Notas iniciais
Aproveitem a leitura e nao me matem TuT

Capitulo 21

Meio-dia – Uma agradavel ‘bem vinda’

“Algo foi decidido há muito tempo
Algo que conheço há muito tempo
Como se estivesse seguindo uma linha invisível
Estou sendo guiada para algum lugar

A luz e a sombra me enfrentam
Como se eu brilhasse brilhantemente

Se me emprestar os seus ouvidos e enfrentar o barulho
Não se preocupe, não hesite e abra a porta
Com um pouco de sorte e determinação
Podemos começar a nossa jornada…”

Yoshiki Lisa – Destin Histoire

Em sua mente, Ninally, ainda duvidava por que havia aceitado aquela espécie de convite estranho. A mesma, pensava no que havia dado em sua própia mente em aceita aquele grande compromisso – Vampiros!? – Ela estaria loca?

Assim como Ninally, Kimiko não parava de pensar no ocorrido, durante toda a trajetória da curtaviajem em carro até uma grande serie de apartamentos que estavam situados um pouco longe do colégio Kuroutsuki.

As limusines deixaram as moças junto a Tsubaki e Touya bem na frente das portas de um dos apartamentos, não resultava mais alto do que parecia quatro pisos, espelhavam a paisagem pelas grandiosas e vistosas janelas do prédio.

Sadie admirou como aquele lugar parecia luxuoso, o que a fez se sentir meio incomoda pois não considerava muito a ideia de ‘pagar’ por aquilo somente com sua ajuda, sua mentalidade, começava a se ver como um incomodo para Tsubaki.

Akemi e Celestia sentiam a emoção do momento, esperando para ver como eram aqueles vampiros, eram as únicas que pensavam aquilo como uma verdadeira diversão, seria este o começo de uma caçada?

– Por favor, venha por aqui… — Touya disse as moças que o admiraram, este abriu a grande porta de madeira de linóleo negra, e quando esta esteve aberta, as moças logo comtemplaram a entrada do prédio. O fascínio logo fico captado pelos olhos de quase todas, vendo aquele esplendor de contrastes em branco e algumas pocas coisas em negro. Em meio ao Hall de entrada havia uma monstruosa lâmpada de aranha com cristais que caía ate quase atingir o chão de lousa branca, este espelhava como as águas cristalina de uma lagoa o teto coberto por aquele incrível lustre que deixou alguma que outra com a boca entreaberta do assombroso luxo que mostrava.

Em meio a parede do Hall que dividia o caminho entre dois distintos, havia um grande quadro minimalista de pinceladas curtas e manchas que criavam a pintura a uma vista em onde as cores se misturava e criava o desenho própio da velha escola dos impressionistas. Uma paisagem esplêndida que brincava com as cores e a luminosidade de um jardim de nenúfares. Cada flor era um detalhe gracioso na visão, as cores róseas, lilases, vermelhas, amarelas e laranjas davam um agrade na incrível imensidade de cores verdes das folhas e o azul claro da água.

– Nossa! Lembra aos últimos quadros de Claude Manet… — Kimiko não pode aguentar a emoção da paz e alegria que a pintura transmitia a ela desde sua visão.

– Obrigado… — Kimiko acabou tomando um susto ao escutar a Touya que estava ao seu lado e deu um pequeno sorriso quase imperceptível para ela.

– Que bom olho você tem para as artes Kimi-chan, é mesmo uma artista tal e como Touya. – Kimikoadmirou a Tsubaki quem sorria para ela e logo a mesma explicou. – Touya admira muito a ClaudeManet e pinto este quadro em homenagem a ele em uma de suas classes artísticas quando vivíamos em Marcelle em França.

– Nossa a senhorita viveu em França? – Anne perguntou curiosa pois ela tinha familiares por parte de seus avôs paternos.

– Durante um ano, apesar de que vou por lá muito pelas temporadas de moda, é um lugar muito bonito e o verde faz um favor de acalmar minha mente, adoro os bosques, floresta e tudo que tenha que ver com animais e a naturaleza. – Tsubaki mostrava um emoção profunda quando falava sobre este assunto ate mesmo Anne notou o sorriso que se formava em seus lábios.

– A senhorita também é Francesa? – Alice foi quem falou perguntando a Anne quem sorrio amavelmente para esta e contesto.

– Por parte de pai, apesar de que nasci em Inglaterra.

– Assim que também é Inglesa, que coincidência. – Desta vez foi Nathaly que perguntou a Anne.

– Nossa a senhorita também? Eu vi de lá quando tive que vim viver com meus avôs paternos, eles são franceses mais vivem aqui.

– Quantas coincidência, vejo bom para um boa relação entre todas moças, mais para mim sera um honor ter tantas estrangerás aqui, tanto assim que aprenderemos uns dos outros. – Tsubaki via a animação entre as moças que se formava ao redor de aquela pintura, se sentiu algo feliz por isso, pois uma boa convivência implicava que todos se levassem bem, mesmo que ela soubesse que havia pessoas mais difíceis para conviver do que seria a convivência das moças.

O animo chegou a contagiar as moças que por um tempo havia esquecido o assunto dos vampiros, levadas por Tsubaki ate o terceiro piso em onde ela mostrou o quarto de cada uma, as dez moças ocuparam toda a terceira planta, cada uma com seu própio e amplio quarto com suíte e respectivas vistas a uma varada que dava a visão ao jardim inglês que havia na frente dos apartamentos, já a visão traseira mostrava uma vista a um bosque e uma pequena Lagoa azul que tinha perto umas construções de lazer com respetivos bandos e ate mesmo um pequeno labirinto baixo de ervas e flores.

Tsubaki mostrou a quarta planta as moças, em onde se encontrava o quarto dela, de Touya e diversas áreas de laser, como a biblioteca que ocupava uma parte da planta, também uma área especializada para músicos com vários instrumentos algumas cadeiras e lugares para a pratica do mesmo, também havia uma escritório da mesma, uma sala de costuras, em onde puderam contemplar alguma das novas criações da modista e um estúdio em onde havia todo tipo de coisas para pintores.

– Como podem ver, tenho gosto para todas é um prazer esta entre todo tipo de artistas como vocês tal e como eu ou como meu irmão, não vou mentir Touya é quem mais usa todas estas salas, assim que espero que não o tema, ela é meio caladinho e na sua, também é um vampiro mais ele não faz nada contra moças humanas nem contra nenhum humano assim que não o tema. – O mesmo havia desaparecido depois da entrada, algumas apenas se deram conta de que ele não estava mais com elas quando Tsubaki o mencionou. – Agora devo levar vocês ao grandioso salão de convidados, a sala de janta que esta abaixo e teremos uma pequena ‘festinha’ de bem-vindas para vocês, ainda esta noite não terão que conviver com os demais vampiros, eles somente chegarão amanhã…

Repentinamente, algumas cairão na real, depois de haverem visto aquele lugar como uma moradia de sonhos, lembravam que o preço por ela era tratar de ajudar aqueles misteriosos seres de quemTsubaki tanto falou a elas. Não todas se sentiam incomodas, umas estavam reflexivas e outras não viam a hora de conhecer-lhos, o problema era que teriam que aguenta a estranha curiosidade por um tempo mais, ate amanha.

Para supressa de todas, até mesmo as que eram um pouco ou muito antissocial, a pequena festa de bem vidas a elas foi bastante agradável, o janta preparado com os mas degustados dos pratos queTsubaki havia mandado prepara pelo cheff, Jean Pierre, um senhor Francês que demonstrava um grande aprecio por a senhorita Tsubaki, assim como seus demais empregados quem todas viram como a mesma os tratava com bastante carinho.

Acabaram todas tendo conversas, até mesmo as mais caladas conseguiram se entrosar um pouco no jantar e nas conversas. Tsubaki havia explicado a elas muitas historias sobre vampiros, sobre suas própias histórias e ate mesmo sobre alguns dos vampiros que viriam a casa passado esta noite. Todashavia se aventurado a escutas as supostas aventuras da vampiresa quem parecia haver vivido muito mais do que todas e de forma bem marcante.

Tsubaki havia viajado pelo mundo inteiro e conversava tal e como uma dama de cinquenta anos, sabia e perspicaz, fascinando a muitas que sentia já admiração pela mesma.

Quando deu meia-noite no religo, Tsubaki, como boa anfitriã, convidou a algumas que ainda sentiam vontades de escutar suas historias para irem a sala de luxuoso sofás confortáveis, permitindo que as que se sentia mais sonolenta fossem dormir e assim chegou a caída de outro dia. Novamente algumas haviam esquecido da missão que tinham, Tsubaki era tão humana e adorava contar historia que fez a muitas esquecerem novamente.

Meia-noite – Encontro marcado

Do tarde que as moças havia ido dormir, tarde acordaram, porém não se sentiam muito cansada e sim revigorada, Tsubaki explico a elas no café da ‘manha’ que havia feito um feitiço que fez logo as moças acostumarem com o horário, surpreendendo a algumas que não sabia que a mesma também tinha linhagem de uma famosa linhagem de bruxas.

As moças que desfrutavam da noite foram avisadas por Tsubaki que deveria ir ao colégio Kuroutsukipara falar com os tais vampiros, novamente as duvida ma mente de algumas cresceu também a curiosidade na mente de outras, mesmo que a verdade era que todas estavam curiosas por conhecer-lhos.

Os Sakamaki e Mukami souberam em aquelas mesmas horas do estranho plano de Karl Heinz, os mesmos mostraram supressa interna e poucos realmente se mostraram inconforme com sair de suas casas.

Ayato mostrava enraivado com aquele plano, mal havia falado durante toda a trajetória do caminho até a casa em que ele viveria. Subaru, quem surpreendia por esta calmado e em silêncio não se opões em ir embora, algo estranho na visão de alguns. Laito começo a ver aquilo como uma forma de animo, apesar de que Tsubaki havia dito que as moças não seria seus brincados, ele mantinha-se a pensar que seria divertido, ao menos não seria somente uma.

Kanato estava falando com Teddy sem mostrar uma cara triste, nem muito menos alegre. Reiji não sabia por que seguia ali, mais manteve paciência, queria ver o que aconteceria se algo ele mesmo voltaria de onde vinha a diferencia de seu irmão, Shuu era o que menos se preocupava com nada, tudo ao contrário, alguma coisa dentro dele dizia que aquela mudança de ar faria bastante bem para a solidão, não somente dele de todos.

Os Mukami não estavam tão diferentes de alguns dos Sakamaki. Ruki realmente não se sentiadescontento nem muito menos pressionado a nada, simplesmente havia ido por pura curiosidade, queria saber se voltaria a ver aquele homem e também o que esperava dos seguintes passos da vida.Yuma estava paciente, não tinha nada complicado em sua mente assim como Azusa quem calado seguia sentado no banco da limusine negra. Kou estava calmo, apenas pensava bastante nas palavras de Tsubaki as quais ele havia visto como verdadeiras.

Claro ou não o que estava acontecendo, era uma vida distinta a que eles levavam, todos haviam passado por coisas distintas e difícil, Tsubaki tinha claro sobre eles, eram como crianças malcriadas, sem amor e o único que parecia resta para cada um, era o escasso afeto que Yui Komori deixou para cada um.

As duas limusines se pararam frente ao prédio em onde estavam as moças esperando por eles, mal imaginava como seria reencontrar aquelas que tinha feito cada um, de uma maneira se sentir distinto.

– Cada quarto de vocês, esta no segundo piso, tanto Mukami como Sakamki, irão comparti apenas a planta e não os quartos… — Tsubaki deu a cada um deles uma chave com um respectivo numero. – Todos os quartos têm os seus respectivos números e tal e como, individuais com seus própios armários e sua própia suíte, sei que pode resultar distinto, porem vocês logo se acostumaram queridinhos.

– Que dizer que as Bitch-chans também tem seus própios quartos? – Laito mantia seu interesse por conhecer a cada uma delas.

– Por favor Laito, tenha mais respeito… — Os olhos de Tsubaki se afinaram para admirar-lho, tal e como os de um tigre prestes a devorar sua presa. – Nenhum apelido desrespeitoso para nenhuma, muito menos espero que as tratem como saco de sangue… Estarei de olho em vocês e acreditem que aquele que se atrever a tratar qualquer uma com desrespeito eu me encarregarei pessoalmente de educar.
A mais de um deles isso sou como uma ferina ameaça, não gostavam como ela os tratava e muito menos do tom autoritário que ela tinha, como se fosse dona deles e eles fossem apenas meros servos.

– Oh! Que pena… Achei que poderia chamar-lhas assim… — Laito não mostrava sorriso e sim sarcasmo em sua voz, apenas no momento em que terminou, sorriu, adorando o jeito duro que tinha Tsubaki, por como era e o que via em frente, sentia vontades de provar-lha, mais ela não era como as outras que haviam caído em suas garras.

Tsubaki ao senti o interesse de Laito, apenas revirou os olhos e continuo a breve explicação aos outros impacientes.

– Então queridos, imagino que elas estão esperando como devidamente, no salão de convidados… Sejam amáveis e não se surpreendam… — Tsubaki sorriu com uma fingida amabilidade, ela não podia mentir, aquilo era duro para ela, ter que se encargar de dez vampiros mal criados, pesava muito.

As ultimas palavras da vampiresa soaram curiosa para os ouvidos de uns que captaram essa indireta, mais seguiram ela, apesar do desgosto que começava a acumular depois do sucedido de aquela noite.

Cada uma das moças haviam sido avisadas pelos empregados de Tsubaki, os vampiros estavam prestes a chegar e para que a ‘bem vinda’ deles fosse efetuada e também o motivo pelo qual elas estavam ali, Tsubaki os presentaria educadamente.

– Vocês estão bem? – Pergunto a fraca e gentil voz de Sadie a Kimiko e a Ninally, as duas estavam soando frio, pois se encontravam nervosa, começavam a imaginar como de ‘malvados’ poderiam ser aqueles vampiros, depois de que avisara melas começaram a pensar a fundo.

– É algo difícil eu nem sequer sei por que estou aqui mais… — Murmurou Ninally apetando os punhos de nervosismo.

– O mesmo eu digo, apesar de que é verdadeiramente como um sonho… — Kimiko disse algo distante. – Pera… É um sonho que pode acabar em pesadelo!

– Quem sabe… — Tanto Kimiko como Ninally sentiram o sussurro entre os ouvidos, um sussurro bastante tenebroso, resultando ser de Celestia quem havia encontrado a diversão em tentar apavorar as duas. – Li em livros que vampiros adoram moças inocentes e ingênuas como vocês, eles acham que a sangue é melhor quando se bebe quando as moças são virgens inocentes e puras e vocês duas são as que parecem mais apetecíveis para esses tais sanguinários vampiros…

Repentinamente aquilo resulto apavorante tanto para Kimiko como para Ninally, Sadie se sentia algo mal por as duas que no momento mostravam pavor.

– Senhorita Celestia, não creio que deva assustar-lhas… — Disse Sadie tentando parar a Celestiaporem esta sorriu como uma meninha malcriada e continuou.

– Alem do mais com estes pescoços finos e femininos… — Comicamente as duas se abraçaram no mesmo momento em que Celestia havia estendido seus finos dedos frios para acariciar uma pequena parte do pescoço de cada uma, somente para perturbá-las.

As duas gritaram, causado que as outras se fixassem no acontecimento entre aquele grupinho.

– Senhorita Celestia não creio que deveria tratar-lhas assim – Anne encarou a Celestia que a admiroudi cima a baixo com um certo desdém e revirou os olhos.

– Okey senhorita… — Celestia disse revirando os olhos com certo desdém e logo sorrio com ironia. – Apesar de que acho que você deveria se intrometer nos seus assuntos de meninha boazinha.

– Se diz a ela que não deveria se meter nos assuntos alheios, por que você esta fazendo isso? –Celestia admirou o olhar safira de Yurie quem estavam um pouco ao margem, porém a mesma não havia considerado educada a forma como falava Celestia.

– Tsk… Quem incomoda e tediosa são todas vocês… — Celestia deu com os ombros algo chateada, suspirou profundamente, era inteligente, sabia que Yurie a havia contrariado com suas própias palavras, por mais que estivesse errada não diria isso, não admitiria a derrota, assim que se retirou de onde estava algo aborrecida sem dizer nada, mesmo que ela não se importaria seguir discutido até demonstrar que tinha razão, mais neste momento não estava precisamente muito com vontades de gastar sua saliva com o que era aquelas moças tão simples em sua visão mimada e egocêntrica.

– Senhorita Yurie, obrigada por a ajuda, apesar de que não queria que acabasse fazendo frusta aCelestia-san… — Yurie admirou a Anne, de uma forma neutral, mais acabou dando um pequeno sorriso.

– Sem preocupações senhorita Anne, não me preocupa muito, apenas disse o que pensava.

– Vamos moças não acho que vocês devam ligar para isso, não penso que sera tão difícil este trabalho e não acho que vocês duas tenham que temer aos vampiros… — Nathaly tentava fazer Ninally e Kimikoficarem algo mais calma. – Apesar de que não entendo por que acabaram aceitado se tem medo de vampiros…

– A verdade que não, não tenho medo de vampiros… — Disse Ninally admirando o lado mostrando um pouco de raiva, produto de sua personalidade ‘Tsundere’, querendo esconder que realmente se sentia opressiva por este tema.

– Acho que foi um pouco a confiança que a senhorita Tsubaki faz passar… — Kimiko falou pensativa, mais logo percebeu que falou alto. – Ah! Isso…. Quero dizer…

– Também acho que a senhorita Tsubaki seja bastante amável e em sua voz se percebe carinho, entendo a senhorita Kimiko… — As moças admiraram a Alice que mal havia falado muito, a maioria compreenderam o que ela queria dizer, a maioria delas se sentia igual.

– Tsubaki é bastante confiável, é uma bela ‘pessoa’. – Todas, menos Akemi e Celestia que se encontrava admirando a janela, admiraram a Megumi, quem era a que mais conhecia a Tsubaki, elas havia descoberto que esta também era vampira e que as duas tinham uma relação de amigas de infância. – Ela acostuma agir sempre de forma amável, apesar de algumas vesses desgostarem dela por ser direta, sempre trata de ajudar no que pode, acho que a maioria de vocês estão aqui por o que ela representa, acabaram confiando nela, mesmo que seja um pouco… Por alguma razão.

O ambiente se torno silencioso, a maioria pensava nas palavras de Megumi. A jovem tinha razão em relação que elas confiavam em Tsubaki, mais cada uma de algum modo entendiam que dentro delas havia algum motivo ainda maior por vierem ali, tal e como se fosse um encontro marcado…

Tsubaki acostumava a ter o destino como uma linha que podia ser mudada, porém quando as moças e os vampiros não deram para atrás em aquela convivência, ela sabia que no momento em que eles se reencontrasse não haveria volta atrás, estariam presos no plano de Karl Heinz e também no plano ainda maior...

E assim foi, quando os Sakamaki e Mukamis cruzaram a linha da porta do salão de visitas, tanto os vampiros como as humanas, se reencontraram, ao menos a maioria havia dois que coincidiam por primeira vez, deixando o ambiente em um tremendo e teatral silêncio.

Alguns deles havia se reconhecido, talvez a maioria, porem ainda estavam em dúvidas, tentando esconder, tentando fugir, mais Tsubaki tinha certo a maioria lembravam.

– Então queridos vampiros, queridas moças… — Tsubaki sorriu motivando que estes deixassem de estar precisamente paralisados com o ‘reencontro’. – Chegou a hora de apresentá-los por fim.

Notas finais
QUANTA MALDADE A MINHA!??!?!!?!?!?!?!?!? ( Lucy vai ser Lixada) Depois de tanto tempo sem postar nada, ainda acabou dessa forma o capitulo!!?!?! No reencontro deles e delas… Ai que vai me dar um infarto! Ai que eu vou ser lixada ( Que emoção TuT) Sinto uma grande emoção por ter terminado assim, tal e como presenta to achando que estou sendo guiada por um lado mais romantico do que para as trevas… Ao menos pelo momento… MUHAAHAHHAAHA risada malvada Sem mais brincadeiras não me mantem, mais espero ter deixado-as curiosas, como sempre adoro fazer! E bem, antes de terminar aquí, explicarei o acontecimento a vocês, por que levo tanto tempo sem postar e o que aconteceu comigo… Sim… Tive um dessastroso acidente, fiquei doente e ainda por cima vinheram os dias do mes T----T” Primeiro (Tudo aconteceu no mesmo dia – Quarta feira) Cravei o alumino da maldita vasoura na minha mão e acabei com a mão direita bastante machucada imposibilitando de mecher a mão pela dor… Segundo eu estava gripada e a gripe parece que aumento me deixando de cama, no mesmo dia acabei tendo a maldita coisa do meis da mulher e passei 4 dias em cama praticamente / Vendo TV e desanimada com a vida por esta com dor na mão, nos osso e ainda por cima uma colica horrivel ( Que feliz foi meus 4 dias u-u). O unico que me distraiu foi a T.V e o novo jogo que compre para Nintendo DS… assim que estive imposiblitada por 4 dias, sabado sai para comer fora ainda com a dor e domingo pretendia escrever porem estava sem imaginação, assim que tive que escrever segunda (Otem), ao menos posso dizer que em um dia acabei um capitulo, estando atrazada para o proximo… Espero poder escrever hoje ainda! Ao menos para compesar tanto tempo aquí pelas dores de cabeça :/ Bem, já entramos na reta da convivencia… to vendo que isso sera como AH! OH! U! MEU DEUS!!!!! COMO PODE SER ISSSO!!!!!!! – Final de contas eu adoro deixar as pessoas curiosas e acabou sendo levada por deixar o final dos capitulos assim… Assim que esperem! Vai ter o momento de cada uma e cada um! Proximo capitulo… Bem, ainda sem net queridas, não sei quando ira voltar, mais bendita seja a wiff e a biblioteca! Assim que continuaremos com dois ou tres capitulos por semana… Espero que tenha sido um bom capitulo e que todas gostem! Ate o proximo capitulo minhas lindas escritoras! Prometo que quando der eu responderéis cada um de seus lindos Revies! Para que vocês saibam que eu leio eles e que estou muito feliz me animam a continuar sempre e prometo a vocês, mesmo que se um dia vocês deixarem de escrever Reviews eu continuarei apaixonada pelas personagens lindas e continuarei com suas historias ate o final (Publicarei um livro e roubarei os direitos delas de vc kkk – Blinks queridas ;) ) Bem ate o proximo! Agora que voltei ao 100%! (Na verdade to meio viciada no jogo diria que um 75%) Vou buscar voltar a escrever o proximo capitulo o mais rapido que poder. OBS: Se alguem quiser me especificar alguma coisa do quarto que gostaria que tivesse sua personagem ou ate mesmo o quarto a cor moveis o que seja, me digam eu posso colocar... se nao ficarei eu mesma para pensar em algum momento que apareça ;)