Notas iniciais
Oi amores, capítulo novinho pra vcs. Não esqueçam de comentar. =) X

Eu quebro o beijo, o empurro levemente. — Não, pare. Pare. Eu não posso... Não podemos.

Ele não se solta, e nem eu.

— Por quê? — ele pergunta, com a voz dura, um áspero sussurro.

— Eu não posso. Nós não podemos. — Eu não sei como formular um motivo porque não lembro o motivo.

— Somos de mundos diferentes. Isto não vai funcionar. E eu sou sua estagiária.

Eu me afasto, e eu vejo o conhecimento de minhas mentiras em seu rosto.

— Hora de trabalhar. Estamos atrasados. — Seu tom é duro e formal. Ele não diz uma palavra por todo o caminho até o escritório. Eu fecho meus olhos, faço o meu melhor para esvaziar meus nervos.

Tudo o que eu conseguia pensar é nos olhos de Oliver quando nós nos sentamos no escritório. Tomei notas, entrei na conversa com algumas ideias, e fingi que não vi a dor persistente por trás expressão fechada. Ele pediu para seu motorista John Diggle me levar para casa.

Antes de sair, John me entregou um cartão de visita. — Se você precisar de alguma coisa, me chame.

[...]

— Sabe, Nyssa, uma pessoa normal levaria uma amiga para jantar ou pediria comida ou até mesmo iria ao cinema quando tentasse fazê-la se sentir melhor. Elas não trariam uma amiga triste para uma boate. — eu assobiei enquanto estávamos em uma fila de espera para ser avaliada pelos seguranças da Verdant.

— Você precisa se lembrar que diversão existe e agora feche a boca antes que eu acerte meu punho nela!

Eu bufei mentalmente para isso, então ofeguei quando a mão de Nyssa pressionou a parte baixa das minhas costas e me empurrou para frente. Olhei para Nyssa, então para frente; éramos as próximas, e os seguranças estavam esperando que nós aproximássemos.

— Nyssa. — sorriu um segurança alto, com zero de cabelo e uma grande tatuagem preta em descendo pelo pescoço e desaparecendo sob a camisa.

Nyssa acenou com a cabeça e ele piscou em minha direção, me deu uma olhada de cima a baixo e sorriu para mim, conseguindo toda a minha atenção, antes de assentir para passarmos pela corda vermelha e para dentro da boate.

Nós começamos a noite com algumas doses de tequila, o que era um pouco assustadoramente semelhante à noite em que vi Oliver pela primeira vez. Mas eu arranquei isso da cabeça. Eu estava aqui com Nyssa e alguns amigos. Faria algum bem me soltar e me divertir.

Eu estava andando no bar quando eu ouvi meu nome.

— Felicity! Eu me virei, mas não vi ninguém.

— Felicity! A voz estava mais perto, e dessa vez quando eu olhei atrás do bar, eu o vi – o Garoto Garçom.

Eu sorri, e tentei parecer feliz em vê-lo. Mas honestamente... Eu não podia sequer me lembrar do seu nome. Havia tantas outras coisas que tinham tirado o meu foco naquela noite. Como sempre quando eu pensava em Oliver, meu estômago dava cambalhotas e eu tinha que me concentrar em não me perder nas memórias. Quando nós estávamos um na frente do outro no bar, Garoto Garçom disse:

— Oi... Eu espero que não seja assustador que eu me lembre do seu nome.

Era. Um pouco.

— Eu prometo não ficar assustada, se você me perdoar por não me lembrar do seu. Seus lábios caíram em um franzir de cenho brevemente antes que ele sorrisse e dissesse

— Roy.

— Certo, Roy. Lógico. Desculpe está sendo uma longa semana.

— Bem, deixe-me torná-la um pouquinho melhor. — Ele puxou um copo e derramou para mim uma dose de tequila. — Por conta da casa.

Eu me senti estranha tomando a dose sozinha, mas eu não podia pensar muito bem. Então, eu agradeci a ele, encolhi de ombros, e a engoli rapidamente em um gole.

— Escute — Roy começou. — Eu não tenho a intenção se der agressivo, mas você quer sair algum dia?

Eu queria sair com ele? Mais importante de tudo, eu queria dormir com ele? Apesar de toda a loucura com Oliver, eu ainda era virgem. E eu ainda desejava que eu não fosse. Aqui estava outra oportunidade para consertar isso... Eu olhei para ele. Nyssa estava certa; ele era bonito. E ele definitivamente estava interessado. Eu tentei imaginar o que dormir com ele poderia ser. Eu tentei imaginar o derramamento das nossas roupas, suas mãos contra minha pele, seus lábios contra os meus. Eu tentei, mas cada imagem que eu conjurei foi de Oliver fazendo essas coisas, não Roy. O próprio Roy respondeu sua pergunta

—Eu estou imaginando que isso seja um não. É normalmente o que se leva mais tempo para responder.

Eu sorri um apertado, sorriso de lábios fechados. — Desculpe. Você parece muito legal, mas eu só não estou interessada assim... Agora. — Droga, eu sempre fazia isso. Eu era uma drogaem confrontação, então eu sempre adicionava frases como “agora”.

Roy assentiu — Está legal. Não se preocupe sobre isso. Eu... Melhor voltar ao trabalho então.

Ele não esperou pela minha resposta antes dele percorrer a extensão do bar para ajudar um cliente. Suspirando, eu fiz meu caminho ao banheiro, onde eu salpiquei alguma água no meu rosto. Isso não ajudou no caos no meu cérebro, mas eu pude sentir o álcool formigando no meu estômago, e isso ao menos me fez sentir bem com o caos. Eu retornei à mesa onde outras duas doses estavam esperando por mim, cortesia de Nyssa.

— Agora, vamos dançar Felicity!

Eu não precisava ser chamada duas vezes; deixei Nyssa me levar para o meio da multidão de corpos balançando. Eu estava um pouco nervosa no início, mas eu literalmente só me deixei ir junto com Nyssa, levantei minhas mãos, e me perdi na música. Eu iria me arrepender daquela noite mais tarde, mas naquele momento, eu só não queria que terminasse.

Isso foi até que de repente um corpo parou na minha frente.

— Que diabos você está fazendo aqui?

Eu reconheci imediatamente aquela voz. Então, quando eu inclinei minha cabeça para trás e encontrei os olhos azuis brilhantes de Oliver Queen.

— Acho que não é da sua conta! — estalei tentando soar brava e não com medo, que era o que sentia quando ficava perto dele recentemente. Meu corpo inteiro se tornava hipersensível, quando ele estava por perto.

Ele sorriu e deu um passo de dois centímetros em minha direção. Dois centímetros era o único espaço livre que havia entre nós, de modo que agora estava pressionado contra mim. Eu levantei minha mão para afastar ele, mas ele pegou minha mão, me girou, e envolveu seus braços em volta de mim, prendendo minhas costas em seu peito.

— Sério, Felicity, o que você está fazendo aqui? — Oliver perguntou no meu cabelo perto do meu ouvido para que eu pudesse ouvi-lo sobre a música.

Eu me encolhi, porque sua respiração no meu ouvido me fez cócegas e fez meus olhos fecharem por alguns momentos. Eu respirei profundamente, e seu cheiro me encheu e me deixou um pouco tonta, mas me lembrei sobre quem eu estava desmaiando e balancei minha cabeça para clarear.

— Eu vim aqui com a minha amiga, agora me solte. — eu atirei.

Posso sentir sua profunda inspiração. Meu estômago aperta em resposta, e eu sinto sua boca no meu pescoço, ele roça minha pele com os dentes e em seguida, a língua vem me lamber.

Meu corpo eletrifica, eu pego sua cabeça e fixo-a enquanto eu sigo seus quadris, as pessoas dançando em torno de nós. Suas mãos pegam meus quadris, apertando enquanto ele me puxa com mais força contra a sua frente, eu sinto o quão duro ele está. Ele quer que eu sinta o quanto ele me quer, sua língua trilha meu pescoço até minha orelha. Um arrepio percorre quando ele estica a mão na minha barriga e me vira para encará-lo.

Nossos olhos se encontram. A música pulsa dentro de mim, desejo por ele atando e torcendo no meu centro, e eu envolvo meu braços em torno dele e empurro o meu corpo até o seu, inclinando minha cabeça para a sua boca. Nós nos beijamos. Eu começo a me inclinar para trás, mas seus lábios pegam os meus rapidamente persuadindo. A sensação afoga o pensamento quando eu sinto sua respiração em minha boca.

Eu empurro contra o peito de Oliver. Ele se move para trás com facilidade, não me dando nenhuma resistência.

Ele olha nos meus olhos. Nenhum de nós diz uma palavra.

Ele balança a cabeça e curva seus lábios em um sorriso.

O movimento me fez sentir tonta, a tequila começou a fazer efeito. Forcei meus olhos abertos e olhei para os azuis me encarando.

— Eu tenho você. – Ele diz.

— Deixe me ir.

— Tudo bem. — disse Oliver e me deixou ir, só para me pegar de novo quando meus joelhos se dobraram.

Ele riu quando me levantou e me segurou contra seu corpo firme. — Parece que você precisa de mim. — Ele me ergueu em seus braços e me levou para algum lugar. Meu último pensamento coerente antes de tudo ficar preto foi àqueles lindos olhos azuis.

Notas finais
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