Liberty- One Shots
10 Capítulo 10- Caleb & Hanna.
Notas iniciais
POV Misto. ( Hanna e Caleb.)
Fazia dias que Caleb tinha ido para Ravenswood e estava realmente muito preocupada com ele e com saudades. Mesmo ele sendo cabeça dura, eu amo ele assim e não suportaria perde-lo. Por nada. Como tinha reservado o hotel para nos vermos, quando chegou sexta, fui direto para lá. Cheguei e subi.
Estava indo para o hotel pensando em como responderia as coisas que Hanna ia perguntar. Não posso chegar e " Ei, a Miranda morreu e ela é um fantasma agora. E tem outras fantasmas e uma... sei lá maldição." Ok, tenho que deixar de lado isso e aproveitar para matar a saudade que estava da minha loirinha. Perguntei onde era o quarto e fui.
Estava sentada na cama procurando algo bom na TV quando a porta abriu. Sorri e corri até ele, o abraçando.- Caleb.
Inalar o perfume dela e a ter assim fez parecer que estava vazio e agora completo.- Hanna, que saudade que estava.
Sorri.- Eu também. Muita saudades.- O abracei mais forte.- Você está bem?
— Sim, só é muita coisa que acontece aqui. E estar longe de você não ajuda.- Disse.
— Eu digo o mesmo.- O beijei.
Respondi com um beijo intenso. Nossa como precisava dela comigo com tudo isso.
Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.
Não, a vida dela já tinha um monte de segredos, não podia esconder mais um dela. Talvez só algumas partes. Quando o beijo parou, toquei seu rosto.
O olhei e sorri.- O que foi?
— Coisas aconteceram, não quero mais esconder de você.- Falei.
— Coisas aconteceram? Não me diga que você e a Miranda...?- Não consegui terminar.
— Não, não isso. Nunca trocaria você por ninguém.- Disse.
Respirei aliviada.- Graças á Deus. O que aconteceu então?
Suspirei.- Vem cá.- Disse indo para cama.
Fui com ele e nos sentamos.
— Eu e a Miranda, juntos mais com três garotos daqui, sofremos um acidente de carro a uns dias.- Falei.
— O que!? Meu Deus Caleb, você está bem? Está machucado?- Questionei.
— Estou bem, Hanna. A unica que sofreu alguma coisa foi a Miranda.- Disse.
— O que aconteceu?- Perguntei.
— Ela...- Lembrei deles tentando ressuscita-la.- Morreu.
Tentei absorver o que ele disse.- Ela... morreu? Meu Deus... ela era tão doce e meiga.- Passei a mão pelo meu cabelo.- Deus, que horror.
— Sim, era. O carro caiu em um rio, nós tentamos sair, mas não foi a tempo.- Falei.
Abracei ele.- Não sei o que faria se tivesse acontecido algo com você.
— Eu estou bem. Só queria ter ajudado mais ou ter a salvado.- Lembrava daquele rio, da água entrando. Balancei a cabeça pra esquecer aquilo.
— Não se culpe meu amor.- Acariciei o rosto dele.- Você não tem culpa de nada.
— Eu sei.- Não falaria nada sobre fantasmas, sabia que ela se assustaria demais.
Dei um selinho nele.- Você pode voltar para casa então, não pode?
— Eu quero. Mas antes queria terminar de descobrir umas coisas. Meio que por ela, sabe?- Disse.
— Eu entendo. Como sempre, meu herói.- Sorri.
— Eu queria te contar, mas era estranho falar isso por telefone.- Disse.
— Eu sei. Mas fico feliz que tenha me contado.- Disse.
— Mas está todos bem lá em Rosewood?- Perguntei.
— Bem. Todas estamos bem. Mas, tenho uma novidade.- Mordi meu lábio em duvida.
— Qual?- Perguntei.
— A Alison está viva.- Falei.
Ri da ironia.- Você com uma noticia de vida e eu de morte. Mas como ela está?
— Eu não sei. Ela sumiu.- Disse.
— Mas não disse nada á vocês? Só apareceu e sumiu?- Questionei.
— Ela está fugindo de alguém. Ela tem medo de alguém. Mas não sabemos quem seja.- Disse.
— Bom, deve estar contente por ela estar viva.- Falei.
— Acho que sim.- Sorri fraco.- Ali não é do tipo meiga e amigável. Mas o pior de tudo é que a senhora estranha e incrivelmente assustadora disse que o cara que a Alison teme, já tocou uma de nós.
— Tocou? Tocou como?- Perguntei.
— Eu não sei. Acho que intimamente.- Falei.
— E qual a probabilidade de ter sido você?- Perguntei.
— A mesma das delas. Mas que eu saiba o único homem que me tocou foi você. A não ser que tenha sido o Sean, mas ele não queria muito então, eu duvido.- Disse.
— Assim me faz querer voltar mais rápido para proteger você.- Disse.
Sorri.- Tudo que quero é que volte. Mas não se preocupe. Toby e Ezra estão dando conta.
— Mesmo assim, gosto de eu cuidando da minha namorada.- Disse.
Sorri e o beijei.- Eu sei meu amor. E você cuida. Muito.- Acariciei o rosto dele.
— Como posso ter ficado tanto tempo longe de você?- Perguntei sorrindo.
— Eu não sei. Me faço essa pergunta todas as noites. Sinto sua falta dormindo comigo. Quase todos os dias, pelo menos.- Sorri.
— Claro, se não sua mãe vai achar que me mudei de novo.- Ri.
— Mas acredite ou não, ela sente sua falta. E bastante. Ela vive falando. " Hanna, como vamos trocar essa lampada? Se Caleb estivesse aqui..."- Disse rindo.- Você faz muita falta.
— Que ela não tenha colocado um velho babão pra fazer isso.- Falei.
— Na verdade foi o vizinho. Aquele moreno que vive cortando grama.- Disse.
— O que? Tenho que voltar ao meu posto.- Disse.
Ri.- Sim, você precisa. O mais rápido possível. Porque o vizinho, tenho que dizer. Ele é bom de cantada.- Disse em um tom de diversão.
— Ah é senhorita Marin? Prestando atenção nas cantadas alheias? E eu aqui todo quieto.- Falei.
— Não posso proibi-lo de olhar. Mas ninguém disse que ele terá.- Sorri.
— Acho bom.- Disse.
Ri.- Ciumes é?
— Da minha linda, sempre.- Disse a beijando. Me sentia melhor tendo contado, ficava mais leve assim.
Sorri e retribui o beijo. Acariciava suavemente a nuca dele.
Puxei ela para mais perto, minha garota.
Acariciava seu rosto. Sentia a falta dele todos os dias. Era uma tortura viver longe dele.
— Eu estava morrendo de saudades, meu amor.- Disse.
— Eu também. Na verdade sentia saudades até quando você ia pegar a pipoca. Um segundo longe de você é demais.- Falei.
— Essas suas fofuras fazem falta nesse lugar estranho.- Disse.
Sorri.- Se eu pudesse, me mudava para cá.
— Não. Logo vou voltar e fica tudo bem.- Falei.
Lhe dei um selinho.- Tudo bem. Você quer ver alguma coisa na TV?
— Na TV? Amor, eu estou morrendo de saudades. Acha que quero saber da TV?- Perguntei.
Ri.- Ok. Então, o que você quer fazer?- Disse fazendo a linha dos lábios dele.
— Isso.- Disse a beijando e deitando junto a ela.
Retribui o beijo e envolvi os meus braços em torno do pescoço dele.
Comecei a tirar a blusa dela. Sorria. Na verdade estava sorrindo mais hoje do que em todos esses dias aqui.
— Estava com saudade do seu sorriso.- Toquei no rosto dele.
— Sério?- Perguntei.
Sorri.- Com toda a certeza do mundo.
— Só você, Hanna.- Voltei minha boca a dela, enquanto a tocava. Conhecia bem o seu corpo e sabia onde gostava.
Retribui o beijo novamente enquanto tirava a camisa dele e tocava em seu peito.
Desci beijando o seu pescoço e tocando na sua perna.
Arqueei levemente minha cabeça para trás e afastei meus cabelos. Sentir seus lábios novamente em minha pele, era maravilhoso.
— Adoro quando se arrepia assim.- Falei.
Sorri.- E eu adoro quando você faz isso.
— E assim?- Disse dando um mordida de leve.
Gemi.- Assim é maldade.
— Sabe que gosto de ser mal.- Disse.
— Eu sei e por isso sou loucamente apaixonada por você.- Sorri.
— Por eu ser mal é?- Perguntei.
Sorri.- Sim.
— Ótimo.- Fui beijando pra baixo e toquei seu seio por cima do sutiã mesmo.
Me arrepiei ao seu toque. O simples toque ou beijo dele me arrepia.
— Quer que eu seja mal ou bonzinho?- Perguntei.
— Eu gosto do meio termo. Porque eu também sei ser má, mocinho.- Sorri.
Ri e tirei o sutiã dela, beijando seu seio.
Suspirei pesadamente ao seu beijo. Acariciava suavemente a extensão do braço dele.
Mordisquei um pouco ali e apertava de leve o outro.
Gemi suavemente. Minha respiração estava levemente ofegante, e meus batimentos um pouco acelerados. Sempre tinha essa reação ao simples fato de estar com ele.
— Sabia que adoro seus gemidos?- Disse.
Sorri.- E eu adoro os seus.- O puxei para um beijo.- Só que devo gostar mais dos de saudade.- Disse puxando de leve o lábio dele enquanto parávamos o beijo.
— Ai, você faz isso de proposito.- Falei.
— Isso o que?- Perguntei.
— Terminar de beijar assim.- Disse.
Sorri.- Com o tempo a gente aprende uns truques.
— Mas você ainda está muito vestida.- Disse descendo pra calça dela.
— Assim como você.- Indiquei a calça dele.- Teremos que resolver isso.
— Como já estamos aqui, você primeiro.- Abri a calça dela e a tirei.
Sorri e o puxei para mais perto com a minha perna.- Eu já disse o quanto você fica perfeito de jeans e camisa preta?- Comecei a abrir a calça dele.
— Na verdade não. Fico?- Perguntei.
— Sim. Incrivelmente sexy.- Sorri e terminei de abri-la.- E extremamente irresistível.- Lhe dei um beijo.
— Nossa quanta coisa.- Disse sorrindo.
— Começou a malhar novamente?- Perguntei enquanto acariciava o abdômen dele.
— Um pouco.- Falei.
Sorri.- Lhe caiu muito bem.
— Afinal tenho que ser forte pra proteger você.- Disse.
— Ownn.. meu herói.- Desci beijos pelo seu pescoço.
— Quero ser sempre.- Falei.
— E será sempre.- Beijava o peito dele agora.
— Ah, Hanna...- Gemi. A boca dela na minha pele sempre foi uma delicia.
Desci os beijos para o abdômen dele e dava leve mordidas e passava minha língua também.
Pensava agora se não voltaria com ela. Hanna era o melhor que tinha na minha vida agora, não podia perde-la.
Continuava com os beijos por ali enquanto acariciava seu braço que envolvia minha cintura.
Puxei ela de volta para beija-la e a ajeitei no meu colo. Incrível como alguns minutos podiam afastar tudo que houve nesses dias.
Retribui o beijo e envolvi meu braço em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.
A olhei.- Como posso te amar tanto?
— Talvez seja por eu ser incrivelmente gostosa.- Sorri e fiz a linha dos lábios dele.- Eu também te amo muito meu amor. Mais do que um dia imaginei que seria capaz.
— Então eu sou um cara de muita sorte.- Disse.
Sorri.- Eu que tenho muita sorte.
Afastei a minha cueca e a calcinha dela e com nossas bocas coladas, a penetrei.
Gemi contra seus lábios, mas seguimos o beijo. Acariciava seu peito suavemente.
Comecei os movimentos e ela me acompanhava facilmente. Essa era a minha Hanna. Na cama, sempre incrível.
Ajudava ele com os movimentos. Ele estava sentado e eu no colo dele. Acariciava os cabelos dele e a outra mão acariciava a mão dele que me segurava pela cintura.
— Você adora meu cabelo.- Falei entre os gemidos.
— É melhor que o meu.- Ri.
Sorri e me deitei, deixando ela por cima.
Me inclinei e o beijei novamente. Seguindo com os movimentos lentos.
— Sabe que adoro você assim?- Perguntei enquanto minha mão corria pela lateral do seu corpo.
— Porque?- Perguntei.
— Você fica parecendo mais confiante. E até mais bonita com isso.- Disse.
Ri.- Vocês homens são extremamente difícil de decifrar.
— E eu gosto de dar poder a minha garota.- Falei.
— Bebê, nós já temos o poder. Sem nós, vocês ficariam loucos.- Beijei o pescoço dele.
— Você fica sexy demais falando assim.- Disse.
Sorri e mordi meu lábio.- Você me bajula demais.
— É?- A segurei e nos virei.- Então Marin, vou mostrar quem manda.
Sorri.- Oh Deus, você fica extremamente gostoso assim.
Aumentei o ritmo.- Fico?
Gemi.- Demais.
Beijava e mordia seu pescoço. O prazer com ela era incrível.
Gemia e suspirava ao seus beijos e acariciava a nuca dele enquanto minha perna estava em sua cintura e acariciava ali.
Sentia o orgasmo chegar. Era sempre assim com ela, não demorávamos muito a chegar. Olhava seus olhos, me perdia naquele azul lindo.
Sentia o orgasmo chegar e deixar um rastro de prazer pelo meu corpo enquanto nosso beijo ficava mais urgente e mais quente do que antes.
A prendi contra mim quando chegamos.- Eu te amo.- Disse meio sem folego.
— Eu também te amo.- Lhe dei um selinho.
Me deitei ao seu lado e depois de me olhar...- HANNA!
— O que?- Perguntei assustada.
— Esquecemos uma coisa.- Disse.
— Esquecemos?- Perguntei.
— Sim. Proteção.- Falei.
Ri.- Ah sim, não esquente.- Me deitei no travesseiro.
— Você está tomando remédio?- Perguntei.
— Sim, estou.- Sorri.- Não se preocupe. Depois da nossa primeira vez, já comecei a tomar.
Suspirei.- E você não me contou sua danada.
Ri.- Desculpe. Me esqueci. Sabe que sou péssima para lembrar algo.
Me abracei nela. Tudo de ruim parecia distante, só tinha eu e Hanna agora.
Beijei os cabelos dele e os acariciava.- Você nem foi e já estou com saudades.
— Eu não quero ficar mais longe.- Disse.
— Eu também não meu amor. Mas entendo que queira ficar.- Falei.
— Vai ficar aqui até quando?- Perguntei.
— Pensei de todo o final de semana e voltar na segunda.- Disse.
— Então na segunda eu decido se volto com você.- Disse.
Sorri.- Sério?
— Sim. Aqui tem coisas importantes, mas nada é tão importante do que você.- Falei.
O beijei.- Eu te amo.
— Eu também te amo.- Abracei ela e ficamos ali o fim de semana inteiro. Tranquilos e se amando. Eu amava Hanna mais do que qualquer coisa, qualquer um. Quando vimos já era segunda, e tinha decidido. Não podia deixar ela. Agora ela precisava de mim. Voltaria a Rosewood e voltaria a minha vida normal, com a minha garota.
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