Let Her Go - Delena/ Klaroline
14 Capitulo 13 Kol And Cecília.
Notas iniciais
POV CECILIA
–Ah, Kol – sussurrei quando ele parou o nosso beijo e me colocou no chão com delicadeza, ele passa a beijar meu pescoço e isso me causa arrepios. Como é bom sentir seu toque em mim.
Ele me tomou em seus braços e antes que disséssemos qualquer coisa nos beijamos nos entregando um ao outro, como nunca havíamos feito antes, sua língua invadia minha boca de uma maneira viciante, e fazendo meu corpo tremer, tremíamos de desejo e saudades. Paramos para recuperar o fôlego e admirar um ao outro, o beijei outra vez, como antes, era intenso, era real, éramos nós, sendo um do outro, enquanto nos beijamos fui o levando para a cama, caímos deitados nela e rimos um para o outro, estávamos tão felizes porque estávamos novamente juntos, o mundo lá fora havia sumido. Em 160 anos nunca me senti assim, somente nos braços do meu primeiro amor. E kol, kol desperta sentimentos adormecidos em mim, e isso me deixa com certo medo. Medo de ser magoada por ele, medo de ser trocada por uma humana/bruxa como a Davina.
_ Eu quero ser sua... _ Murmurei enquanto olhava em seus belos olhos castanhos ,não esperei sua resposta e o beijei com avidez e intensidade já não tinham mais palavras a serem ditas, ele seria meu e eu dele, o beijo era intenso e arrebatador, eu sentia suas mãos acariciando por cima de minha lingerie que agora me deixavam ,incomodada com anseios de ficar nua para ele, ele começou tirando peça por peça de minhas roupas e da suas, me deixando com a bela visão de seu corpo pálido e atlético, ele era perfeito para mim, e sem querer mordi meu próprio lábio inferior.
_ É muito difícil conseguir me controlar com você fazendo isso Anjo _ Sua voz de trovão soou no meu ouvido ,enquanto sua atrevida mão descia até minha intimidade descoberta, acariciava ali enquanto sua experiente boca lambia e chupava meus seios, como se pretendesse me marcar como sua, então ele desceu sua boca até meu pescoço, e depois sua língua foi aos meus seios ele me olhou admirado _ você é perfeita, em cada mínimo detalhe... _ Beijou meu peito esquerdo e brincava o direito, ele gostava de conhecer cada parte de meu corpo ele sabia o que fazer,mordiscou meu mamilo com a língua para brincar com ele, era uma delícia, segurava com força seu cabelo para que não parasse, sentia a umidade em minha intimidade e gemi de prazer. Ele desceu beijando cada parte de meu corpo, barriga estremeci quando vi sua cabeça a minha intimidade e estremeci novamente quando senti sua respiração na área delicada, ele chupou toda minha intimidade, cada centímetro.Isso vai me levar a loucura, só pode. E o melhor de tudo é que não nos cansamos fácil.
–Kol – gemi seu nome quando ele me penetrou com a sua língua – AI meu Deus – sussurrei segurando o lençol da cama.
–Você é deliciosa Bonequinha – ele sussurrou contra minha intimidade e voltou a fazer o seu “trabalho.”
Como sonhei com isso desde daquele dia no quarto dele, isso é desejo reprimido a mais de cem anos.
–Eu não vou agüentar – quase gritei.
–Então, Não agüente – ele sussurrou e intensificou seus movimentos com a língua enquanto massageava meu clitóris com o dedo e gozei em sua boca, quando percebi fiquei corada e levei o travesseiro a meu rosto por culpa da vergonha, ele riu expressão acanhada. Sua boca veio novamente até a minha e senti, meu gosto em sua boca.
Já não agüentava mais precisava dele.Precisava de Kol Mikaleson como nunca precisei de alguém na vida. Ele se posicionou nos meios das minhas pernas, e as abriu ainda mais. Ele começou a me penetrar lentamente.
–Eu prometo – sussurrei – Prometo nunca te deixar – disse e ele sorriu e e me beijou.
***
Estou deitada no peitoral másculo de kol depois de fazermos amor cinco vezes seguidas, passo minhas unhas pelo abdômen sarado de kol...e o sinto se arrepiar com um simples ato meu... Acabo soltando um risinho e ele sorri de lado.
–Gostei de bonequinha – sussurrei enquanto estava deitada em seu peito.
–Claro... você é a minha bonequinha. Sua pele branca como a neve me lembra porcelana, sua boca, seus cabelos pretos como a noite. Você é perfeita mulher – ele disse e me abraça mais.
–obrigada –falei e escondi o rosto em seu peito.
–So falei a verdade Cecília – ele disse e riu.
–Acho que nos escutaram – disse e ele riu ainda mais, o cutuquei.
–Acho que não, todos estai ocupados de mais fazendo sei lá o que.
–Tomara que não, não estou preparada pra piadinhas sem graças. – ele beijou o topo de minha cabeça.
–Ceci, o que acha de darmos um passo a mais em nossa relação – ele disse e eu mordi o lábio inferior.
–Kol... eu – minha voz morreu.
–Você não quer? – ele perguntou triste.
–Não é isso amor... é so que tenho medo.
–Medo de que? – ele perguntou se sentando e eu me sentei também. Me cobri com o lençol.
–Medo de não aceitarem nossa relação- disse e ele riu.
–Para Ceci – ele me chamou por esse apelido, apelido que Alex me deu. Para de pensar nele Cecília. Me repreendei mentalmente.
–Vamos devagar.
–Mais?
– É – disse e olhei pra cima.
–Entendi tudo Cecília — ele disse e ia se levantar e eu o seguro pelos ombros e sento no colo dele com uma perna de cada lado, estou coberta pelo lençol branco de minha cama.
–Tudo o que Kol? – pergunto lentamente.
–Voce não gosta de mim, você não me quer perto de você – o olho indignada.
–Como pode dizer isso? – perguntei com os olhos marejados. Porra, eu não quero chorar – Kol que que devia ter medo de você não me querer perto de ti, sabe de uma coisa? Eu sou um mostro Kol, tenho medo de você me trocar por alguém que não seja com eu. Que seja humana, que seja a Davina – disse e deixei uma lagrima escapar, ele a limpou – Kol, eu nunca me decepcionei com Alexander, mas... Quando Clarita disse que dormiu com ele enquanto estávamos noivos. Uma forte dor me atingiu, eu não nasci pra sofrer tanto assim kol. E também não quero te perder. Nunca.
–Ceci, você me deixa louco de tal forma que nenhuma mulher consegue.Voce despertou a humanidade em mim, eu não tive sentimentos por quase 500 anos. Mas você... você, Cecília despertou isso em mim. Quando pensei que MIkael avia te matado meu mundo caio, entrei em desespero. Pois você era e é especial pra mim. Não vivo sem você minha bonequinha – ele passou a mao no meu rosto e eu fechei os olhos sentindo o seu toque. Respirei fundo e senti seu cheiro amadeirado. Abri os olhos e encontrei seus lindos olhos castanhos iluminados pela luz do luar. O beijei, mas so encostamos nossos lábios, ele logo separou. – Tenho uma coisa pra você – ele disse e me levantou de seu colo e se levantou logo em seguida se enrolando em uma toalha. – Venha comigo, mas não faça barulho – disse ele me puxando, arrumei o lençol em meu corpo. Descemos as escadas sem fazer nenhum barulho, chegamos na imensa sala que também estava sendo iluminada pela luz do luar. Tinha uma enorme coisa tampada por um lençol branco – Queria te entregar no seu aniversario, daqui cinco dias. Mas não vou agüentar – ele disse e soltou minha mão pra logo em seguida tirar o lençol.
Levei a mão a boca.
–Kol é lindo – disse e passei a mão nas teclas do lindo piano branco brilhoso.
–Sei que você ama tocar piano – ele sussurrou.
–Amo – disse com um enorme sorriso – Ele é perfeito.
–Entao você gostou? – perguntou ele todo feliz.
–Se eu gostei? Eu amei meu ORIGINAL, meu somente meu – nesse momento a luz da sala acende e eis que do nada surgi Davina de camisola no pé da escada, nós olhando espantada.
–Vocês... vocês dois? – ela pergunta e eu reviro os olhos.
–Não, claro que não – me apreso em responder – Estava dormindo e kol me acordou querendo mostrar o meu presente – disse e apontei pro piano.
–Ata – ela disse e sorriu feliz. Sabe de nada inocente. – Boa noite então – ela disse e subiu as escadas novamente.
–Voce mentiu pra ela – ele sussurrou e riu baixinho.
–É, menti. Agora vamos dormir – disse puxando sua mão, subimos as escadas.
Depois tomamos banho, juntos. E caímos na minha cama, para logo Kol caiu na inconsciência. A muito tempo eu não me sinto tão leve, e hoje, essa noite. Eu me senti. Me senti tão bem em seus braços. Olhei pro homem deitado em minha cama e sorri, sua respiração tão serena, sua feição tão feliz. Isso me faz bem. Passei uma de minhas mãos em seu rosto, enquanto me apoiava em meu cotovelo.
E então eu sussurrei somente pra mim e a lua minha confidente:
–Eu acho que estou te amando... Kol Mikaelson – sussurrei com um sorriso bobo no rosto.
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