Notas iniciais
Devo minhas sinceras desculpas... Lucy pretendia postar este capitulo sexta-feira... Mais não conseguir terminar-lo ate o sabado-domingo u-u" (sem desculpas! apanha) Blinks... Aproveitem a historia lindas e lindos leitores :3

Capitulo 31

Meia-noite – Não somos nada distintos um dos outros.

“…Algo sempre me traz de volta a você
E isso não demora muito
Não importa o que eu diga ou faça
ainda sinto você aqui
até o momento que vou embora

Você me segura sem me tocar
Você me mantém sem correntes
Eu nunca quis tanto algo
quanto afundar no seu amor
e não sentir sua chuva

Me liberte, me deixe ser
Eu não quero cair outro momento na sua gravidade
Aqui estou, e permaneço tão confiante
Exatamente como deveria estar
Mas você está em mim e por toda parte em mim…”

Sarah Bareilles — Gravity

Os olhos aquamarinos de Megumi observavam atentamente a pequena pedra aquamarina que tinha entre os dedos, os três centímetros era insuficientes para que qualquer pessoa sem conhecimento do valor da joia a visse como pequena e insignificante. Mais nos olhos de Megumi, o brilho e a importância que ali residia era muito maior do que qualquer joia.

– Sempre que vejo você olhando para esta aquamarina… Não deixo de achar que esta realmente bela Gumi-chan… — Os olhos da mesma intensa cor que a joia, contemplou os olhos ametistas de Tsubaki, quem a admirou com um sorriso cansado, que aos olhos de Megumi pareceu preocupado.

– A diferencia de você Tsubaki… Por que parece que não dormiu nenhum pouco? – Megumi guardo o pequeno pingente o que o seu pai mando fazer com a joia, quando ele viu que ela tinha tanto medo de perder-lho.

– No outro dia revi alguém que não esperava… — Ela levou a mão a sua face, bagunçando seus cabelos que estavam soltos. Para a vampiresa que sempre aparecia impecável na frente de todos de aquela casa, hoje em compensação mostrava um lado desleixado, vestia uma espécie de ropão-kimono de seda negra, com estampado de flores de camélia vermelhas e rosas, seus cabelos estavam soltos, caíam por ondas pouco penteadas, mais como elas sempre aparentava, estavam cheirosas e macia.

– Alguém que não revia? Um velho amigo ou, melhor dito, pelo seu aspecto parece que este era indesejado. – Megumi coloco uma das mechas de seus cabelos cinzas para trás de sua orelha, tentando conversar o melhor que podia com Tsubaki.

As duas se encontravam na em uma das zonas de leitura que havia na biblioteca, Megumi solia sempre ir a ler todos os dias, ela e Tsubaki eram as primeiras que acordavam, estava acostumada acordar antes da por do sol, tal e por que as duas sempre haviam invejado a capacidade de poder ver o brilhante sol que tinha os humanos.

Em aquela ‘madrugada’ para os vampiros, Tsubaki conto a Megumi sobre o tal ‘Hades’, era uma das poucas pessoas que ela sempre havia confiando, ainda que em outros tempos, Tsubaki havia confiado em outros vampiros, mais era passado, e Megumi era uma das poucas pessoas em que ele a confiava para contar algo como aquilo, sobre aquele homem.

Tsubaki contou a Megumi, sobre o tal ‘Hades’, pouco havia falado pois sabia que nem tudo poderia ser dito…

···

Os dedos de Megumi não soltavam o pingente de aquamarina que estava a mostra graças ao decote que possuía o vestido, meio Lolita ao estilo vitoriano. Megumi se sentia um pouco ‘nua’, não pelo vestido, mais por deixar a mostra aquele pingente, ele podia ver-lho, será que ele a lembraria?

Mais também não conseguia tirar algumas coisas da cabeça, se perguntava em onde estava Tsubaki, ela acostumava a ajudar-lha, e justamente depois do que ela havia contado, a deixava um pouco mais nervosa do normal.

Megumi via como a festa ia prosperando, já levava quase uma hora e tanto os Sakamaki como os Mukami estavam, praticamente nenhum havia saído do local, se sentiam ate cômodos com o momento, podia parece estranho, a algumas semanas atrás, os mesmos seguiam sendo aqueles vampiros antissociais e do nada muitas coisas haviam mudado em suas vidas, havia coincidido com estas moças e por mais que fosse mínimo, algo dentro deles estava mudado.

Celestia se divertia implicando com Kanato, cada vez que o vampiro ia dar uma mordida em um cupcake, a menina tirava dele, o mesmo se frustrava, mostrando um pouco de seu lado irritado. Subaru e Yurie haviam compartido alguns olhares, a mesma havia sorrido para ele com sutileza, o que ele não demorou a corresponder com uma pequena virada de olhar demonstrando um pouco de timidez e desconcentração.

Yurie se interessava pelo vampiro, ate mesmo ele havia notado que mesmo as suas palavras não haviam servido de muito para afastar-lha, mais no fundo não o desagradava muito, mesmo que quisesse negar-lho. Sadie e Azusa também compartiam um bom momento entre os dois, Azusa não se incomodava de conversar com a menina e Sadie respondia a ele com um tom gentil, apesar de não mostrar um verdadeiros sorriso. Azusa havia gostando bastante de sua boneca Victoriquem quem Sadie não deixou de contar sua historia a ele.

Laito tratava de estar todo o bendito momento junto a Nathaly quem tentava evitar-lho fazendo-se a difícil e demonstrando inutilmente que não tinha bastante interesses sobre ele, porem era difícil, os dois acabavam conversando sobre certos assuntos privados que todos os que os admiravam sabia que estava rolando algo entre eles, tanto que a divertida e animada Nathaly deixou de ter um contato maior com a maioria das pessoas da festa, já que ao principio era ela quem dava o toque de conversação ate que estes foram se prolongado a cada um por sua parte.

Ninally e Anne compartiam um momento de conversa com Kou que não deixava de se interessar por Anne que era uma cantante bastante conhecida em japão, tal e como ele e os dois tinha uma pequena história juntos, eram amigos de algum tempo, haviam coincidido em alguns palcos e cenários, mesma Ninally que simplesmente havia acabado ali por achar que não queria interromper Sadie e Azusa que tinha uma conversa, acabou perto dos artistas musicais que havia, mesmo que detestasse a Kou, acabou se sentido feliz por compartir uma conversa sobre músicas e os demais ídolos juvenis da sociedade japonesa.

Ayato tentava desviar seu olhar de Anne, quem mostrava um sorriso de orelha a orelha ao comentava apaixonadamente sobre as musicas que mais gostava de Kou e de outros artistas que ela havia feito cover, Ayato se perguntava como ela podia ser tão feliz e sorrir na frente de outros homens como se nada estivesse acontecendo, aquilo o irrito, o mais estranho era que ele era quem não desejava ter relações alguma com a menina e logo se mostrava assim dessa forma.

Não demoro muito, Alice e Touya entraram na conversação de Anne, Kou e Ninally que começava a se entrosar mais, o grupinho quase havia esquecido que eram de espécie diferentes, o mesmo passou que Ninally até esqueceu um pouco o desagradável que era Kou somente em sua frente.

Ruki também olhava aquilo com desdém e ao mesmo tempo sem muitas possibilidades de entender o lado ‘amável’ de Kou, as vezes ele ate o apontava a Kou como um espécimen estranho, entendia que o irmão tinha sua forma falsa de ser na frente dos mortais, mais era incompreensível que ele houvesse odiado tanto as mentiras e se mostrasse como uma completa falsa e trabalhasse ironicamente em uma profissão que assim era.

Para piorar Ruki pensava em Alice e via como se portava com todos os outros, isso o desagradava, mais ele não desejava mais se intrometer com outra morta, muito menos alguém que parecia pertencer aos planos de Karl Heinz, se colocaria ao margem, mesmo que no fundo era totalmente diferente do que ele queira.

Estava claro que a pequena festa dava a entender algumas relações e alguns propósitos do que havia acontecido durante o mês que se havia passado, Tsubaki havia conseguido de alguma forma fazer com que os vampiros e as moças tivessem algo que os ligasse, não somente o sentimento que dentro de acada um havia sido plantado na primeira vez que se havia conhecido, mais algo maior, tal e como um caminho predestinado.

A mesma havia comprovado tudo e tudo era tal e como o havia previsto, mesmo quando duvidou, o prometido estava sendo comprido. Ela não estava ali para ver, mais estava claro de que ali era uma dessas coisas que aconteciam do nada, e mudavam da noite para o dia – Era o que pensava Megumi, apesar de que em um momento a mesma duvido dos planos que Tsubaki havia contado a ela, mais ela lembrava perfeitamente que a mesma não havia duvidado nem sequer dos vampiros que demonstravam sua agressividade… Eles estavam se controlando, mesmo quando eram extremamente incontroláveis.

– Acha que este plano dela continuara dando certo…? – O brilho turquesa-marino de Megumi admiraram ao lado, em onde acabava de aparecer Shuu, ele estava sentado justamente perto de onde ela estava, desta vez não estava deitado e sim meio sentado, encostando o cotovelo sobre o braço da cadeira e colocava com leveza a cabeça sobre a mão, admirando como o tal plano de fazer mudar ao seus irmãos e os Mukami haviam mudado os vampiros de uma forma ou outra.

– Shuu… — O surruso de Megumi foi quase inaudível, ela levou a mão sobre a pedra aquamarina, tampando-a como se não quisesse que ele a visse e aperto sobre os dedos, admirando o lado. – Sobre o que você quer dizer…? – Perguntou algo confusa, pois estava nervosa com a aproximação dele, o melhor era que a mesma conservava a compostura e a forma normal de falar.

– É difícil se controlar quando se sente fome, a maioria esta acostumada a ter alguém que lhe sirva de comida e não creio que seja fácil de se controlar apenas com sacos de sangue… Você consegue? – Os olhos de Shuu admiraram o perfil de Megumi que no mesmo momento arregalo os olhos e os fechou para lembrar de si mesma.

Ela era uma vampira, ela era uma humana, uma dualidade cruel e sem fim, não podia escolher um e esquece do outro, ate por que, por mais que se esfoça-se em ser humana, havia coisas que um vampiro era distinto, era o que os diferenciava dos humanos.

Megumi queria ser uma humana completa, tal e como seu amado pai, ela não gostava nenhum pouco da forma de ser de sua mãe, quando era pequena ate sentia medo, a mesma não se importava de maltratar os humanos que trabalhavam para sua mansão, e varias vezes Megumi lembra que ela não sentia nenhuma vergonha de demonstrar o que era na frente destes humanos.

A primeira vez que Megumi viu como a mãe tomava o sangue de um de seus empregados, levou um baita de um surto e sentiu medo, pior de tudo foi as náuseas e a vontade de vomitar que sentiu ao sentir o cheiro do sangue, seu estômago agia de um modo diferente, e depois disso ela passou a correr de sua mãe por um tempo…

O pai que percebeu na diferencia que apresentava Megumi, perguntou a ela, foi amável o suficiente como foi quando teve que explicar a ela o que era. Megumi temeu a si própia e os atos do pai que para que esta entendesse, cortou parte de seu braço e deu a ela para que bebesse, mais ela negou com aquela realidade e passou alguns dias sem comer e sem provar nada do que havia em aquela casa.

Megumi lembrava ate a data de aqueles dias tumultuosos, quando ela entendia o fato de ser uma vampira. Foi suficiente ela passar fome e que a mãe a maltratasse psicologicamente para fazer-lha entender que o ‘mostrou’ que guardava dentro não deixaria de se debater enquanto ela não aceitasse. Em aquele dia o pai a carregou no colo e explicou a ela a realidade de uma forma diferente dizendo a ela que sempre seria sua pequena princesinha e jamais seria um mostrou se não queria ser-lho.

Os argumentos do pai de Megumi foram de que os humanos e os vampiros não eram tão diferentes, já que os humanos se alimentavam de inocentes animais, enquanto que os vampiros de humanos, ele explicou o ciclo da vida a ela, e fez entender que a realidade jamais será como desejada, mais a melhor forma de viver em ela é aceitar-lha e tratar de levar-lha pelo melhor caminho possível.

Aceitar a verdade para uma criança era difícil, mais as palavras de seu pai eram suficientemente amáveis, doces e bondosas para tornar a realidade de Megumi apenas um mal sonho e viver nela como se fosse um sonho, ele abraçava ela tal e como ela queria abraçar o mundo humano quem ela tanto queria fazer parte, pelo pai ela tratou de superar estas barreiras e tentou ser ao menos nos limites normal.

Megumi se acostumou assim como Tsubaki queria acostumar aos vampiros a tomar sangue de doação, por mais que a mãe havia se oposto, já que no mundo vampiro pode se considerar malvisto por alguns vampiros aqueles que se alimentam igual aos humanos.

– Quando era pequena tinha medo de que não, querendo ou não sou uma vampira, e nos vampiros temos que nos alimentar de sangue continuamente tal e como os humanos se alimenta de animais. Tanto vampiros como humanos são parecidos e diferentes, tal e como os humanos se parecem aos animais e ao mesmo tempo são diferentes. – Shuu não demonstrava mais havia se surpreendido com as palavras de Megumi, quem parecia levar isso com uma tamanha positividade, por mais que seu olhar denotasse tristeza, havia algo em seu sorriso que era maior do que todas as maus emoções que a podia envolver em relação a este tema.

– Esta querendo me dizer que para você é normal se alimentar dessas malditas bolsas…? – Shuu deu um meio sorriso, ele em parte não tinha se acostumando e não se sentia muito a gosto.

– No começo acho que como para vocês foi difícil de me acostumar, tanto como me alimentar por sangue como me alimentar dessas bolsas, mais vim entendendo com o tempo… O que faz você se acostumar as coisas não é por que você decida, é por que você precisa fazer isso por alguém ou por algo dentro de si. – Os olhos de Megumi e os de Shuu se encontraram, ele desejo saber mais.

– O que quer dizer com isto? O que vale mais para você? Fazer isso por alguém ou por si mesma? – Em outros tempos o vampiro havia amado a humanidade, havia se apaixonado por ela tal e como Tsubaki, mais Megumi tinha uma maneira diferente de ver-lho e sentir-lho, a humanidade estava dentro dela, ela havia nascido vampira, mais era como se houvesse nascido completamente humana.

– Se meu pai não estivesse aí, por mim é que não haveria sido. – Os baixos risos de Megumi encantaram a audição de Shuu, tal e como fosse o som delicado e fino de um violino. – As coisas são muito mais faces quando você faz isso pensando em alguém, tanto faz se você queira para si mesmo, mais se você esta sozinho e é incapaz de pensar em alguém quando deseja mudar ou fazer algo, significa que você tem menos possibilidades de fazer algo, não quero dizer que seja impossível mudar com o proposito de agradar a si mesmo, mais as mudanças, os propósitos, as promessas e tudo que nos envolve, sejamos o que sejamos sempre são maiores quando temos alguém que nos faz acreditar e que nos ajuda a que isso seja possível.

Shuu não pude encarar os olhos de Megumi, as palavras que ela entregou a ele eram totalmente diferente de tudo o que havia vivido em seus quase vinte anos de vida. Quando era pequeno havia um amor forte e enteso por a humanidade, os humanos eram belos em seus olhos, demonstravam sempre felicidade, mostrava como podia viver feliz com tão pouco, tal e como Edgar mostrou a ele, os dois compartiram juntos momentos felizes, tantos os quais cada vez fazia Shuu se embelezar por a vida humana.

Mais a diferencia de Megumi, quem amou a humanidade sobre tudo, sem se importar da fragilidade humana, Shuu havia sido diferente, no momento em que ele provou a tristeza, foi incapaz de encarar isso como os humanos fazia. Por mais que estes se entristece, perdessem pessoas importantes, seguiam em frende, sendo sempre fiel a vida e amando-se entre si com o propósito de viver até seu último e mais frágil suspiro, era claro que nem todos eram assim, mais…

Komori Yui o que havia sido que ela havia mostrado a ele? Ela os havia abandonado por não querer fazer mal a nenhum, ela havia se suicidado para que eles fossem livres de Karl Heinz e seus planos, havia entregado a eles… A ele algo que jamais pensou que teria: — A liberdade de tentar entender por si sozinho. –

Komori havia entregado algo mais significante para Shuu, havia volto a amar os humanos, nem que fosse uma pequena parte, mais então ela morreu, e ele se enganou mais uma vez, fingiu não entender que o que ele queria era aquela sensação mais uma vez…

O que ele jamais percebeu era que na realidade havia algo maior em aquilo e que Tsubaki sempre havia querido explicar a ele, mostrar a ele e o que Megumi demonstrava com aquelas palavras.

“…Não importa se somos humanos ou vampiros, meu pai me dize que se somos capaz de amar, somos capazes de entender o verdadeiro significado da vida… Se existe amor sempre existe vida…”

Aquelas foram as primeiras palavras que surpreenderam a Shuu, as palavras que Megumi havia dito a ele, muito antes que ele entregasse aquela pequena pedra aquamariana, quem em aquele presente ela queria esconder dele.

Shuu era criança para entender os sentimentos que Megumi disse a ele, Shuu vivia erradamente para entender as palavras de Megumi, e mesmo quando ele quis voltar a ver-lha ela não voltou mais a ele, no mesmo ano ele perdeu a Edgar, ou ao menos achava, fechando-se completamente para humanidade e aquilo que ele havia tanto buscado o que os humanos tinha e o que os vampiros podiam ter tal e como Megumi provou a ele.

Notas finais
Acho adoravel cada couple, cada um tem sua maneira tem sua alma e espirito... Tem... Ai por deus somente eu que me gamo com todos ou todas gostam muito de todos? Eu acho impossivel ter um preferido... mesmo nao sendo meus personagens eu fico gamadona em todos como se fossem parte de mim *-* Ouvi muitas dizerem que gostam do Touya... Sabe o que vou sortea ele /o/ Quem ama o Touyan levante a maão??? Ai a gente rouba ele da Tsubaki kkkk Blinks ela me mata, apezar de que naão viria mal ele ter uma... Sera?!?!?! O-o kkk como a historia nao é dele nem dela somente os uso como segundarios mais fico feliz que gostem dos dois, agradeço o inicio do grupo de Fãs do adoravel Touyan... apenas 15 anos mais é inresitivel com tanta fofura :3 E outra coisa! Falta Kimiko e Akemi... vocês adivinharam as ordens das noivas?? Ao final e acabo sempre darei capitulos especiais a todas, e espero que isso nao case a algumas... Mais fico feliz se vcs gostam e aman de todos os couples! Sabe que eu faço tudo com um especial carinho... Mesmo sem responder os Reviews muito obrigada! amo todas vocês e nao vejo a hora de poder responder a todos os Reviews de minhas lindas leitoras :*** Kissuu a todas e obrigada por seguirem lendo esta historinha que amo muito :)