Letters To Anyone
24 Twelfth letter (part 2)
Notas iniciais
Obrigado a quem leu minha fic de aniversário e queria um pequeno favorzinho: leiam "Cadeau", da minha linda Mitsu (ela me fez esse presente maravilhoso e não pude deixar de lê-lo sem chorar). Não que seja emotivo, mas para mim é porque... Oras, não dá para explicar simplesmente. (fanfiction.com.br/historia/193576/Cadeau)
Bom, agora atualizando Letters... Tá acabando, pra quem não vê a hora de isso acontecer!
E tenho que atualizar Akaku, mas não sei onde tá o capítulo e o nomeei como 'HDOIUFHASDFN" ou algo do gênero (é sempre assim, sou desorganizada) então só peço um pouco mais de paciência a quem lê a fic e tudo mais.
E tenho três ones para postar e vou fazê-lo assim que acabá-las, uma a uma... Enfim, isso foi informação inútil mas vou deixá-la porque a nota inicial é minha.
VAMOS LER PORQUE CHEGA DE CHORAR COM AQUELE PRESENTE LINDO DA MITSU!
O tanoshimi. Enjoy ♥
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Vamos jogar?
Procurando pelo rei.
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Foi ao endereço que lhe fora passado, empunhando o .38. Andava sorrateiramente pelo prédio com um olhar analítico a tudo. Não deixara que os outros entrassem, apenas que fechassem toda e qualquer saída ou acesso que pudesse ter. Queria surpreendê-lo sozinho.
De dois em dois degraus, mas ainda portando a leveza furtiva do vento, foi até o segundo andar, sempre apurando a audição para o mínimo possível, tentando escutar qualquer coisa.
Ao percorrer o longo corredor claro do andar, deparou-se com o número 209 e viu que a fechadura fora arrombada de forma profissional. Respirou fundo e entrou, ouvindo o silêncio furtivo do local.
– Bryar... – murmurou com os dentes cerrados mirando na cabeça do louro que se encontrava virado de costas para a porta do quarto escuro de Sim Bengt.
– Ora... Estava esperando por você... – riu maldosamente com um tom ameaçador.
Foi de repente.
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xxx
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Kurt e eu estávamos apreensivos. Não fazíamos ideia do que fazer e nem tínhamos condições para nos acalmarmos em uma situação como aquela. Se ele fora, claramente corria perigo, ainda mais se fosse o que estávamos pensando. Se fosse realmente a pessoa que procurávamos, ele estaria liquidado. Não teria chances de alguém como aquele... Ser. Talvez ele soubesse. Talvez cansara de viver. Ou talvez estivesse protegendo seu amigo. Ou seus amigos, talvez não quisesse mais mortes do que a sua própria.
Mas estava me precipitando. Pensando de forma positiva, ele estava bem e não fora nada demais. Poderia ser só algum roubo ou algo parecido. Sim, estava temendo por coisas piores.
O celular de Kurt tocou novamente e parecia que haviam se passado eternidades desde que ele saíra.
Por um momento, ele ficou apenas ouvindo o que a voz do outro lado da linha dizia. De repente, ficou pálido, os olhos parados em um ponto cego e os ombros caídos, a expressão parecia ser moldada em pedra: fria, preocupada, raivosa.
– Certo – comentou por final, desligando.
– O que era? Descobriram algo? – perguntei-lhe aflito.
– Ele foi pego – murmurou com a voz terrivelmente neutra.
– Isso é ótimo, não? Por que não está sorrindo?
– Ele o pegou – murmurou, mas agora sua voz assumia um único tom: dor.
Ele parecia morto subitamente.
– Anime-se. Ou era alguém que você conhecia? – senti meu sorriso morrer aos poucos, não gostando do que Kurt dizia ou da forma como ele reagia.
– Ele foi mais rápido... Era para ser eu.
– Quer a glória?
– ELE O PEGOU! O FILHO DA PUTA O MATOU!
Já não entendia mais nada.
– Se controle. Ande, respire fundo e diga: quem é?
– Aquele bastardo o matou... Aquele... Puto teve a coragem de matar Gerard – parecia ferver em raiva, espumava como um cão louco e descontrolado. Tremia demais, e talvez eu estivesse daquela forma.
Minha mente não processava o nome, só poderia ter ouvido errado.
– O... Quê? – gemi quase sem voz, sentindo um nó na garganta.
Ele... Estava morto?
Notas finais
No mais, é isso.
Review?
Kissus. Way.
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