Liberty- One Shots
8 Capítulo 8- Toby & Spencer.
Notas iniciais
POV Misto. ( Spencer e Toby)
Descobrimos que Jenna ia em um hotel barato em uma cidade não muito longe de Rosewood, então eu e Toby resolvemos ir para lá. Passar a noite e ver se descobrimos algo. Só espero que dê tudo certo. Não aguento mais — A no meu pé a todo instante. Entramos no quarto de hotel e só tinha uma cama. O que fez com que eu pensasse coisas que não devia pensar nesse momento.- Enfim, chegamos.- Disse colocando as coisas em cima da poltrona.
— Não é tão longe assim. Essa estrada ruim que não ajudou.- Disse.
— É, deve ser. Eu só espero que conseguimos encontrar algo sobre -A. A unica coisa que quero é me livrar da vadia.- Suspirei.
— Eu quero saber quem é. Deve ser horrível se sentir acuado a todo momento.- Falei.
— Sim, é. Mas com certeza você enfrentou mais problemas do que eu.- Sorri suavemente e toquei de leve no braço dele.
— Tudo bem Spencer, a gente aprende a se virar.- Disse.
— Mas quando se tem amigos o insuportável se torna suportável.- Falei.
— Amigos?- Me sentei na cama.- De nós só você pode dizer como é isso.
— Eu sou sua amiga.- Me sentei ao lado dele.- E professora.- Disse em um tom divertido.
— Obrigado.- Sorri pra ela.
Sorri.- De nada. Quer comer algo?
— Será que tem alguma coisa pra pedir aqui?- Perguntei.
— Eu não sei. Eu vou ligar. E tem toalhas aqui? Se não tiver, vou pedir. Preciso de um banho quente.- Disse.
— Eu vou ver.- Fui até o armário.-Tem sim e mais lençóis se quiser.
— Ok, ótimo.- Olhei para minha mochila.- Hã... você se incomodaria de me emprestar a sua camisa? Sabe, eu não trouxe pijamas. Me esqueci.
— Bem, eu trouxe um par. Quer a camisa mesmo ou a calça?- Perguntei.
— A camisa. Dormir só de calça não seria... apropriado.- Disse.
— Eu não veria problema algum.- Falei.
Sorri. Não sei se ficava vermelha ou disfarçava, com sempre. Acho que é melhor disfarçar.- É melhor a camisa. Eu vou ligar para a recepção.- Peguei o telefone e liguei.
A observava. Na verdade sempre o tinha feito e ela era bonita. E achava graça da maneira que ela ficava quando a elogiava.- Se tiver pede um hambúrguer pra mim.
— Ok.- Pedi um hambúrguer com fritas para ele e para mim um croissant e um café. Desliguei.- Pronto. Em 30 minutos eles entregam.
— Que bom, estou com fome.- Disse.
— Eu também. Enquanto isso eu vou tomar o banho.- Peguei uma toalha.- A camisa?
Peguei na mochila.- Aqui. Vou ver se tem algo nessa TV.
— Ok. Espero que tenha algum filme interessante. Não demoro.- Entrei no banheiro.
Ela foi e fiquei pensando em tudo isso. Eu e Spencer em um quarto afastado de tudo... melhor não exagerar. Não vai rolar nada mesmo, melhor ver TV.
Tomei o banho e estava ótimo. Sai e coloquei uma calcinha, não era de dormir com sutiã, então só coloquei a camisa dele por cima e consegui sentir o perfume dele. Sorri. A camisa ficou curta, somente o suficiente para cobrir a calcinha, um pouco mais abaixo. O que me fez pensar se devia sair do banheiro. Respirei fundo e sai. Meus cabelos ainda estavam úmidos.- E ai, achou algo na TV?- Perguntei enquanto fechava a porta do banheiro.
Olhei para ela. Essa vai ser uma noite difícil.- Sim. Tem uns documentários legais.
— Que bom.- Me sentei ao lado dele.- É sobre o que?
— Agora vai começar um com a vida na Idade Média.- Falei.
— Eu amo essa época. As pessoas eram mais... pessoas.- Franzi o cenho.- Ok, nem tanto.- Ri.
— A claro. Quer dizer, guerras territoriais e espionagem pra todo lado.- Disse.
— Mas isso não deixa de ser legal. Pelo menos ler sobre isso é legal.- Falei.
— Verdade. Mas ter apenas a palavra de alguém para firmar algo devia ser tenso. Afinal pessoas mentem.- Disse.
— Eu que o diga.- Suspirei. Bateram na porta.- Deve ser a comida. Eu atendo.- Me levantei e peguei a comida.
Começamos a comer.- Está ótimo. Não achei que a comida de um lugar assim seria boa.
— Considerando que hambúrguer não é comida, você ainda não sabe.- Sorri e mordi o meu croissant.
— É sim. Tem tudo que preciso aqui.- Disse.
— Tem é? Tipo o que?- Questionei.
— Proteína, vitaminas, carboidrato. É perfeito.- Falei.
— E gordura saturada, glicose, triglicerídeos...- Continuei em um tom de diversão.
— Isso a gente compensa, fora que é muito mais gostoso.- Disse.
— Eu prefiro ficar com o meu lindo croissant natural. Assim mantenho a forma.- Ri.
— Disso você não precisa.- Falei.
— Claro que eu preciso. Se não eu não ganho mais nenhum campeonato.- Disse.
— Ah sim, você e seus campeonatos. Mas a maioria não é de inteligência?- Perguntei.
— Também. Mas tem o campeonato de golfe e tênis.- Disse.
— É, o de tênis é preciso boa forma.- Por um momento a imaginei naquele roupa de tenista... para com isso Toby. Spencer Hastings é totalmente fora de alcance.
— Pois é. Mas...- Peguei uma batata dele.- Roubar uma batata de vez em quando não faz mal a ninguém.- Disse rindo e comi.
— Minhas batatas!- Exclamei.
Ri. Fechei os olhos enquanto passava levemente minha língua sobre meus lábios.- Estava deliciosa.- Disse em provocação.
Ela está me provocando ou é sem querer? Ficar assim junto dela estava me fazendo perceber que gostava dela.- Isso vai ter volta.
Sorri.- Não sei como.
— Temos a noite toda, posso ter ideias.- Disse.
— Oh, isso é uma ameça?- Sorri.- Ok, foi me manter em alerta.- Ri.
— Melhor.- Disse olhando para ela.
Quando encontrei o olhar dele, senti um corrente elétrica passar pelo meu corpo. Como se cada parte dele tivesse sido tocada por ele. Meu Deus, o que é isso? Não posso me apaixonar.
Ri.- Vai derramar seu café.
Senti o café cair na minha perna.- Droga.
Puxei um guardanapo para seca-la.- Chegou a queimar?
— Não. O café não está fervendo, por sorte.- Falei.
Tirei o papel sujo e peguei um gelo que não tinha usado no refrigerante colocando no lugar.- Mas ficou vermelho.
Me encolhi ao gelo.- Pelo menos minha pele não vai cair.- Sorri.
— Isso seria horrível.- Sorri de volta.
Mordi meu lábio.- Bem, é melhor terminarmos de comer, antes que fique frio.
— Que fique- Disse a beijando. Meu deus o que estou fazendo? Recuei.- Me desculpa, eu...
O puxei para um beijo novamente.
Passei meu braço em sua cintura a trazendo para mim. Agora a tocando percebia como tinha um belo corpo.
Minha mão descia pelo seu braço que me envolvia e notava que ele era forte.
Ela beijava bem e ter me puxado de volta me dizia que ela queria também. Droga, agora eu tenho certeza, gosto dela.
Fomos parando o beijo lentamente.- Eu gosto de você.- Disse contra os lábios dele.
— Sério?- Perguntei.
— Sim.- Acariciei o rosto dele.
— Eu achava isso meio dificil.- Falei.
— Não sei porque. Você é lindo, inteligente, amigo, atencioso.- Sorri e lhe dei um selinho.- Você só precisa sair da sombra da Jenna. E já saiu. Não tem mais que se esconder.
— Nossa, sempre achou isso? Pensei que me detestava.- Disse.
Ri.- Claro que não. Você precisava sair da sombra da Jenna e eu da Alison.
— Não precisamos chegar a esse assunto. Vamos continuar onde estamos.- Disse dando outro beijo nela.
Sorri e retribui o beijo novamente envolvendo meus braços em torno do pescoço dele.
Passei minha mão pelas costas dela e a puxava mais para mim. Não acreditava que estava com a Spencer assim.
Minha mão descia pelo peito dele acariciando ali. Sentir o meu corpo junto ao dele, que era tão.... forte, era ótimo.
Fui parando o beijo.- Eu também gosto de você, Spencer.
Sorri.- Deus, como eu queria ser altruísta e dizer para você se afastar de mim porque você só vai arrumar encrenca. Mas meu lado egoísta diz para somente aproveitar isso.
— Vamos dar ouvido ao egoísta então.- Falei.
Sorri.- Você tem certeza?
— Claro, afinal mais confusão do que já me meti, é difícil.- Disse.
Sorri e o beijei.
Me colei mais nela. Agora todo o meu corpo respondia. Queria Spencer para mim.
Acariciava a extensão do pescoço dele e com a outra acariciava seus cabelos.
A beijava intensamente e logo depois comecei a beijar seu pescoço, e minhas mãos exploravam o corpo dela.
Arqueei levemente meu pescoço para trás. Sentir seus lábios em minha pele era... no minimo delicioso.
Minha mão ia por sua perna subindo. Ela tinha uma pele sedosa e muito gostosa de tocar, e os toques dela também eram ótimos.
O toque dele me arrepiou, assim como minha respiração ficou falha. Não achei que fosse possível sentir isso que sentia nesse momento. E muito menos achei que seria com ele.
A direcionei a se deitar. Algo me fez pensar se não seria precipitado mas ela estava tão receptiva que continuei.
Minha cabeça dizia para que eu parasse, que estava fazendo a maior burrada da minha vida. Mas meu corpo e meu coração me diziam para continuar. Dessa vez resolvi mudar. Resolvi escutar o que meu corpo e meu coração diziam ao invés da cabeça.
Continuei os toques passando direto pela coxa dela e levantando a blusa.-Spencer, eu quero ficar com você. Se tem uma hora para desistir, é agora.
— Eu também quero ficar com você.- Sorri.
— Tem certeza?- Ela sempre pareceu do tipo certinha e não faria nada assim.
— Toby, nesse momento eu não tenho certeza de nada.- Sorri.- Mas eu quero ficar com você e a unica coisa de que tenho certeza, bem...- Suspirei.- Eu sou virgem.
— Spencer, você quer perder a sua virgindade comigo?- Eu estava meio incrédulo nisso.
— Sim, eu quero.- Disse.
Toquei o rosto dela.-Tudo bem, vou tentar fazer o mais especial possível.
— Você não tem que tentar fazer especial. Você é especial. Não tem que ter a decoração perfeita, como velas e rosas espalhadas pelo chão ou ser com o seu futuro marido para ser perfeito. O momento é esse e não existe mais ninguém no mundo que queira compartilhar esse momento que não seja com você.- Disse.
— Nossa, você é uma garota diferente. Eu gosto disso.- Falei.
Sorri.- Eu só não sou romântica como a Hanna. Na verdade ela não é muito, ela só não curte muito esses negócios de "mal arrumado". Eu não me importo com isso.
Sorri e voltei a beija-la. Spencer estava me surpreendendo mais ainda.
Retribui o beijo enquanto envolvia meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.
Continuava o beijo e a tocava suavemente. Afinal tinha uma certa responsabilidade, já que era a primeira vez dela.
Minha mão desceu do seu pescoço e acariciava o seu peito suavemente.
Terminei de levantar a blusa dela. Ela era muito linda, e pelo visto não era só por fora.
Desci os beijos para o seu pescoço enquanto acariciava sua nuca. Ele já estava sem camisa e ele é muito gostoso.
— Você tem um beijo muito gostoso.- Disse.
Sorri.- Obrigada.
Toquei seu corpo subindo pela barriga dela até em cima, acariciando os seios dela.
Gemi ao seu toque. Não sabia explicar o que sentia internamente ao toque, aos beijos dele, só sei dizer que é bom.
Sorri.- Spencer, você é muito sensível.
— Sim, eu sou muito. E você ainda não viu o quanto.- Sorri e o puxei para um beijo.
Voltei a beija-la e meu corpo reagia totalmente a ela, ainda bem que era prevenido, sempre tinha proteção.
Minha perna estava em sua cintura e acariciava suavemente ali. Minha mão descia pelo seu braço.
O bom era que estávamos quase nus e era apenas tirar o resto. Estava adorando ficar com ela. Algo como um sentimento bom me invadia, estava me apaixonando?
Acariciava suavemente seu rosto e minha mão descia pelas suas costas.
Fui beijando ela, até chegar em sua calcinha e tira-la. Tirei a minha calça também.
Minha mão desceu pelo seu peito indo até seu abdômen e acariciando ali. Ele é lindo. Mordi meu lábio de leve.- Você é muito gostoso.- Sorri.
Ri.- Tinha que fazer algo durante essa confusão, então malhava.
Ri.- Eu entendo.- Cheguei perto dos lábios dele.- E isso deu muito certo.- Sorri e o beijei.
— Assim como todos os exercícios para seus campeonatos.- Me levantei.
Sorri.- É, eles valem a pena.
Peguei minha carteira e tirei um preservativo.- Não queremos acidentes.
— Com certeza não. Não teria como cuidar de um bebê nessa confusão.- Ri.
— E eu não quero ser morto pelos seus pais.- Disse.
— Não esquente. Você no máximo seria incapaz de fazer mais bebês.- Falei.
— Entendi.- Coloquei a camisinha e voltei a ela.- Pronta?
— Já nasci pronta.- Sorri.
— Ok.- Beijava ela enquanto a posicionava e a penetrava devagar.
Retribui o beijo enquanto acariciava seu rosto suavemente. Não podia dizer que a sensação era confortável de incio. Mas aos poucos a dor foi substituída por prazer.
Deixava ela se acostumar.— Continuo?
— Com certeza.- O beijei.
Comecei os movimentos lentos e não muito fortes. Ela meio que já sabia como corresponder então era só deixar fluir.
Gemia e suspirava contra seus lábios suavemente, sem parar o beijo. Acariciava suavemente sua nuca.
Os gemidos dela eram excitantes, acho que qualquer um é, mas os delas... pareciam me chamar para ela, e acreditava totalmente que ela também gostava de mim. Afinal não iria para cama e entregar sua virgindade a qualquer um.
Quando pensei que viajar com ele resultaria nisso? Acho que se planejasse não daria tão certo. Eu realmente gosto de Toby e quero viver isso.
— Spencer...- Adorava o nome dela, e era o que mais passava pela minha cabeça agora. Somente ela.
Sorri e o beijei novamente. O beijo era intenso e quente, como meu corpo estava a tudo que ele fazia.
Aumentava a intensidade dos movimentos.— Quem te vê assim não diria que é tão gostosa.
Sorri.- Nem todos precisam saber.- Chupei levemente o lábio inferior dele.
Gemi.- Nem que sabe fazer coisas tão gostosas.
— Ler ajuda também.- Sorri e beijava a extensão do maxilar dele.- Até nessas horas.
— Você e suas leituras.- Tocava ela. Adorava toques e perceber as reações que eles provocavam.
— Falou o garoto que fica lendo no intervalo.- Sorri e o beijei.- E eu adoro ver você lendo.
— E eu adoro tudo em você.- Disse.
Sorri.- Então estamos quites. Eu também adoro tudo em você.
Voltei a beija-la e puxei sua perna mais para mim e segurei em sua cintura. Sentia o orgasmo chegando.
Sentia uma sensação maravilhosa passar pelo meu corpo. Era o orgasmo. O beijo se tornou mais urgente, intenso e quente do que antes.
Sentia o dela também tomando conta do seu corpo e chegamos juntos ao prazer total. Era um fato, estava apaixonado por Spencer, queria ela sempre.
Ele chegou e foi incrível. Ele se deitou ao meu lado e me aconcheguei em seu peito.
— Tudo bem?- Perguntei.
Sorri.- Claro que sim.- Dei um beijo no peito dele.- Foi incrível.
— Que bom.- Disse sorrindo e dando um beijo nos cabelos dela.
Me aconcheguei em seus braços. Podia ficar ali sempre. Longe de tudo e de todos. Sem problemas, sem nada.
Abracei ela e ficamos ali. Aproveitando aquele momento de calmaria. Sabíamos que tinha muita coisa que podia acontecer com esse -A e tudo mais que acontecia nas nossas vidas. Fora que a família dela nunca me aceitaria. Mas não quero pensar nisso, quero ficar com ela, sentindo seu perfume, sua pele na minha e ficando cada vez mais apaixonado pela minha CDF.
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