Libertinagem: A cidade "terrorista"
1 Capítulo 1 - O começo
Notas iniciais
Então meus aqui, eis aqui que vou lhe contar a história mais violente, horrorizante e bizarra que vocês nunca mais iram ver em algum outro lugar. Mas, como tudo começou? Eu vou lhes contar
Estava de noite, umas 21:04, estava sozinho em casa, o que um jovem de 15 anos poderia fazer quando seus quatro melhores amigos sumiram? Pois é, então eu decide colocar em um canal qualquer. Estava passando um filme bastante bizarro, contendo cenas mais bizarras ainda. O nome? Eu acho que não devo falar. Minha mãe chegou, e eu troquei de canal imediatamente.
- O que estava vendo? — perguntou ela, curiosa.
- Esse programa mesmo. — respondo com uma expressão sincera.
- Oprah? Você nunca gostou de Oprah.
- Mãe, as coisas mudam, se você não gosta de mudanças me desculpe então... — disse para ela para não encobertar mais mentiras. Fui em direção ao meu quarto e fechei a porta e logo me joguei na cama.
Meus amigos, aqueles foram os sonhos mais animados que eu tive. Bem, para alguns de vocês possivelmente pode até não ser. Enfim, foi um sono bastante curto eu acordei no outro dia. Fiz as mesma coisas de costume e... fui para a escola a pé mesmo. Adentrei ao corredor do colégio e vi uma enorme movimentação. Fui acompanhando os demais e logo observei aquela pancadaria.
- AAH! — gritou um deles partindo o murro no rosto do outro.
O outro respondeu com um soco bastante errado. Realmente eu não aguentei ver aquilo, parecia briga de criança.
- Briguem feito homens otários! — gritei para eles que no mesmo momento, um deles veio para cima de mim me empurrando. Ele estava totalmente cheio de sangue.
- BABACA! — aquele mesmo "cara" cuspiu em mim e ainda me deu um tapa na face.
Querem... querem mesmo saber o que aconteceu? Ok, a opinião vai ser totalmente de vocês.
- Você não fez isso, seu... morto! — gritei para ele que no mesmo momento parou de bater no outro que já estava já nocauteado.
- CAI PRA CIMA, OTÁRIO!
- JÁ CHEGA! — gritei e logo fui para cima dele já acertando um soco na ponta do queixo dele o jogando para o chão. Completamente indefeso, eu acertei duas pisoteadas no crânio dele e para finalizar com chave de ouro, amigos, eu soltei uma bicuda na boca dele.
- Sentiu o gosto do sangue? Espero que sinta isso daqui também! — peguei a cabeça dele e bati quatro vezes na parte e soltei um gancho completamente correto no queixo dele fazendo ele ficar completamente sem ar.
Bem, depois dessa demonstração de luta de rua, eu fui encontrar um velho amigo. Um grande familiar meu. O diretor. Que coincidência por que ele era meu pai. Aquele maldito.
- Eu te conheço de algum lugar. Não é mesmo jovenzinho, melhor dizendo, seu pequeno demônio carismático! — sorriu para mim enquanto já sentava em sua cadeira.
- Como vai, Carl, roubando dinheiro dessa escola? Sabe, você parece meu pai... — aproximei-me da mesa dele — Isso mesmo, completamente, retardado e pessimista. Ele também não conhece o limite... do perigo.
- O que você quer?
- Me livre da detenção nos dois sabemos que isso vai acontecer, Carl. Simples assim... — me sentei na mesa dele o encarando.
- E se eu... me recusar? — ele me encarou com aquele olhar pessimista de sempre.
- Eu acabo atacando todos os jovenzinhos dessa escola. Você não vai se arrepender, vai até ... testar os atendimento dos médicos desta cidade.
- Secretária Robinsson, tire-o daqui. — disse ele apertando um botãozinho. Devia ser do interfone, eu acho.
- Senhor, Aaron vamos. — ela já escutava pela porta e me segurava nos ombros.
- Eu me recuso a sair.
- TIRE-O DAQUI!
- Senhor Aaron, por favor, vamos! — disse ela em um tom mais intenso.
- Que tal atacar com barra de ferro? — perguntei ainda me recusando.
- EU JÁ PEDI PARA TIRAR ESSA PESTE DAQUI!
- Era tudo o que eu queria escutar — sorri para ele e logo me retirei sozinho da sala.
Depois daquele momento intenso, sem mesmo começar a aula, eu fui para um bar abandonado que eu costumava invadir quando precisava de privacidade. Eu me joguei em uma cama que ali tinha e... fui fechando meus olhos lentamente. Com os piores pensamentos possíveis. Irmãos e irmãs, neste dia a revolução começou. Neste dia em que todos nós, realmente ficamos... livres. O que eu penso? É somente... um mundo sem regras, vamos realmente saber quem somos? Disso eu não sei...
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