Notas iniciais
Um viva por mim! Eu consegui terminar este capitulo e escrever-lo em um unico dia (quase como todos xD) mais o melhor é que para segunda entramos em um lado novo da historia... Somente tenho que pensar mais a onde dirigirei tal assunto envolventes com novos personagens (segundarios) E toda a historia... Vamos que vou dando uma de entender que com o tempo se entendera melhor os planos de Karl Heinz... mesmo que eu ache que não é muito misterioso... (Lucy tem que repensar melhor u.u). Em fim... A musica me inspirou em todo o capitulo, ate acho que foi feita para este capitulo ou eu fui feita para esse capitulo.. Quero dizer, como explicar... a musica é muito o capitulo não pela letra melhor é os sons e a voz do sexy cantante busquen-a eu aconcelho (si quiserem queridas Lucy não quer obrigar a ninguem é claro!)

Capitulo 33

Meia-noite – A gata silenciosa e o rato curioso

“…O céu não é o bastante
Se quando eu chegar lá...
Seja apenas mais azul.
E o céu não é o bastante
Você pensa que o achou
E ele te perde

Você já pensou em tudo que tem
Mas não é o suficiente
E você o perde
Numa nuvem

"Ali" a maioria das coisas não é
O que parece
"Onde" você vê as coisas que apenas quer ver

Eu vou voar
Para um plano mais ato
Para dizer coisas que eu resisti
Para flutuar
Para suspirar
Para respirar...esquecer…”

Yoko Kanno — Heaven's Not Enough

Para Akemi, o mês que passou em companhia de pessoas que mal conhecia, e pelas quais ela sabia, por si sozinha que era incapaz de sentir um aprecio, foi bastante distinto do que imaginava.

Recebeu varias insistências por parte de uma das moças, Nathaly de vez enquanto a chamava para alguma atividade com as moças, tanto na hora dos estudos como em horas vagas nas quais elas faziam sabe lá que coisas, Akemi pensa bem e concluía que eram coisas de garotas de sua idade, a diferente dela, bastante diferente do que podia fazer o se interessar Akemi.

Nenhuma sabia realmente ao que Akemi se dedicava, a mesma estava ou vezes trancada em seu quarto em onde era impossível de penetrar e um mistério para as moças. A jovem Akemi não se preocupava, mal conversava com nenhuma delas e muito menos aparentava ter interesses.

Akemi havia passado uns dias fazendo o que sempre fazia, em suas horas vagas lia algum livro, ensaiava alguma persa de violino em onde não podia ser escutada, odiaria cair no velho clichês de alguém vim falar com ela apenas com a escusa de que a havia visto tocar, acostumava também a passar alguns minutos aperfeiçoando suas pinturas macabras de corpos esquartejados, imaginado como assassinar suas próximas vítima.

Havia sido escasso esse dias para ela, havia tido oito vitimas nessa semana, das quais cinco eram trabalhos que ela havia aceitado e três eram apenas seu puro prazer de viver. Ela não se cansava da vida que levava e mal acreditava que um dia se cansaria, mais começava a pensar em outras formas de encher seu tempo livre e para preencher isso ate que até viver e observar aquela dozena de vampiros em relação com aquelas nove moças humanas podia ser produtivo para algo em sua mente.

Akemi ate se ‘animo’ em comparti alguns momentos com elas, o café da ‘manha’, o almoço, a janta… Algumas vezes estudar com elas, apesar de mal falar ela até que ria mentalmente em ver como os humanos normais jogavam seu tempo fora com aquelas coisas e milhares de outras coisas. O tempo foi passado, Akemi percebia mais vezes que era observada por certa pessoa em aquela casa, não se surpreendia nada, ela havia despertado a curiosidade dele, mais por que um vampiro feito e direito como aquele ser, tanto se interessava em admirar-lha?

Por termos Akemi deixou Reiji a ‘desejar’, o mesmo tinha curiosidade sobre a humana que ele considerava até parecida ao irmão que ele tanto odiava, ela era indiferente, ele sabia que ela estava ciente de quanta atenção ele prestava nela, mais a mesma não movia nenhum músculo, deixava-se ver com normalidade e quando tinha uma brecha, escapava da visão do curioso vampiro, sem deixar algum rastro.

Reiji se irritava, Akemi tinha rasgos tão parecidos a Shuu, que o irritava ainda mais, principalmente quando a visão que apresentava Akemi estava em se deitar em um dos sofás da nova moradia e simplesmente fechar os olhos ou ler um livro, sem se importa muito.

O comportamento de Akemi vario desde a primeira semana ate as seguintes como Reiji havia notado, ele tentava saber o que havia variado em seu comportamento, mais a mesma não dava um sinal claro de nada, mal sabia Reiji que Akemi estava começando adorar em brincar com ele, irritar-lho havia se tornado seu principal passatempo, Akemi acabou gostando do jogo do rato enxerido contra o gato esperto e sábio que ela estava feita.

Em um dia, da corrida terceira semana em que conviviam juntos. Reiji e Akemi se encontraram cara a cara, ela havia se acostumado a ser o centro de atenções dele, porem, ele quem se sentia absolto no caso, queria parar, não gostava a volta que aquele estava deixando nele, ele havia se tornado obsessivo com ela, tal e como era com o seu irmão mais velho, começava a perceber que este ato não era aconselhável, não depois dos assunto de Komori.

– O rato de quatro-olhos… — Akemi aponto para ele com sua mesma cara de desinteresse total que sempre conservava em seu rosto na ‘normalidade’ de seus dias e para a supressa de Reiji, se formo um sorriso sarcástico depois que terminou de apelidar-lho.

Reiji não conseguiu relacionar de primeira, sequentemente a admirou, afino os olhos e processo as palavras de aquela mulher quem ele considerava irritante e ao mesmo tempo curiosa. O terceiro passo o levou ao desagrado total de aquele apelido e afinou seus olhos encarando-a, viu como o fino sorriso sádico se formo nos olhos dela, ela deu de ombros e passou por ele.

– Como se atreve? Acha engraçado ir apelidando os outros mal educadamente? – Reiji não conseguiu deixar-lha ir sem ao menos poder investir em um contra ataque, mais nada ofensivo para o gosto de Akemi, muito menos algo que a fizesse trasvasar de raiva ou qualquer outro sentimento a não ser vontades de rir dele.

– Por que não repensa um pouco, falar certinho e me chamar de mal educada parece as palavras de um menino mimado e rato… — Akemi tinha uma voz baixa e fina, sussurro aquilo pois sabia que era o suficiente para fazer-lho escutar e se enraivar ainda mais ou ao menos ela achava, queria provar se ele podia ser agressivo tal e como podia ser um vampiro.

Reiji aperto seus punhos, não sabia como contrariar-lha de uma forma que ela não tivesse uma resposta para deixar-lho no ‘chão’, tudo o que ocorria em seu fino intelecto e vocabulário, era tal e como ele havia se esfoçado em se esfoçar para ser o filho perfeito que a sua mãe desejava, para poder superar a Shuu…

O vampiro sentiu dor de cabeça em pensar no que havia dito Akemi a ele, ela se divertia vendo como psicologicamente ele havia ficado afetado por suas palavras, ela se perguntava o que havia passado com ele, será que ela havia descoberto parte do passado dele? Ou simplesmente o havia lembrado a ele.

Reiji se retirou, desaparecendo, repensando melhor no que podia fazer com aquele fascínio e fúria que ela começava a despertar nele. Não se sentia nada a gosto de nenhuma maneira. Bastava tantas e tantas coisas de sua vida e tudo o que ela falava, tudo o que ela representava a viva imagem dela era semelhante a um lado oposto e tão complicado que ele temia que seu fascínio e sua frustação começasse a crescer de tal maneira que o deixaria louco, como foi em outros tempos, tanto que acabou com a vida de sua própia mãe.

Ele começava a ver sua obsessão por certas coisas um estranho clichês seu, apenas seu. Não sendo mais o ‘patrão’ da casa, o deixava sem muito o que fazer, apesar de muitas vezes ter a vontade de pisar na cozinha de aquele lugar, sentia-se outro e em outro lugar. Reiji não era Reiji, estava ciente disso, mais ele não queria ser ele, por que aquele ele que ele era, era o produto de uma relação distorcida, uma mulher que amava a Karl Heinz, que desejava que seu filho maior fosse o melhor e que mal o olhava a ele, o segundo filho, sem carisma, sem nada em especial a oferecer.

Na terceira semana, nos seguintes dias, Akemi sentiu curiosidade por que Reiji parecia não seguir-lha mais e dessa vez foi o gato que foi a procura do rato.

Akemi não demorou em encontrar-lho em um dos passadiços que ela mesma usava para se livrar dele. Este passadiço levava a uma morta traseira do jardim e ficava na zona que menos usavam em aqueles apartamentos, eles não era nada pequenos, logo Akemi comprovo o outro prédio ao lado que havia, o que não tinha sido nada apresentado por a vampiresa da casa, nem ela havia dito que ali não se podia estar, sendo que este se torno o lugar preferido de Akemi quando não queria se distanciar das outras humanas.

– O que alguém como você viu fazer aqui…? – Depois de minutos em silêncio, assim que se voltaram a ver as caras, Reiji perguntou a ela o que mais curiosidade o fazia a ele.

– Fazer…? – Akemi falava pouco e sussurrado a maioria de vezes, pior de tudo que como cada vez parecia apenas sonidos estranhos no ouvido de qualquer ser, mais Reiji a entendia perfeitamente, ele era minucioso em presta o menor detalhe nela.

– Não acho que este seja o melhor lugar para alguém como você. – Ele disse sem mostrar nenhum sentimento na voz, nem mesmo desdém muito menos preocupação.

– Ate parece que você esta se perguntando a si mesmo… — Os olhos escarlata de Reiji admiram os róseos olhos de Akemi, quem se paro a contemplar-lho sem se importar que o mesmo tivesse fazendo o mesmo.

As atitudes dela o desconcentrava, o deixava como jamais estive, confuso, sem saber o que dizer ou falar, era incapaz de contrariar-lha, odiava essa sensação, mais algo nele fazia ele adorar o fascínio que estas emoções vividas o provocavam.

– Não creio ter motivos intrigantes a não ser descobrir por que vim aqui… — Ele afino os olhos quase fechando-os por completo e contínuo. – Mais você forma parte de um dos planos de aquele homem.

Akemi rebatizou seus pensamentos e analisou tudo o que sabia sobre aqueles vampiros, lembrando das palavras da vampiresa, lembrando da pouca informação que ela os havia dado.

– Esta falando de seu… — Akemi duvidou um pouco em pronunciar as palavras seguintes, não por o que Reiji iria pensar ou o que ele iria fazer quando ela dissesse, o problema era ela, fazia tempo ela havia amado alguém que ela chamava quase da mesma maneira. – Pai?

Reiji volto a abri os olhos e olhou diretamente para ela. Ele esperava algo assim como ela, mais aquela palavra não significava nada para ele, era muito menos do que ‘Mãe’ ou ‘Shuu’, seu mundo girava mais entorno deles do que de seu pai, apenas fazia algo mais de um mês, a vida e visão dele havia mudado completamente, aquilo que ele devia chamar de ‘Pai’ era aquele homem e aquele homem… : — O que ele sentia por ele? Nem ao menos podia definir-lho como seu progênito, por que a única vez que o viu depois de tanto tempo, ele havia acabado em criar um plano que acabou com a ‘morte’ da humana por que ele…

– Não sei ao certo o que você tem com ele, mais não acredite que se você forma parte do seu plano você tem alguma chance sequer de ser… — Tanto Reiji como Akemi acabaram confusos com aquelas palavras do própio vampiro, ele havia repensado no que Akemi fazia ali, havia pensado nas outras tantas noivas, em Komori, nos planos estranhos que seu progênito tinha, nas coisas que envolvia sua família, sua mãe o mundo vampiro…

– Fui chamada pela vampiresa, não pelo seu pai, não sei o que ele quer comigo nem tenho muito pelo que mentir para você, apenas me pareceu interessante conhecer mais de perto os vampiros… Vim apenas por isso. – Akemi em parte se surpreendia, ela não acostumava a gostar de conversar com ninguém, muito menos dizer coisas que somente interessava a ela, mais Reiji, era um caso raro, ele a interessava, a forma constante como ele buscava por ela, a ‘importância’ que ele estava dando a ela, passou a ser mutua, mesmo que ela não percebesse ainda.

Ela gostava da mente confusa de Reiji, gostava de ver-lho enfurecido e também de como ele se desconcentrava, perdia o porte frente dela e ele demonstrava que odiava tudo isso: “engraçado” Foi o que ela conseguiu pensar assim que percebeu que Reiji a contemplou em silêncio e parecia sem palavras na boca.

Ele volto a desaparecer e a deixou em onde estava, Akemi não sabia o que estava se sacudindo dentro de seu interior, ate pensou que tudo dentro estava morto e sem vida, mais começava a sentir seus órgãos internos vividos de alguma forma inexplicável, mais ela explicou isso de tal forma :

“Ele é um ser interessante…”

Mais Akemi colocou aquilo como um ser interessante ao ser estudado psicologicamente, não como o verdadeiro sentido de aquele sentimento, ela o havia esquecido há muito tempo e não tinha ideia de como funcionava os interesses amorosos pelo sexo contrário.

Apos esta pequena e estranha conversação, tanto Reiji como Akemi, acabaram se acostumando ainda mais com a presencia de um e visse e versa. Se encontrava algumas vezes pela casa, compartiam o mesmo lugar e alguma vez até alguma conversação que deixava o vampiro enfurecido e mais fascinado com ela.

Akemi se acostumo a presencia do vampiro e até chegou a tratar-lho como ‘seu’ animal de estimação particular, já que o mesmo parecia ser incapaz de contrariar as palavras ou vontades da moça, mais Reiji se descobria novo diante de aquela mortal.

Na festa presente, não deixaram de se sentar perto, Ate mesmo Shuu noto a mudança do irmão mais não comentou nada com ele, os dois nunca havia sido próximos e o mais velho sabia que o único que parecia sempre fazer era incomodar-lho, talvez um dia isso mudaria, mais não em aquele momento, já que o mais velho também mostrava outros interesses.

Notas finais
Chegraram ate o final? Querem saber o que eu penso??!?!?!?! Pois... Estou sem palavras e ao mesmo tempo digo o mesmo de sempre! Como amo cada couplei! Como amo cada um desses lindos vampiros chatos e essas moças que os cativaram :o A coisa é apenas uma, este capitulo foi um dos melhores para im escrever, talvez foi tregua da inspiração divina de Apolo meu deu grego kkkk Na realidade pelo signo cancer é Artemis mais sem comentarios amo os dois, ate queria fazer uma historia de deuses... (mais se esta historia... *apanha*) amo os deuses gregos e quem nao kkk Voltando ao tema, sempre me desvio lindas que lem os comentarios chatos da autora-chata... Para mim Reiji e Akemi tem um 'Que' de sei la... tal e como cada um dos couples, eles são tao unicos e envolventes... Eles tem este lado esta coisa que realmente me supriende de tal forma... Envolvetes e... Uffs... Lucy sem palavras... Adoro esta especie de ligação que cara par tem, não posso negar e mentir, a fic é minha mais os personagens são deles, delas de vocês e... (não sei como falar, nem espressar em palavras nenhuma ideia de como dizer como amo estes couples!) Outra vez, a pena é que não posso dar um capitulo de 8 mil palavras para cada um, se não demoraria a postar e nem tenho tanto tempo para escrever, mais se podesse... Se eu podesse... TTuTT como sempre trato de fazer o melhor e dar meu melhor, seguir lutando para que a historia ande com pés e cabeça e cheio de clima psicologico e dramatico, amo as tragedias gregas e sou uma escritora cheia de drama assim que adoro este tipo de capitulos tão dualistas, contraditorios estranhos esquisitos... Blah blah blah... Falo muito sem pé nem cabeça sorry... T-T Ta vou parando por aqui que nao tenho alguma ideia se me entenderam... Se amam a historia tanto como eu pode ser kkk Muito obrigada a todas como sempre agradeço, agradeço aqueles que tem a nobreza, riquesa, amor e carinho também adoração de comentar a cada capitulo, também agradeço aqueles que lem e se emocionam com minhas palavras e também aqueles que seguem a historia e que a adoram ^^ Thanks a todos vcs leitores a historia não teria vida sem vocês... Tal e como escutei uma vez " Uma historia não tem vida se não tem alguem que a ler" Assim que posos dizer que ver tanta gente e tanto apoio por parte de comentarios e as estadisticas somente devo agradecer a todos :) Vagas abertas a personagens segundarios, deixando aqui a ficha, podem mandar por Mp ou nos comentarios, mais não garanto que pegarei muitos, apenas se precisar, mais se quiserem fazer mesmo assim aqui deixo (as que participa ja tb podem participar se querem doar algum personagem mais nao me importo ^^) ( Ficha: - Nome: - Sobrenome: - Idade: - Raça (Vampiro/Humano): - Nacionalidade: - Fisico (com foto de anime): - Personalidade: - Historia: - Gosta: - Desgosta: - Que relação que você gostaria que ela tivesse com a historia? Alguma relaçaão com algum dos personagens? - Algo a acrecentar? - Como seria seu personagens em uma relação amorosa? )