Let´s Rock
11 Capítulo Quatro, Parte Dois: Ciência
Notas iniciais
Capitulo escrito pelo Fabiano Alves. Espero que gostem! ^^
matar! E a própria namorada do Force atacou ele! - Nem todos que aqui estão são malignos, acólita. Eacredita realmente que se eu não tivesse podersuficiente para elimina-los eu já não o teriafeito...?---------Nos separamos de Vick depois disso. Ela sumiu semdeixar vestígios e aparecemos dentro de Prontera.Depois...aconteceu tudo aquilo...- Ei Rach! — perguntou Aron, seguindo Pluto, que ia àfrente do grupo. — Como descobriu que o fOrCe está emIzlude? - Eu vi algo na floresta...Quando fui pegar lenha como Pluto...- O que você viu? - Depois eu te explico, vamos indo! ---------Fui buscar lenha naquele momento para fazermos umafogueira.Foi quando eu vi numa clareira, e Pluto é testemunhade tudo também.Devia ser um bruxo. Ele olhava com desdém para umespadachim que tentava acerta-lo sem sucesso.Abaixei-me oculta entre alguns arbustos e fique aouvi-los...- Desista! Você não é páreo para mim, espadachim...- Maldito! Devolva o livro! Ele me pertence! - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! Te pertence? Claro,claro...Venha tomá-lo então...- GOLPE FULMINANTE! Arregalei meus olhos ao ver que o bruxo deteve o golpedo espadachim com as mãos. Ele desarmou o espadachiminstantes depois e disse-lhe:- Vê a aura que brilha em meus pés? Sabe o que é isso,pequeno e tolo espadachim justiceiro?O espadachim nada disse, recuou assustado e viu quandoo bruxo jogou sua espada para o meio das árvores.- Essa é a aura daqueles que, como eu, tocamos osdeuses. E se eu toquei os deuses com meu poder nãodevo temer um simples verme como você! - Maldito Flo...- TROVÃO DE JUPITER! Uma esfera elétrica saiu das mãos do bruxo,praticamente penetrando a cota de malha do espadachime queimando-o de dentro para fora. Segundos depoisapenas um corpo carbonizado jazia no chão.- "O livro, o livro..." — disse o bruxo, olhando umlivro velho, de capa marrom — Nenhuma anotaçãointeressante aqui...E esse idiota veio atrás demim...- olhou para o corpo do espadachim — Vale menosque um diário de menina...O bruxo jogou o livro em cima do corpo e disse: - Pode ficar. Não me interesso por coisas comopoesia...Riu então e eu pude ver quando ele tirou de um dosseus bolsos uma colorida asa de borboleta.- Pode ficar com o livro se quiser, seja lá quem vocêfor. Um tocado pelos deuses não precisa desse tipo deliteratura fútil...Estremeci, ele falava comigo, mas quando fui olha-lo,ele se teleportou e sumiu.Me aproximei do livro, o abri e o li um pouco. Plutoveio atrás de mim.---------------------"Querido diário, não sei o que mais o que fazer..."Obviamente, era o diário de uma moça..."(...) Alastair saiu para o combate novamente, temoque ele não volte. Ele me proibiu de segui-lo."Pelo visto havia acontecido uma guerra, ou algo domesmo naipe. A donzela se queixava da ausência do seuamor pelo que eu vejo..."(...) Sinto falta de Payon...Não queria estar tãolonge...Lembro do dia que Alastair me tirou dacaverna..."Pluto desviou minha atenção. Ele saltava ao lado dalenha, que tinhamos deixado no chão.- Já vou, já vou! Esse livro é esquisito... Deixa euler ele mais um pouco..."(...) Foi em Izlude que eu vi o sonho morrer. Melembro bem daquele dia. Fora um dia de lágrimas,tristeza e sangue. E foi naquele dia que um espadachimtombou."O livro tinha mudado a cor de suas páginas; nãoparecia ser mais um diário de uma garota.Alguma coisas naquelas linhas me forçava a umalembrança que estava empilhada com várias outras porcima...- fOrCe, porque você luta? - Pelo sonho Rachiele. Quero que os sonhos de quem eugosto se realizem. É por isso que me chamam de"sonhador".Olhei de novo o livro, mas a página que eu tinha lidosobre o sonho que morria em Izlude estava apagada.Tive um sombrio palpite de onde fOrCe poderia estar.- Pluto, deixe tudo aí! Temos que ir para Izlude omais depressa possível! Seu amigo corre perigo! Segurei o livro contra meu peito e apressei-me.A lembrança de Vick tomou meus pensamentos:" Vocês três deverão resolver o problema. Os três.Sonhos, Verdade e Persistência. E nenhum dos três deve
perecer, senão fadará ao fracasso os outros dois. "Ela falava de nós, e fOrce era o sonho...
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