Let Her Go - Delena/ Klaroline
12 Capitulo 11 Welcome New Orleans
Notas iniciais
POV Cecília
Fui a primeira a me levantar, tenho que passar na casa da Mel e do Daniel então mandei uma mensagem pros dois me encontrarem na casa da Mel. Me arrumei e peguei as chaves de meu carro e fui rumo ao corredor, passei na porta do quarto da Caroline e ela sim estava acordada. Escutei seu choro baixo. Ai meu Deus, que mulher difícil! o que custa ela ir? Sai dali antes que ela me escutasse, entrei no meu carro e segui rumo a casa da minha amiga.
Em pouco tempo estava estacionando o carro me frente a sua casa, vi ela e o Daniel sentados na varanda. Sorri e desci do carro:
–Cheguei – gritei.
– Vadia, o que você queria com a gente que não podia esperar ate umas 10 das manhã? – perguntou Mel mal humorada.
–O vadia, dez horas da manhã estarei a caminho de Nova Orleans.
–Ceci tu ta de brincks comigo? – ela perguntou assustada.
–Não – sorri triste – vou me mudar pra lá hoje.
–Vou sentir saudades baixinha – disse Daniel.
–E eu de vocês – comecei a querer chorar – Aí Dani e Mel, amo tanto vocês – disse e abrace os dois, Melissa já chorava descontroladamente – Tenho um presente Mel – disse e entreguei a sacola com a caixa dentro
– Que lindo Ceci – ela disse pegando o bracelete .
–Tenho um igual, viu? – disse mostrando meu bracelete – Nosso bracelete da amizade – disse e comecei a chorar de novo, o bracelete da Mel foi banhado em verbena — Vocês ajudaram e me reerguer quando estava no fim do poço, não tenho palavras pra agradecer vocês.
–A Ceci nos te amamos – disse Daniel e sorri. Limpei minhas lagrimas.
–Sabe?! Vocês formam um belo casal – disse e sorri e eles me olharam espantados.
–que isso Cecília? – Mel perguntou.
–So falei a verdade – sorri angelical – Nas férias vocês vão me visitar neh?!
–Claro que sim Savatore – disse Daniel.
–Okay, estou a espera. Ain gente tenho que ir – olhei as horas no celular.
–Serio?!
–Serio – disse e abracei Melissa – Amo você Memel, minha amiga, uma amiga verdadeira – disse chorando.
–também te amo – ela disse e me soltou.
–Daniel – disse e o abracei – Não desista da Mel, cuide dela pra mim – sussurrei pra ele.
–Pode deixar... Pros dois – ele disse e eu sorri. Soltei ele e olhei pros meus amigos.
–Agora eu devo ir – limpei os meus olhos e coloquei o óculos escuros – Amo vocês – sussurrei e eles sorriram, Daniel abraçou a cintura da Mel e eu sai de lá. Entrei no meu carro e sai rapidamente dali.
Cheguei na mansão por volta das sete da manhã, estacionei meu carro e escutei o chorinho de Hope e desci em velocidade inumana pra entrar na casa e encontrar Caroline com ela nos braços, conversando com ela:
–Entende a mamãe meu amor! – Caroline disse chorando, meus olhos encheram de lagrimas – Eu não posso ir, mas isso não signifique que eu não te ame. Você é a melhor coisa que me aconteceu.
–Mãmã – Hope disse chorando.
–Mamãe te ama tanto.Te amo tanto que tenho que deixar você ir.
–Vamos Hope – Rebekah foi pegar Hope dos braços de Caroline mais ela não quis ir – Por favor.
Hope negou colocando a cabecinha no vão do pescoço de Caroline, Car suspirou.
–Vem com a titia tetilia meu amor – disse indo pegar Hope.
–Nãum – ela disse e abraçou ainda mais Caroline que estava em prantos.
–Você esta dificultando tudo meu amor – disse Car limpando suas lagrimas– Você sempre será a minha bonequinha, a minha mini Barbie, a minha filhinha, a minha Hope. Hope olhe pra mim – ela disse e Hope olhou pra ela com os olhos avermelhados de tanto chorar – Eu te amo mais que tudo no mundo, por você eu daria a minha vida, por você eu mataria, por você irei ate o fim do mundo... E o que é New Orleans perto do fim do mundo?
–Céus, Car você vai? – perguntou Rebekah limpando as lagrimas de seu rosto.
–Não ira se livrar de mim assim tão fácil Barbie Klaus – disse Car e eu e Rebekah a abraçamos.
–E nem você de mim Barbie Vampire – disse Rebekah.
–Se Damon estivesse aqui ele diria: As quatro Barbies reunidas , a mini Barbie, a mini Barbie Morena, A Barbie Klaus e a Barbie vampire – kol disse e riu – Então você vai?
–Por Hope eu irei ate o fim do mundo Kol, e NoLa não é nada perto disso – disse abraçando a bebê em meus braços, que a abraçou de volta – Não dou conta de ficar sem Hope... Não mais.
***
E aqui estou eu dirigindo rumo a New Orleãns, sim eu estou indo no meu carro. Não quis deixar meu bebê pra trás. Liguei o radio e estava passando a musica tema do filme as branquelas. Aumentei o som e comecei a cantar:
Making my way downtown
Walking fast
Faces passed
And I'm home bound
Staring blankly ahead
Just making my wa.
Tradução:
No meu caminho para o centro da cidade
Andando rápido
Os rostos passam
Eu a caminho de casa
Olhando distraídamente para frente
Apenas percorrendo meu caminho.
Os outros estão nos seus carros, Caroline chorou muito na despedida dela e de sua mãe, mas a tia Liz prometeu ir nos visitar no natal. Olhei e vi e placa escrito. Welcome New Orleans. Sorri de lado, chegamos no nosso novo lar.Acelerei um pouco mais e senti o vento em meus cabelos, andamos ate o centro de Nola e depois seguimos pra casa de Klaus.
Estacionei o carro em frente a casa e desci divando na parada neh, pois aqui é Cecília Samantha. Tirei os óculos dos olhos e coloquei em cima da cabeça e olhei a casa que é muito bela. Apertei o botão que trava meu carro e nessa hora eu vi uma menina na facetaria de uns 16 anos me olhando ela estava simples, com um vestido branco rendado e com os cabelos castanhos soltos. Olhei pra ela e sorri, olhei pro lado a procura dos outros, e nada. Atravessei o grande jardim e parei na frente da menina:
–Quem é você? – perguntei.
–Eu que devia perguntar quem é você! Você estaciona essa coisa ambulante cor de rosa na porta da minha casa e desce toda trabalhada no brilho. E ainda me pergunta quem sou eu.
Garota insolente, ensutou meu bebê :
–Olha aqui queridinha, meu carro não é uma coisa rosa ambulante. E obrigada pelo o toda trabalhada no brilho. Prefiro ser toda porpurinada do que toda sem graça igual a você – disse e revirei os olhos pronta pra sair, fui rumo a entrada da mansão e ela grita.
–Você não sabe com quem esta falando! Você chega aqui na minha casa se achando a tal.
Me virei sorrindo amigável ,ou, não. To cansada dela ficar falando “minha casa.” Estou descontrolada e mostrei as minha presas de vampira:
–Um vampiro – ela disse e começou murmurar algo que parece um feitiço, pois me atingiu. Cai de joelhos no chão com as mãos na cabeça.
A desgraçada esta fritando meu cérebro.
–Pare – gritei pois esta mais forte.Ela continuou, filha da puta. Me levantei meia calambeando por causa da dor, não é qualquer um que anda com dor e ainda por cima em cima de um salto quinze. A dor foi só aumentando.
–Davina, pare – gritou Rebekah – Davina, agora – e a garota parou.
–Você esta bem Cecília? – perguntou kol aparecendo ao meu lado.
–To – disse arrumando a minha postura.
–Kol – disse a menina meia assustada. O que? Ela conhece o kol? Mas como? Ele estava morto!
–Davina – ele disse no seu tom cafajeste.
–Pensei que não voltaria mais – ela disse sorrindo.
Hey, e eu aqui? Ela acabou de quase me matar.
–É, mais voltei – ele disse e me soltou.
Nojento, abri a boca e semi serrei os olhos. Caroline olhava aquilo tudo confusa, como eu.
–Ela tentou me matar – disse com raiva e fui pra cima dela mas, ela me jogou longe, sabe eu voei?! literalmente falando, minha sorte foi que e eu cai nos braços de kol. Lancei um olhar mortal pra ela, com a minha cara de você me paga vadia dos infernos – Me coloca no chão, agora – disse e ele me colocou no chão- Eu vou sair da aqui – disse e sai dali. Entrei na casa e dei de cara com uma mulher alta, ela me olhou:
–Quem é você? – perguntou ficando em pé.
–Eu? Sou Cecília e você? – perguntei estendendo a mão a ela, ela olhou pra minha mão com descaso e não pegou.
–Se você é Cecília, a minha filha chegou – ela disse e olhou pra porta e nesse momento a Caroline entra com a Hope em seus braços.
–Eu em – sussurrei pra mim mesma e a Hayley foi em direção as meninas.
POV CAROLINE
Adentrei a casa com Hope em meus braços e dei de cara com Hayley e Cecília, Hayley me viu com Hope e andou ate mim:
– Minha filha – ela disse e seus olhos se encheram de lagrimas.
–Tem é? – Hope perguntou pra mim.
–Sua mamãe meu amor – disse sorrindo.
–Minha mãmã?
–É! – eu disse e Hayleu olhou a cena parecendo estar com raiva – Hope lembra que a mãmã doise, disse que você já tinha uma mãmã um? – ela fez que sim e eu sorri – Então ela é sua mãmã um! Hayley.
–Ai meu Deus, ela não me reconhece – disse Hayley chorando– Você deve ter colocado coisas na cabeça dela – disse apontando pra mim.
–Ao contrario, ela sempre soube de você – disse e sorri sínica.
–Hope vem com a mamãe! – ela disse e Hope a olhou negou, os olhos de Hayley se encheram de lagrimas.
–Hope vai com a sua mãe – disse e Hope me olhou meio indecisa – Por favor.
–Não preciso da sua ajuda pra conseguir que a minha filha venha comigo. – ela disse rude e eu a olhei.
–Pelu amor de deus!
–Vem comigo – Hope não quis e se escondeu no vão do meu pescoço – Agora – ela alterou a voz e Hope grudou em mim.
–Hayley pare com isso! – disse Rebekah entrando na sala – Dê tempo a menina – ela disse e revirou os olhos — Venha Car, vamos dar um banho em Hope – disse ela me puxando.
Saimos dali e fomos pra um lindo quarto de bebê. Onde será que esta o Klaus? Eu ainda não o vi e nem vi vestígios dele.
POV Klaus
Levantei em um pulo, olhei pro lado e vi Cami sentada na cadeira ao lado da minha cama, sorri e ela também.
–Hey.
–Conseguimos? – perguntei.
–Sim – ela disse e sorriu – e você esta desacordado desde ontem a noite.
–Quantas horas? – perguntei.
–Sete da noite .
–Já?
–Sim – ela disse e eu me levantei, estou sem minha camisa.
–Você ficou comigo desde ontem? – perguntei e ela se levantou.
–Sim – ela sorriu.
–Obrigada Cami.
–Me preocupo com você – ela disse e me abraçou. Ultimamente ela esta muito carente.
–Obrigada.
–Atrapalho? – perguntou a pessoa a entrar no quarto.
–Sim – respondeu Cami e me virei e dei de cara com a Caroline, sua expressão não estava nada boa.
–Okay, só estou a procura do meu quarto pois a Rebekah falou que ele ficava perto do quarto de Hope, então pensei que era esse. – estou paralisado. Ela veio. Ela não esta com uma cara nada boa.
–Agora que você sabe que não é esse. Nos dê licença! – Cami disse sínica e Caroline sorriu pra ela mas por dentro eu conheço essa loira. Ela queria matar a Cami.
–Com todo prazer – ela disse e bateu a porta atrás de si.
–Caroline – disse e ia saindo mas Cami me puxou.
–Aquela é a Caroline? – ela perguntou com descaso.
–É – disse e sai do quarto em minha velocidade inumana.
Se antes ela já duvidava de mim, agora estou ferrado.
–Cecilia você viu Caroline? – parei Cecília no corredor e a segurei pelos ombros.
–Não — disse ela ríspida – Alias so vi uma sem sal que tentou me matar.
– O que?
–É, ai Klaus eu vi a Car, okay?! Ela foi pra rua, ela disse que precisava sair.
–Como alguém a deixou sair?
–Eu não sei.
–Cecilia como ela conseguiu driblar os seguranças?
–Também não sei, talvez seus seguranças sejam péssimos – ela sorriu sínica.
–Céus, vocês são difíceis. Você sabe de algo!
–Não.
–Okay, Ceci. Vou atrás dela. NoLa é perigosa a noite, e você nem pense em sair dessa casa ou eu mando o meu exercito atrás de você.
–Okay – ela disse e saiu.
Desci as escadas e dei ordem a todos os meus vampiros a irem atrás da Caroline, Rebekah aparece na sala:
–Nik dê um tempo a ela. Puta merda estou cansada de repetir essa frase, só hoje é a quarta vez. – ela disse e revirou os olhos – Alias o que você estava fazendo com a sem sal no seu quarto? – ela quase gritou e perguntou brava.
–Cadê Hope?
–Esta dormindo, hoje foi um longo dia pra ela.Alias....
–Matt mora na mansão ao lado – disse e revirei os olhos .
–Como...
–Te conheço muito bem Sistah – disse sorrindo e ela se levantou.
–Obrigada Nik.
–Por nada. A e eu vou atrás da Caroline – disse e ia saindo também mas Cami me para na porta.
–Klaus!
–O que?
–Você viu como aquela vampira te deixou! Ela so quer chamar atenção, por isso que saiu. E você esta dando o que ela quer: ATENÇAO. Pare de ser trouxa e ir atrás dela e colocar exercito seu que podia estar vigiando a casa, atrás de uma adolescente mimada. Que so quer atenção.
–Cami, por favor não fale assim dela! – disse e ela parou na minha frente com os braços cruzados.
–Ela não merece você.
–Muito pelo o contrario, eu que não a mereço. Nunca mereci, não devia merecer nem um sorriso dela, nem um beijo, nem a presença dela que tras luz pra mim eu mereço – disse e vi em seus olhos uma certa raiva – Tenho que ir atrás dela, ela não deve andar sozinha essa hora da noite aqui – disse e sai a deixando pra trás.
Entrei no meu carro e sai a procura da Caroline, onde será que essa loira se meteu?
***
To quase uma hora a procurando e, nada. Ela sumiu do mapa por completo. Coloquei quase 25 vampiros atrás dela e eles não a encontraram. Estou começando a ficar preocupado com ela. Mentira já estou quase entrando em desespero.
POV Cecilia
Acabei de vim da casa de meus irmãos Damon disse que estava ate com saudade do meu jeito de me vestir. Sorri, relembrando. Stefan novamente não queria me soltar. Estava morrendo de saudade deles, como amo eles, não dou conta de ficar sem eles. Não mais. Mataria por eles, daria a minha vida, não só por eles. Mas, por qualquer um de nossa família. Eles são minha família. Estava entrando no meu banheiro quando meu celular toca. Era Mel:
–Já esta com saudades vadia? – perguntei sorrindo ao atender.
–Engraçadinha, to – ela disse e eu gargalhei – Não tem graça.
–Eu sei, também to morta de saudades.
–Ceci, quem vai ocupar seu espaço no time?
–Quem melhor do que você?
–Para neh?!
–Você dança super bem, e eu nomeio você. Vou ligar pra treinadora e dar a minha ultima ordem no meu mandato – disse e sorri – Tchau que eu tenho que tomar um banho.
–Tchau, beijos, te amo.
–Também te amo – disse e desliguei e fui pro banheiro.
Tomei um delicioso banho e sai do banheiro rumo ao closet onde vesti uma lingerie rosa e coloquei um hobby por cima e fui rumo a grande varanda do meu quarto fiquei lá, olhando a luz do luar. Apóie os cotovelos na muretinha e fiquei olhando o jardim. Daqui de cima eu tenho a visão de toda NoLa e também do jardim. Escutei vozes do jardim e era kol e Davina? Bufei e apurei minha audição. Eles vieram andando lado a lado pelo o jardim, entre risos. Que ridículo.
Eles sentaram no banquinho quase em frente a varando do meu quarto e ficaram conversando:
–Então uma Bennet te ajudou a voltar? – perguntou a songa monga.
–Sim – ele disse e sorriu – Você não quis então eu tive que partir pra outra.
–Não é que eu não quis – ela disse e olhou pra ele, eu estava revirando os olhos da cena patética a minha frente. Que vontade de vomitar – Eu não dava conta de fazer o feitiço.
–Te agradeço do mesmo jeito. Você era a única que podia me ver alem da Bennet, você por um bom tempo foi o meu único contato com esse mundo – ele gesticulou os braços querendo mostrar o mundo!
–Affs – sussurrei pra mim mesma e revirei os olhos e troquei o peso de uma perna pra outra.
–Que nada kol, você também me fez companhia!! – ela disse e sorriu pra ele.
Que menina mais sonsa, ela é muito inocente. Aí que ódio eu estou dessa sem sal, ela tentou me matar! E o idiota do kol esta todo se insinuando pra ela, isso não vai ficar assim.
–Bom, Davina vejo que você decidiu um lado!! – ele disse e pegou na mão dela, nesse momento uma raiva me invadiu, olhei a cena e minha vontade foi de dar na cara dos dois – Davina.... Espere – ele disse e olhou pra cima – É feio escutar conversa alheia Cecilia – olhei pra ele indignada.
–Se não quisesse que eu escutasse não parasse debaixo na varanda do quarto de um vampiro – gritei e revirei os olhos – Tenho mais o que fazer – disse e sai dali bufando alto.
Adentrei o meu quarto que dessa vez é mais clássico. Pulei na minha cama e coloquei a mascara e fiquei deitada mas não consegui dormir. Podia ter feito igual a Car, saído pra espairecer. Sabe, é isso que irei fazer! Anem se eu sair de casa essa hora é capaz de Klaus ou qualquer um dos outros irem me buscar e me arrastar pelos cabelos, então me levantei da minha cama tirei minha mascara e coloquei meu hobby e sai do quarto e andei naquela imensa mansão, cheguei no jardim e cruzei os braços sobre os meus seios e andei rumo a piscina e que piscina. Me sentei e coloquei os pés dentro d’água e fiquei lá:
–Então você é nova na mansão – disse uma voz atrás de mim, me virei e me deparei com um homem muito bonito, branco, olhos azuis e cabelos castanhos.
–É, sou – disse e ele sorriu.
–Cecília não? – ele disse e se sentou ao meu lado.
–Sim .
–Você é a... – ele parou, não teve coragem de terminar a pergunta e eu sei qual é.
–É , sou uma das protegidas dos Originais, e qual é seu nome?
–Eidan – ele disse e sorriu de lado.
–Belo nome – disse e sorri também, e reparei que ele estava me olhando de cima em baixo e lembrei que estava de lingerie e com um Hobby meio transparente – Hey, pare de me olhar – disse brava e ele me olhou espantado.
–Ah... Desculpe-me é que aqui não vemos mulheres belas como você.
–Vou levar como um elogio.
–É um elogio – ele disse e sorriu – Acho que quero morrer pois estou flertando com a namorada de um Original – ele disse e sorriu.
–Eu não sou namorada de um Original.
–Sorry – ele disse e sorriu.
–tenho que ir – disse e me fui me levantar e ele me ajudou – Ate Eidan – disse e sai correndo dali em velocidade normal e entrei na mansão. Estava na sala quando a voz de kol me chama atenção:
–Onde você estava vestida assim?
–Não te interessa – disse e fui subir as escadas mas ele me puxa.
– O que foi? – ele perguntou e passou a Mao em meu rosto , tirei sua mão e ele me olhou confuso.
–Pergunte a Davina – disse e fui subi mais ele me segura novamente – Me solta.
–Suba mesmo, não quero que ninguém te veja vestida assim.
–Já é tarde amoré alguém já viu – disse e tentei me soltar dele.
–Quem?
–Não quero falar – disse e me soltei dele – E a roupa é minha a vida é minha o corpo é meu se eu quiser eu saio ate pelada não rua.
–Então vai – ele disse duvidando então eu andei rumo a porta e andei ate a varanda onde tinha vampiros lá em baixo e comecei a abrir o hobby mas sinto minha cintura ser puxada e eu já estou dentro de casa – Você é louca!!
–Acho que Sim – sorri angelical.
–Cecilia, você esta com ciúmes.
–NÃOOO – gritei com raiva.
–A vai a merda kol – disse e comecei a subir as escadas.
–Eu vou sair – ele gritou.
–vai com deus – gritei da qui de cima.
Escutei vozes altas vindo do quarto de Hope, alguém estava discutido e eu logo reconheci as vozes. Caroline e Hayley. Escutei o chorinho de Hope e fui em direção ao quarto me minha velocidade vampira, Hope estava no berço chorando e Hayley não querendo deixar Caroline chegar perto da bebê. Puta merda só tem eu em casa agora, o que eu faço. Hayley esta quase batendo em Caroline enquanto a mesma esta tentando manter a calma.
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