Liberty- One Shots

21 Capítulo 21- Marcel & Rebekah.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Sim, eu sei que demoramos, mas é que deu um pequeno bloqueio para essa OS em especial... já que das outras conseguimos normal, mas como essa foi a mais votada, demorou... E também ficou pequeno, mas acho que ficou bom, espero HAHA´ :3 P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Misto. ( Marcel e Rebekah.)

Não adiantava mais ficar aqui. Iria embora. Talvez voltar a Mystic Falls ou simplesmente tentar uma vida nova. Todos estavam bem afinal de contas. Mas não podia ir sem dar um ultimo adeus a Marcel. Me encaminhei para a casa que um dia foi nossa. Os vampiros não queriam me deixar entrar, mas quebrei o pescoço deles e me encaminhei para dentro. Ele estava sentado bebendo.

— Qual o motivo dos maus tratos aos meus homens, Rebekah?- Disse ainda distraído bebendo.

— Eles não sabem tratar uma dama.- Andei até ele.- E também porque não estava no clima de sujar minhas mãos arrancando corações.- Peguei o copo de whisky que ele tomava.

Olhei para ela.- O que quer?

— Vim me despedir.- Bebi do whisky.- Para sempre agora.

Mesmo não gostando, aquilo me doeu. Afinal era Rebekah, por quem me apaixonei pela primeira vez.- E por que disso?

— Bem, todos estão encaminhados. Convidei Elijah para vir comigo, mas como a séculos atrás, ele prefere o Klaus. Ele e sua missão infinita da sua redenção.- Suspirei.- Todo mundo sabe que Klaus não tem salvação, menos Elijah.

— E vai deixar a cidade por isso?- Perguntei.

— Eu sou imortal, Marcel. Quantas vezes acha que terei que viver para realmente deixar essa cidade? A minha unica fraqueza é aquela adaga. Klaus a mantem com ele porque ele não consegue suportar o som da palavra "sozinho".- Disse.

— Quer dizer que vai deixar os planos dos seus irmãos interferirem mais uma vez na sua vida? A Rebekah que estava acostumado era mais valente.- Falei.

— Pelo contrário. Meus planos é passar em Mystic Falls, pegar meu companheiro de viagem.- Sorri com a lembrança de Matt.- Ele merece ser feliz. Mesmo que não possa dar isso completamente, aquela cidade também não dá.

Fiquei mais próximo á ela.- Se está interessada no seu companheiro, por que veio a mim?

— Não foi para isso, Marcel.- Coloquei o copo na mão dele.- Somente vim dizer adeus. Para sempre.

— Então devemos fazer isso do nosso melhor jeito.- Me colei nela.

Fechei meus olhos e reuni forçar para resistir á isso. O afastei delicadamente.- Marcel, não podemos.

— Porque não?- Perguntei.

— Porque eu vou embora e porque você já encontrou sua loira substituta.- Disse.

— Sabe que isso não é verdade.- Disse.

— Claro que não.- Me aproximei e sussurrei no ouvido dele.- Ela nunca chegará aos meus pés, Marcellus.- Sorri e me afastei novamente.

A segurei puxando para mim.- Sempre ficou sexy me chamando assim.

— É o seu nome, não é?- Sorri.- Ainda não sei porque não o usa mais.

— Marcel é mais moderno.- Disse.

Ri.- Isso é muito contraditório. Não somos nada modernos.

— Você não precisa ir.- Falei.

Suspirei e toquei o rosto dele.- Eu preciso. Vai ser melhor para nós dois.

— Para quem dizia que queria sair mostrando a todos que era minha, você mudou.- Disse.

— Eu não mudei, acredite. Isso é tudo que eu mais queria. Que eu quero. Mesmo depois de dois séculos, eu ainda não consigo te esquecer.- Disse.

Como estava próximo, a beijei de leve.- Rebekah, ninguém nunca vai tomar o seu lugar.

O olhei e toquei seus lábios.- Eu sempre serei sua, Marcel. Eu te amo.

Não pensaria que ela ia embora, só queria tê-la. A beijei novamente.

Retribui o beijo novamente. Envolvi meus braços em torno do pescoço dele.

A segurando a levei para o quarto que sempre foi dela. Desejava ela. Tinha quase um século desde a ultima vez que tínhamos ficado juntos.

Parei o beijo suavemente e olhei o quarto.- Ainda está do mesmo jeito.

— Acha que deixaria alguém mexer aqui?- Perguntei.

— Não, não acho.- Voltei a beija-lo.

Tirei a jaqueta dela.- Seus cabelos sempre mereceram ser mostrados assim.

— Assim?- Questionei.

— Soltos. Sempre adorei quando podia te ver assim.- Disse.

— Quando pensei em corta-los, nos anos 20, me veio sua imagem em minha cabeça e me lembrei do quanto eu gostava quando você os tocava, agarrava...- Murmurei contra os lábios dele e o beijei suavemente.

Fiz como fazia antes, os segurando firme.- Assim?

Mordi meu lábio.- Sim, exatamente assim. Você fica sexy assim.- Abri a camisa que ele usava.

A joguei na cama e comecei a abrir a calça dela.

— Você está com presa, amor?- Passei meu pé no peito dele e em velocidade o coloquei em baixo de mim.- Nem parecia o garoto assustado por não saber o que sentia quando me via no rio.- Minha mão desceu até a barra da calça dele.

— Eu sei exatamente o que sinto agora.- Disse.

— Oh, eu sei disso.- Aproximei meus lábios dos dele.- Mas era fofo.- Sorri e desci meu lábios pelo pescoço dele e rocei minhas presas ali.

— Eu tinha medo de você, que me rejeitasse.- Disse.

— Porque eu rejeitaria você? Sempre amei você. Claro, quando criança de uma forma diferente. Não podia desejar um menino.- Disse.

— Estamos bem diferente agora, de menino não temos nada.- Falei.

Ri.- Você é um metido!- Dei um tapa de leve no peito dele.- E eu sei disso. Anos 19 não foram totalmente trágicos.

— Foram sim. Eu perdi você.- Disse.

Acariciei o rosto dele.- Você nunca me perdeu. Eu pensei que você tinha morrido no incêndio. Na verdade nem sem como humanos sobreviveram, se vampiros foram mortos. Bem, nós sobrevivemos por simplesmente sermos imunes a fogo. E também um ano depois eu fui colocada em um caixão por 90 anos.

A beijei.- Ele não tem esse direito de ficar mandando nas vidas de todos.

Suspirei.- Eu sei. Mas vamos esquecer isso, é melhor.

A peguei.- Vamos sim.- Rasguei a blusa dela.

— Cuidado, essa blusa custou caro.- Falei divertida.

— Esse aqui também?- Ameacei o sutiã.

— Provavelmente. Mas se não tenho blusa, para quê sutiã, não é mesmo?- Sorri.

O abri com cuidado.- Gostei dele.- Apertei seus seios.

Gemi suavemente.- Amava quando você fazia isso.

— Pelo visto tem saudade de muita coisa.- Beijei o seu pescoço.

— De você? Tudo.- Acariciava as costas dele.

— Sempre teve mãos suaves. Gostava disso em você.- Disse.

Sorri.- Esse é um dos benefícios de ser vampira. Sua pele sempre está macia.- Voltei a beija-lo.

— Sim.- A beijei de novo. Era muito tempo sem a sua boca.

Entrelacei minha perna na cintura dele. Minha mão descia delicadamente pelo peito dele.

Desci os beijos pelo corpo dela e tirei a sua calça.

Abri a calça dele. Minha outra mão subia suavemente pelo seu peito e chegava a lateral do seu pescoço.

Ajudei ela a tirar minha calça e voltei á ela.- Seu corpo sempre foi perfeito.

Sorri.- Obrigada. O seu também.- Apertei de leve o braço dele.

— Sabe que gostava de malhar. Você me espionava.- Disse.

— Eu? Isso é uma calunia!- Disse rindo.- Você era extremamente irresistível. Mas eu desconfio que aquele tanto de lutas era para reprimir certas vontades.

— Se você diz.- Tirei a calcinha dela e me deitei junto á ela.

— Certeza eu não tinha.- Mordi meu lábio.- Mas gostava de pensar que sim.

Tirei minha cueca e me uni nela. Não importa o tempo que tinha passado, Rebekah sempre me teve.

Gemi contra os lábios dele e voltei a beija-lo. Queria senti-lo em cada parte do meu corpo. Entrelacei minha perna na cintura dele e o mantinha preso á mim.

Nos coloquei em um ritmo intenso. Tudo que tinha sentido falta estava vindo a tona, toda a saudade dela.

Gemia suavemente entre o nosso beijo e o deixava cada vez mais intenso. Acariciava a sua nuca.

Sorria quando não estávamos perdidos no beijo, sempre tive certeza que a amava.

— Eu te amo, Marcel.- Dizia entre o beijo e os gemidos.

— Eu também, sempre amei.- Disse.

Sorri e voltava a beija-lo. Meu pé passava suavemente pela perna dele.

Aumentei a intensidade. Todo o meu desejo por ela me consumia e percebia que a ela também.

Inclinei de leve meu pescoço para ao lado. Como iria viver sem ele? Como vivi sem ele? Não sabia responder.

Sentia nosso prazer atingindo o auge e parecia que tinha sido a melhor vez da nossa vida.

Quando o orgasmo chegou, o beijei delicadamente.- Eu te amo.

Fiquei ali sentindo o seu corpo com o meu. Era como se estivesse completo de novo.- Você não pode ir.

Toquei o rosto dele.- Eu não quero ir.

— Rebekah, fique por favor. Não vivo mais a sombra do seu irmão, e você merece viver o que deseja sem pensar neles primeiro. Merecemos isso.- Disse.

Sorri. Ele estava certo, não podia pensar nos outros antes de mim. Eles nunca pensaram.- Tudo bem. Vamos tentar isso. Vamos viver nosso amor.

— Vai ficar?- Perguntei sorrindo e esperançoso.

Sorri.- Vou.

A abracei.- Agora vou poder dizer que vou ser feliz.

Sorri.- Vamos ser felizes.

— Rebekah, tem certeza que não vai mudar de ideia?- Perguntei.

Ri.- Não sou tão inconstante assim.

— Imagina, só um pouquinho.- Falei divertido.

— Bobo.- Ri e o beijei.- Eu não vou mudar de ideia.

— Finalmente vamos poder cumprir seu desejo.- Disse.

Sorri.- Sim, poderemos.

Ficamos ali, matando a nossa saudade e fazendo planos. Sabemos que quando Klaus souber vai piorar, mas dessa vez ele não vai nos separar, nada nem ninguém vai. Eu e Rebekah já tivemos tempo demais roubado de nós, agora é o nosso tempo de ser feliz.

Notas finais
Então, gostaram? Espero que sim. Como Klaus e Camille foi o segundo mais votado, não terá votação... o próximo será Klamille e o outro Hayley e Elijah. Pode ser que demore, depende do tempo que levarei para arruma-lo. Bom, digam o que acharam do capitulo! :) Nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)