraçadinho.- Ela disse.
— Eu sei.- Disse.
— Tchau.- Ela disse.
— Tchau.- Disse.
Troquei de roupa e desci.
— Hey, está indo onde?- Kai perguntou.
— Sair.- Disse.
— Para onde?- Katherine perguntou.
— Nada que vocês possam ir.- Disse.
— Eu posso.- Kol disse.
— Adoro o proibido.- Katherine disse.
Kol olhou para a escada.- Mãe, a Kath quer ir escondido com o Nik.
— Katherine, sossega seu faixo ai. Você é menor de idade por mais quatro anos.- A mãe disse.
Kath suspirou.- Minha vida é uma chatice.
— Mas eu vou.- Kai disse.
— Não mesmo. Nenhum dos dois.- Mikael disse.
— Bem feito.- Kath disse.
— Não estou gostando da nota de nenhum dos três, então podem ficar quietinhos em casa.- O pai disse.
— Sim, estão péssimas. Porque não vão estudar?- A mãe questionou.
— Vocês deviam ter assistido mais TV, isso sim.- Rebekah descia as escadas.
— Ai você não nasceria também, espertinha.- Kai disse.
— E isso é uma calunia contra mim, minhas notas estão boas.- Kol disse.
— Não tanto quanto deveria. Se acertem ou vão te tirar do time, é o que quer?- Mikael questionou.
— Isso é sério Kol?- Fazia hora para dar tempo de ela chegar lá.
— Não duvido mesmo. Eles só pensam em mulher. Nunca vão tomar jeito.- Rebekah disse.
— Não reclamo disso, eles puxaram a mim.- Ele olhou para a mãe.
— Ai que nojo!- Katherine exclamou.
Rebekah franziu o cenho.- Preferia não presenciar isso.
— Mikael, tem coisas que não se fala na frente das crianças.- Ela disse.
— O que querida? Logo poderemos contar a eles a novidade.- Ele disse.
— Ai meu Deus.- Kai disse.
— Por favor, isso não.- Kol disse.
— É bomba.- Disse.
— O que é?- Katherine perguntou.
— Quando todos estiverem juntos contamos.- Mikael disse.
— Deus, deixa eu ir antes que venha mais um bebê.- Disse.
— Bem, tecnicamente a mamãe é nova. Ela teve Freya com 24.- Rebekah disse.
— Não, nada mais de bebês. É brincadeira né?- Kol questionou.
— Fiquem quietos. Vão ficar curiosos.- Ela disse.
— Eu tô saindo.- Ri.- Boa noite.
— Boa noite.- Kath disse.
POV Misto. (Klaus e Hayley.)
Sai e fui até o bar, estava mais fresco e morávamos perto da praia, então ficava melhor ainda. Cheguei e não a vi, então fiquei no bar, tomando uma cerveja.
Cheguei no bar e do lado que tinha o “show” do garçom com as garrafas.
— Vai querer o que linda?- O garçom perguntou.
— Um drink de morango com vodka e leite condensado.- Disse.
— Para já.- Ele pegou as garrafas e começou a jogar e fazer.
Sorri.- Você é bom.
— Melhor só se ganhar seu telefone.- Ele disse.
— Ela está acompanhada.- Sentei ao lado dela.
— Klaus.- Disse.
— Hayley.- Olhei para o garçom.- Mais uma por favor.
— Ah, no meu coloca uma folha de hortelã, por favor.- Disse.
Ele terminou o dela e entregou.- Aqui linda.
Que intimidade é essa? A olhei.- Você demorou.
— Estava me arrumando.- Bebi do drink.- Hmm... está delicioso.
— Ficou perfeita.- Disse.
Passei a língua nos meus lábios, pegando todo o drink que ficou sobre eles.- Obrigada. Tem morangos ai?
— Para você sim.- Ele disse.
Sorri.- Obrigada.
— Posso provar?- Perguntei.
— Pode.- Dei a ele.
Provei.- Muito bom. Cancela a cerveja e me faz um desse.
— E não esqueça meus morangos.- Disse.
— Vou pegar.- Ele saiu.
— Então; se livrou do molenga?- Questionei.
— Não tenho motivos para terminar com ele.- Disse.
— Tem. Eu.- Disse.
O olhei.- Klaus, você não quis nada comigo.
— Eu viajei e você preferiu que não tivéssemos mais nada.- Disse.
— Porque eu achei que você seria o maldito homem que você diz ser! Eu pensei que você desistiria de tudo por mim, por nós, como eu faria se fosse o caso e você não o fez.- Disse.
— A culpa é só minha? Um ano manteríamos contato e eu viria quando pudesse, você preferiu me largar a me esperar.- Disse.
— Você que se foda então.- Disse.
A puxei pelo braço.- Não somos mais garotos na faculdade. Para com essa pose que sei que não me esqueceu.- Tínhamos ficado colados.
O olhei.- Você não sabe nada de mim.
— Ai que se engana, sei que essa postura defensiva é só proteção e que você não sente nada pelo Jackson, você nunca me disse, mas arriscaria qualquer coisa que ainda me ama.- Disse.
— Me solta.- Disse.
— Não.- Fiz foi a segurar pela cintura contra mim.
O olhei.- Klaus...
— Fique quieta, little fighter.- A beijei.
Não devia, mas acabei retribuindo.
Eu tentei me convencer que não a amava mais, que éramos só amigos, mas eu não conseguia evitar de a querer.
Acariciava seus cabelos.
Minha mão subia pelas costas dela. Merda eu a desejava como antes, a queria, a queria agora.
Descia minha mão pelo abdômen dele e a outra mão acariciava seu pescoço.
— Estou louco de saudade suas, preciso ter você.- Disse no ouvido dela e beijei o pescoço dela.
— Não aqui no meio de todo mundo.- Mordi de leve a orelha dele.
Sorri.- Vem.- A puxei em direção a uns corredores que tinha ali.
— Onde estamos indo?- Perguntei.
Achei uma porta e entrei, era um dos banheiros.- Aqui serve.- Disse a colocando contra a porta.
Sorri.- Acho que nunca transamos em um banheiro de bar.
— Só na biblioteca da universidade.- Disse.
— No seu carro, na mesa da cafeteria quando chegamos cedo demais...- Disse.
— Uma longa história. Tivemos muitos "pegas".- Disse.
Nunca pensei que ele se referir assim ao que tivemos fosse me magoar, mas magoou.- Sim, tivemos mesmo. Muita coisa a contar.
A coloquei em cima do balcão e a olhei.- A melhor época da minha vida foi com você e você não vai me escapar dessa vez.- A beijei, já subindo o vestido dela.
Retribui o beijo e acariciava sua nuca.
Abri os botões que tinha na parte de cima e peguei nos peitos dela. Ah, sempre adorei os peitos dela.
Suspirei ao toque dele e desci minha mão pelo seu abdômen, como a blusa dele não tinha botões, desci direto para sua calça, começando a abrir seu cinto.
Soltei o sutiã dela e o peguei com a boca.- Está mais gostosa amor?
— Bem, não sei. Estou?- Abri a calça dele e o toquei no seu membro.
Apertei os lábios e depois gemi.- Ah sim, está sim.
Sorri e voltei a beija-lo.
Tateei até achar a calcinha dela e a fui tirando, aproveitando e pegando nas coxas dela, depois o fazendo no seu sexo.
Suspirei pesadamente, mas sem deixar de beija-lo.
Puxei, a tirando e me livrei da cueca e a puxei mais para beirada para eu entrar nela.
Minha mão descia pelas costas dele e entre o beijo amarrei meu vestido na cintura para não incomodar.
— Melhor agora.- Sorri e entrei nela. Ah, como era bom aquilo, sentir ela assim.
Gemi e suspirei pesadamente, continuando a beija-lo.
Retribui o beijo e comecei a me movimentar. Tinha ficado com outras pessoas desde que tinha separado dela, mas ninguém me fazia sentir.
Eu sabia que ele não era o homem perfeito para mim, ele é fofo, educado, gentil e carinhoso. Eu não era muito fã de gente fofa, mas eu o amo, fazer o que?
A segurei mais forte pela cintura e aumentei o ritmo, era inevitável gemer, o prazer era por completo.- Você não vai mais embora. Agora é minha.
Sorri e toquei seu rosto, beijando seu pescoço.
Gemi.- Faz isso porque sabe que me excita mais.
Sorri.- Talvez.
— Você não deveria fazer isso.- Ri, indo mais fundo.
Gemi e sorri.- Eu gosto.- Voltei a beija-lo.
Ambos nos entregávamos e não ligávamos se estava fazendo barulho. Me entreguei e me deixei levar até que foi impossível conter o orgasmo, tanto meu quanto dela.
Aos poucos fui parando o beijo.
— Nunca mais vou deixar você.- Beijei o ombro dela.
Sorri e beijei a bochecha dele. Não sabia se acreditava, mas tudo bem.- E você está precisando entrar em forma heim? Essa foi a nossa transa mais calma.
Ri.- Calma?
— Sim.- Disse.
— Na próxima eu compenso, ok? Senhorita, eu adoro sexo selvagem.- Disse.
— Vou pensar sobre essa “próxima”.- Sorri e fechei o sutiã novamente.
— Pensar?- Peguei um papel toalha ali para me limpar. Ok, fomos sem camisinha, mas eu sei que ela toma remédio. Terminei e coloquei a cueca.
— Sim.- Fechei os botões do vestido e peguei minha calcinha, colocando.
Coloquei a calça e terminei de ajeitar.- Você não vai escapar mocinha.- A desci dali.- E não pense que se tentar vai conseguir.
— Não é?- Arrumei meu vestido e fui até o espelho, arrumando meu cabelo.
Segurei ela pela cintura.- Não. Você está certa, eu não lutei por você, mas agora vou.- A virei para mim.- Nunca te esqueci Hay.
— Você não tem obrigação Klaus. Sei que não seria o melhor modelo de namorada, muito menos de esposa. Afinal vivo no mundo sozinha desde dos 14 anos.- Limpei o batom borrado e peguei na bolsa para retocar.
— Eu sei e é uma das coisas que admiro em você. Como conseguiu e está onde está.- Disse.
— Eu só sobrevivi.- Disse.
— E eu sei que vai ser umas das melhores advogadas que esse país já viu.- Disse.
— Acho que não. Muito exagerado. Já fico feliz ganhando dinheiro para sobreviver.- Passei o batom.
Afastei o cabelo dela e beijei sua nuca.- Você é boa no que faz love, acredite nisso.
— Eu acredito.- Disse.
Sorri.- Vem, vamos continuar nossa noite.
— Vamos.- Disse.
Voltamos e peguei uma mesa, e pedi os drinks novamente, acompanhado de uma porção de fritas com bacon. Aquela noite foi uma maravilha e quando a levei em casa, transamos de novo. Eu amava Hayley , tinha certeza disso. No trabalho eu me comportava, mas não a poupava de olhares ou amassos quando estávamos sozinhos. Nos últimos dias achava ela um pouco estranha, até meio pálida, ela sempre foi saudável, mas acabei pedindo que ela fosse num médico. Fui para uma audiência e quando cheguei ela estava na minha sala.- Love e ai foi no médico? Você está bem?
— Estou sim.- Disse.
Suspirei aliviado.- Que bom, estava preocupado.- Botei a pasta na mesa e fui até ela.- E o que era? Algo que comeu?
— Está mais para algo que você comeu.- Disse.
— Eu comi?- Sentei na beirada da mesa na frente dela.
Respirei fundo.- Eu estou grávida.
A olhei.- Como?
— Estou grávida.- Disse.
A olhava enquanto processava aquilo.- Nós... Nós vamos ter um bebê?
— Sim.- Disse.
Sorri.- Mas nós sempre... o bar.- Constatei.
— Provavelmente.- Disse.
— Não importa agora.- A puxei e a beijei.
— Você gostou da notícia?- Perguntei.
— Não que estivesse nos meus planos para agora, só daqui a alguns anos ainda, mas sim. É algo meu, nosso.- Disse.
— Que bom.- Disse.
— Você não?- Perguntei.
— Claro... estou confusa ainda.- Disse.
— Eu sei. Só espero que não seja sobre mim.- Disse.
— De certa forma sim. Como vamos cria-las? Eu na minha casa e você na sua? Você se muda para meu apartamento ou eu para sua casa? Você quer que me mude? Vamos nos casar ou não? Eu continuo trabalhando ou não? O que vamos fazer? Você sabe?- Perguntei.
— Hey.- A fiz olhar para mim.- A primeira coisa que importa; Estou com você e não vou te deixar, nenhum dos dois.- Claro que não ia deixar ela perceber que estava tão nervoso quanto ela, mas as minhas inseguranças eu pensaria depois.
— Ok então.- Disse.
— E não; você não vai mais trabalhar e vamos morar na minha casa, e sim vamos casar com toda pompa que merece.- Disse.
— Hmm...- Percebi o tom de deboche dele e sorri.- Tudo bem.
Sorri.- Ok, acho que o trabalho você decide. Não vou me importar de te ter em casa, acho que vou até gostar de chegar e te ver com o cabelo bagunçado, balançando o carrinho e na beira do fogão.
— Você faz parecer horrível. Melhor ficar trabalhando mesmo. Vou usando roupas largas enquanto isso.- Disse.
Ri.- Agora acho uma boa ficarmos na minha casa, se você aguentar o barulho... Ah meu Deus.
— O que?- Perguntei.
— E se forem dois? Três, quatro!- Exclamei.
— Acho que não. E é melhor eu ficar no meu apartamento mesmo.- Disse.
— Podemos ter uma casa, nossa.- Disse.
— Com o tempo. Vemos isso depois. Afinal ter filho hoje em dia não quer dizer que precisa se juntar ou casar.- Disse.
— Quanto a isso...- Peguei a mão dela.- Eu gostaria de algo mais planejado para fazer. Mas você Hayley Marshall, quer se casar comigo?
— O que?- Perguntei.
— Você quer se casar comigo?- Perguntei.
— Hã... Isso é muito repentino Klaus. Eu... eu amo você...- Ele tinha me pego de surpresa e nunca conseguia me expressar direito nessas situações.
Sorri.- Finalmente admitiu isso. Eu sei love, mas se você não quiser casar para valer agora, ficamos apenas noivos. Vamos morar juntos de qualquer jeito, com papel assinado ou não.
— Eu acho que está tudo muito rápido. Eu vou ficar na minha casa.- Disse.
— Isso é um não.- Disse.
— É melhor eu ir.- Peguei minha bolsa e sai.
POV Klaus.
Suspirei. Meu Deus, eu vou ter um filho. Estava num misto de felicidade e pavor, que nem sabia o que fazer direito. Fui pra casa meio zonzo ainda e me sentei no sofá, colocando minhas mão na cabeça. Senti alguém junto de mim e olhei.- Mãe.
— Dor de cabeça?- Ela perguntou.
— Também.- Disse.
— Quer remédio?- Ela perguntou.
— Depois. Tenho que falar uma coisa.- Disse.
— Fala.- Ela disse.
— Hayley está grávida.- Disse.
— De você?- Ela perguntou.
— Sim.- Disse.
— Oh, isso é estranho... Nunca pensei que ela teria alguma ligação com nós.- Ela disse.
— Você sabe que estava com ela antes de ir para Londres.- Disse.
— Bem, eu achei que estava com ela pelo sexo fácil.- Ela disse.
— Eu a amo!- Exclamei.
— Olha o tom da voz, mocinho. Eu não sou sua namoradinha.- Ela disse.
— Noiva, mulher. Ou não, ela não aceitou quando a pedi.- Disse.
— Niklaus, eu vou te dizer isso como sua mãe e porque te amo; não se case ainda. Você pode se arrepender. Casamento é algo sério. Você pode se apaixonar por outra.- Ela disse.
— Que me apaixonar por outra.- Me levantei e peguei um whisky no bar. Eu já estava nervoso o suficiente, agora estava mais.
— Você nem sabe se esse filho é seu. Eu não confio nessa garota e eu vou querer provas. Se esse filho for seu, eu peço desculpas a ela. Se não for... eu mesmo tiro sangue da cara da fedelha.- Ela disse.
— Você não vai fazer isso.- Disse.
— Ah, eu faço sim. Essa garota é a garota mais fácil que já ouvi falar. Ela transa com qualquer um, onde for... Sabemos boatos sobre ela e você vai sim ver se o filho é seu e fazer exames de doenças sexualmente transmissíveis.- Ela disse.
— Eu não vou pedir nada é absurdo. Eu confio nela e consegui que ela confiasse em mim, não vou trair isso.- Disse.
— Confia é? Porque então que não ficou furioso pelas coisas que falei dela? Acho que você sabe que é verdade.- Ela disse.
— Chega! Eu já estou com muita coisa na cabeça e você está piorando.- Peguei minhas chaves.- E não chegue perto dela com essas acusações, se não seu neto nuca vai pôr os pés nessa casa e nem eu mais!- Sai de lá. Dirigi um pouco e andei pela praia. Peguei o telefone e liguei para ela.
— Alô?- Ela atendeu.
— Hey, está em casa?- Perguntei.
— Sim.- Ela disse.
— Estou indo para ai.- Disse.
— Ok.- Ela disse.
Entrei no carro e fui pra casa dela. Subi e bati na porta.
POV Misto. (Klaus e Hayley.)
Abri a porta.
— Oi.- Disse.
— Oi.- Disse.
A olhei, não tinha duvidas dela. Entrei, já a beijando.
Retribui o beijo.
Fechei a porta e a peguei, a levando para o sofá. Eu já sabia onde era de cor. Tirei meus sapatos e abri o roupão dela.
Acariciava seus cabelos e minha mão descia pelo braço dele.
Beijei ela pelo pescoço e fui descendo, tomando o seu peito. Minhas mãos percorriam a lateral do seu corpo e toquei no seu sexo.
Suspirei ao toque dele e acariciava a lateral do seu pescoço.
Me afastei para tirar a minha calça e a cueca logo. Me posicionei melhor e entrei nela de uma vez.
Voltei a beija-lo e entrelacei meus dedos no cabelo dele. Se eu estivesse grávida e não fosse de Klaus, com certeza eu não transaria com ele. Mas é dele e eu o amo. E prefiro pensar que isso tem mais a ver com o sentimento do que com o corpo, como era antes.
Puxei a perna dela mais para mim e estava certo do que tinha falado. Eu amava ela e não aceitaria que ninguém mais falasse dela.
Acariciava seus cabelos e com a outra mão seu peito.
A olhei.- Não tem problema estarmos fazendo isso né?
Sorri.- Não. Vai ter quando eu estiver com uma barriga enorme.
— Tudo bem.- Voltei a beija-la e aumentei nosso ritmo. Não demoramos a gozar e era cada vez melhor.
Fui parando o beijo aos poucos.
— Eu te amo.- Disse.
— Eu também te amo.- Disse.
— Olha quem está falando isso facilmente agora.- Disse.
— Eu sempre disse facilmente.- Disse.
Sorri e cheguei mais para o lado, ficando junto dela.- Vamos ter problemas.-Toquei o rosto dela.
— Eu sei.- Disse.
— Sabe?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Não me importo, já avisei que não vou tolerar nenhuma ofensa a você.- Disse.
— Tudo bem.- Disse.
— Você vai aceitar fazer algum exame? Eu não preciso.- Disse.
— Exame de que?- Perguntei.
— Meus pais falaram que querem DNA.- Sabia que se minha mãe tinha falado ele iria querer também.
— Oh.- Me sentei no sofá e fechei o roupão.- Eu não tiro a razão deles. Não sou um bom exemplo mesmo.
— Hayley, eu não quero que faça, não precisa. Não vai fazer nada para o ego deles.- Disse.
— Tudo bem. Eu faço. Porque se não for seu, vai ser do Jackson e se for, ele merece saber.- Me levantei.
— O que?- Questionei.
— Quando a gente transou no bar, eu ainda estava com Jackson e você sabe disso. O tempo pode coincidir.- Disse.
Eu estava tão certo que nem tinha pensado nisso.- Esse bebê é meu.- Afirmei e apontei para a barriga dela.
— Espero que sim.- Disse.
Fui até ela.- Posso ficar aqui?
— Pode.- Disse.
— Vou ter que dormir pelado.- Disse.
— Porque?- Perguntei.
— Não tenho roupa aqui.- Disse.
— Ah sim, tudo bem.- Disse.
Olhei ela e a abracei.
— O que foi?- Perguntei.
— Me deu vontade.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— Você não é de abraços né?- Perguntei.
Sorri e toquei seu rosto.- Sou sim seu bobo. Eu sei dar carinho também.
— Que bom, mas com seu temperamento, vou me preparando para os próximos meses.- Disse.
— Pois é.- Disse.
— Vamos tomar banho?- Perguntei.
— Vamos.- Disse.
Passei aquela noite com ela e gostei da sensação que seria a vida com ela. Fui em casa só para me trocar e não estava afim de muito papo. Os dias passaram e ela já estava fazendo dois meses, e eu ajudava ela no que podia, ela tinha enjoos bem ruins, mas era só. A notícia da gravidez dela se espalhou não sei como e num dia que não fiquei com ela, cheguei no prédio e vi Jackson a segurar. Fui direto para lá.
— Me solta.- Disse.
— Esse filho é meu?- Ele perguntou.
— Não sei.- Disse.
— Não sabe? Você tem que saber.- Ele disse.
— Só daqui a dois meses.- Disse.
— Solta ela.- Puxei ele.
— Você vai me manter informado, eu quero saber do meu filho.- Ele disse.
— Você não tem nada para falar com ela, você não tem filho algum!- Exclamei.
— Você vai saber se for filho seu Jackson.- Disse.
— Você não vai me privar de nada.- Jackson disse.
— Não ouse chegar perto dela de novo.- Passei o braço pelo dela e subimos.
Entramos no apartamento.
— Você está bem?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Ele machucou você?- Olhei o braço dela.
— Não.- Disse.
— Vou pedir que o porteiro não o deixe subir.- Disse.
— Eu não quero isso.- Disse.
— Ele não vai ficar perto de você.- Disse.
— Eu decido isso.- Disse.
— Você o quer aqui?- Perguntei.
— Eu não o odeio Klaus.- Disse.
— Eu sim e não quero aquele babaca chegando perto de você.- Disse.
— Ele já tem coisa melhor do que eu.- Disse.
— Isso eu duvido muito.- Disse.
— Eu não.- Disse.
— Vamos ficar na piscina lá de casa? Meus pais estão fora e Elijah está de folga, vai ser divertido. E você pode conhecer a mulher dele. Aurora.- Disse.
— Ok, tudo bem.- Disse.
Sorri.- Ótimo, vamos ver se eu e ele somos bons churrasqueiros.
— Tudo bem. Eu como salada.- Disse.
— Quanta confiança em mim.- Sentei no sofá.
— Prefiro não comer carne de churrasco estando grávida.- Disse.
— Ah sim, tudo bem.- Disse.
— Ok.- Disse.
Ela foi buscar as coisas dela e depois fomos para minha casa. Entramos e pude ouvir o som lá de trás.- Acho que todos os gêmeos decidiram ir também.
— Pois é.- Disse.
Chegamos nos fundos e abri a porta, e estavam todo ali.
— Olha o senhor terninho, todo trabalhado no visual esporte.- Kai disse.
— Pois é.- Katherine disse.
— Hay, lembra quem é quem?- Questionei.
— Katherine é a de cabelo cacheados, Tatia de cabelos compridos até a cintura e com mexas loiras, Elena a com uma mexa rosa e Amara a de cabelo liso.- Disse.
— Ela é boa de memória.- Kol disse.
— Obrigada.- Disse.
— E gostosa. Tira a roupa e vem para cá.- Kol disse.
— Olha o respeito moleque.- Disse.
— Kol! Olha o respeito, ela tá grávida.- Tatia disse.
— O dia que ele souber o que é isso vai nevar aqui.- Elijah disse.
— Qual foi Elijah!- Kol exclamou.
— Verdade.- Amara disse.
— Quem foi para a cozinha?- Perguntei.
— A Freya e a Rebekah.- Kai disse.
— Seja o que Deus quiser.- Kol disse.
— Eu me ofereci, mas não quiseram.- Elena disse.
— Que zona é essa?- Dean questionou.
— Hey Dean.- Disse.
— Zona nenhuma.- Tatia disse.
— Até parece.- Dean disse.
— Dean, essa é a minha namorada, Hayley. Ele é o namorado da Freya.- Disse.
— Prazer.- Disse.
— Sua namorada é bonita Klaus, mas não sei o que ela viu num branquelo assim.- Dean disse.
— Ele é lindo.- Beijei o rosto dele.
— Eu não sei foi o que a minha irmã viu em você, chato.- Disse.
— Vocês são umas crianças.- Katherine disse.
— Sim, senhora adulta. Esse biquíni não está pequeno demais?- Elijah questionou.
— Está.- Disse.
— Estamos em casa.- Katherine disse.
— Mesmo assim mocinha.- Disse.
— Vocês são estranhos.- Katherine disse.
— Somos seus irmãos.- Kai disse.
— E?- Katherine questionou.
— Está no nosso código de irmãos mais velhos.- Kol disse.
— Olha o pirralho se achando.- Disse.
— Pois é.- Elijah disse.
— Porque não se preocupam com suas outras irmãs?- Katherine questionou.
— Porque elas não parecem no cio.- Kai disse.
— Você não sabe de nada, Kai. Eu só transei com o Caleb, que foi meu namorado. Então cala a boca.- Katherine disse.
— Epa epa, vamos parar vocês.- Disse.
— Hayley, não quer adorar eles? Estamos dando.- Elijah disse.
— Não, obrigada.- Disse.
— É uma pena.- Disse.
— Pelo menos ela ia compartilhar as experiências de sexo dela.- Katherine disse.
— Katherine!- Tatia exclamou.
— Sossega o facho ai mocinha.- Disse.
— É sério.- Katherine disse.
— Vai tomar banho Kath. Quer alguma coisa love?- Questionei.
— Não, obrigada.- Disse.
— E comer?- Perguntei.
— Nem tá pronto ainda.- Disse.
— Larga ela Klaus, é só um bebê, não exagera.- Kai disse.
— Que segundo a mamãe nem sabe se é dele.- Katherine disse.
— Katherine! Cala a boca!- Amara exclamou.
A olhei.- Não quero esse comentário aqui, me entendeu?
— Eu falo o que quiser. A boca é minha.- Katherine disse.
— Você não vai querer testar.- Me virei.- Desculpe por isso.
— Tudo bem.- Disse.
— Vou ajudar o Elijah, não demoro.- Disse.
— Ok.- Disse.
A deixei e fui até Elijah.- Ela não está muito confortável.
— Você a trouxe no lugar no qual ela nunca foi bem vinda e quer o que?- Ele questionou.
— As pessoas que desconfiam dela não estão aqui.- Disse.
— Isso não quer dizer nada. Katherine e Rebekah vão falar tudo o que quiserem e o que acham dela, Tatia, Amara e Elena vão se sentir desconfortáveis pelo estilo de vida dela, Freya será indiferente e Kai e Kol... bem, eles serão garotos com hormônios a flor da pele.- Ele disse.
— Quando eu pensei dela aqui com a gente, eu pensei nela feliz por se incluir em algo que a muito tempo ela não tinha.- Disse.
— Ela é diferente.- Ele disse.
— Ela é incrível.- Disse.
— Tudo bem.- Ele disse.
— O outro se aproximou dela hoje.- Disse.
— E?- Ele questionou.
— Ele quer estar perto dela, até o exame.- Disse.
— Normal.- Ele disse.
— Normal? Eu o quero longe dela.- Disse.
— Porque?- Ele perguntou.
— Porque sim ué!- Preparávamos a carne.
— Ok.- Ele disse.
Suspirei e fiquei quieto. Foi um erro ter ido ali, ele estava certo. Ajudei ele a fazer, Dean veio também o que adiantou as coisas e quando estava tudo pronto fomos para mesas. Percebi que só Aurora falava diretamente com Hayley e não a olhava desconfiado, os meninos só brincavam, de certo ponto aquilo me machucava também. Mas foi uma piada de Rebekah que me fez estourar.- Chega!
— O que?- Freya perguntou.
Me levantei.- Vamos Hayley, vamos embora.
— O que?- Perguntei.
— Não vamos ficar ouvindo essa estupidez, vamos.- Disse.
— Que isso Klaus, fica ai, não liga para o que essa retardada fala.- Kol disse.
— Deixa de ser sensível.- Katherine bufou.- Só estamos dizendo que de santa ela não tem nada e você sabe disso. Isso não quer dizer que não gostemos dela. Eu adoro o jeito dela na verdade.
— Eu gosto dela também e mesmo que não seja meu sobrinho de sangue, se você o criar, irei ama-lo do mesmo jeito.- Elena disse.
— Assim como eu.- Tatia disse.
— E eu.- Amara disse.
— Tem certeza que é um só? Podem ser quatro.- Kai disse.
— Corremos esse risco?- Dean perguntou.
— Espero que não.- Freya disse.
— Quer ir?- Perguntei.
— Não, podemos ficar. Como suas irmãs disseram, não sou santa e devia ter vergonha na cara por isso. O irmão de vocês que vai ensinar os bons modos ao bebê.- Disse.
— Então ele vai ser um certinho, chato.- Kol disse.
Sorri e acariciei a mão de Klaus.- Se for uma menina principalmente. Espero que ela puxe tudo dele.
— Considerando a beleza da família, vai sim.- Dean disse.
— Sim. Quero que ela seja linda como o pai. Ou lindo.- Disse.
Olhei para ela.- E vai ser.
— Sim.- Disse.
— Então vamos comer que isso está muito bom.- Kai disse.
— Vamos.- Freya disse.
As coisas acalmaram, mas meu humor não voltou como antes. A tardezinha fomos embora e desejei que esses meses voassem. E para falar a verdade, foi o que aconteceu. Eu sempre ia com ela quando era ultrassom e confesso que fiquei todo bobo quando deu para ouvir o coraçãozinho batendo. A barriga dela começou a aparecer e era engraçado ela reclamando das roupas. Assim que completou o quarto mês marcamos o exame e ela fez. Estava apreensivo e quando ela buscou o resultado preferi o abrir em casa, ou melhor, na casa dela.
— Abre.- Disse.
Abri e comecei a ler. Ah Deus.
— E ai?- Perguntei.
— Eu vou ter um filho.- Disse.
Respirei aliviada.- Graças a Deus.
Sorri.— Eu sabia, sempre soube.
— Fico feliz com isso.- Disse.
Larguei aquele papel e a agarrei.- Agora posso botar aquele babaca para longe de você e esfregar esse resultado na cara de quem duvidou.
Toquei seu rosto.- Sem isso. Sua família te ama e eles tinham razão de duvidar de mim.
— Ah não. Você vai deixar eu fazer isso.- Disse.
— Você vai só anunciar. Nada de se vangloriar.- Disse.
— Nem um pouquinho?- Questionei.
— Nem um pouquinho.- Disse.
— Você é má.- Disse.
— Não é você que está com os peitos estourando no sutiã. Aguente.- Disse.
— Oh, estourando é?- Sorri mais ainda.
— Que sorriso é esse?- Questionei.
— De quem está pensando em se aproveitar muito neles. Mas quero fazer uma coisa antes.- Disse.
— O que?- Perguntei.
Peguei a mão dela e me abaixei.- Pela segunda vez.- Ri.— Quer casar comigo?
Sorri.- Quero.
— Até que fim.- A beijei.
Retribui o beijo.
Sorri e não podia ter ficado mais feliz. Era cedo então depois da nossa comemoração, claro, liguei para casa e marquei um jantar com todos, mas não disse porque. Durante o dia comprei o anel dela e na hora marcada fomos para lá.- Você está linda.- Disse quando desci.
— Obrigada.- Disse.
Entramos e quase todos estavam na sala.- Boa noite.
— Boa noite.- Elena disse.
— Boa noite.- Kol disse.
— Qual o motivo da reunião afinal?- Kai perguntou.
— Queria saber.- Tatia disse.
— Deixe todos descerem.- Disse.
— Ok.- Amara disse.
Ficamos conversando e logo fomos para a mesa.
— Chega de suspense e diga logo Niklaus.- Mikael disse.
— Fala amor.- Disse.
Sorri.— Não é nada que eu não já sabia. Em cinco meses vocês terão mais um bebê vindo aqui. MEU bebê. Quem quiser tiro uma cópia do resultado para conferir.
Esther sorriu.- Parabéns a vocês. Como prometi; devo desculpas a você Hayley, mas tente entender que seu estilo de vida é bastante errado para mim. Mas seja bem vinda a família.
— Obrigada senhora.- Disse.
— Sim e também nos preocupamos com Niklaus, já que sendo como era poderia querer se aproveitar dos sentimentos dele. Mas você vai me dar um neto garota.- Mikael sorriu.- Bem vinda.
— Obrigada.- Disse.
— Agora a outra é que vamos nos casar.- Disse.
— Desculpe, mas não.- Freya disse.
— O que?- Questionei.
— Eu sou a mais velha e não posso ser a ultima a casar, é injusto.- Freya fez bico.- E eu não quero casar ainda. Então sossega seu facho ai.
— Sinto muito love, mas já estou com o anel.- Disse pegando a caixinha.
— Ok então né.- Freya disse.
Peguei a mão da Hayley e abri a caixinha, colocando o anel.
— Eita, quebrou o porquinho.- Kai disse.
— Klaus... Não precisa de tanto.- Disse.
— Ele gosta de ser exagerado.- Elijah disse.
— Eu percebi.- Disse.
— Eu gostei. Bem visível para abusados.- Disse.
Sorri.- E para ladrões. Vou me sentir muito mal se roubarem ele. Mas obrigada amor.- Lhe dei um selinho.
— Espera até ver a aliança.- Disse.
— Vai ser uma luva.- Kai disse.
Ri.- Espero que não. Odeio luvas. E eu gosto das minhas mãos.
— Gracinhas.- Disse.
— Bem, vocês vão morar aqui?- Mikael perguntou.
— Serão bem vindos. Gosto de casa cheia.- Esther disse.
— Ainda estamos vendo isso.- Disse.
— Ok.- Esther disse.
— Podemos comer? Tive treino, estou com fome.- Kol disse.
— Podemos.- Esther disse.
— Finalmente.- Kol disse.
— Acho que fizemos esses meninos na hora de comer.- Mikael disse.
— Mikael!- Esther exclamou.
— Eles só pensam em comida.- Mikael disse.
— Isso é.- Esther disse.
— Eu podia viver sem essa imagem.- Kai disse.
— E pelo jeito o pai ainda é bem ativo e não precisa do temido “remédio azul”.- Katherine disse.
— Katherine!- Esther exclamou.
— Que todos herdamos essa disposição.- Kai disse.
— Mas acho que as meninas não puxaram a mãe nisso.- Kol disse.
— No que?- Rebekah perguntou.
— Na disposição em acompanhar, muito menos essas três.- Kol disse.
— Estão mesmo falando disso na hora da janta?- Perguntei.
— É uma geração sem modos irmão.- Elijah disse.
— Vocês dois poderiam por favor pararem de pegar no pé das suas irmãs? Se elas são diferentes, respeitem e parem de falar coisas que podem as machucar.- Esther disse.
— E quando elas xingam a gente ninguém fala nada né?- Kol questionou.
— Vocês dois são adultos e homens, ajam como tal.- Esther disse.
— Sempre perderemos quando se tratar das anjinhas, conforme-se.- Kai disse.
— E eu achava que quando crescessem ia diminuir o ciúme.- Mikael disse.
— Vão perder na marra. Não criei filhos para serem bebês chorões até os trinta anos.- Esther disse.
— Exatamente, chega disso, ou vou passar a atingir vocês onde dói.- Mikael disse.
Ri.- Xiii.
— Disciplina não é menos amor e vocês devem saber disso. Principalmente que vão ser pais um dia. Disciplina você dá justamente porque ama demais e ao invés de vocês ficarem de clubinho com a Katherine, deviam também dar mais atenção as suas irmãs.- Esther disse.
— Querida, o que acha de botarmos todos num quarto só?- Mikael questionou.
— Acho que eles iriam se matar.- Esther disse.
— Nem pensar pai.- Kol disse.
— Não mesmo.- Kai disse.
— Então parem de às tratar como se fossem menos irmãs de vocês como Kath. Já pensaram se nós três tratassem vocês diferentes por achar vocês pirralhos demais para ficar conosco?- Elijah questionou.
— Ia ter muito chororo.- Disse.
— Deixa, já estamos acostumadas com isso.- Tatia disse.
— Está acabado, espero que tenham entendido.- Mikael disse.
— Deixa pai, deixa eles.- Amara disse.
— Não vão escapar disso.- Mikael disse.
— Bem vinda aos nossos jantares.- Disse.
— Acho que de tédio ninguém morre aqui.- Disse.
— Com certeza não.- Elijah disse.
— Pois é.- Disse.
O jantar continuou mais tranquilo e quando terminou ficamos por lá mesmo. Subimos para meu quarto.- Acho que não tinha vindo aqui.
— Não.- Disse.
— Gostou?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
Me sentei na cama e a olhei.- Gostou do jantar?
— Claro.- Disse.
— Estou mais tranquilo que melhoraram com você.- Disse.
— Ah sim.- Tirei o vestido que usava e coloquei na poltrona. Eu sabia que todos estavam certos. Eu nunca fui uma mulher que os pais iriam querer para o filho, muito menos para criar seus netos. Tinha medo de não saber como cuidar do meu filho. Peguei o creme anti estrias que comprei para prevenir e passava.
— O que foi?- Questionei.
— Vou passar o creme ué.- Disse.
Levantei, indo até o mural que eu tinha ali e peguei uma foto.- Lembra disso?
Sorri.- Lembro.
— Acho que foi nesse dia que me apaixonei.- Disse.
Sorri.— Você é um amor.
— Eu sei que você não gosta muito.- Disse.
— Do que?- Perguntei.
— De quando sou assim.- Disse.
— Já me conformei.- Disse.
— Acho bom.- Passei o braço ao redor dela.
Apenas sorri.
— O que acha da proposta de morar aqui?- Perguntei.
— Acho boa.- Disse.
— Eu também.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Então vamos ficar?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
Sorri e a beijei.- Mal posso esperar para ser minha mulher oficialmente.
Sorri.- Digo o mesmo.
— Vou deixar os preparativos com você então.- Disse.
— Do que?- Perguntei.
— Do casamento.- Disse.
— Ah sim, tudo bem.- Disse.
— E o meu garoto, está bem?- Botei a mão na barriga dela.
Sorri.- Sim.- Comecei a passar o creme na barriga.
— Será mesmo um menino?- Tirei a camisa.
— Será lindo se for como você.- Sorri e passei o creme nos seios.
— Estou gostando de onde essas mãos estão indo.- Disse.
— Deixa de ser assanhado amor.- Sorri.
— Com você impossível.- Disse.
Ri.- Sei.
— Olha que estou pensando em como estrear esse quarto, essa cama.- Disse.
— É, mas eu estou com dor nas costas. Essa barriga tá me matando.- Disse.
— Já?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Quer que eu faça uma massagem?- Perguntei.
— Não posso ficar de bruços amor, mas eu posso te “aliviar” ai se quiser. Sou sua mulher para essas coisas.- Fui no armário dele e peguei uma camisa dele para colocar.
— Estou bem e decidido a ajudar, vem para cá.- Disse.
— Eu não quero massagem. Só um remédio para dor e dormir.- Disse.
— Você pode qualquer um?- Perguntei.
— Acho que sim.- Disse.
— Vou pegar então.- Levantei, indo até o armário do banheiro e pegando um dos que tinha lá.- Pronto.
— Obrigada.- Tomei e fui me deitar.
Tomei um banho e depois me deitei com ela. Nos olhei ali naquele quarto e sim, era o certo, era a minha vida agora. Graças a Deus Hayley não tinha nenhum problema de saúde conforme os meses foram passando, mas eu estava ficando angustiado em pensar como seria "ser pai". Era responsabilidade demais, não sabia se estava preparado. Preferimos deixar o casamento para depois que o bebê nascesse e esse me surpreendeu sendo uma menina. Eu ia ter uma garotinha, agora que fico doido de vez. Ajudava minha mulher no que podia, mas me assustava com seu humor. Uma vez ela chegou a me bater acredita!? Mas também adorava dar carinho quando ela se sentia um tanto para baixo ou ansiosa com o futuro. Ela deixou o trabalho quando estava com 7 meses, eu ficava mais tranquilo assim e ela podia descansar mais. Agora ela já completou os 9 e estávamos em pleno Natal e brincávamos que ela poderia nascer hoje. Tinha ido pegar uma fruta para Hay e quando sentei, senti ela agarrar meu braço.- O que foi?
— Ou eu voltei a ser criança e fiz xixi nas calças ou ela está nascendo.- Disse.
— O que? Agora?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Isso ai sobrinha, ganhei a aposta.- Kol disse.
— Vou pegar a chave e sua bolsa.- Levantei e sai correndo.
— Não corre! Eu estou bem. Acho que vou ir trocar a calcinha pelo menos.- Disse.
— Acho melhor ele não dirigir.- Kai disse.
— Concordo, eu levo vocês.- Mikael disse.
— Eu vou junto.- Esther disse.
— Mandem notícias quando chegarem lá e quando nascer.- Tatia disse.
— Sim, queremos saber tudo.- Elena disse.
— Tá.- Ajudei ela a subir e logo descemos, indo para o hospital. Ela apertou minha mão que quase quebrou.- Ai!
— Desculpe.- Disse.
— Tudo bem. Não dá para ir mais rápido não pai?- Questionei.
— Não precisa.- Disse.
— Sim Klaus, se acalme, parece que é você em parto.- Mikael disse.
— Eu estou bem.- Disse.
— Tá bom.- Não, eu não estava calmo, mas tinha que ficar. Chegamos e ela foi internada, depois de um tempo, me chamaram e fiquei com ela no quarto. Foi uma noite longa, muitas contrações até ela estar pronta. Isso ocorreu quando o dia amanhecia e ai foi rápido até eu ouvir o som que nunca mais esqueceria. Hope nasceu saudável e linda. Quase teve fila para visita, todos queriam vê-la, por mais que não íamos demorar a ir para casa. No outro dia elas foram liberadas e quando chegamos fomos direto ao quarto dela.- Ainda acho que ela devia ficar com a gente.
— Tudo bem, pode ser.- Disse.
Fomos para o nosso quarto e a ajudei a deitar.- Logo vai ter um bando de gente aqui.
— Porque?- Perguntei.
— Querendo ficar com ela.- Afastei a manta um pouco.- Ela parece tão frágil.- Tanto que não tinha a pegado ainda.
— É porque ela é.- Disse.
— Nosso melhor presente de Natal.- Disse.
— Porque não foi você que teve uma dor exorbitante.- Disse.
— Quem disse que não? E a minha mão coitada?- Sorri.- Estou brincando, você foi incrível.
— Que bom, porque a única coisa que você pensa no momento é que vai morrer com tanta dor. Parto não é nada mágico, nada bonito, nada legal, nada fofo. É nojento, fedido e feio.- Disse.
— Mesmo? Porque já estava pensando em termos uns três.- Disse.
— Eu te dou o meu útero e você terá os bebês.- Disse.
Ri e a beijei.- Estou feliz só com essa aqui.- Suspirei.- Assusta, não é? Pensar que ela depende da gente.
Sorri.- Na verdade para mim não. Eu sei que cuidará bem dela.
— Vou fazer o meu melhor.- Disse.
— Eu sei que vai.- Disse.
— Ela é linda.- Ok, eu estava babando, mas é normal não é?
— Igual a você.- Disse.
— Ela tem de você também.- Disse.
— Acho que não.- Disse.
Estava do lado delas e Hayley parecia cansada.- Você tem que descansar.
— Estou sem sono.- Disse.
— Quer me dar ela?- Perguntei.
— Tudo bem.- Passei a ele.
O que senti foi inevitável não sorrir. Tinha uma família e sentia que deveria fazer tudo por elas. Aqueles dias fiquei em casa e parecia que podia olhar ela por horas. Voltei ao trabalho e era uma delícia chegar em casa e ter ela, além de todos. Hope era uma bebê maravilhosa. Não dava trabalho, desde que ela estivesse limpa e alimentada. Não demoramos a começar os preparativos para o casamento e parecia que o tempo voava. Hope já estava uma graça e era o xodó da casa todos os tios e tias babavam nela e tinha até disputa pra quem ficava com ela. O dia do casamento chegou e Hayley estava linda. Eu não achei que pudesse dar tudo certo assim, mas estava dando e não ia me preocupar. A festa foi ótima e depois saímos de lá. Ficaríamos num hotel do outro lado da cidade. Subimos e depois de botar Hope para dormir, era nossa hora.- Festa de casamento são cansativas.
— Nem me fale.- Disse.
Tirei os sapatos e cheguei junto dela.- Sabe o que estou louco?
— O que?- Perguntei.
— Tirar esse vestido.- Ela tinha escolhido um vestido simples, então ficou com ele a festa toda.
— Eu também quero tira-lo.- Disse.
A virei para soltar os botões e já fui tocando as costas dela.
Me encolhi ao toque dele.- Ok, eu estou nojenta de suada. É melhor eu tomar um banho antes.
— Tudo bem. Eu espero seu banho de beleza.- Disse.
— Ok, obrigada.- Fui para o banheiro.
Tirei a camisa e a calça, abrindo o frigobar e pegando uma champanhe, a abri e servi uma taça; estava ótimo. Peguei uns morangos que tinha lá e fui para cama, esperando ela.
Tomei o banho rapidamente e sai, colocando somente uma camisola. Estava muito quente para lingerie. Voltei ao quarto.
— Nossa.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Como está linda e gostosa. Tanto como esse morango.- Comi um.
Sorri e subi na cama, pegando um morango e comendo.- Tem razão.
— Sabe o que é melhor que esse morango?- Perguntei.
— O que?- Perguntei.
A puxei e a beijei.
Retribui o beijo.
Botei a taça de lado, trazendo Hayley mais para mim.
Acariciava seus cabelos.
A segurei e nos virei, a deitando. O sexo nesse tempo não tive como aliviar, ela estava de resguardo e Hope exigia muito dela. Então era a melhor aproveitar bem hoje.
Acariciava a lateral do pescoço dele e a outra mão seu peito.
Subi a camisola dela e nos separei para tira-la. Depois que a bebê nasceu, ela ficou preocupada com o corpo, mas o vendo agora ela estava indo muito bem.
Voltei a beija-lo.
Peguei as pernas dela e trouxe mais para mim.- Sente como me deixa rapidinho?
Sorri.- É um dom.
— Dom é?- Corri minha mão ali, até chegar ao sexo dela.- Me excitar?
— Sim.- Disse.
Toquei ali e abocanhei um de seus seios, que eu estava me fartando de maiores.
Ri.- Cuidado para não tirar leite.
— Nem me fala.- Uma vez na empolgação acabou saindo e foi muito estranho.
Sorri.- É melhor você não ficar muito nos mamilos, eles são perigosas armas de leite.
— Ok.- Fiz como ela disse, beijando ao redor e minhas mãos subiram, tocando todo o seu corpo.
Me arrepiei e suspirei pesadamente.
— Você está tão gostosa.- Beijei o pescoço dela.
Acariciava os cabelos dele.- Eu engordei mais um pouco na gravidez.
— Está perfeita para mim.- Me afastei para tirar a cueca.
— Então quer que eu me mantenha assim?- Perguntei enquanto descia minha mão pelo seu abdômen.
— Não vejo problema algum.- Joguei a cueca e alcancei uma camisinha. Estávamos protegendo assim até ela voltar a tomar seus remédios.
Sorri.- Nossa, você é o homem mais “tanto faz” que eu conheço. Ok, eu fico como der.
— Como se sentir melhor, esse é o ponto para mim.- Disse.
— Ok então.- Disse.
A posicionei na cama e entrei nela. O sexo com a Hayley nunca era monótono ou chato, ou previsível, era uma das coisas que amava com ela. Cada toque, cada beijo, mesmo quando mais intenso era incrível e hoje não deixou de ser assim. Me perdia facilmente nela e o orgasmo simplesmente me levava as alturas e ela se entregava indo também. Depois de muito aproveitar aquela noite ela se acomodou nos meus braços e dormiu fácil. Eu sei que tínhamos muitos desafios e que vamos ter momentos ruins, mas por hoje só quero saber da alegria que é ter elas comigo.
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