Liberty- One Shots
28 Capítulo 28- Dean & Elena.
Notas iniciais
POV Misto. (Dean e Elena)
Dias e dias num carro podem ser cansativos. Viemos de um trabalho de matar uns vampiros nojentos e agora íamos a um de possível fantasma em Chicago. Essa vida de caçador é boa mas tem seu lado tediante. Sam ficou pesquisando e eu sai um pouco. Tinha que ter um pouco de diversão, afinal de contas. Depois de comer um belo x-bacon e tomar algumas cervejas, vi uma boate e entrei. Oh, agora sim. Cheguei no balcão e pedi um whisky.
Em alguns minutos eu entraria no palco. Não que eu me orgulhe de ser uma stripper, mas também não era de todo ruim. Eu ganhava bem para dançar e quanto ao sexo só fazia com quem eu queria. Então não tinha problemas com velhos babões. Quando me deram o sinal, entrei no palco. Logo começando a dançar.
Me sentei em uma das cadeiras e uma morena gostosa entrou no palco. Cacete, ela era linda, ainda mais vestida de enfermeira safada.
Dançava no pole dance, em uma dança sexy. Eu não precisa me esforçar para aprender a dançar algo sexy. Acho que tenho um instinto bom para isso.
Cheguei mais para frente para não ter tanta gente na frente, e confirmei mais ainda o que achava. Será que ela tá recebendo cliente?
Sorri para os homens que estava no alcance da minha visão e meu olhar para em um. Deus, ele é gostoso. Continuei a dançar, enquanto começava a abrir a blusa que usava.
Tomei do meu whisky e sorri. Ela tirou a blusa ficando num sutiã vermelho, e o modo que dançava deixava qualquer um excitado.
Continuava a dançar e fui mais par frente, dançando sensualmente para os que estavam ali na frente.
Vários colocavam dinheiro na micro saia que ela usava e cheguei perto, colocando uma nota de 20 nela.
Sorri para ele e me virei de costas para o publico. Comecei a dançar assim, mexendo meu quadril sensualmente no ritmo da musica.
Isso linda, rebola. Se ela estivesse livre com certeza eu iria pagar. Sim, não me importava de pagar as vezes e algo me dizia que nesse caso valeria muito a pena.
Continuava a dançar e tirei a saia, colocando em cima do palco, porque tinha dinheiro ali. Minha calcinha, era fio dental, era o melhor para provoca-los.
Assim como todos, vibrei com a retirada dela. E que bunda, que corpo. Oh delícia de mulher.
Me virei para eles novamente e voltei a dançar de frente para eles. Sempre que podia olhava o homem de lindos olhos verdes.
Eu sabia que o show não ia demorar muito mais, então tinha que ficar esperto. Senti que ela me olhar ou era impressão?
Não demorou muito e o show acabou. Sorri para todos e desci do palco. Coloquei um casaco por cima da lingerie e vi a Rose juntar o dinheiro que tinha no palco e na saia, peguei tudo e guardei no meu casaco. E depois ainda recebia do emprego. Então sim, era bom. Era só dançar afinal. Fui para o bar e pedi uma vodca.
Depois de passar por alguns a vi chegando no bar.- Belo show.
Olhei e era o cara dos olhos verdes. Sorri.- Obrigada.
— Vodca? Não é muito pesada?- Perguntei.
— Só para os fracos.- Sorri e bebi.
— Isso é uma verdade.- Pedi mais uma dose da minha, era melhor não misturar.
— Você é novo aqui? Eu conheço todos os caras que ficam na frente e nunca te vi.- Disse.
— Sim, viajando a trabalho.- Falei.
Sorri.- Legal.
— E você só dança aqui?- Perguntei.
— Já dancei em outros lugares, mas ultimamente só aqui.- Disse.
— Você é muito boa.- Falei.
Sorri.- Obrigada.
Cheguei mais perto dela.- Mas você "só dança"?
Sorri e toquei o peito dele.- Para você eu faço o que quiser.
Sorri.- E o que estamos esperando gata?
Sorri.- Nada.- Terminei de beber e chamei Charles.- Char, chame um táxi para mim, por favor?
— Claro Lena.- Ele ligou.- Já chega.
— Obrigada. Até amanha.- Disse para ele e saímos para rua para esperar o táxi.
— Quanto?- Perguntei querendo saber o valor.
— Oh.- Me virei para ele.- Eu não cobro. Eu só danço mesmo.
— Hein?! Não cobra? Desculpe perguntar assim, não faz programa?- Questionei.
— Não. Eu não sou uma vadia.- Ri.- Eu sou uma stripper, na verdade prefiro o termo "dançarina". É o meu trabalho. É divertido.
— Oh, desculpe então. Como vi algumas garotas saindo...- Disse.
Sorri.- Tudo bem. Me perguntam todos os dias.
— Já que é assim, vamos no meu carro.- Falei.
— Ok, tudo bem.- Disse.
Nos dirigi até onde tinha deixado o carro e entramos.
— Belo carro.- Disse.
— Meu bebê agradece.- Disse.
Ri.- Então de nada bebê.
— Ele aceita.- Ela estava perto então a beijei, estava com vontade demais.
Retribui o beijo e entrelacei meus dedos no cabelo dele.
Ela tem vontade, que bom. Gosto de garotas de atitude.
Parei o beijo e sorri.- Você beija bem.
— Eu sei, obrigado.- Disse.
— De nada. Acho que é melhor irmos. Pode atrapalhar aqui. Talvez queiram estacionar.- Falei.
— Vamos a outro lugar então.- Sai pela cidade.
Cruzei minhas pernas e olhava pela janela.
Parei num estacionamento de um parque que tinha na cidade e a puxei, a beijando de novo.
Retribui o beijo novamente e acariciava sua nuca.
— Gosta de aventura?- Perguntei.
Sorri.- Com certeza.
— Vem.- Abri a porta e fui para o banco de trás.— Agora é melhor.- Peguei ela de novo, a beijando mais livremente.
Retribui o beijo novamente.
Trouxe ela mais para mim, dando espaço para deitar ela e agora que podia tocar e sentir seu maravilhoso corpo era muito melhor.
Abri a camisa dele e toquei seu peito delicadamente. Minha mão desceu pelo seu abdômen, até a barra da sua calça.
— Rapidinha.- Disse.
— Que eu saiba você quer sexo, não?- Sorri.- Então não precisamos enrolar.
— Boa garota.- Falei.
Sorri.- Eu sei.- Abri a calça dele e ele já estava excitado, era uma ótima visão. Abri meu casaco também e voltei a beija-lo.
Tirei aquele sutiã dela.- Linda enfermeira.
Sorri.- Obrigada.
Beijei pelo pescoço dela até chegar naqueles peitos maravilhosos, adorava suga-los.
Gemi e acariciava as costas dele. Minha mão desceu até o membro dele e o toquei por cima da cueca.
Ela tinha um toque firme e muito gostoso. Sentia ficando mais excitado do que estava.
Sorri e voltei a beija-lo.
Fui tirando a calça e depois a calcinha dela, tocando o sexo dela.
Suspirei pesadamente ao toque dele, mas sem deixar de beija-lo.
— Espera ai gata.- Me afastei, abrindo o porta luva e pegando umas camisinhas.
— Homens, sempre com estoque em tudo.- Sorri.
— Sempre preparado.- Disse.
Ri.- Verdade.
Tirei a cueca e o coloquei.- Agora sim, vamos nos divertir melhor.
Sorri e o beijei novamente. Acariciava seus cabelos.
Ajeitei as pernas dela e a penetrei, logo gemendo.- Oh garota, você é das boas.
— E você sabe disso só com isso?- Perguntei sorrindo entre seus lábios.
— Tenho boas certezas que sim.- Disse.
— Então não vou desaponta-lo.- Entrelacei minha perna na cintura dele, voltando a beija-lo.
Comecei a estocar nela, não muito rápido, mas também não devagar. Como eu não tinha muito tempo, então aproveitava bem o tempo que tinha livre.
Gemia no ouvido dele e mordia de leve o lóbulo da orelha dele.- Não perguntei qual é seu nome...- Sussurrei no ouvido dele.
— Dean.- Disse entre um gemido.
Sorri.- Belo nome, Dean.
— O seu é Lena?- Perguntei.
— Não, é apelido. Meu nome é Elena.- Disse.
— Eu gostei.- Falei.
Sorri.- Que bom.
Fui aumentando o ritmo e ao olha-la, mesmo com pouca luz, adorava aqueles olhos castanhos.
Ele era muito bom e gostoso. Ele literalmente parecia aqueles homens de estradas. Mas não os feios, os gostosos.
Me afastei um pouco e peguei as pernas dela, indo mais rápido e fundo.
Gemi e suspirei pesadamente. Mexia meu quadril no mesmo ritmo que ele.
— Oh merda, assim eu vou gozar.- Disse.
— Então goze, amor.- Sorri e o beijei.
Mais algumas bombadas e ambos gozamos. Aquela era a melhor sensação que podia sentir, e ao ver aqueles olhos se derreterem num chocolate perfeito.
— Uau, você é bom nisso.- Sorri e lhe dei um selinho.
— Você também linda.- Disse.
Sorri e me sentei melhor.- Acho que tenho que pegar um táxi agora.
— Eu levo você.- Falei.
Sorri.- Obrigada então.
— De nada.- Puxei a roupa, me vestindo.
Fechei o casaco e guardei a calcinha e o sutiã no bolso. O casaco era comprido o suficiente e não precisa colocar.
Voltamos aos lugares e ela me guiou até onde ela ficava.- Aqui?
— Sim. Obrigada pela carona.- Falei.
— Tudo bem.- Disse.
— Adeus Dean.- Sorri, dei um beijo na bochecha dele e sai dali.
Me dirigi para o hotel e fiquei pensando nela depois. Balancei a cabeça. Voltei ao trabalho e me foquei naquilo. Alguns dias depois e acabei indo de novo, e ficando de novo com ela. E assim foi nas três últimas semanas aqui. Mas hoje tem que acabar e avisar ela. Não sei como vou fazer isso, já que penso nela, sonho com ela, desejo ela. Puta merda. Cheguei e assisti o show do balcão, a esperando quando ela desceu.
Desci do palco e fui até Dean que estava no bar.- Hey.- Lhe dei um selinho.
— Hey Lena.- Disse.
O olhei.- Está sério. O que foi?
— Podemos ir?- Perguntei.
— Claro, vamos.- Disse.
Paguei o que tinha bebido e saímos pela cidade.
— Dean, o que foi?- Perguntei.
— Daqui a pouco.- Passei o braço ao redor dela.
— Você está me deixando preocupada.- Falei.
Achei um hotel e peguei um quarto.- Vamos.- Logo entramos no quarto.
Já não entendia mais nada, então ia esperar que ele falasse.
Tranquei a porta e fui até ela. Suspirei. Por que era tão difícil?
O olhei.- Tudo bem?
— Eu tenho que ir. O trabalho acabou.- Disse.
— Oh.- Suspirei e senti uma dor invadir meu peito. Porque isso?- Isso é péssimo.
— Sim, é.- Nunca se envolva. Essa era a regra, mas eu o fiz, e agora estava sendo horrível cortar isso, porque eu não queria.
O abracei.- Eu esperava que esse momento não chegasse. De verdade.
Abracei ela de volta, forte, como se não quisesse soltar. Apesar de amar o trabalho, estava cansado de deixar para trás coisas que amava.
O olhei, ainda abraçada nele.- Eu não posso ir com você?
— É perigoso, e eu não perdoaria se algo te acontecesse.- Disse.
Suspirei e voltei a abraça-lo completamente.- Ok.
Com aquela dor, só podia indicar que eu gostava dela, e não só gostava, como tinha me apaixonado. Burro, como deixa isso acontecer?
— Eu amo você, Dean.- O olhei.- De verdade. Não se esqueça disso, ok?
A beijei. Eu a amava também, era louco por ela. Sempre ficava todo feliz quando tinha um tempo para vê-la. Sam até me zoava.
Retribui o beijo e acariciava a nuca dele.
— Eu não quero te deixar.- Disse entre o beijo.
— E eu não quero ficar aqui sem você.- Falei.
— Tem tanta coisa que você não sabe.- Disse.
— Mas eu sei uma coisa, que eu amo você.- Falei.
— Eu também amo você, Elena.- Disse.
— E o que mais você precisa para me levar com você? Me casar com você? Faço isso com todo o prazer.- Falei.
Sorri.- Não, mas tem umas coisas que você tem que saber.- A puxei para a cama e comecei a falar.
— Nossa, isso existe?- Questionei.
— Sim.- Disse.
Suspirei.- Uau.
— Sim, é.- Falei.
— Então, você vai me levar?- Perguntei.
— Mesmo assim quer ir?- Questionei.
— Mais do que nunca.- Disse.
Sorri e a beijei. Aquilo era loucura, mas eu não tinha direito a uma coisa boa na vida? Sim, eu sei de todos os riscos e vivo isso todo dia. Não resistimos e transamos ali para "comemorar". Enquanto ela estava descansando nos meus braços, pensava em como Bobby e Sam iriam querer me matar por isso, todos iriam falar. Porém eu sempre fiz tudo pelo trabalho e dane-se. Se eu encontrei alguém que quero ficar, eu vou ficar. Ainda mais quando é uma morena gostosa dessa. Minha morena.
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