Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Desculpem-me a demora é que fiquei sem internet ( sinal :/ ) e ainda estou... mas vim aqui na minha vó que tem e estou postando :3 HAHA´ o/ Se demorar para o próximo é isso :3 Esse é Dean e Jo e espero que gostem! P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Dean.

Eu e Sam achamos um caso dos nossos. Um vampiro numa cidade a poucas horas do bar da Ellen. Naquele dia vi a Jo. Não sei, me sentia bem em saber que ela está bem. Sacudi a cabeça. Entravamos na cidade.- Alguma pista de por onde começamos?

— Sim. A casa dos Young.- Ele disse.

— Quem morreu mesmo?- Perguntei.

— Uma garota de 17 anos. Milly Young.- Ele falou.

— Oh, merda de sugadores. Adoram garotas dessa idade.- Disse.

— Verdade.- Ele suspirou.- Só espero que ela não tenha se transformado.

— Isso é culpa desas modinhas. Eles fazem parecer bonzinhos e brilhantes, e elas não tem noção do perigo. Podemos matar esses escritores de agora?

Ele riu.- Seria fácil demais.

— Pelo menos os clássicos amendrontavam todo mundo. Bons tempos.- Disse.

— Verdade.- Ele o olhou e sorriu.- E você e Jo? Ouvi a discussão ontem a noite.

— E o que tem isso?- Não acreditava que ele tinha ouvido.

— Nada. Mas foi bom você não ter deixado ela vir.- Ele disse.

— Ela ainda tem aquela visão de que é o melhor trabalho do mundo.- Ainda bem que ele só ouviu isso e não viu o quase beijo. Eu devia ter ficado maluco de ter ficado tão perto e quase... isso é loucura.

— Não é o melhor, mas não é o pior também.- Ele falou.

— Sammy, o que fazemos é coisa de gente doida.- Disse.

Ele riu.- Eu sei.

Parei no endereço.- É aqui?

— Isso mesmo.- Ele disse.

— Então vamos ver o que achamos desse dentuço.- Falei.

— Vamos lá.- Ele disse.

Fizemos o de sempre; perguntas, observações e tudo mais. Chegamos a conclusão de um local, um parque meio fechado no centro da cidade.- Acho que foi aqui que falaram. É o único parque.

— Só...- Ele começou a falar, mas foi interrompido por um grito.

— Me solta seu sanguessuga nojento!- Alguém gritou.

— Diz que essa não é a voz que estou achando que é.- Pedi.

Ele sorriu.- Acho que alguém não te obedeceu.

Peguei o facão e dei o dele.- Vou dar a volta. Vá por aqui.- Indiquei o caminho e fui por onde falei.

Ela estava sobre o vampiro e o facão ameaçando cortar a cabeça dele.- Agora me fale se você transformou a garota ou não!

POV Misto. ( Jo e Dean.)

— Trav!- Ela correu e pulou em cima da garota que deixou o facão cair.

— Me solta sua vadia!- Dei um chute na vampira.

Ela era mais forte e conseguiu atacar a garota.

Vi aquela vampira; a garota que achava que estava morta. E ao mesmo tempo que gele. Explodi para cima da garota para tira-la de cima da Jo.

Estava ofegante.- Dean?

— Saí daqui e vai para o carro.- Me virei e lutei com a garota para arrancar a cabeça dela.

— Até parece.- Cheguei por trás da garota e segurei os braços dela para trás.- Vai.

Vi que Sam cuidava do outro, mas Jo estava machucada. Se caísse sangue nela.... ô garota teimosa.- Jo, saí daí!

— Mata a porra dessa vampira, Dean!- Gritei estressada.

— Sua idiota.- Empurrei ela jogando a garota no chão e arrancando a cabeça dela.

— Seu imbecil!- O empurrei.

— Imbecil? Você que é maluca. Com ferida aberta querendo que eu te desse um banho de sangue.- Disse.

— E daí? O problema é meu, não seu!- Falei.

As vezes queria pegar aquela garota.- Sam, vamos nos livrar disso.

— Vamos.- Ele andou até eles.- E ai, Jo?

— E ai Sam.- Sorri.- Pelo menos você é educado.

Peguei o cara e o arrastei até o carro. Tacaríamos fogo nele, mas não dava para fazer aqui.

— Ele é sempre mau humorado assim?- Perguntei á Sam.

— Depende. Ele anda estressado com essa história de demônio. Deve estar com fome e odeia especialmente vampiros.- Ele disse.

— Continua chato e insuportável.- Sorri e olhei de relance para Dean.

— Quem ouve isso não diz que se adoram.- Ele falou.

— Eu não adoro ele.- Ri.

— Não, imagina.- Ele disse.

Sorri.- Ok, um pouquinho só.

— Mas ele tem razão. Vir encarar vampiros sozinhos é perigoso.- Ele disse.

Suspirei.- Sam, pare por aí.

— Tudo bem. Porque sei como é isso.- Ele falou.

— Sabe?- Questionei.

— Ele quer proteger todo mundo.- Ele disse.

— Ah sim. Isso é verdade.- Falei.

— Vocês dois vão ficar de papo ou vamos logo?- Já estava no carro.

— Calma, apressadinho.- Entrei no carro.

Eles entraram e arranquei. Paramos num lugar e queimamos os corpos. Depois pegamos um hotel e entramos.- Toma um banho para fazer um curativo.

— Você quer parar de me dar ordens?- O olhei irritada.

— Ah claro, então deixa de ser criança e raciocina uma vez como adulta.- Disse.

— Você é um pé no saco, Dean.- Entrei no banheiro.

— Olho nela. Vou comprar algo pra comer e para fazer o curativo.- Disse.

Ele riu.- Tudo bem, pode deixar.

Saí. Não sabia exatamente porque estava tão puto. Só que vivia assim ultimamente e Jo se colocando em perigo assim, só piorava. Pensar nela morta ou sendo uma dessas coisas... me deixava louco. Comprei as coisas na farmácia e comida para três. Respirei fundo e voltei.

Tinha tomado banho e agora estava deitada na cama com Sam olhando TV. Vestia um short curto de pijama e uma blusa mais soltinha. Mesmo sabendo que estava entre dois homens, não me importava muito.

Entrei. Estava desligando o telefone.- Filha da puta!

— O que foi?- Sam questionou.

— Aquela merda do demônio!- Exclamei.

— Dean, fale coisa com coisa.- Ele falou.

— Bob ligou. Aquele demônio atacou de novo.- Disse.

Ele se levantou.- Então vamos lá.

— Não dá. Ele já sumiu.- Falei.

Ele suspirou.- Merda.

— É, merda!- Se tinha uma coisa que me deixava doido, é achar aquele demônio e ele sumir.- Melhor comerem antes que esfrie.

— Perdi a fome.- Ele disse.

— Eu estou bem.- Disse.

— É com vocês. Jo, deixa eu ver isso.- Peguei a bolsa com os curativos.

— Deixe que eu cuido disso.- Disse.

— Pelo amor de Deus, faz o que falam uma vez se quer.- Tentei manter a calma.

Suspirei e revirei os olhos.- Ok. Mas ai de você se forçar essa mão.

O machucado era na base do pescoço.- Cara, isso foi perto da sua jugular. Se ela te mordesse um pouco mais forte...

— Mas não mordeu.- Falei.

Peguei o antiséptico.- Isso vai arder.

Respirei fundo.- Pode ir.

Passei o mais leve que deu. Ainda bem que só tinha mordido e não rasgado. Terminei de limpar, passei o remédio e fechei.

Abri os olhos e minha respiração estava meio ofegante.- Foi melhor do que achei.

— Sam diz que tenho mãos de enfermeiro.- Disse.

Comecei a rir.- Se vocês não fossem irmãos diria que são um casal.

— Ai que nojo.- Disse.

— E você baixinho assim não sei se ia aguentar, Dean.- Disse debochando e rindo.

Ele caiu na gargalhada e deu um tapa na mão de Jo.

— Ok, tiraram o dia hoje. Divirtam-se, eu vou tomar banho.- Disse entrando no banheiro.

— Autch! Que mau humorado.- Ri. Sam e eu voltamos ao programa que assistíamos.

— Eita que hoje é um daqueles dias.- Ele disse.

— Menino mau humorado.- Suspirei e peguei uma cerveja, logo bebendo.

— O que é milagre. Deve ser sua presença.- Ele falou.

— Agora eu que sou a culpada?- Questionei.

— Sei lá. Ele ficou assim depois que te viu aqui.- Ele falou.

— Se eu não o conhecesse, diria que é tesão enrustido.- Disse normalmente e pegando uns amendoins.

— Eu não duvido nada. Dos dois.- Ele disse.

— Sam!- Atirei os amendoins nele.

— É o que parece nas brigas de vocês.- Ele falou.

— Só parece.- Murmurei.

Saí do banheiro com a toalha enrolada na cintura para pegar uma roupa.

Senti meus batimentos acelerarem um pouco. Ele é gostoso mesmo.

— Dean! Olha a Jo.- Sam disse.

— O que? Eu faço isso sempre. Ela não quer ser como nós? Então.- Ameacei tirar a toalha.

— Dean Winchester!- Cobri os olhos.

Vi como ela ficou vermelha. Peguei uma calça, uma blusa e voltei para o banheiro.

Quando escutei a porta do banheiro bater, tirei a mão.- Mas que descarado!

— Ele está te provocando.- Ele disse.

— Eu percebi.- Falei.

— Ah, ele esqueceu de trazer o comprimido que pedi. Vocês vão ficar bem sem se matar?- Ele questionou.

Ri.- Pode ir tranquilo.

— Eu não demoro.- Ele saiu.

Ele saiu e me levantei, indo até o freezer que tinha ali. Peguei uma maça e uma água.

Saí vestido.- Cadê o Sam?

— Saiu para comprar o remédio que você esqueceu.- Disse.

— Remédio?- Perguntei.

— Foi o que ele disse.- Falei.

Não entendi nada e me sentei na mesinha para comer. Mas acabei ficando remexendo no prato. Tinha dias que me batia um desanimo dessa vida que levamos. Hoje era um desses.

— Tudo bem?- Questionei.

Suspirei.- Estou cansado disso.

— Está cansado de fazer o bem? Salvar pessoas?- Questionei.

— De lutar 24 horas, de não ter uma vida.- Disse.

— E o que é ter uma vida para você?- Perguntei.

— Eu não sei. Só que isso aqui não é o que queria para o Sam.- Falei.

— Você já parou para pensar que as vezes essa super proteção pode irritar o Sam? Ele é um homem feito, Dean. E não precisa de mais ninguém para viver.- Falei.

Olhei para ela.- Ele falou isso?

— Não. Mas você devia pensar mais em você e perceber que Sam é crescido o bastante e já sabe se cuidar.- Disse.

— Pensar em mim? Não sei quando foi a ultima vez que fiz isso.- Falei.

Sorri e andei até ele.- Por exemplo. O que você gostaria de fazer quando não está caçando?

Decidi não ser chato com ela.- Carros. Se tivesse tido tempo seria algo ligado á isso com certeza.

— E você sabia que você pode fazer isso e continuar caçando? Não vai ser nos 365 dias do ano que os Winchester serão pedidos para salvar o mundo.- Sorri.- Existe vários outros caçadores.

— Diz isso para os nossos telefones.- Disse.

Ri.- Quem mandou vocês serem os melhores no ramo?

— A prática.- Falei.

Ri.- Convencido.

— Mas é a verdade. Passei apenas uns — Pensei— 10 anos sem fazer isso.

Sorri.- Isso é legal, de certa forma.

— Pois é. De certa forma.- Disse.

— É melhor eu ir dormir.- Andei até a cama.

Observei ela. Puta merda como ela está gostosa. Para Dean, é a Jo.

Me sentei na cama.- Não vai vir dormir?

Ai, que pernas. Isso tinha que ter acontecido logo quando tivemos dias seguidos de trabalho e eu estou numa seca de três semanas?— Eu vou tentar.

— Então venha. Teremos que dormir nós três mesmo.- Disse.

Guardei tudo e escovei os dentes. Estava quente, então tirei a camisa. Percebi que tinha alguns roxos ainda. Peguei um gel.- Você pode passar para mim?

Me ajeitei na cama.- Claro.- Meu Deus como ele fica sexy assim.

— Só cuidado aqui.- Apontei perto das costelas.- Tirei os pontos daí a dois dias.

Assenti.- Ok.- Coloquei o gel e comecei a passar.

Por mais que não parecesse, ela tinha um toque suave, mas decidido. Aquilo me arrepiou.

Sorri com a reação dele e continuei o que fazia, não tocando onde ele disse.

Eu sabia que pensar nela não era certo do modo que eu estava pensando. Mas eu estava gostando tanto e precisava me sentir bem. E sabia que no momento seria com ela que me sentiria assim.

— Você está tenso, Dean.- Disse perto do ouvido dele.

— Eu vivo tenso, Jo.- Disse.

Ri.- Não devia ser assim sempre.

— Peso de ser um Winchester.- Disse sorrindo fraco.

— Sinto muito.- Beijei o pescoço dele de leve e terminei de passar.- Pronto.

Me arrepiei completamente. Foda-se. Me virei e a segurei contra mim.

Senti minha respiração falhar.- Dean.

Calei ela com um beijo.

Retribui o beijo e entrelacei meus dedos no cabelo dele.

Já estávamos na cama mesmo, então a deitei, me deitando junto com ela.

Entrelacei minha perna na cintura dele e puxava de leve seus cabelos.

Sabia que ela queria também. Ela beijava muito bem, só esperava que ele não aparecesse aqui.

Minha mão descia acariciando suas costas e a outra tocava seu peito.

Sentia bem o corpo dela contra o meu e não era só impressão, ela era gostosa. Já estava excitado devido a massagem, mas as coisas estavam ficando mais quentes.

Podia sentir o quanto ele estava excitado e isso só me deixava mais louca. Minha mão desceu e comecei a abrir a calça dele.

Terminei o beijo. Ambos precisávamos de ar. Tirei a blusa dela e me deparei com peitos lindos. Os quais eu caí de boca, sugando-os.

Gemi e acariciava sua nuca. Terminei de abrir a calça dele e toquei levemente seu membro.

— Ahh, Jo. Assim vai me deixar doido.- Disse.

Sorri e toquei mais intensamente.- Vou?

Meu corpo reagiu aquilo.— Já está, na verdade.

Meus lábios desceram para o pescoço dele e continuava os carinhos.- Você está tenso mesmo.

— Agora não é mais tensão linda.- Disse.

Sorri.- E o que é?

— Você.- Falei.

— Então precisamos resolver isso.- Voltei a beija-lo.

Retribui e percebia que gostava daqui, de estar junto dela assim.

Alcancei onde tinha camisinhas e peguei uma. Logo a colocando, já estava perfeitamente duro para ela.

Sorri.- Ótima visão.

— O que? Vai tirar foto?- Perguntei.

— Ótima ideia. Como não pensei nisso antes?- Debochei.

— Melhor não. Aí é que vai chover mulher em mim.- Falei.

— Mas como é convencido!- Ri.

Me coloquei entre as pernas dela.- Tenho motivos para isso.

— Tem?- Questionei.

— Nunca recebi reclamações.- Puxei ela para mim.

— Para tudo na vida tem sua primeira vez.- Disse divertida.

— Eu duvido.- Disse no ouvido dela.

Sorri.- Então prove.

Ia começar a entrar nela.- Você não é virgem, né?

Ri.- É claro que não.

— Ótimo.- Entrei nela completamente. Minha mente dizia que era loucura ir para a cama com Jo. Nunca teríamos algo que pudesse ser sólido. Ambos sabemos como acaba família de caçadores. Mas não queria pensar nisso agora e sim me deixar consumir pelo que senti desde que a vi.

Gemi contra a pele dele e puxava de leve seus cabelos.

Apesar de como entrei, fiz um movimento lento dentro dela. Queria a sentir completamente.

O beijei novamente e gemia contra seus lábios. Arranhava de leve sua nuca.

Conforme aumentei o ritmo das entradas nela, aumentei o beijo. Quase que sincronizando entre lento e rápido.

Acariciava suas costas e minha perna o mantinha preso a mim. Mexia meu quadril, queria senti-lo completamente.

Sentir as caricias dela era muito bom. Mesmo onde estava dolorido. Cada célula do meu corpo estava rendido aquele prazer com ela. Era como se estivesse esperando isso por muito tempo, desde sempre.

Sempre me senti diferente com Dean e agora podia perceber o que era. Mas sabia que não podia.

Minha boca escorregou para o lado do pescoço que não estava machucado e depois de dar vários beijos, beijava de verdade ali.

— Dean...- Gemi o nome dele em seu ouvido.

Ok. Ela gemer meu nome foi tão delicioso. Diferente das vezes que já tinha ouvido dela ou na mesma situação de outras.- Você fica sexy falando meu nome assim.

Sorri.- Fico?

— Com certeza.- A segurei mais contra mim.

Sorri.- Dean.- Murmurei do mesmo jeito de antes contra seus lábios e voltando a beija-lo.

Gemi mais forte. Cara, da onde saiu essa mulher naquela pirralha?

— Descobri um ponto fraco. Escutar seu nome em gemidos.- Sorri e descia beijos pelo seu pescoço.

— Pode descobrir muito mais.- Cedi aos beijos dela. Acho que estava assim devido a seca, ficava mais sensível a qualquer coisa.

Mordi o lóbulo da orelha dele e gostava dessa sensação dele dentro de mim. Mais do que devia.

Em resposta nos virei e com ela por cima seus peitos passaram a ser o meu alvo.

Mexia meu quadril sobre ele e minha mão descia pelo abdômen dele.

Podia alcançar os mamilos dela, permitindo minha língua brincar com ele.

Gemi e continuei com movimentos lentos e intensificava as vezes.

A segurei pela cintura, me sentando. Quando a vi ser atacada por aquela vampira não imaginei que estaríamos assim agora.

Entrelacei meus braços em torno do pescoço dele e voltei a beija-lo.

Segurei nos cabelos dela, mas sem puxar. O orgasmo estava começando, sabia que seria perfeito.

A sensação do orgasmo começou a se espalhar pelo meu corpo e era maravilhosa.

Aos poucos fui deitando com ela novamente e nossas testas estava encostadas. Podia sentir a respiração ofegante dela e tudo que queria era tomar aqueles lábios de volta.

O beijei suavemente.- Foi incrível.

— Eu que o diga.- Me joguei para o lado.

— Eu acho que Sam não foi pegar remédio.- Ri.

— Eu não duvido ele estar no quarto ao lado com fones tentando não nos ouvir.- Ri.

Ri.- Tadinho dele.

— Mas como você disse para não pensar nele.- Dei um beijo nela.- Acho bom ele ter bons fones.

— Ei, eu não disse bem isso.- Sorri e o beijei.

— Deixa para lá.- Fiz a linha do corpo dela.- Sabia que era gostosa, mas não tanto.

Sorri.- Eu posso surpreender.

— Pode? E como?- Questionei.

— Tipo, eu não sou a "pirralha" que você achava.- Sorri.- Acho que você mordeu a língua.

— Se fosse sempre assim, eu ficaria contente em faze-lo.- Beijei o ombro dela.

— Caçadores, sempre tão tarados.- Ri.

— Olhando você assim, como não ser?- Perguntei.

Sorri e o beijei.- No final das contas foi bom ter vindo.

— Tirando o fato de quase ter me deixado doido.- Disse.

— Só por causa de uma vampira?- Perguntei.

— Por ter quase morrido, sua maluquinha.- Falei.

Mordi meu lábio.- Gosto de viver com riscos.

A olhava. Droga, porque me sentia tão bem assim com ela? Não devia, mas é o que estou sentindo.

— Dean?- O chamei.

— O que?- Questionei.

— Você está viajando aí.- Falei.

— Nada. Só olhando você e pensando nisso.- Disse.

— Nisso?- Perguntei.

Simbolizei a gente.

— Dean, não precisa se matar pensando nisso. Não vou exigir que você se case comigo.- Ri.- Vamos seguir normalmente, ok?

Sorri.- Acho que vou passar no bar mais vezes. Sempre.

— Será muito bem vindo.- Sorri.

POV Dean.

Voltamos a nos beijar e logo estávamos transando de novo. Depois daquela noite não consegui esquecer a Jo e deixa-la no bar e voltar a estrada foi estranhamente difícil. E assim tem sido esses meses. Vendo-a uma vez por semana, as vezes mais. Agora tinha ficada mais tempo fora, quase um mês sem poder ir vê-la e merda, estava morrendo de saudades. Tanto que voava para o bar. Sam vivia me sacaneando por isso.

Ele ria.- Você se amarou de vez.

— O que?- Perguntei.

— Dean, desde que você e Jo transaram, você não transa com ninguém a não ser ela.- Ele disse.

— Considerando a nossa regularidade e o quão boa ela é.- Sorri pensando em tudo que já tínhamos feito.

— Me poupe dos detalhes.- Ele falou.

— Claro. Acha que vou te falar? Está maluco é?- Questionei.

— Olha o ciúme aí.- Ele riu.

— Ciúme? Sam, você anda vendo coisas demais.- Mas era verdade. Toda vez que estava no telefone e tinha um cara falando com ela, eu ficava doido.

— Sei.- Ele balançou a cabeça rindo.

Ele pegava no meu pé, mas era verdade tudo o que ele falava. Eu tentava me convencer que era só sexo, mas o que sentia quando estava com ela, dizia outra coisa. Chegavámos no bar.- Isso aqui não está quieto demais?

— Também estou achando.- Ele disse.

POV Misto. ( Dean e Jo.)

Peguei logo a minha arma e uma reserva. Chegando na porta, empurrei de leve. Senti um tremor. Podia ver a Jo presa numa cadeira e a Ellen também. Vi dois caras e mais um no caixa. Era um assalto?

Ele gesticulou para um lado para Dean e ele andou para o oposto.

Entrei pela lateral que tinha umas caixas e não dava para eles me ver. Aquele filho da puta estava alisando a minha garota? Ele quer morrer!

— Tire essas malditas mãos de mim!- Exclamei.

— Olha que essa é bem gostosa.- O cara disse.

— Seu filho da puta! Tire suas mãos de mim ou eu vou te procurar até o fim do mundo e te matar!- Disse.

— Ai que medo.- Ele tentou beija-la.

Chutei as partes intimas dele.- Saí daqui!

Ele revidou dando um tapa nela.

Da onde estava tinha mira livre e atirei nele.

Levei um susto.- Da onde veio isso?

O outro cara pegou Jo.- Aparece corajoso.

Fiquei esperando o movimento de quem quer que seja.

Os dois olhavam para minha direção e sabia que Sam estava do outro lado. Saí apontando a arma.— Solta ela.

Sorri.- Dean.

— Ah, se conhecem? No minimo deita com ela, não é gostosa? Que tal distribuir um pouco?- Ele passou a mão pelo corpo dela.

— Tira suas mãos de mim!- Disse.

Engatilhei a arma.- Se você tocar mais uma vez nela, seu cérebro, se ele existir, vai parar no chão.- Vi Sam lá atrás e o outro estava na mira dele.

— Namoradinho nervoso o seu.- O cara disse.

— Isso porque você não me conhece.- Dei uma cotovelada no estômago dele e o coloquei no chão.

Sorri.- Minha garota.- Olhei o outro que Sam estava rendendo e do nada o cara que era um grandalhão sacou uma faca, fala sério! Fui ajudar ele.

— Você é lutadora, gosto disso.- O cara falou.

— Lutadora?- Ri.- Sou bem mais que isso.

— Jo.- Joguei minha arma para ela.

— Obrigada.- Olhei o cara.- Não vai pedir por misericórdia?

Aquele outro era bom de briga. Estava dando trabalho a mim e a Sam. Estava perto da Jo e não sei porque eles pareciam ter cismado. Vi que Ellen estava desacordada. Estava de costas para Jo.- Está ok aí?- Perguntei a ela.

— Sim. Só pensando se devo mata-lo de uma vez ou atirar no "amiguinho" serelepe dele aqui embaixo.- Disse.

Ia me virar para vê-la, quando outro escapou de Sam tacando a faca na minha direção. Só que não era na minha direção e sim na de Jo. Só deu tempo de puxa-la. Não sem me acertar.

— Dean!- Me agachei ao lado dele.

Vi que ele ia reagir e tomei a arma dela, atirando nele.- Sempre que der, atire logo.

— Dean, você está bem?- Ele andou até os dois.

Olhei onde a faca tinha pegado e a tirei. Estava sangrando bastante.- Tudo. Só uns pontinhos de novo.

— Sam, leve ele lá para frente. Vou acordar minha mãe e pegar o curativo.- Falei.

— Você está bem?- Perguntei a ela e levantei com a ajuda de Sam.

— Claro. Porque?- Questionei.

— Para saber ué.- Na verdade aquilo me tranquilizou. Porque se ele tivesse feito algo, eu o ressuscitava para mata-lo de novo.

— Leve-o, Sam!- Disse.

— Ok, ok.- Ele o levou para uma das mesas.

Olhei.- Ah, mais uma camisa jogada fora. Eles não sabem quanto custa uma.

— Agradeça por não ter sido feio.- Voltava dos fundos do bar. Tinha deixado minha mãe dormindo.

— Como está sua mãe?- Perguntei.

— Está dormindo.- Me sentei em uma cadeira.- Tire a camisa.

— Opa pirralha, vamos com calma. Eu levei uma facada para te tirar da mira.- Disse irônico.

Ri.- Cala a boca Dean. Tire isso de uma vez.

Tirei com cuidado. Aquilo doía depois que o sangue esfriava.- Fala sério, a gente encara tudo que é monstro e vem uns babacas querendo se dar bem.

— É para lembrar que não somos invencíveis.- Sorri e comecei a desinfetar o machucado.

— E que coisas normais acon... AI! DEVAGAR AI!.- Exclamei.

— Seja homem, Dean. Eu não fiz esse fiasco aquele dia do corte no pescoço.- Ri.

Sorri.- Eu lembro bem no que aquilo deu.

— Olha o seu irmão aí.- Sorri.

— Tudo bem, podem falar.- Ele riu e bebeu da cerveja.

— Esse daí está todo assanhado para ouvir.- Falei.

— Mas é claro. Quero saber como você conseguiu laçar meu irmão.- Ele disse.

— Quer que eu te mostre?- Perguntei debochando.

— Epa, vamos parando. Sam, vai ver se não tinha mais ninguém com aqueles três.- Disse.

— Ok.- Ele disse e saiu.

— Você vai ter que dar pontos. Consegue?- Questionei.

— Ultimamente tenho conseguido de tudo.- Sorri.

— Na verdade nem tudo ainda.- Falei.

— Porque?- Perguntei.

— Porque ainda não chegamos lá.- Puxei ela pela blusa e a beijei.

Sorri e retribui o beijo.

— Aquele babaca não fez nada mesmo com você?- Perguntei.

— Não. Estou intacta.- Disse.

— Pelo menos isso. Assim eu vou morrer de susto com você e não do que caçamos.- Falei.

Ri.- Exagerado.- Terminei de limpar e fiz o curativo.- Pronto.

— Você é rápida.- Falei.

— Não precisou ser mega elaborado.- Disse.

Olhei em volta.- Fizeram um bagunça aqui.

Suspirei.- Sim. Vou arrumar agora.

Desci da mesa.- Eu ajudo.

— Nem pensar. Vá tomar um banho e se deite um pouco. Vou fazer o jantar.- Disse.

— Até parace que vai fazer tudo sozinha.- Comecei a botar as cadeiras no lugar. Estava meio zonzo, tinha perdido muito sangue, mas dava para ficar.

— Dean, vá de deitar. Não me faça repetir.- Disse.

— Agora você é a mandona?- Perguntei.

— Sempre fui. Agora vai.- Disse.

— Não.- Falei.

— Vá.- Disse.

— Não Jo. Já disse que vou ajudar.- Pegava uma mesa que estava virada e coloquei no lugar.

— Dean, por favor. Vá e descanse.- Pedi.

— Eu não estou cansado.- Mentira. Dirigi oito horas direto depois do ultimo caso.

— Está sim e você vai.- O peguei pelo braço e o levei para meu quarto.- Tome banho e durma.

— Nossa, você está mandona.- Falei.

— Sim, estou.- Peguei a chave do quarto e o empurrei lá para dentro, logo trancando ela.- Agora descanse.- Ri e saí dali.

— Aquela...- Me deixei tomar pelo cansaço e depois de tomar banho, apaguei na cama que conhecia bem. Acordei com dor onde tinha ferido e Jo me olhava.- O que foi?

Sorri.- Para quem disse que não estava cansado, dormiu 12 horas seguidas.

— Sério?- Questionei.

— Sim. Agora vamos trocar esse curativo e o café já está pronto.- Falei.

— Esse troço tá dolorido. Por isso odeio facas.- Disse.

— Isso é verdade.- Tirei o curativo e comecei a desinfetar.

Eu odiava quando me feria assim. Afinal aquilo doía.- Sua mãe está bem?

— Está. Já está limpando a dispensa.- Sorri.

— Que bom.- Ri lembrando de quando ela ficou sabendo de mim e da Jo. Quer dizer, sabendo não. Vendo Jo em cima de mim que estava de cueca e ela só de calcinha.

Sorri.- O que foi?

— Lembrei da cara dela quando nos viu.- Disse.

— Foi hilária mesmo.- Ri.

— Eu achei que ela ia me matar.- Falei.

— Eu já peguei ela e o Bob. Sem chances dela encrencar.- Disse.

— O que?!- Exclamei.

Ri.- Pois é.

— Fora ontem, tudo bem aqui nesse tempo?- Perguntei.

— Sim, tudo ótimo.- Falei.

— Bom. Terminou?- Questionei.

— Sim.- Disse.

Dane-se qualquer dor. Me virei a pegando e jogando na cama e a beijando.

Retribui o beijo, mas parei.- Dean, você está machucado.

— Mas tem um mês, eu aguento.- Disse.

Ri.- Você é um caso perdido, seu tarado.

— Não estou morrendo, então é suportável.- Falei.

— Mas não pode.- Saí debaixo dele.- Você vai se curar antes.

— Ah não, pode voltando.- Disse.

— Não mesmo. Você não pode.- Falei.

— Jo...- Puxei ela, beijando seu pescoço.- Eu estou com saudades.

Me arrepiei ao beijo dele.- Dean... mas você não pode forçar esse machucado.

Suspirei. Ela não estava afim de ceder. Se quisesse já teria pulado em mim.- Ok então.- Soltei ela.

— Ótimo.- Me levantei.- Vamos tomar o café.

— É, vamos.- Disse distraído e me vestindo.

Saímos do quarto. Ele era teimoso demais.- Onde o Sam foi mãe?

— Está falando com o Ash.- Ellen disse.

— E onde ele estava?- Perguntei.

— O Ash? Trancado no quarto.- Ela disse.

— Ah sim.- Disse.

— O que houve com vocês dois?- Ela perguntou.

— Nada.- Literalmente, pensei.

— Ele está com a síndrome do homem que não pode receber um não.- Falei.

Apenas a olhei de relance e tomei meu café. Pelo visto eu que fui idiota de sentir algo e pior, eu sentia. Mais do que deveria e achar que podia.

— Ok, brecha para sair.- Ela saiu dali.

Desci do balcão e comecei a fazer algumas panquecas. Ô homem teimoso.

Terminei de comer. Estranhamente tinha perdido a fome que estava. Não devia ter deixado aquele sentimento crescer.

Estava distraída fazendo as panquecas, quando o primeiro cliente entrou. Como sempre, caçadores.- Bom dia, Bruce.- Sorri por cima do ombro.- O de sempre?

— Bom dia linda. Sim, por favor.- Bruce disse.

— Ok.- Peguei ovos e bacon para fazer o pedido dele.

Ele a olhava.- Tudo bem Jo?

— Claro. Porque não?- Peguei a cerveja dele e lhe entreguei.

— Só queria saber de você.- Ele pegou na mão dela quando pegou a cerveja.

Sorri e tirei delicadamente minha mão da dele.- Estou ótima.

Ele pegou a mão de volta.- Não devia ficar sozinha aqui, assim.

— E o que você sugere então?- Questionei.

— Você poderia vir comigo.- Ele disse.

Sorri.- Obrigada, Bruce. Mas muitos já deram essa cantada e não vai rolar.

— Que isso Jo. Deve estar cansada de ficar aqui. Deve querer sair e conhecer o resto do mundo. Eu te levo.- Ele falou.

— Desculpe, já sou comprometida.- Disse. Mesmo não sabendo se era.

— E quem é o babaca que te deixou para baixo assim e esquecida aqui?- Ele questionou.

Agora deu. Fui até ele e o toquei no ombro.

Minha respiração falhou. Que não dê confusão meu Deus.

Quando ele olhou soquei a cara dele. E o fiz algumas vezes. O arrastei para a porta.- Se eu ver você dando em cima da minha namorada de novo, vai descobrir como é estar do lado das coisas que caçamos, entendeu?!- Depois de uma discussão, ele foi embora.

— Dean, não precisava ter feito tudo isso.- Disse.

— Precisava sim.- Falei.

— Não precisava não. Ele não sabia de nada.- Disse.

— Talvez seria por você fazer questão de esconder?- Perguntei.

— Como se eu soubesse a uns meses atrás o que tínhamos.- Falei.

A encostei no balcão.- Você disse bem. Meses.

— E você quer ter algo sério comigo?- Questionei.

A olhei.- Acha que venho brincando com você?

— É claro que não e eu nem disse isso. Só que como nunca falamos sobre nós, não sabia bem como reagir em horas como essa.- Disse.

— Eu tentei e você me cortou dizendo que estava tudo bem.- Falei.

— É que prefiro estar com você sem compromisso do que tentar um e não dar certo.- Disse.

— E porque não daria?- Perguntei.

— Porque conheço suas crises de fazer o impossível para afastar alguém quando acha que deve.- Disse.

— Porque eu faria isso com você?- Estava tão perto que queria beija-la, mas tinha que resolver isso antes.

— Por medo que eu me machuque ou qualquer outra coisa.- Falei.

— Eu sempre vou proteger você. Juntos ou não.- Disse.

Sorri.- Você é tão fofo quando quer.

— Fofo? Isso é meloso demais.- Falei.

Ri.- Eu sei. Mas é a verdade.

— Então, Joana, gosta de mim o suficiente para termos algo mais sério?- Perguntei.

Sorri.- Sim, Dean Winchester.

A puxei para o quarto.- Então nem venha dizer que não. Quero ficar com a minha namorada. Cara, quanto tempo não digo isso.

— Melhor eu nem saber.- Ri.

— Não se preocupe amor, eu era adolescente ainda.- Disse.

— Menos mal então. Sem riscos maiores.- Falei.

— Risco que você não corre. Pergunte ao Sammy, fui um santo.- Falei.

Ri.- Me engana que eu gosto.

— Acha que é mentira é?- Me colei nela.

— E das bem cabeludas.- Disse.

— Então vamos ter que arrumar como confiar em mim.- Falei no ouvido dela.

Sorri.- E como você pretende fazer isso?

— Vamos ver.- A beijei. Droga, não devia ter me apaixonado.

Retribui o beijo e envolvi meus braços em seu pescoço. Isso até podia não durar muito, mas iria aproveitar o máximo possível desse tempo. Sabia o quão difícil é a vida dele.

— Agora está com vontade é?- Perguntei.

— Eu não disse que não estava. Eu estou é preocupada com você e esse machucado.- Falei.

— Eu já fiquei pior que isso, amor.- Disse.

— Mesmo assim eu me preocupo.- Disse.

— Quer dizer que sentiu minha falta, foi?- Beijava na base do pescoço dela.

Sorri.- Muita. Todos os dias eu pensava e penso em você.

— Agora eu que digo. Que fofo.- Disse.

Ri.- Bobo.

— Eu também fico preocupado com você aqui. Mesmo que eu vá para a ação.- Falei.

— Eu sei que sim.- Lhe dei um selinho.

Encostei minha testa na dela.- O que fez para me apaixonar por você?

— Eu posso ter procurado uma bruxa e levado sua cueca até ela...- Disse em deboche.

— Eca, detesto bruxas.- Falei.

Ri.- Mas deu certo

— Pior que deu.- A peguei jogando na cama.

Sorri.- Meu Deus, você é gostoso. Ou eu que tenho uma queda por caçadores.- Ri.

— Então é mais de um?- Questionei.

— Claro que não seu bobo!- Disse rindo.

— Acho bom. Como viu, sou ciumento.- Tirei a blusa dela.

Sorri.- E eu adoro isso em você.

— Ciume?- Questionei.

— Sim.- Falei.

— Que bom, porque vou pegar no seu pé.- Disse rindo entre um beijo.

Ri.- Vou gostar disso.

Sorri e voltei a beija-la. Logo estávamos matando aquela saudade, sendo consumidos pelo prazer, que para mim, só tive assim com ela. Eu sabia que era louco entrar em um relacionamento, ainda mais com tudo que me envolve. Só que eu estava fazendo algo que me disseram várias vezes; fazendo algo para mim. E no momento não conseguia pensar em outra opção do que ficar com ela. A minha pirralha, que arrisco dizer que amo.

Notas finais
Então, gostaram? :3 Bem... como empatou o segundo lugar, aqui vão os casais para vermos quem será o próximo. — Sam e Jess. — Cas e Meg. Votem e comentem o que acharam! Até o próximo! ;)