Let´s Rock

1 Capítulo um, Parte um: Prefácio da Verdade


Notas iniciais

Uma observação antes de começar-mos. Cada capitulo será dividido em três partes, cada uma escrita por um dos escritores da fic. Essa primeira foi escrita por Fabiano Alves. Todo capitulo trará o nome do escritor de sua respectiva parte nesse espaço. Agora sim, espero que apreciem a leitura. Let´s Rock! ^^

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Personagens ( Ou: os felizardos que vão nessa zorra onde nenhum aventureiro

jamais esteve...u.u )

Rachiele: Típica noviça ( acólita ) da Igreja de Prontera, tem temperamento

instável embora seja de boa indole. Gosta de se fazer de rebelde e causar algum

constrangimento em quem conhece e/ou gosta.

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"Então quer dizer que..." Rachiele ainda não acreditava em tudo que tinha

ouvido." O mundo é mais estranho do que eu pensava...".

Rachiele conhecia aquela parte de Prontera por causa do Esgoto, onde já estivera

antes; ao avistar as muralhas da cidade, sentiu-se feliz por enfim ter chegado

em casa.

"Talvez eu passe nos esgotos para ajudar em algo...Ah, mas agora o que eu quero

mesmo é comer!"

Rachi avançou apressadamente para o portão, mas ao passar pelo jardim, viu algo

estranho.

Um espadachim, de cabelos verdes, tombado ao chão, possivelmente ferido. Perto

dele, saltando alegremente, um Poring.

Rachiele espantou o Poring e parou diante do guerreiro. Reunindo suas forças,

invocou a graça de Odin para o estranho:

— Cura-te estranho! — e tocou a fronte do guerreiro.

"PqP!" pensou Rachiele" Mal fechei uma cicatriz dele...acho que preciso

aprimorar meu poder de curar! "

Sua atenção foi desviada por algo. A sua frente, um amontoado de pessoas vinham,

quase como zumbis, mas sem a carne apodrecida, diante dela.

Grunhiam coisas incompreensiveis.

Rachiele , rapidamente pegou o corpo do espadachim e correu na direção do

Esgoto.

"Mas que diabos está acontecendo aqui?? O que são esses...esses monstros?"

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Rachiele pensou em abrigar-se e ao estranho no Esgoto; embora não fosse o local

mais indicado para tratar de um ferido, era pelo menos o mais relativamente

seguro.

Olhou para trás: a horda de zumbis vivos ainda a seguia, mas notadamente mais

vagarosos do que ela. Enfim chegou à entrada dos esgotos, o guarda olhou para

ela.

— Abra a porta! Rápido!

— Minuto! Eu te conheço, você é Rachiele, a Vanir! Vai querer descer mesmo para

os Esgotos?

— Guarda...não sou de ficar falando muito com encrenca no meu pé! E além do que,

tenho que cuidar desse guerreiro aqui...então...ABRE LOGO A PORR@ DESSA PORTA!

— Encrenca...?

Rachiele apontou para suas costas e o guarda viu a horda que se aproximava.

— Mas.... que diabos é...

— ABRE A PORTA! LÁ EMBAIXO A GENTE CONVERSA!!! PELAMORDEDEUS!!!

O guarda abriu a porta e tão logo Rachiele desceu com o espadachim em seus

ombros ele a seguiu, fechando a entrada.

Minutos depois a única coisa que se ouvia eram os golpes, de mãos nuas, das

criaturas da horda golpeando a entrada dos esgotos...

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— Droga...Mas que merd@ aconteceu com esse espadachim para estar desacordado...?

— Ei, acólita!

— Diga guarda, ops, cuidado com esse besouro perto de você...eles roubam coisas!

— Pode deixar, não tenho nada de valor...conhece ele?

— Não...achei estranho um cara como esse tombado do lado do muralha...Por aqui

os monstros não são tão poderosos que um espadachim não possa vence-los...

— Tombado do lado da muralha...?

— É.

Ambos olharam para o guerreiro de cabelos verdes; Rachiele aplicou-lhe mais uma

cura, mas ele ainda não acordara.

— Deve ter sido coisa grave para ele não acordar até agora... Eu precisaria

levar ele numa casa...Pra cuidar dele melhor...Mas não dá pra sair...

— Eu vou ver se as criaturas ainda estão por aí...

— Tome cuidado...

O guarda subiu pela rampa de madeira e colocou o ouvido na porta que levava à

superfície; fechou os olhos, tentando se concentrar em apenas ouvir os sons do

exterior.

Minutos se passaram sem que ele se move-se.

— Acólita Rachiele!

— Diga guarda!

— Nenhum som vindo de lá de fora!

— Ufa! Ainda bem! Pode abrir a porta?

— Posso...espere só um momento...

Talvez por uma desenlance do destino, o guarda, ao pegar o molho de chaves,

deixou as mesmas caírem ao chão. Rapidamente, um besouro que por ali passava,

abocanhou as chaves e se pôs a correr.

— Droga!!!

— Ladrão miserável!!!

— Eu vou atrás dele! Cuide do Espadachim!

— Depressa! Eles costumam correr até o 3° Subsolo! Se ele chegar lá, não vai

dar mais para acha-lo!

— Era tudo que eu precisava... — Rachiele suspirou enquanto se pôs a perseguir o

besouro com a maça em punho.