Notas iniciais
Amo vcs do fundo do coração, mas pelo amor de Deus, cometem, se manifestem... esta sendo dificil pra eu escrever mas eu estou aqui por voces, por que eu quero continuar algo que eu comecei, entao por favor me ajudem, me ajudem a nao quebrar de novo... por que eu to sofrendo, perda de um amigo, de um idolo, estou escrevendo por que me alivia saber que eu posso fazer o dia melhor de alguem com isso... amo voces, e espero que me ajudem. Uma ótima leitura.

POV CE CILIA

Me olhei no espelho, acho que essa roupa esta boa para torturar o kol. Peguei tudo que eu iria precisar, hoje irei dar uma lição nele. Sai do meu quarto preparada, no salto quinze. Passei pela sala e vi as meninas sozinhas, pude escutar que os meninos estao no escritório. Quando estava na porta da cela onde kol esta, alguém segura meu ombro, me viro assustada, mostrando as presas... respirei aliviada ao ver que era Felipe.

–Tome cuidado – sua voz era preocupada.

–Ele não me machucara, eu, eu acho – suspirei.

–Estarei do lado de fora, se voce precisar – sorri confiante para Felipe.

–Não irei – “eu acho” completei mentalmente – pode ir, não precisa ficar aqui.

–Para Vega, você é minha irmãzinha. Lembra? Sempre e para sempre irei cuidar de ti – abracei Fe, querendo chorar.

–Te amo – sussurrei.

–Também te amo – ele disse.

Sacudi a cabeça, tentando evitar chorar. Coloquei a chave na fechadura da porta, a girando, coloquei a senha logo depois. Torcia para baixar Clarita em mim, para eu conseguir ser fria, calculista, ma. Mudei a expressão do rosto, para espanto ao ver ele preso a correntes, jogado no chão, como um bixo.

A sala é enorme, úmida, escura, tem vários aparelhos de tortura, o teto é so acionar um botão que se abre.

–Céus – minha voz saiu dois tons acima de um sussurro.

Vi kol abrir os olhos, ao me ver sorriu malicioso.

–Mandaram você – sua voz saiu fraca.

Respirei fundo, me virando de costas, tomando coragem para fazer o que eu vou fazer... soltei o ar pela boca.

–Você é muito fraca, Cecília. Não ira dar conta... – não deixei ele terminar, jogando a verbena que estava preparada em um balde nele.

Fechei os olhos quando o primeiro grito ecôo pela sala. Novamente me virei de costas, não quero o ver machucado, sua respiração estava desregulada, ele soltava gemidos de dor. Me virei para ele, o encarando sínica.

–Quem é a fraca aqui, agora? – perguntei me aproximando, fechei as mãos em punho o deixando sem ar.

Me abaixei a sua frente, enquanto o via tentar puxar o ar.

–Isso...nao...isso, não vai funcionar – ele disse depois que parei.

–Temos que tentar, kol – peguei a estava de carvalho branco – se levante – ordenei.

Kol me olhou e riu alto.

–Mikaelson, você não esta em posição de pestanejar – empinei meu nariz.

Kol com todo custo se levantou, tentando correr em minha direção mas as correntes não deixavam.

–Que peninha dele – fiz biquinho.

–Quando eu sair daqui eu vou te matar – revirei os olhos.

–Eu não ligo, eu não ligo kol... me mate – segurei o choro.

Corri em direção ao corpo de kol, o prensando na parede.

–Isso, não é nem perto da dor que você esta causando em mim – enfiei a estaca em seu coração, mas desviei por pouco de seu coração que batia acelerado.

–Isso, não chega nem perto da dor que você me causou ao me deixar – sua voz estava rouca – você me deixou, Cecília – estamos próximos, próximos demais para o meu gosto.

Sua respiração em meu rosto, kol beijou meu pescoço, me desarmando por completo... soltei a estaca no chão, agarrando seus ombros e o puxando para mim. Ele me encarou com malicia, me beijando logo em seguida.

–Kol – gemi entre o beijo.

Senti suas mãos me empurrarem para a parede mais próxima.

–Ceci,Ceci – ele disse parando o beijo.

Com os olhos fechados procurei seus lábios,kol estava se afastando de mim. O encarei incrédula.

–como é frágil – passou a mão por meu rosto.

Senti sua mao no rumo de meu coração. Ri na sua cara, sabendo que ele não é capaz.

–Com um pouco mais de força eu te mato – suspirei.

Cheguei a cabeça um pouco mais para frente.

–Então me mate – sussurrei.

Vi duvida nos seus olhos. Joguei kol longe, e ri disso.

–Você não tem coragem pois eu sou a sua alavanca – bati a mao no peito – eu kol, eu sou a pessoa que voce ama, entao não faz isso comigo, liga isso, por favor – implorei.

Ele levantou a cabeça, tentando se levantar para me atacar. Revirei os olhos, injetando verbena nele.

–Mais tarde continuamos — disse saindo dali.

Me escorei na parede, puxando o ar para meus pulmões. Por que? Por que eu o amo? Kol, eu sei que ele ainda sente, eu sinto isso, ele estava com a faca e o queijo na mao e poderia me matar, mas não o fez, não o fez por que ainda sente e se para ligar sua humanidade eu ter que me ferir, eu irei o fazer sem excitar.

POV CAROLINE

–Não agüento mais isso, não somos de vidro para eles nos pouparem assim. Temos o direito de saber o que esta acontecendo la dentro – disse brava, olhando para a porta do escritório.

–Concordo – disse uma Cecília passando reto por nos, invadindo o escritório – não ouse me expulsar Klaus, quando a minha cabeça esta em risco – ela bufou.

Me levantei, com a mao no ventre. Corri para o escritório, parando ao lado de Cecília. As meninas entraram logo em seguida.

–Ceci, Car – Klaus disse transtornado – deixe que resolvemos isso.

–Não, eu tenho o deito de saber, alias... meu filho pode estar em risco – o encarei, com fogo nos olhos.

Ah mas ele não vai me deixar de fora disso nunca, meu bebe pode estar correndo risco de vida e ele quer que eu fique calma.

– Beleza – Damon disse bravo.

Elena o encarou incrédula, fechando a porta do escritório.

– Esse clã k, querem vingança – Klaus se sentou, tomando uma bebida a qual destingi como whisky.

– Disso já sabemos — Katherine pegou uma bebida para si e Para Lexi – mas o que eles querem? O que tem luz nessa casa porra?

–Temos tres hipóteses – disse Enzo, me olhando como se aquilo fosse me acalmar.

–Então falem ­ — quase berrei.

Cecília tapou os ouvidos, pegando o copo de Damon, o virando de uma vez so.

–Ei... –ela ergueu a mao para ele não falar nada.

–Eu falo – Klaus encarou Stefan, que iria começar a falar – nosso filho, Hope ou Cecília.

–Meu filhos não – gritei — eles não sabem do que eu sou capaz para proteger essas crianças.

–Eles não ousam, sabem que podem estar em desvantagem... – Cecília disse, se sentando na mesa, pegando seu celular logo em seguida.

Davina parou e ponderou, Marcel entendeu o que ela estava querendo.

–Não, D. não – ela o encarou.

–Pode ser a nossa única saída, eu não vou ficar aqui esperando eles virem atrás de nos e sem estarmos preparados – a morena disse.

Cecília franziu o cenho, encarnado Davina.

–Nos fale o que estava pensando – Ceci disse descendo da mesa.

–Estava querendo juntar as facções.

–Isso não, isso nunca – Klaus berrou – não irei me juntar a bruxas, e muito menos a esses lobisomens fedidos.

–Ei...- Hayley o repreendeu.

–Sem ofensas querida – ele disse sem a olhar – isso não ira dar certo.

–Klaus, conseguimos paz aqui e todos sabem quem manda, mas parece que esse clã k não sabe muito bem e quer nos derrotar – Elena disse.

–Então, eu vou falar com as bruxas e preciso que alguém venha junto – Davina disse autoritária.

–Eu com os lobos e Elijah vai comigo – Hayley disse já saindo do escritório.

–E eu, vou com a Davina — Cecília fez cara de paisagem.

–Eu com os vampiros – Klaus disse frustrado.

–Temos que ter um plano – disse Matt.

–Como? Se não sabemos onde eles estão – Rebekah levou as mãos aos cabelos.

POV ALTORA

–Anda Elijah – Hayley disse quando eles desceram do carro, no Bayou – Oliver – ela disse cumprimentando o amigo.

–O que ele quer aqui? – ele a puxou para um canto, se referindo a Elijah.

–Calminha, precisamos da sua ajuda... da ajuda de todos, uma nova ameaça esta pairando sobre New Orleans – a boca do lobo se abriu em um “O’’

–E querem a nossa ajuda? – Ele perguntou, Elijah se escorou no carro, arrumando o terno enquanto Hayley conversava com o lobo.

–Precisamos de todos, não sabemos o que eles querem... so sentimos que podem acabar com todos nos – ela foi clara.

–Iremos ajudar – ele disse sem pestanejar.

–Obrigada – a morena sorriu, o abraçando forte.

O original que via tudo revirou os olhos.

–Cecilia o que voce precisa saber é que temos uma nova anciã, ela não é muito amigável...

–Eu sei lidar com esse tipo de pessoa – a morena sorriu vitoriosa.

Elas mal sabiam que estavam sendo observadas, Cecília se virou olhando as pessoas aos seu redor, elas estao no centro da cidade indo ate a loja de ervas mágicas de Carmem, a nova bruxa anciã da cidade. A morena se virou novamente, sentindo um arrepio passar por suas costas.

–O que foi ? – Davina perguntou.

–Não sei, mas vem, não estou sentindo uma coisa boa – Cecília a puxou pela mao, a fazendo andar mais depressa.

Alias, uma Conjuradora, pode sentir muito bem a presença de outro. Elas entraram na loja, e o sino que fica na porta apontou a presença delas ao tocar.

–Ora, ora...a traidora volta ao lar? – perguntou Carmem ao ver Davina.

–Carmem, não seja patética... o que temos a tratar é serio, pode destruir o mundo sobrenatural – a bruxa paralisou com as palavras ditas — e precisamos de toda ajuda.

Carmem ponderou.

–O que ganho com isso? O que nos bruxas iremos ganhar – Ceci revirou os olhos com a pergunta tosca.

– Estarão do lado vencedor, melhor do que ser neutra e... ser o alvo – cecilia disse como se isso não fosse nada, Davina sorriu para Cecília, e as duas se encararam.

–Estamos dentro – a bruxa que aparenta ter uns 38 anos disse.

–Eu, Cecília Vega Salvatore garanto que essa é a melhor escolha – ela pegou na mao da loira, selando o contrato.

Do lado de fora, do outro lado da rua alguém observava tudo.

–Chefinha – ele disse calmo, quando uma mulher atendeu o telefone.

–Diga – ela disse brava, alias ele tinha a interrompido.

–Eles estao unindo as facções – foi claro, fazendo a morena do outro da linha soltar um grito de raiva.

–Então, iremos achar mais pessoas que querem vingança, pois isso não ficara assim...tenho tres alvos que, se conseguimos pelo menos um deles, temos tudo que queremos desses originais, ate a eternidade deles — ela sorriu maléfica.

–Você quem manda, Clarita.

–Já disse para não me chamar pelo nome – ela desligou.

Alguém entrou na sala que ela estava.

– O que foi? – perguntou o homem.

– Minha querida irmãzinha ira pagar caro, Kai... a se vai – a morena o encarou, com fúria nos olhos – ela, ela tem tudo que sempre quis e eu juro que vou conseguir tirar tudo dela, ate mesmo seus sentimentos – ela disse com rancor.

–E eu estou aqui para ajudar.

A mãe de Cecília, olhava aquilo com pena da sua filha. Ela encarou Leandro que estava ao seu lado, com lagrimas nos olhos.

–Eu me sinto culpada – ela disse chorando – eu podia ter feito algo, eu podia ter tirado rancor de seu coração .

–Meu amor, ela foi escolhida, o coração dela não é puro... mesmo ela sendo criada por você ela seria uma Conjuradora do mal, pois o coração dela sempre foi impuro.

–Ceci, ela...

–Ela sabe se cuidar, assim como os outros, eles ficarão bem... não podemos interferir em nada – ela suspirou com as palavras do marido, o abraçando.

Pobre Clarita, a inveja que sente da irmã corroeu sua alma, se é que ela tem uma, seu coração bateu apenas por uma pessoa e ela quer vingança, eles que não preparem pois eles irão encarar a fúria de uma mulher magoada, se preparem pois não é so ela, eles, os que querem vingança vem junto e puta merda, não estao brincando... querem a cabeça de cada um deles, de cada um que os fizeram sofrerem, ele querem o trono de New Orleans... querem ver dor naqueles que os causaram dor.

Notas finais
Espero que gostem, cometem, me ajudem... por que eu preciso de voces. Bjs e ate o proximo.