Passados 4 anos, estava finalmente voltando para Buenos Aires, mesmo sendo pelo pior motivo posivel. Estou levando minha filha, Mackenzie, para um hematologista especial para cuidar da grave anemia dela.

Mack é uma garotinha com cabelos morenos, olhos verde-esmeralda, pequena. Quando soube que estava grávida, foi em avião fugindo do maior traíra da minha vida. Começar uma vida sozinha e uma cidade distante com uma filha, não foi fácil.

– Já chegamos? — Mack perguntou.

– Sim querida, já estamos no hospital. Vamos fazer Chekin. — Entramos e havia muitas crianças lá na ala pediatrica.

– Mamãe, você vai me deixar aqui sozinha?

– Não, meu amor, nunca. — Me abaixo e toco a ponta do seu nariz enquanto ela ri com graça.

Nos aproximamos do balcão, enquanto segurava sua delicada mão e lembranças invadiam o lugar.

– Oi, pequena, você deve ser Mackenzie Castillo. Seu quarto está pronto. Mas antes preciso de algumas informações.

– Claro.

– Idade dela?

– 4.

– Data de Nascimento?

– Dia 13 de setembro de 2010.

– Local de nascimento?

–Madrid.

– Veio de bem longe… Telefone de contato?

– XXXX-XXXX.

– Qual é o seu nome completo, senhora?

– Violetta, Violetta Castillo.

– Ah, ok. Obrigada, vou leva-la ao quarto. — Nos começamos a andar, e depois chegamos, o quanto tinha tudo o que era necessário a ela. Depois de desarrumar as malas, uma enfermeira veio trazer seu remédio.

– Olá, querida, sou Lara, sua enfermeira.

– Você me é familiar.

– Conhecidencia.

– Bom, ok.

– Mãe, pode ir pegar agua para mim?

– Claro, meu amor.

Saí do quarto deixando ela lá, e tinha um bebedouro no corredor, peguei o próprio copinho de plastico que ela tinha e quando estava enchendo, uma voz atraz de mim disse:

– Violetta?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.