Notas iniciais
Desculpe a demora. Boa leitura!

– O que o Natsu fez?

– Como assim?

– Vocês estavam o interrogando. Ele destruiu alguma cidade?

Mira voltou a se intrometer na conversa.

– Nós estávamos perguntando se ele estava dormindo na casa da Lucy.

– Ele sempre dormiu na casa da Lucy.

– Eu sei. Mas a questão não é essa. Estamos tentando... Bem, saber se o Natsu gosta da Lucy.

Eu deveria ter dado um tapa na Mirajane, expondo os nossos planos desse jeito. Levy pareceu curiosa e eu só revirei os olhos.

– É claro que ele gosta da Lucy! – ele pareceu animada, bateu palmas e começou a listar motivos totalmente vagos sobre o amor entre o Natsu e a Lucy.

– Bom o que você acha Lisanna?

– Eu acho que isso é muito vago e que o Natsu é ingênuo demais para o amor...

– O Natsu é ingênuo demais para qualquer coisa.

– Que susto!

– Calma Levy – Cana abanou uma das mãos com seu jeito desleixado e bêbado de ser – Porque estamos discutindo isso? Nós conhecemos a peça.

– Quais as chances entre um romance entre a Lucy e o Natsu existir?

– Remotas, quero dizer, extremamente raras.

– Mas eles são perfeitos um para o outro!

– São, Levy, eu sei que sim. Mas isso não significa que eles vão ficar juntos.

– Exatamente.

Eu estava feliz por Cana me entender, a Levy ficou emburrada. Juro por Deus que não havia coisa mais fofa.

– Garotas, garotas... Por que essa discussão toda?

– Evergreen! O que você acha do Natsu e a Lucy juntos?

– Bem, eu acho fofo...

– A-há! – Levy pulou e apontou o dedo na minha cara.

–... Mas também acho meio impossível.

Ri quando o dedo de Levy caiu e ele meio que se encolheu de vergonha. Então Juvia também entrou na rodinha, querendo apenas comentar sobre como o Gray estava hoje (sem camisa e brigando com o Natsu) e ouviu a discussão.

– A Lucy está apaixonada por Natsu.

– Claro que está. Você não deixa alguém invadir e destruir seu apartamento algumas vezes por dia se não estiver apaixonada.

– Eles têm que ficar juntos!

– Tá, mas quais são as chances de o Natsu estar apaixonado por ela?

– Inúmeras – respondeu a Levy – eu li um livro...

– Talvez as coisas não sejam como nos seus livros, querida.

– Concordo com a Ever.

– Vocês tem que acreditar mais no amor. Ele já se sacrificou tanto por ela.

– Ele se sacrificaria por qualquer um de sua família, ele mesmo já falou isso...

– Mas...

Mira-nii (me desculpem se estiver escrito errado, eu realmente não sei como se escreve), Levy e Juvia apoiavam o amor entre eles e já conseguiam até pensar em como seriam os bebês, já eu, Cana e Ever ficamos do lado em que não importa quão fofo seria eles juntos: isso nunca irá acontecer.

Acabei até contando sobre a aposta.

– Tudo bem, tudo bem. Então nós podemos participar da aposta?
– Claro. Se eu, a Juvia e a Levy estivermos certas, como eu sei que estamos vocês vão ter que fazer a missão, só que essa vai ser de 10.000.000 e vão nos pagar cada centavo.
– E se eu, a Cana e a Ever estivermos certas vocês vão ter que fazer isso.
– Apostado?
– Apostado.

Apertamos as mãos uma as outras e ficamos nos encarando, até a Cana pedir a Mira uma cerveja.

[...]

Estava ajudando Mira e Kinana a fechar a guilda, colocando as cadeiras em cima das mesas, fechando e trancando as janelas e torcendo para chegar antes do toque de recolher da Fairy Hills. Dessa vez, Erza não havia ido junto a Natsu, Happy e Lucy.

Trancamos tudo e chegamos, no máximo, três minutos antes do toque de recolher. Por isso Erza gritava conosco enquanto subíamos as escadas.

Terminei de escovar meus dentes e fui me deitar. Mira e eu dividimos um quarto no dormitório e tínhamos um beliche: eu na parte de cima e ela em baixo. Por isso eu nunca sabia o que ela estava fazendo, mas acredito que lia um livro ou algo assim, como todas as noites. Então lhe desejei boa noite e fui dormir.

Notas finais
sei que está pequeno, mas não consigo escrever mais nada. Tentarei postar o quanto antes. Comentem!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.