Liberty- One Shots

16 Capítulo 16- Klaus & Caroline.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Como prometido vim na segunda :3 E esse é Klaroline... E pegamos no 4x18. P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS!

POV Misto. (Klaus e Caroline)

Maldito Silas! Me agachei ou sentei onde estava no chão. Agora além dessa dor alucinante, ele estava entrando em minha mente. E pior com Caroline. Ele tinha descoberto sobre isso, sobre ela, quem eu tinha chamado em vão para me ajudar. Estava constatando que não tinha ninguém mesmo, apenas confiar em mim. Tentei novamente alcançar mas foi inútil e só fazia aumentar a dor que era insuportável.

Estava arrumando o salão e voltei para os armários do vestiário. Peguei meu celular e tinha umas 100 mensagens de Klaus. Suspirei. O que ele quer? Tomei um banho pois estava suada e me arrumei. Peguei minhas coisas e fui para lá.

Não estava aguentando, me escorei num banco que tinha mais a frente. Ouvi uns passos, devo estar alucinando de novo.

— Klaus! O que você quer? Eu tenho uma formatura para organizar, sabia?- Disse entrando e fechando a porta.

— Veio me infernizar de novo? Vai ficar assistindo agora?- Disse irritado com tudo aquilo, mas sem levantar.

Fui até ele.- Agora você me trata mal? Olha, eu estou cansada disso! Quando as pessoas querem que a Caroline ajude, elas ficam mansinhas e boazinhas, ai quando ela é inútil simplesmente são grossas!

Silas não falaria assim. Reuni força para levantar um pouco.- Caroline, é você?

— Não, agora eu tenho uma cópia também.- Ironizei.

— Você veio.- Disse.

— É claro que eu vim. Eu deixei o celular no vestiário por uma hora mais ou menos e quando voltei tinha umas 100 mensagens.- Falei.

Ia responder quando pareceu que o tal pedaço se moveu. Me amparei no banco de novo, parecia cada vez pior.

Franzi o cenho e fui até ele me agachando ao seu lado.- O que foi?

— Silas.... Ahhh!!- Gritei de dor.

— Silas?- Olhei as costas dele onde ele estava com a mão e toquei ao redor da onde tinha sangue.- O que ele fez?

Respirei fundo para me controlar.- Quebrou um pedaço de carvalho branco que está indo para meu coração.

— O que!? Meu Deus Klaus, você devia ter mandando uma mensagem para sua irmã, ela estava com o celular com ela. Vem comigo.- Peguei na mão dele.- Onde é seu quarto?

— Não quero subir, só tira isso.- Me calei durante mais um deslocamento.

— Klaus, no seu quarto você pode ficar deitado. Então deixa de frescura. Eu não sou nenhuma garota virgem que nunca foi no quarto de um homem.- Suspirei.- Agora, onde é seu quarto?

— Segunda porta a esquerda.- Disse.

Amparei ele em mim e usei a velocidade indo para o quarto dele. Entramos no quarto e era lindo. Amplo e bem arrumado. Coloquei ele deitado na cama.

Senti quando ela me deitou. Meu corpo estava úmido e cansado. Só queria tirar aquilo para acabar logo.

— Ok, eu nunca fiz isso na minha vida, você tecnicamente é meu primeiro "paciente".- Me sentei ao lado dele na cama.- Vou começar, ok?

— Vá.- Falei.

Respirei fundo e suspirei. Introduzi minha mão nas costas dele com cuidado e comecei a procurar o carvalho branco.

— Ah... melhor com o alicate... que eu estava.- Falava com dificuldade. Parecia cada vez pior e mexendo então.

Fiz cara de nojo olhando para minha mão.- E você avisa isso agora? Legal da sua parte.- Usei a velocidade e fui pegar o alicate.

Ela foi e fiquei pensando no por que ela tinha vindo. Sabia sua opinião de mim e que se não fosse da mesma linhagem, me deixaria morrendo aos poucos.

Voltei rapidamente com o alicate.- Da próxima vez que eu estiver com algo dentro de mim, irei chamar você para tirar. Com a mão para você ver como é nojento.- Me sentei na cama novamente e comecei a mexer novamente, agora com o alicate.

— Carol...- Segurava no colchão com força.- Mais embaixo. E se isso acontecer, eu trataria você bem, sabe disso.

Sorri. Porque diabos eu estava sorrindo? Eu nunca dei bola para os flertes dele.- Eu sei.- Continuei mexendo e indo mais para baixo como ele disse.

Ela ia mais fundo e só ficava pior.- EU MATO AQUELE... DESGRAÇADO!

— Klaus...- Continuei mexendo.- Não tem nada aqui.

— Claro que tem.- Afirmei.

— Não tem não. Você só se machucou demais tentando tirar algo que não tem, por isso está aberto.- Disse.

— Caroline, eu estou sentindo. Tem que ter, eu senti antes de mexer.- Disse.

Me sentei onde podia ver o rosto dele.- Não tem. De verdade. Se eu continuar mexendo só vou te machucar mais.

— Pode ir, eu aguento.- Disse.

— Klaus, não tem nada. E você quase quebrou a cama e rasgou o colchão.- Indiquei o colchão.

Olhei para ela.- Você tem certeza? Eu posso sentir...

— É sério, não tem nada.- Disse.

— Tente.- Podia sentir tudo ainda. Não era possivel não ter nada.

— Klaus, eu não quero mais te machucar, ok!?- Suspirei e passei a minha mão limpa pelos meus cabelos.- Não tem nada ai.

— Caroline, faça!- Disse.

— Não tem nada! Será que dá para você me escutar?!- Exclamei.

— E você pode me ouvir e tirar o que está abrindo meu peito!?- Exclamei.

— Não tem nada no seu peito! Ele está intacto!- Falei.

Me virei de vez para ela.- Está falando que estou louco?

— Talvez. Mas vampiros não ficam loucos.- Disse.

— Me dá isso.- Tomei o alicate da mão dela. Eu mesmo faria.

— Klaus, para com isso!- Joguei o alicate longe.- NÃO. TEM. NADA. NAS. SUAS. COSTAS!- Ele já estava me deixando louca, ele era muito teimoso.

Estava prestando atenção nela e passou.

Ele estava com uma cara estranha.- O que foi?

— Se foi.- Disse.

— A dor?- Perguntei.

— Sim.- Aquele...- Então... nunca esteve ai.

Respirei aliviada e suspirei. Me atirei na cama.- Meu Deus! Eu sujei a minha mão, as minhas unhas estão cheias de sangue!

Me levantei. Olhei no espelho.- Nunca esteve. Ele colocou tudo isso na minha cabeça.

Me apoiei no cotovelo para olha-lo.- Como ele conseguiu fazer isso afinal? Você é... você.

— Ele me pegou desprevenido.- Me voltei para ela. Fui até ela na verdade.- Mas você me fez sair disso, me trouxe de volta.

— Não foi difícil. Eu sou bem convincente quando quero.- Sorri.

— Sim é.- Peguei a mão dela.- Obrigado, você fez a dor ir embora.

A mão dele na minha me causou uma sensação boa. Caroline, se foque.- Você precisa se alimentar.

— Pode ir. Não precisa se preocupar, você e seus amigos estão a salvo.- Disse.

— Eu não vim aqui por mim ou por eles, Klaus. Se eu quisesse te ver morto, todos nós morreríamos por isso. Não duvide. Eu vim porque eu quis.- Falei.

— Caroline, sei bem o que acha de mim.- Soltei ela e fui pegar uma camisa. Ainda não acreditava que aquilo tudo foi coisa da minha cabeça. Mas ela não se importava, ninguém de importava se estava vivo ou morto e mesmo sem querer isso era um peso as vezes.

Me levantei.- Você está me mandando embora é isso?

— Não. Mas sei que não quer ficar além do necessário.- Disse.

— Ai está a prova que ninguém me conhece.- Cruzei os braços o olhando.- Todos vocês acham que me conhecem né? Primeiro usam e abusam da pobre Caroline, depois que ela ajudou, mandam embora como se fosse lixo.

— Quem está te mandando embora? Eu não. Apenas sei que não quer estar aqui, você mesmo já deixou claro algumas vezes o que minha presença impõe a você.- Falei.

— Argh! Vocês homens são um caso perdido.- Sai do quarto e desci as escadas.

Botei a camisa. Ela não revidou como imaginava. Fui atrás dela.- Vocês homens?

— Sim. Quando a gente tenta ajudar e ver se pode dar certo, vocês voltam ao passado ou simplesmente faz tudo perder a magia! Acredite já tenho experiência com isso.- Terminei de descer as escadas e me dirigia a porta.

Tomei a frente dela.- Ver se pode dar certo? Caroline...- Ela não podia estar falando o que eu estava pensando.

O olhei.- O que foi? Vai ficar na minha frente agora?

— Você disse que queria ficar, então por que não fica?- Perguntei.

Suspirei.- Agora perdeu a magia do momento.- Eu odiava sentir o que estava sentindo.

A peguei e levei ao meu quarto. Entrei e peguei o alicate. Tirei a camisa.- Começamos de novo então?

Comecei a rir.- Não. Você não é um bom ator.

— Não duvide de minhas capacidades. Não sabe nem um terço delas.- Disse.

Sorri e peguei o alicate da mão dele.- Eu já disse que não quero machucar você.

— Por que não? É o que você queria. O que todos querem desde... sempre.- Falei.

— Klaus, você pode ter sido um monstro com as pessoas que eu amo e eu te odiei muito por isso. Mas você nunca me machucou, a não ser que conte a vez que seus bruxos me sequestraram.- Disse.

— Eu sinto por isso.- Odiou? Não odeia mais?

— Tudo bem. Aquele dia não foi bom em vários aspectos.- Suspirei.

— Ali, pode se lavar.- Indiquei o banheiro.- Não queremos suas unhas estragando.

Sorri.- Eu realmente não teria tempo de arruma-las até amanha.- Fui até o banheiro e me lembrei que não teria acompanhante. Suspirei e comecei a limpar as mãos.

— Por que não?- Questionei.

— Porque eu ainda tenho que ajudar a Bonnie e fazer meu cabelo e ver se aguento a versão vadia da Elena.- Falei.

— Ainda dando trabalho?- Perguntei.

— Sim. E matando como se não houvesse amanha.- Disse.

— A exuberante primeira fase serial killer dos jovens. Tanto a aprender.- Disse.

— Eu ainda não me perdoo por ter matado aquelas bruxas ontem.- Suspirei e terminei de lavar as mãos.

— Isso passa. Não se ator...- Escutei um barulho lá embaixo. Não tinha ninguém por perto. Silas. Olhei para ela.- Fique aqui.

— Você está louco? Você ainda nem se alimentou, está franco.- Disse.

— Caroline, fique nesse quarto.- Disse indo descer.

Peguei ele pelo braço.- Você realmente não me conhece. Eu vou junto.

— Teimosa.- Disse saindo do quarto e descendo. Não tinha ninguém na casa.

— E você paranoico. Não tem ninguém nessa casa além de nós, Klaus.- Disse.

— Não...- Olhei em volta. Vi uma coisa que não estava lá, pregado numa parede, um papel.

— O que foi?- Perguntei.

Peguei o papel e li. " Se sentiu bem essa tarde? É só o começo. Se não tiver o que quero, será assim. Se pude fazer isso com você que se diz o mais forte de todos, e me diverti tanto, como vai ser minha brincadeira com sua preciosa Caroline? Físico ou mental? Difícil saber não é?"

Ele parecia com raiva. Fui até ele.- O que diz?

— Silas. Ele acha que pode jogar? Pois bem, que venha.- Disse.

Peguei a carta e li.- E porque ele está te ameaçando comigo?

— Por que você é próxima á mim. Ele deve saber que te chamei.- Não comentei sobre ele se passar por ela.

Suspirei. Por um momento achei que ele ia dizer que era porque ele se importava comigo. Mas o que eu estou pensando?— Entendo. Mas então vamos ter que falar com Bonnie. Ver o que ela pode fazer para ajudar.

— Não fale nada, eu resolvo. Mas tenha cuidado.- Pensar que ele podia fazer ela sentir o que eu estava sentindo, me deu um gelo por dentro.

— Ok, tudo bem. Talvez seja melhor eu ir. Sua irmã deve chegar daqui a pouco e se ela me ver aqui ela me mata. Deixei ela arrumando tudo sozinha.- Disse.

Estava anoitecendo.- Não se preocupe com Rebekah. Veio de carro?

— Não. Na verdade eu deixei tudo no colégio.- Disse.

— Então não vai sozinha. Ou melhor não vai.- Falei.

— Não vou?- Questionei.

— Não. Vou cuidar da sua segurança agora.- Disse.

— Mas... e minha mãe? Bonnie? Matt?- Perguntei.

— Minha prioridade é você.- Tomei a mão dela entre as minhas. Mesmo que me repudiasse, aproveitaria esses momentos com ela. Imaginando como seria se fosse diferente.

Olhei para as minhas mãos entre as deles. Um sentimento extremamente bom passou por mim. O olhei.- Klaus...

— O que, Caroline?- Perguntei.

— Eu...- Não sabia o que dizer e muito menos o que sentir.- Eu me sinto diferente com relação á você.

— Consegui que me odiasse mais?- Disse temendo a resposta.

— Não, pelo contrário.- Entrelacei minha mão na dele e toquei delicadamente seu rosto.- Eu te vejo diferente.

— Como?- Me aproximei mais dela. Estávamos colados agora.

— Eu...- Sorri.- Eu quero cuidar de você e ajuda-lo. Assim como você me ajudou. Eu quero que você não se sinta mais sozinho.

Apenas sorri e a beijei.

Retribui o beijo e envolvi meus braços em torno do pescoço dele.

A segurei melhor e intensifiquei o beijo. Sempre que estávamos perto tinha esse desejo.

Não acreditava no que estava fazendo. O pior era que ainda "estava" com Tyler. E o mais pior ainda é que não me importava. Acariciava os cabelos dele.

Durante o beijo ela passou a mão nas minhas costas que não estavam muito bem curadas, perdi muito sangue abrindo isso. Reprimi um gemido e continuei. Afinal não sabia quando ela iria mudar de opinião.

Parei o beijo suavemente e lhe dei um selinho.- Você precisa se alimentar.- Afastei meu cabelo.- Pode beber do meu se quiser.

— Como recusar uma proposta dessa?- Perguntei sorrindo.

Sorri e acariciei seu rosto.- Então não recuse. Pode beber.

Deixei as presas saírem e a mordi. Seu sangue era maravilhoso e com a permissão dela era muito melhor. Estava faminto e bebi bastante dela. Me deixei levar pelo seu sabor e pelo fato de como estávamos. E mesmo que negasse gostava dele, ou melhor eu sabia desse sentimento, só não admitia. A segurava bem e quando percebi evitei que caísse.- Carol, me desculpe.

Sentia meu corpo sem forças e sentia a mordida se formando no pescoço. O que fazia todo meu corpo doer e formigar.

A coloquei no sofá e mordi meu pulso.- Aqui, sweetie.

Peguei o pulso dele e bebi. A dor começava diminuir.

Acariciava seus cabelos enquanto ela bebia. Já me sentia bem, mas acho que não era só por ter me alimentado.

Parei de beber e já estava curada. Já tinha bebido duas vezes e com essa é três. Sabia que poderia não ter um efeito forte, mas compartilhar sangue é algo pessoal.

— Melhor?- Perguntei.

Me sentei no sofá.- Sim, obrigada.

— Eu que agradeço, pela segunda vez.- Me sentei ao lado dela.

Sorri.- A primeira não valeu. Essa foi mais... romântica.- Lhe dei um selinho.

— Não?- Questionei.

— Klaus, acho que eu não preciso dizer que você me enfiou um madeira no estomago e me mordeu né?- Disse.

— Ah sim, me referi a hoje, love.- Falei.

— Ah, de nada.- Sorri.- Eu sempre fui boa em deixar as pessoas loucas. Acho que isso deu certo hoje.

— Sim, a salvação de abrir minhas costas inteira.- Disse.

Ri.- Mesmo sendo vampira, me dá uma angustia de ver algo aberto. Ainda bem que eu fiz você acordar.

— Sim, me acordou de muitas maneiras.- Falei.

Sorri.- Você também me fez acordar. Você me mostrou que estava certa. Quem é capaz de amar, é capaz de ser salvo.

Voltei a beijá-la. Não me daria esperanças, mas aproveitaria o que estava tendo. Era provável que logo ela volte a pensar como antes e irá embora.

Retribui o beijo novamente e envolvi meus braços em torno do pescoço dele. Acariciava sua nuca.

Puxei ela mais para mim. Estava quase no meu colo. Acariciava seus cabelos e com a outra mão descia por suas costas.

O toque dele me arrepiou. E a sensação era boa. Meu Deus, o que eu estou sentindo? Mesmo já tendo dito o que disse, ainda não conseguia distinguir. Só sabia que era exatamente "isso' que estou sentindo. Acariciava a lateral do seu pescoço delicadamente.

A trouxe para o meu colo de vez. Sentir seu corpo tão junto ao meu estava me dando um sentimento bom de realização. Caia a ficha de uma vez, estava apaixonado por ela.

Acariciava o rosto dele suavemente. Será que estava me apaixonando? Por ele? Me sentia tão bem nos braços dele, tão segura. Não queria mais sair dali. Acho que seria a unica explicação, não é?

O beijo foi acabando e a duvida do que seria agora aumentava. Klaus, tome jeito você está acostumado a decepções e dores, por que está com esse temor?

Encostei minha testa na dele e rocei meus lábios nos dele.- Eu...- Toquei no rosto dele.- Eu estou apaixonada por você.

Olhei para ela surpreso.- O que?

— Eu estou apaixonada por você.- Sorri.

— Caroline, como pode dizer isso? Você disse que me odiava.- Falei.

— Eu disse que te odiei. É que...- Suspirei.- Pode parecer estupidez e criancice, mas estava com medo de sentir algo por você. E não por você ser você, mas sim pela experiência que já tive com "vilões". E não foram muito boas. Eu sempre acabo machucada e em uma cama cheia de salgadinhos e doces.

— Todos nós temos nossos temores querida.- Disse.

Suspirei.- Eu sei.

— Acha que não estou assustado também?- Questionei.

— Eu não estou assustada, não mais.- Fiz a linha do queixo dele.- Você passou tanto tempo me mostrando o quão... sensível você pode ser, que não tenho mais duvidas do que sinto.

— Exagerei um pouquinho, não foi?- Perguntei.

Ri.- Um pouquinho. Mas eu gostei.- Dei um beijo suave nele.

— Gostou?- Perguntei.

— Sim, eu amei. Cada parte do que você já fez, eu amei.- Sorri e acariciei o rosto dele.

— E me deixou no escuro, não foi?- Questionei.

— Como já disse uma vez. Sou inteligente demais para cair em cantadas.- Sorri.- Pelo menos as primeiras.- Ri.

— Por isso temos que ter as segundas, terceiras, quartas...- Disse rindo.

Ri.- Com certeza.

A beijei de novo.- Acho que já viciei nisso.

— Eu não vou me cansar de beijar essa boca extremamente gostosa.- Disse sorrindo e o beijando.

— Nem eu vou cansar de ficar com você. Mesmo sendo doidinha assim.- Disse rindo.

— Eu não sou doida! Eu só digo a verdade. Expresso minha opinião. Coisa que muitos não tem coragem.- Disse.

— Querida, você é um pouquinho sim.- Falei.

— Eu não sou não.- Disse.

— É sim.- Disse rindo.

— Não sou não!- Disse tentando não rir.

— Doidinha, mas linda, inteligente, sedutora, engraçada, incrível...- Disse cada um dando um beijo num lugar diferente.

Sorri.- Os outros eu concordo, mas o doida não.- Ri e me sentei no colo dele, passando os braços em torno do seu pescoço.

— Isso é discutível, mas tudo bem.- Sorria tranquilo. Coisa que não fazia a muito tempo.

Sorri.- Creio que seja melhor eu ir.- Me levantei do colo dele.- Minha mãe deve estar preocupada.

— Nem pensar, você não vai.- Disse.

— Porque?- Perguntei.

— Acha que vou deixar você sozinha? E tenho outros planos.- Puxei ela de volta e comecei a beijar seu pescoço.

Sorri. A barba dele me arrepiou rapidamente.- Mas eu preciso de um banho e de uma roupa limpa. Estou toda suja de sangue e de coisas dos enfeites da decoração da formatura.

— Não vai precisar de roupa.- Continuei a beijar ela.- E o baile Rebekah cuida.

— Sua irmã vai me matar.- Sorri.

— Eu não deixo.- Disse.

Sorri e beijei ele.- Vou contar com isso.

Nos movimentei deixando ela embaixo de mim.- Pode contar, ninguém vai machucar você.

Sorri e acariciei o rosto dele.- Eu acredito em você.

— Acredita?- Perguntei.

Sorri.- Claro que sim.

Sorri e a beijei. Agora mais intenso, a desejava desde o começo. Principalmente quando a vi no baile que mandei o vestido. Acho que me apaixonei ali.

Retribui o beijo e acariciava seus cabelos. Nem acreditava que estava com Klaus. Juro que era a ultima coisa que já pensei em fazer na minha vida. Mas não tinha mais como negar. Já estou apaixonada.

Distribuía beijos pelo pescoço dela e comecei a tirar a sua jaqueta.

Me arrepiei imediatamente ao toque dos seus lábios em meu pescoço.

Puxei ela, a colocando no meu colo e a levei para meu quarto. A sala podíamos ser interrompidos.

— Não gosta de ambientes 'novos'?- Sorri.

— Não quero correr risco de ser interrompido.- Disse.

Ri.- Entendo. Não é legal ser interrompido mesmo.

— Não mesmo.- A joguei na cama. Na parte intacta. Tinha mesmo feito um estrago. E me juntei a ela.

— Você vai precisar trocar de colchão.- Ri.- E de cama. Porque você quase quebrou ela também.

— Não foi o melhor dos meus momentos numa cama.- Disse.

— Ok, poupe os detalhes.- Sorri e o puxei para um beijo.

— Ciumenta?- Perguntei.

— Até mais do que gostaria.- Falei.

— Gostei. Temos isso em comum.- Disse.

O olhei.- Ninguém nunca sentiu ciumes de mim.- E era verdade. Damon nem conta, Matt na época ainda babava pela Elena e Tyler nunca foi do tipo ciumento.

— Então se prepare para um ciumento possessivo. Não gosto que mexam com minha mulher.- Disse.

Sorri.- Acho que vou gostar disso.

— Com certeza vai. Não conhece direito o meu outro lado.- Dizia isso tirando a sua blusa.

— Mas quero conhecer.- Tirei a camisa dele.

Sorri e tirei o resto da roupa dela. Como imaginava, ela tinha um corpo lindo.

Coloquei minha perna na cintura dele e o puxei para um beijo.

Fazia o caminho do corpo dela com as mãos, enquanto o beijo ficava mais quente e urgente.

Minha mão descia suavemente pelas costas dele e deixava minhas unhas arranharem delicadamente ali, sem machuca-lo, é claro.

— Sabia que gosto disso?- Perguntei.

Sorri.- Não. Mas agora eu sei.- Beijei a extensão do maxilar dele.

Tocava na perna dela, na parte interna da coxa enquanto beijava seu colo e com a mão livre apertava seu seio.

Gemi suavemente e arqueei levemente meu pescoço. Os beijos me arrepiava facilmente, principalmente com a barba dele roçando pela minha pele.

Tirei o sutiã dela. Agora que tinha mais liberdade, brincava beijando e mordiscando seus seios.

Gemi e suspirei pesadamente ao que ele fazia. Como eu poderia estar em uma cama com Klaus? Eu não sei. Minha cabeça dizia que estava louca, mas meu coração dizia o contrário.

Descia pela barriga dela.- Você tem um corpo lindo.

Sorri.- Obrigada.- Era totalmente estranho receber elogios. Porque mesmo eu tendo amado de verdade Matt, Tyler, Damon... parece que nenhum nunca me amou o suficiente. Ou nem chegaram a amar.

Continuei e tirei a calcinha dela. Comecei a provocando com minha mão.

Gemi ao seu toque e minha respiração, mesmo desnecessária, era falha.

Estimulei ela.- Você fica tão linda assim.

— Assim como?- Perguntei com a voz em um tom suave e fraco.

— Excitada.- Aumentei o ritmo.

Mordi meu lábio e minha respiração ficava mais ofegante e entre cortada.

Não resistia mais vendo-a assim e mais ainda com a minha excitação, e a penetrei.

Gemia e suspirava. Minha mão descia pelas costas dele e a outra acariciava sua nuca.

Me movimentei suavemente nela. Queria sentir cada segundo disso.

Minha perna estava na cintura dele e o mantinha preso á mim. Afastei meus cabelos que colocavam na minha pele.

Mordiscava o pescoço dela e mantinha o nosso ritmo. Muitas coisas passavam na minha cabeça, mas as calavam. Se as ouvisse não ia dar certo.

Acariciava os cabelos dele e a outra mão tocava em seu peito suavemente e descia pelo seu abdômen.

Comecei a intensificar aos poucos. Caroline reagia a tudo que fazia e isso me excitava mais. Estar com ela estava sendo muito mais do que imaginei.

Sentia todo meu corpo reagir á ele e não imaginava que um dia estaria com ele. As reações que tinha me faziam pensar e questionar o que eu sentia.

— Caroline, você é uma delicia.- Disse.

— Não exagere.- Sorri e o beijei.

— Não estou, love.- Falei.

— Está sim. Eu tenho 17 anos. Não sou tão experiente como uma mulher adulta.- Disse.

A beijei.- Está perfeito para mim.

Sorri suavemente e o beijei novamente.

Além do que provocava nos meus sentimentos, meu corpo se encaixava perfeitamente com o dela e o prazer era pleno. O que essa garota está fazendo comigo?

Sabia que amanha quando acordasse disso tudo, não seria fácil. Teria muita complicação. Sabia que Bonnie, Stefan, Damon, Matt... não iam aceitar e me fariam escolher. E eles estão certo. Eles não tem o porque aceitarem Klaus. Sabia também que não suportaria encontrar Rebekah pois odeio aquela loira aguada. Mas só queria esquecer disso agora.

Sentia o prazer crescente e sabia que o orgasmo estava chegando. Não queria saber de mais nada, só que queria isso sempre.

Sentia o orgasmo passar pelo meu corpo e a sensação era ótima. O beijei novamente.

Chegamos juntos ao ápice e foi uma sensação que não esperava sentir de tão boa. Deixei meu corpo descansar junto ao dela.

Acariciava os cabelos dele e depositei um beijo neles.

— Eu também me apaixonei por você.- Disse.

Sorri.- Fico feliz em escutar isso.

— Eu sei. Também fiquei ao ouvir.- Falei.

— Posso pedir uma coisa?- Perguntei.

— O que seria minha querida?- Me deitei ao lado dela e a olhei.

Me virei para ele para olha-lo.- Sei que você pode ficar com raiva. Mas me sinto na obrigação de pedir para você deixar o Tyler. Deixar ele livre e sem o peso de achar que você pode mata-lo a qualquer momento.

— Tinha que tocar nesse assunto logo agora?- Perceber que ela pensava nele poucos minutos de estarmos juntos me irritou.

Suspirei.- Sinto muito. Só que ele foi meu amigo bem antes de termos algo. Desculpe, não vou mais falar nisso.

— Não é falar e sim pensar nisso agora, que estamos sendo nós dois, pela primeira vez. E você pensando no Tyler.- Disse.

— Ok, desculpe.- Suspirei e me virei, olhando para o teto.- Vamos mudar de assunto, é melhor.

— Viu? Eu disse que era ciumento. Até de pensamentos.- Falei.

Sorri.- Não precisa ter ciumes do Tyler.

— Não imagina. Por que me preocupar com alguém que você se preocupa até quando está na cama comigo? Motivo algum.- Disse.

— Klaus! Eu me preocupo com todos os meus amigos, em qualquer momento do dia. A gente simplesmente não se esquece de todo mundo.- Falei.

— Não estamos falando de um "amigo".- Disse.

— Estamos sim. Pois eu e ele terminamos já faz um tempo, caso não se lembre.- Falei.

— Terminaram? Que eu saiba ele só foi embora por minha causa, caso contrario ainda estaria com ele.- Falei.

— Primeiramente: Eu não sou uma vadia. Se eu não tivesse terminado com ele, eu não estaria aqui com você. Segundo: Eu disse para ele me esquecer e viver a vida dele. Estou seguindo meu conselho. Nunca devíamos ter começado. Eu e ele...- Suspirei.- Sempre foi amizade. Mas Tyler não pode ver um par de pernas de mulher. Ele tem esse problema.

— Oww, eu sei sobre isso. Tempos fora com os "lobos", imagino como não foi.- Disse.

Suspirei.- Pois é.- Passei a mão pelos meus cabelos.- Com certeza ele tem muito de lobo dentro dele.

— Nossa jovem amiga loba que o diga.- Droga, acho que ela não sabia.

O olhei.- Como assim?

— Hayley deu todos os indícios que tinham tido algo enquanto estavam nas montanhas.- Disse.

Fiquei sem fala. Tyler me traiu? Juro que mesmo sabendo do passado dele, isso nunca me ocorreu. Sempre confiei nele.

— Me desculpe, não devia ter falado assim.- Falei.

Suspirei.- Tudo bem. Já estou acostumada.

Virei o rosto dela para me olhar.- Me desculpe mesmo. É que Hayley deixou tão evidente que pensei que tivesse visto ou escutado algo.

— Está tudo bem Klaus. Eu e Tyler já não tem mais nada a ver. E já estou acostumada com isso.- Disse.

— Tudo bem love, vamos deixar meu ciume de lado.- A beijei.

Retribui o beijo, mas fui parando suavemente.- Eu preciso tomar banho.

— Não, vai ficar bem aqui.- Disse.

Sorri.- Mas eu preciso de um banho. Eu ainda estou suja de sangue. Não quero que fique cheiro no meu cabelo.

— Vai me deixar sozinho aqui?- Perguntei.

— Não. Você pode vir junto.- Sorri.

— Está me chamando para tomar banho com você, senhorita Forbes?- Questionei em um tom de diversão.

— Eu? Capaz.- Sorri inocentemente.

Ri.- Vamos mocinha, se não vou ouvir a ladainha do cabelo.

Fomos para o banho, que não foi bem um banho. Depois ele saiu, para poder terminar o banho. Limpei melhor as unhas e lavei bem o cabelo. Sai do banho e vesti um roupão. Sai do banheiro e ele estava deitado na cama.

— Acho que prefiro sem roupão...- Comentei.

Sorri.- Eu preciso beber. Estou sede. Por isso o roupão. Onde você guarda o sangue?

— Vamos pegar, eu também quero.- Saímos do quarto e fomos até a cozinha no freezer.- Quente ou frio?

— Quente. É mais gostoso.- Disse.

Servi duas taças e coloquei no microondas para esquentar.

Estava distraída e escutei um barulho.- Acho que tem alguém chegando.

— KLAUS, CADÊ VOCÊ SEU DESGRAÇADO!- Tyler gritou.

— Só pode ser brincadeira.- Disse indo para a sala.

Segui com ele para a sala. Não acreditava nisso. É para dar confusão mesmo.

— Só faltava procurar aqui. O que você fez á ela?- Ele perguntou.

— Eu? Fiz muita coisa. O que quer saber exatamente?- Perguntei.

— Klaus!- O repreendi.- O que você quer aqui Tyler?

— Vim atrás de você. Você sumiu e o só faltou ver aqui.- Ele reparou no modo deles.- Caroline, o que está fazendo aqui?

— Ela está aqui comigo.- Disse enlaçando a cintura dela.

Olhei para Tyler.- Sim, eu estou com ele.

Ele avançou sobre Klaus.- Tire suas mãos dela seu louco!

Ele havia conseguido me separar dela, mas logo me soltei.- Modos Tyler, esqueceu como são?

— Tyler!- Fui até eles e os separei.- Para, ok? Eu e você terminamos.

— O que?- Ele perguntou.

— Nós terminamos. Lembra? Eu disse para você seguir em frente.- Disse.

— Caroline, o que aconteceu com você? Mesmo que não tenha algo entre nós, olha onde está. Vamos embora daqui.- Ele disse.

— Eu não vou, Tyler.- Falei.

— Você compeliu ela? Foi tão baixo assim? Nojo de você Klaus, assim como os híbridos não consegue que ninguém fique ao seu lado por que quer, só sob ordens mesmo.- Ele falou.

Aquele garoto testava minha paciência. O joguei no chão.- Não te devo explicação de nada e nem ela.

— Klaus, calma.- Fui até Tyler.- Tyler, eu te amo. Só que agora é como amigo e somente isso. Não devíamos ter tido algo. Não nascemos um para o outro.

— Tyler, você tem um minuto para sair vivo daqui.- Disse.

Ele num movimento rápido pegou Caroline para sair.

— Tyler, me solte.- Me desvincilhei dele.

Fui até ele e a tirei. Depois dando um soco e um chute nele.- Não encoste nela de novo. Você não vai fazer isso nunca mais ou será sua morte.

— Se quer tanto por que não o faz?- Ele questionou.

— Parem, por favor. Ninguém vai morrer, ok?- Suspirei.- Tyler, é melhor você ir.

— Vai ficar aqui mesmo?- Ele perguntou.

— Vou.- Disse.

— Nos vemos depois, Care.- Disse e saiu de lá.

Suspirei e passei a mão pelos meus cabelos. Não acreditava que coisas dramáticas tinha que acontecer na minha vida. Me dirigi para a cozinha.

Segui ela.- Você está bem?

— Estou. Só absorvendo tudo isso.- Me escorei na bancada.

Fiquei na frente dela.- Sabe que não vai ser fácil.

Suspirei.- Eu sei.

— E como vai ser com isso?- Sabia que ela era muito ligada aos amigos e família e que pesaria em relação a mim.

— Não sei, Klaus. Só sei que irei tentar manter os dois lados.- Falei.

— Eu entendo.- Disse.

Suspirei.- Obrigada. Não quero mais o sangue. Fiquei sem fome.- Sai da cozinha e me encaminhei para as escadas.

Peguei as taças, mas desisti e as joguei na parede. Maldito Tyler, tinha que aparecer para estragar tudo. Mas já tinha ido longe para perder agora. Fui atrás dela.

Estava sentada na cama e pensava nisso tudo. Eu sempre teria que escolher um lado. Fechei meus olhos e massageava minhas têmporas.

Cheguei junto dela e me abaixei na sua frente.- Carol.

Abri meus olhos e o olhei.- Sim.

Toquei seu rosto. Minha sweetie.- O que você quer fazer?

— Eu só quero viver em paz com você, com meus amigos e minha família. Mas sei que isso é quase impossível.- Disse.

— Um pouquinho complicado. Mas vamos uma parte por vez, está bem?- Disse.

Acenei.- Ok.

— Agora melhora essa carinha, ou vou ter que tomar uma providência.- Falei.

— Que tipo de providência?- Questionei.

— Tenho muitas ideias.- Disse.

— Tudo bem.- Suspirei e sorri.- Não vamos estragar a noite.

— Quer deixar e ir para casa?- Perguntei.

— Claro que não. Quero ficar com você.- Disse.

— Se quiser eu entendo. Precisa organizar muita coisa nessa cabecinha linda.- Falei.

— Klaus, eu quero ficar com você.- Falei.

Sorri.- Essa é a minha Caroline. Teimosa.

Sorri e o beijei.- Não vou sair do seu lado. Darei um jeito. Mas nunca irei te deixar, ok?- Toquei no rosto dele.

— Não vou discutir isso hoje.- Disse.

— Você não quer ficar comigo?- Perguntei.

— Como não? Percebeu como estou aqui para falar com você? Quase de joelhos. É que sei o peso que o outro lado tem. E aqui, sou apenas eu.- Disse.

— Klaus, se formos pensar em tudo que tem 'o outro lado", nunca ficaremos juntos. Então somente esqueça isso.- Disse.

— É que me preocupo em como vai ficar você nisso.- Disse.

— Não se preocupe.- O beijei.

— Tudo bem.- Retribui o beijo.

Acariciei o rosto dele.- Você não estará mais sozinho.- Fiz a linha dos lábios dele.- Estarei com você.

— Não prometa nada ainda, muito menos isso.- Disse.

— Eu só estou dizendo o que sinto.- Falei.

— Se sente assim?- Questionei.

— Sinto.- Disse.

Eu não sabia por em palavras o que aquilo significava. A beijei. Tentando não pensar no que poderia dar errado.

Retribui o beijo envolvendo meus braços em torno do pescoço dele e acariciando seus cabelos.

— Carol, assim não vou deixar você ir.- Falei.

— Então não deixe.- O puxei para um beijo novamente.

A amei novamente e tinha certeza, eu queria Caroline comigo. Ela dormiu nos meus braços e aquele dia de pesadelo virou sonho. Agora tinha alguém, não obrigado e sim alguém que fez questão de ficar. Sabia as complicações, mas eu desejava isso com uma intensidade que não deixaria escapar essa oportunidade. Se minha querida queria ficar, eu faria tudo por ela.

Notas finais
Então, gostaram de Klaroline? Perfeitos eles não é? HAHA´ Como empatou, vamos ao desempate. — Damon e Elena. — Stefan e Elena. Votem e não deixem de comentar o que acharam do capitulo! Até o próximo! ;)